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Arquivo : abril 2011

Dama de honra de William e Kate se torna o meme mais rápido da internet
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Rodrigo Vitulli

Que a internet é rapidinha todo mundo sabe. Mas às vezes é tão rápida, e os usuários tão criativos, que (ainda) impressiona. Quer um exemplo? Bastou poucas horas após o término do casamento entre o Príncipe William e sua esposa, Kate Middleton, para que a pequena dama de honra Grace Van Cutsem, de apenas três anos, virasse uma verdadeira sensação na internet.

Tudo porque a garota protagonizou uma das cenas mais marcantes do casamento. Durante o “beijo Real”, os fotógrafo registraram a pequena Grace em um momento, digamos, entendiante. Ou estaria ela revoltada com o barulho? Talvez triste… Bom, não importa. É justamente a expressão indefinida da garotinha que gerou toda a brincadeira. A repercussão foi tanta que podemos chamá-la de o meme mais rápido da história da internet.

Confira as brincadeiras que se espalharam rapidamente pela web:

Conheça o meme mais rápido da história

Veja Álbum de fotos

Lá do Buzzfeed/Msnbc
Imagem: AFP


Engenheiros criam sistema para publicação automática de aplicativos de livros para iPad e iPhone
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Ana Ikeda

Essa é para você, leitor aspirante a escritor. Mesmo “HTML, Java, C++, Ruby e PHP” soem como grego (ou sopa de letrinhas), isso não quer dizer que é impossível desfrutar do mundo dos aplicativos para iPad e iPhone para lançar sua obra. Segundo uma reportagem da revista “Wired”, dois ex-funcionários da Apple estão planejando lançar uma plataforma para publicação automática de “livros-apps”. Sensacional, não?

A iniciativa de Mike Matas e Kimon Tsinteris, chamada de Push Pop Press, tem patrocínio do ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore – o livro dele, “Our Choice”, foi o primeiro título da empresa a ter essa “versão app”. A ideia é permitir que escritores, editores e artistas transformem qualquer livro em uma aplicação interativa.

O Push Pop Press ajudaria ainda as editoras a lidar com a dificuldade de criar versões digitais de livros impressos, revista e jornais – que estão com a circulação em franca decadência. “Vai abrir portas para contar uma história com mais fotos, mais vídeos e interações”, disse Matas à revista. Segundo os desenvolvedores, criar um aplicativo de uma revista ou livro leva apenas 20 minutos na ferramenta… “É como criar Legos”, explicou Tsinteris.

Ainda não há data de lançamento, nem preço (#fail).

Gostou da ideia?

Lá da Wired.

Imagem: Reprodução/Vimeo.


Android tem mais aplicativos gratuitos do que iPhone, diz estudo
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Rodrigo Vitulli

A empresa Distimo, especializada em lojas de aplicativos para mobile, divulgou nesta-quarta feira (27) números de um recente estudo sobre as principais marcas e sistemas operacionais do mercado (mobile e não mobile). Pela primeira vez o Android passou o iPhone em números de aplicativos gratuitos, embora ainda tenha uma quantidade menor de aplicativos em sua totalidade. Os dados correspondem às lojas virtuais norte-americanas.

De acordo com o estudo, a Android Market oferece 134.342 aplicativos gratuitos, enquanto a AppStore para iPhone da Apple armazena 121.854. Quanto aos aplicativos pagos, a Apple dispõe de um número quase três vezes maior, com pouco mais de 210 mil ante a 71 mil da principal concorrente (acompanhe no gráfico).

A empresa faz distinção entre aplicativos de iPhone e iPad, embora ambos os aparelhos usem o mesmo sistema operacional, porém adaptado, o iOS. Se considerarmos as duas plataformas, os aplicativos de iOS superam a marca de 367.334 ao todo, quase o dobro de sua concorrente. A comparação seria mais “justa” já que a Android Market engloba tanto os aplicativos feitos para tablets quanto para smartphones.

