Blog do UOL Tecnologia

Arquivo : agosto 2012

Manual para vendedores da Apple proíbe pedir desculpas e incentiva feedback ”sem medo”
Comentários 1

Juliana Carpanez

Já contamos aqui quais palavras a Apple proíbe seus funcionários de usar. Agora essas informações de bastidores vão ainda além, com a publicação no site “Gizmodo” do manual usado para treinamento dos funcionários Genius (os “gênios” são responsáveis por atender às dúvidas mais específicas, além de resolver problemas de hardware e software para os clientes). Confira a seguir as principais curiosidades sobre o guia.

-  Os “gênios” passam por um treinamento de 14 dias que inclui temas como “o poder da empatia”.

-  A palavra “empatia”, segundo o “Gizmodo”, é repetida durante todo o manual. O vendedor deve se colocar no lugar da pessoa sempre.

-  Se um cliente entrar chorando na Apple porque seu disco rígido pifou, por exemplo, o vendedor nunca deve se desculpar de forma direta. “Não peça desculpas pela empresa ou tecnologia”, manda o guia. No lugar disso, é recomendado lamentar pelo que sente o cliente. “Sinto muito que você está frustrado” seria uma boa saída.

-  O manual ensina gestos vistos como positivos e negativos. De acordo com esses ensinamentos, um “olhar perdido” significa tédio. Sorrir indica abertura, enquanto mãos fechadas indicam defesa. Mão no quadril é sinal de agressividade e olhadinhas para o lado mostram suspeita. O “Gizmodo” também aponta itens que parecem fazer menos sentido, como a suspeita “denunciada” por uma coçada no nariz.

-  Importante: o fato de um “gênio” concordar com sua opinião não faz de você um… gênio. Isso porque esses funcionários são proibidos de discordar dos clientes, usando sempre o termo “turns out” (no contexto, algo como um “na verdade” bastante sutil).  O manual afirma que esse termo “faz parecer com que a verdade tenha surgido de repente”.

-  O manual recomenda muito feedback entre os funcionários da categoria Genius, que devem manter “um diálogo aberto diariamente”, com “intenções positivas”. O termo usado aqui é fearless feedback”, ou feedback sem medo. No livro, há exemplos de situações em que os funcionários devem ser avisados sobre excesso de perfume, necessidade de um banho, a forma como conversam com o cliente.

Em entrevista ao “Gizmodo”, um ex-gênio  confessou que os funcionários odeiam esse tipo de feedback. “Se alguém faz isso, ouvimos. Mas depois, temos uma vontade incontrolável de bater na cara dessa pessoa”, contou.

Bônus (o que os funcionário da Apple não podem dizer

- Um ex-vendedor contou ao site “Gawker” que a palavra “infelizmente” é proibida – não deve ser usada, por exemplo, quando um produto não está disponível.

-  “Isso não é recomendado” deve ser dito sempre que o cliente apresentar uma situação absurda (em que “isso é ridículo” for a melhor resposta). Exemplo relatado pelo “Gawker”: “Fui nadar com meu iPod e agora ele não funciona”. A resposta: “Isso não é recomendado”.

- “Problema” é outra palavra que está fora do dicionário dos vendedores. Em seu lugar usa-se “issue”, um sinônimo mais leve.

- Na contramão, há as frases que devem ser usadas. “Quais as suas dúvidas?” entra no lugar de “você tem alguma pergunta?”. Segundo um ex-vendedor, é uma estratégia para soar mais aberto aos questionamentos.

- Um especialista que trabalhou dois anos na Apple afirma ter visto muita pornografia ao transferir dados dos clientes – ao levar o conteúdo de um Mac velho para um novo, por exemplo. “Vi pessoas sendo demitidas apenas por olhar os álbuns de fotos dos usuários, para verificar se a foto havia sido transferida”, contou.

- Há relatos, ainda, de que funcionários da empresa fazem buscas na internet para evitar fofocas daqueles que trabalham ou já trabalharam na empresa.

Lá do Gizmodo

Foto: Reuters


Termos moderninhos da internet (incluindo Mwahahaha) entram para dicionário Oxford
Comentários 3

Flávio Carneiro

A influência da rede sobre o dicionário está crescendo (assustadoramente). Dessa vez até mesmo expressões novas na web já foram incorporadas pelo dicionário – reduto da escrita correta e principal inimigo da internet popular.

A publicação que cedeu às novas palavras da web foi a Oxford Dictonaries Online. Ligado à Universidade de Oxford, na Inglaterra, o dicionário agora contém expressões peculiares (em inglês) da internet. Se bem que poderíamos chamar essas palavras de dialeto alienígena sem ninguém perceber a diferença.

Alguns termos que foram incluídos:

Lolz – Abreviação para ‘Laugh Out Loud’, algo como ‘muitas risadas’. A palavra é usada para rir na web e muitas vezes possui tom sarcástico.

Mwahahaha – Essa junção de um monte de consoantes sem sentido é a expressão em forma de texto (como uma onomatopeia) de uma risada maléfica, geralmente usada por vilões de histórias infantis – e por usuários não tão malvados assim da web.

Inbox – É a caixa de entrada de e-mail ou de outros meios de comunicação na rede. A soma in (dentro) com box (caixa) é uma solução prática para nomear a tela inicial do correio eletrônico.

Wikipedian – É uma pessoa que contribui com conteúdo para a enciclopédia virtual Wikipédia. Se você não sabe a importância deste site, pergunte para alguém que ainda está na escola de onde ele tira os trabalhos que os professores pedem.

Tweeps – Usuários que seguem alguém na rede social Twitter. De vez em quando o mundo passa a impressão de que é preciso nomear tudo que existe.

Ridic – Uma abreviação (um tanto cretina) de ridiculous (ridículo, em português). A pergunta é: para que abreviar isso?

Se depois de ler tantas palavras excêntricas você se desesperou por não conhecer os termos do ‘internetês gringo’, não se preocupe. O dicionário disponibiliza a explicação dos novos termos em seu site. Pode ir fundo na página, as explicações são eficazes (confesso que precisei ler algumas).

Talvez a próxima vítima seja o Aurélio e daqui algum tempo as expressões ‘Fofys’(fofinho/meigo), ‘Vc’ (você), ‘rs’ e ‘kkk’ (risadas) também sejam incorporadas ao lado das tradicionais inconstitucionalissimamente e paralelepípedo.


Vai viajar? Página do Google Maps reúne dicas de acordo com a experiência do viajante
Comentários 2

Ana Ikeda

Pode ser que você use muito o Google Maps para ver um trajeto daqui até ali (de uma rua da sua cidade até outra rua na sua cidade). Mas o serviço de mapas tem recursos que ajudam quem vai um pouquinho mais longe que isso – e até separa dicas de acordo com a experiência do viajante (e também pela falta dela).

A página em questão é a Travel Tips, lançada recentemente pelo Google, que traz dicas (por enquanto, só em inglês) para viajantes, agrupando vários serviços do Maps para uso em dispositivos móveis. Dá para navegar na página por níveis de usuários (engraçadinhos!), como guerreiro viajante das estradas, globetrotter internacional, viajante doméstico, aventureiro ao ar livre, curioso local e o viajante virtual. Faltou só o Mochileiro das Galáxias, mas aguardem.

Ícones de semáforos mostram em quais cidades o recurso de ver o trânsito em tempo real está disponível

São pequenas sugestões de como o serviço de mapas pode dar uma mãozinha na sua vida, explicou ao UOL Tecnologia Daniel Sieberg, “evangelista” do Google Maps. “A tecnologia de mapas evoluiu muito e está mais exata e abrangente”, disse Sieberg — ele próprio  um viajante assíduo (algo entre as categorias viajante das estradas e globetrotter internacional, acreditamos).

Quer um exemplo concreto? Digamos que você vai viajar para alguma cidade e não tem noção de como é o trânsito por lá. Então, dê um pulo no Google Maps e veja a condição do tráfego em tempo real. Cidades como São Paulo (e região metropolitana), Santos, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza e Recife têm o trânsito mapeado lá. No total, 187 países têm informações de tráfego disponíveis.