A expectativa da Distimo é que a loja de aplicativos para Android ultrapasse os concorrentes em cinco meses. A loja de aplicativos para Blackberry também poderá apresentar um crescimento expressivo. Segundo a empresa, em seis meses a BlackBerry App World pode dobrar de tamanho em seis meses e passar a loja da Nokia, OVI Store.

Lá do TechCrunch
Imagem: divulgação

 


Site dá sugestões de músicas para ouvir durante a prática de exercícios físicos
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Rodrigo Vitulli

A pesquisa ultrainformal do Gigablog comprova: a maioria das pessoas faz exercício físico ouvindo música. E quem não faz está perdendo tempo e produtividade. De acordo com um estudo da Brunel University (Inglaterra), escutar música apropriada pode aumentar a eficiência do exercício em até 15%.  Mas “música apropriada” é um termo extremamente subjetivo.

Jog.fm é o nome do site que pretende solucionar o problema da subjetividade. O conceito é muito simples: você posta informações sobre o seu exercício e a rede lhe retribui com sugestões de músicas apropriadas para você encarar a maratona com mais vigor.

Por exemplo: ao colocar a taxa de batimentos cardíacos que você normalmente atinge durante uma corrida, assim como a distância que normalmente percorre, o site prepara uma playlist especial para que você tire o melhor proveito do exercício. O Jog.fm combina a taxa de batimentos cardíacos com o a velocidade da música e entrega a melhor opção.

Além disso, outros usuários podem preparar playlists especiais e compartilhar com os amigos na rede. Além de prático e divertido, é estimulante.

Lá do LifeHacker
Imagem: reprodução


South Park caçoa de Steve Jobs e cria o ‘HumancentiPad’
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Rodrigo Vitulli

O episódio de estreia da nova temporada de South Park, aquele desenho animado sacana que já tirou sarro de muitos famosos, terá uma participação mais do que especial, ninguém menos que Steve Jobs. E o CEO da Apple estará em seu melhor estilo: em cima de um palco e apresentando um novo e “extraordinário”, e “amazing”, e “awesome”, e revolucionário produto.  Só que de glamouroso o anúncio não tem nada…

Os produtores do desenho, que já chega a 15ª temporada nesta quarta-feira (27), idealizaram um tal de “HumancentiPad”. Bom a descrição é quase impossível de ser feita, mas, de acordo com o vídeo que foi divulgado como propaganda da série, é quase uma “centopeia humana” formada por três gatos pingados, sendo que o último da fila tem de prender um iPad no traseiro e o primeiro, um iPhone na testa (sim, a gente também não entendeu bulhufas e fez essa mesma cara de tacho).

Mas só pela caricatura que fizeram de Jobs, o post já vale a pena. Acompanhe no vídeo abaixo (em inglês):

ATUALIZAÇÃO: graças a nosso leitores, sempre antenados, ficamos sabendo que o HumancentiPad é uma alusão tosca ao filme igualmente tosco “The Human Centipede”, cuja a sinopse nos recusamos a reproduzir. Obrigado, senhores leitores!

[uolmais type="video" ]http://mais.uol.com.br/view/11135416[/uolmais]

Lá do The Huffington Post
Imagem: reprodução

 

 


iPad em 1994? Vídeo antigo mostra conceito de tablet e editoração digital
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Rodrigo Vitulli

Ok, a Apple é inovadora e bla, bla bla bla. Ninguém tira o mérito de Steve Jobs e sua trupe por terem revolucionado e, por que não?, inaugurado o mercado de tablets. Mas é importante frisar: o mercado, e não o tablet em si. A Microsoft, por mais estranho que possa parecer, já pensava no conceito muito antes do iPad existir e adicionou, ainda em 2001, funcionalidades sensíveis ao toque para Windows XP, visando aparelhos que funcionassem com o sistema operacional.

Na verdade, até o Hans Donner, o famoso ilustrador da Globo, é creditado por ter inventado o iPad (hehehe. É brincadeira, gente).

Talvez a mais impressionante evidência de que a ideia de um tablet já era presente há pelo menos 17 anos seja o vídeo da Knight-Ridder(clique para assistir), produzido em 1994. Um dos autores do vídeo, o visionário Roger Fidler, explica como o conceito de tablet que criou funciona. E pasmem!, a ideia é muito semelhante com o que a gente considera, hoje, tecnologia de ponta.

Roger Fidler demonstra o funcionamento de um computador de mão, com a espessura de um livro e dimensões de uma revista, poder de processamento necessário para reproduzir conteúdo multimídia, tela sensível ao toque, atualização periódica de conteúdo midiático, gráficos interativos, transmissão de dados sem fio e praticamente tudo que faz um marmanjo babar por um iPad. Tudo isso em uma época em que acessar a internet era uma tarefa árdua, caríssima e tão lenta quanto um modem de 14.4Kbps (kilobits por segundo) de velocidade.

De fato, a visão de Roger “Nostradamus” Fidler ia além da ideia tablet e tentava prever como seria o futuro dos grandes jornais, algo que até hoje ainda está indefinido. Ao que tudo indica, ele estava certo, e as principais publicações vão mesmo migrar totalmente para o digital em breve. Vide o jornal “The Daily”, exclusivo para iPad, e outros que abandonaram o papel definitivamente.

“Novas formas de comunicação tendem a herdar características dos meios antigos por um período. Com o passar do tempo, claro, eles evoluem e adquirem características próprias. Eu acredito que o mesmo acontecerá com a transição do papel para plataformas digitais, seja um jornal, uma revista ou um livro. No começo, eles manterão as características básicas dos produtos antigos…  E isso é absolutamente compreensível; nós não queremos importunar ninguém com manuais sobre como ler jornais”, disse Fidler no vídeo (de 1994), quase que prevendo o futuro.

É difícil dizer em que momento a ideia de Fidler se perdeu. Talvez o mundo não estivesse preparado para a novidade, ou a estrutura que o gadget demandaria era sofisticada demais para a época. Mas uma coisa é certa: grandes jornais, não digam que não foram avisados sobre a derrocada do papel.

Lá do Techland
Imagem: reprodução

 


Facebook: 300 mil confirmam presença na falsa churrascada de William e Kate
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Rodrigo Vitulli

“Gentem, se aprocheguem-se. Hoje tem churrascada na laji pra comemorá o casório de sua santidade, o Príncipe William, com sua dingníssima noiva Kate Middleton. Homens, tragam duas caixas de cerveja. Mulheres, refrigerante. Vai ter rifa, videokê e banana na brasa com canela e leite condensado. E se prepare porque vai bombar. Mais de 310 mil já confirmaram. É nois, tamo junto”.

Brincadeira, né gente. Está rolando há alguns dias no Facebook um convite público para um falso churrasco em comemoração ao casamento do príncipe William. Sucesso total; a cada “refresh” na página, novos adeptos se mostram mais e mais interessados. Segundo o “Olhar Digital”, no dia 18 de abril eram apenas 8.000 participantes. Ow!

Se quiser participar, fique atento a algumas regras muito bem estabelecidas: “ATENÇÃO! É EXPRESSAMENTE proibida a entrada de Tupperwares para forrá-la de sobras de carnes para alimentação doméstica de animais de estimação fora do evento e logo por cima docinhos para camuflagem” ou “Vovó Queen Beth proíbe caixinhas de fósforos como batuques oficiais na hora do pagodão”.

E para quem não quer perder nenhum detalhe do casamento, a gente apresenta o perfil no Twitter (falso também) de ninguém menos que a própria noiva, a Princesa Kate, a princesa do povo.

Da redação


Facebook é o serviço da web que mais gasta energia com servidores, diz pesquisa
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Rodrigo Vitulli

O Facebook lançou mês passado um programa para livre troca de conhecimento sobre servidores e tecnologias para baratear e tornar mais ecologicamente correto o armazenamento de dados. Pudera!, a rede social de Mark Zuckerberg é de longe o serviço da web cujos servidores mais consomem energia, segundo a pesquisa realizada pela empresa Peer 1 Hosting. Não é espanto nenhum que eles invistam mesmo em tecnologias mais baratas.