Às vezes a informação que você precisa é visual – aí entra o Street View (não, não serve só para você se divertir caçando flagras como esses aqui), que mostra imagens dos locais em 360º. “Eu e minha mulher, por exemplo, precisamos saber se conseguimos passear com o carrinho de bebê em certos locais”, exemplifica Sieberg. Outro exemplo pessoa (desta que vos escreve): saber se tem um estacionamento nas redondezas da rua de destino. Prático e útil. Já são cerca de 3 mil cidades em 40 países com imagens disponíveis no Street View.

Usuários de Android (e de versões móveis do Maps a partir da 6.0) podem ainda ver mapas do interior de alguns locais, como por exemplos aeroportos (útil para não se perder naqueles que são gigantescos). Mas, por enquanto, o recurso só está disponível para alguns locais nos EUA, Reino Unido e Japão. E se você pretende usar o transporte público no local de destino, pode encontrar cerca de 1 milhão de pontos de paradas de ônibus, metrô, trem e afins.

Um dos recursos mais bacanas, porém, ainda não está disponível no Brasil (#demorô). O acesso a mapas offline é uma mão na roda para ficar independente da conexão de internet (e suas tarifas): você faz a busca por um endereço e baixa a seção do mapa que vai precisar. Bem, se você vai viajar para o exterior, já pode pelo menos usar o recurso para mapas em 150 países (veja lista).

E, claro, não esqueça sua toalha.

Lá do Google Travel Tips.

Imagem: Reprodução.


Página (fofa) no Facebook acompanha dieta de gato obeso
Comentários Comente

Juliana Carpanez

No dia 30 de dezembro de 2011, uma grande caixa fechada foi deixada no abrigo de animais Fredericton SPCA, no Canadá. Dentro estava Tiny (até então sem esse nome), um gato que na época pesava cerca de 13,6 quilos. A obesidade fofura do bicho virou então um desafio para os funcionários do abrigo, que passaram a divulgar no Facebook sua dieta.

Com tanto incentivo, inclusive da comunidade virtual, Tiny emagreceu e pesa agora 8,6 kg. \o/ Abaixo, ele ainda em sua fase “antes”.

“Aqui estou eu na balança com 4,7 quilos de gordura [nos saquinhos], representando quanto peso perdi. É mais do que muitos gatos adultos pesam”, diz o texto da penúltima pesagem (abaixo), escrita em nome do (agora) elegante felino. Depois disso, Tiny ainda emagreceu mais alguns gramas.

Com a fama, o bonitão também virou gato propaganda de gravatas que o abrigo vende. Agora chega de blablablá (insira aqui o nome da ração) e vá ver as fotos do gato, que é para isso que você entra na internet. Sim, a gente sabe.

PS: Também sabemos ver números: os dígitos exibidos na balança são libras, não quilos. ;)

Lá do Neatorama


Estudo com adolescentes conclui o que você já sabe: muitos não vivem sem telefone celular
Comentários 3

Juliana Carpanez

Com vocês, mais um estudo para provar o que está na cara: muitos jovens não conseguem largar seus telefones celulares.

Metade dos 600 adolescentes de 13 a 17 anos entrevistados para uma pesquisa do aplicativo TextPlus  disseram não conseguir viver uma semana sem seus aparelhos. Cerca de 36% deles foram mais radicais e afirmam não passar dez minutos sem ver algo no celular.

Outro dado mostra como os entrevistados usam seus telefones a qualquer hora, em qualquer lugar. Metade diz usar o aparelho independente do ambiente onde está; 37% utilizam os portáteis no banheiro e outros 20% repetem a ação na igreja (só deus, mesmo!).

O levantamento diz ainda que as mensagens de texto são o recurso favorito entre os usuários: 61% acham essa ferramenta essencial (façamos aqui uma ressalva, pois a pesquisa vem justamente de uma empresa que fornece esse serviço). Ainda de acordo com o mesmo estudo – e considerando a mesma ressalva –, 72% dizem que a troca de mensagens é a primeira coisa que fazem de manhã.

Lá do Mashable

Foto: ThinkStock


Cansou do mundo “filtrado” pelo Instagram? Aplicativo faz fotos voltarem ao normal
Comentários Comente

Ana Ikeda

Uma infinidade de aplicativos para smartphones que aplicam filtros em fotos pode ser encontrada por aí. Os recursos são tão numerosos (e usados combinados pelos usuários) que algumas imagens viram verdadeiras aberrações. E outra: pode ser que você já esteja com preguiça de ver o mundo pelos olhos do Instagram. Calma amigo, a vida pode voltar a ser simples. Tem um aplicativo para isso! #jobsfeelings

O Normalize é praticamente um manifesto (além de aplicativo) pelo retorno às fotos como elas foram tiradas. Na descrição do app, há o seguinte texto: “As técnicas de aperfeiçoamento das imagens nesses aplicativos de uso amigável deixam as cores mais vibrantes e dificultam a visualização de detalhes que se destacariam como nunca antes.”

Captada a mensagem, o Normalize (disponível para iOS por US$ 0,99) remove os filtros de fotos que tenham sido alteradas, seja pelo Instagram ou seus clones. Basta copiar e colar a foto que você quer “normalizar” ou abrir uma de sua biblioteca.

Além de remover filtros das fotos, o algoritmo utilizado no aplicativo ajuda a deixar fotos (puras de filtro) com contraste e brilho um pouco melhores.

Mas se você é da turma “quanto mais filtro melhor, tô nem aí”, veja algumas opções de aplicativos para fazer os mais variados experimentos com suas fotos abaixo:

Além do Instagram: aplicativos aplicam efeitos em fotos

Veja Álbum de fotos

Lá do Cult of Mac.

Foto: Reprodução.


Pinterest ganha versão para iPad e chega aos dispositivos Android para recuperar “fôlego”
Comentários Comente

Ana Ikeda

O Pinterest, grande mural social na internet (particularmente para seres do sexo feminino), está tentando recuperar o fôlego daquela grande febre inicial. Ao menos é o que parece depois das últimas mudanças anunciadas pela rede social recentemente.

Depois de abrir a plataforma para a “galera” (antes só dava para fazer parte da comunidade via convite), o Pinterest tem agora uma versão específica para iPad; além disso o aplicativo chega finalmente a dispositivos Android. Todos podem ser baixados gratuitamente.

Talvez não seja muito evidente para quem ainda não participa da rede, mas o Pinterest deu uma bela esfriada de uns meses para cá, depois do ”boom” inicial (tipo, 10 milhões de usuários ativos por mês).

Algo perceptível pelo número de novos usuários que adicionam você à rede de amigos (cada vez menos e-mails de alerta estão chegando) e pelo número de posts sucessivos na timeline de um mesmo contato (a pessoa entra pouco na rede… e aproveita para sair ‘repinando’ compulsivamente).

Por experiência pessoal, outro indício da perda do “encantamento” foi a pouca paciência em usar o aplicativo do Pinterest para iPhone (que era a coisa mais lerda desse mundo cruel até a última atualização liberada… agora, além de mais veloz, ele mostra duas colunas de pins de uma só vez).

iPad e Android

O aplicativo para iPad traz uma experiência muito semelhante à página web do Pinterest e, com uma conexão de internet razoável, carrega rapidamente as (centenas) de fotos de quem você segue. A vantagem sobre a versão web é o menu lateral, que fica recolhido e traz a lista completa dos boards tradicionais da rede social. Dá para fazer a busca separada por pins, boards ou pessoas e, pasmem, até mesmo usar o aplicativo como navegador web.

Uma das coisas mais legais é que cada ação vai virando uma janela diferente, que se sobrepõe a anterior. Assim você não perde uma pesquisa que fez ou um board que tenha aberto. E dá para ir fechando uma a uma também. Tudo rapidinho e leve.

Ainda não testamos o Pinterest para Android, mas se ele seguir minimamente a experiência oferecida no iOS (incrivelmente mais veloz =  menos estraga prazeres), a rede social tem chances de captar mais alguns milhões de usuários.

Experimentou o Pinterest no Android? Conte para nós o que achou :)

Lá do Pinterest Blog.

Foto: Divulgação / Reprodução.


Câmera “Big Brother” faz check-in automático no Facebook com reconhecimento facial
Comentários 4

Ana Ikeda

Eles estão de olho em você, não é? Para quem se sente constantemente monitorado, melhor nem ficar sabendo da existência do FaceDeals. O aplicativo integra uma câmera que por meio de reconhecimento facial realiza check-ins no Facebook automaticamente. Bizarro.