“Mas eles superam o Google?”. Em partes. Note, pelo gráfico, que a pesquisa desmembrou os serviços do Google. O Gmail foi para um lado, o Maps para o outro; o mesmo aconteceu com o buscador (não mencionaram o Orkut).  Se somarmos, a empresa Google consome mais energia em servidores do que o Facebook, mas mesmo assim o duelo é “pau a pau”. E, considerando o curto tempo de vida e a ascensão da rede social, podemos dizer “te cuida, Google”.

O buscador também requisita o título de servidor mais eficiente do mundo quando o assunto é energia, o que explicaria o consumo reduzido mesmo com uma gama de serviços maior. Mesmo assim, a disputa é realmente intrigante.

Confira outros dados da pesquisa.

Lá do Boing Boing / Peer 1 Hosting,

Imagem: divulgação

 


Livro sobre insetos chegou a custar US$ 23 milhões na Amazon (um erro, claro)
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Rodrigo Vitulli

Livros de ciência custam caro, justamente pelo grau de dificuldade e o tanto de trabalho que dá escrever um bom, confiável e aprovado pela comunidade científica. Mas quanto? Uns US$ 23 milhões está de bom tamanho? Justo não é mesmo? Pois esse foi o preço que o livro “The Making of a Fly”, sobre biologia e insetos, alcançou no último 19, na Amazon. U$23.698.655,93 + US$ 3,99 do frete (!), para ser mais exato.

Quem primeiro notou a “inflação” foi o biólogo Michel Eisen, que narrou tudo em seu blog. Segundo Michael, no primeiro momento que notou algo incomum, livro estava à venda pela bagatela de US$ 1,7 milhão. Mas, à medida que o biólogo recarregava a página do livro, o preço subia mais e mais. Até que, no auge, chegou ao absurdo dito no primeiro parágrafo.

Mas a confusão, como notou Michel Eisen em seu blog, tem uma explicação racional, mas ainda assim difícil de engolir: somente duas livrarias possuem o livro, bastante cobiçado por sinal. As concorrentes ajustaram um algoritmo que faria o preço de seu produto aumentar automaticamente em relação ao preço do livro na outra livraria. Ou seja, as duas lojas concorreram como se disputassem um leilão às avessas – tudo controlado por um computador, claro.

Ainda segundo Eisen, em algum momento, uma das lojas percebeu o erro e corrigiu manualmente o valor do livro. Quer dizer, mais ou menos. A única cópia à venda na Amazon (100% nova) custa US$976. O valor é quase 10 vezes maior do que o preço de um exemplar usado.

É a inflação digital, minha gente. Lei da oferta/procura (não necessariamente nessa ordem…).

Lá da CNN/ It’s Not Junk
Imagem: reprodução/It’s Not Junk

 


Vídeo mostra iPad sendo arremessado de avião (e ainda ‘sobrevive’)
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Rodrigo Vitulli

Alguém consegue explicar porque existe essa fixação por destruir aparelhos eletrônicos novinhos em folha, principalmente os produtos da Apple? Ou vai dizer que você nunca viu a série “Will it blend?”, na qual um maluco, para provar a “fúria” de seu produto, um liquidificador, tritura iPhones, iPads e derivados? Se não, dá só uma olhada nesse vídeo aqui.

Para os aficionados por destruição, uma má notícia: o produtor de uma capa protetora para iPad teve a brilhante ideia de jogar o tablet de um avião devidamente protegido, a mais de 150 metros de altitude. Felizmente (para nós, que amamos tecnologia S2), de acordo com um vídeo demonstrativo, o tablet não sofreu um arranhão.  Mesmo assim dá muito dó.

Veja:

[uolmais type="video" ]http://mais.uol.com.br/view/10977622[/uolmais]