A Redpepper, que criou o sistema, diz que o objetivo é ajudar consumidores e empresas a fecharem mais negócios de interesse de ambas as partes. Por exemplo: você entra em um bar, a câmera reconhece seu rosto, faz check-in no Facebook e seu smartphone recebe na hora um SMS com as ofertas que mais tem a sua cara.

Apesar do climão “Big Brother”, a desenvolvedora garante que o aplicativo FaceDeals precisa de autorização do usuário via Facebook  para funcionar. A partir daí, ele usa fotos do seu perfil para compará-la à imagem capturada pela câmera do FaceDeals na loja que você entrou.

Vale lembrar que o projeto não é afiliado ao Facebook e ainda procura interessados no seu financiamento. Será que consegue?

Lá do TechCrunch.

Foto: Divulgação.


Filha do fundador da Dell tem conta apagada do Twitter após expor vida “bilionária” online
Comentários 21

Ana Ikeda

No maior estilo “Eike tudo”, os filhos do bilionário* fundador da Dell andaram esbanjando sua fortuna nos últimos dias. Até aí, nada de mais (o dinheiro é deles e que gastem como quiserem), a não ser por um pequeno detalhe. A filha de Dell, além de publicar fotos da intimidade da família em rede sociais frequentadas por milhões de usuários, ainda informava passo a passo sua própria localização. Enquanto Michael, o pai, gasta US$ 2,7 milhões para manter a família em segurança.

Zachary, 15, foi “dedurado” no Tumblr “Rich Kids of Instagram” (Crianças ricas do Instagram), que como o nome sugere, reúne fotos de gente jovem – supostamente – cheia da grana. Sua irmã Alexa, 18, havia publicado uma foto dele dentro do jatinho da família devorando um baita café-da-manhã enquanto iam para as ilhas Fiji. A foto foi parar no site, mas foi tirada do ar posteriormente.

A foto do Instagram, aliás, foi publicada também na conta do Twitter de Alexa. Lá, ela detalhava cada passo da família, como os dias em que ela chegaria a Nova York de viagem e onde iria fazer compras. Também no Twitter, Alexa dizia onde seria o seu jantar de formatura, que aconteceria em algumas semanas e teria a presença do pai e da mulher.

Segundo a Bloomberg, Dell (o pai) não deve ter ficado nada feliz ao ver a intimidade dos filhos exposta online, com a filha, em especial, fazendo um diário online da sua vida, “repleto de detalhes da localização do GPS” pelo celular. Coincidência ou não, a conta de Alexa no microblog agora consta como “supensa”.

*Segundo o ranking da Forbes, Michael Dell, 47, tem a 41ª maior fortuna do mundo (e a 17ª dos Estados Unidos): US$ 15,9 bilhões

Lá da Bloomberg.

Fotos: Reprodução.


Melhor do que a encomenda? Americano pede TV no site da Amazon e recebe rifle automático
Comentários 7

Edgard Matsuki

Americano pediu TV no site da Amazon, mas recebeu um rifle

Americano pediu TV no site da Amazon, mas recebeu um rifle

Muitos usuários de serviços de entregas já tiveram reclamações em relação a problemas na hora de receber um produto. Mas dificilmente alguém vai conseguir superar o recorde do americano Seth Horvitz, que mora em Washington.

Com o desejo de comprar uma TV nova (talvez para acompanhar as Olimpíadas), Horvitz encontrou uma bela oferta no site da Amazon: uma TV de tela plana por “módicos” 320 dólares.

A surpresa do americano se deu quando ele recebeu a encomenda que havia feito pela internet. Em vez da TV de tela plana, ele recebeu um rifle “Sig Sauer 716”. A arma tem mais de um metro de diâmetro de comprimento é de uso militar.

Ao avisar a polícia americana, Seth teve a arma confiscada. “Os funcionários estavam perplexos, porque nunca tinham visto nada parecido”, disse Horvitz para a “Wired”. O próprio Horvitz afirmou que foi surpreendido na hora em que abriu a encomenda: “Foi um choque quando eu abri o pacote”.

A Amazon está investigando o engano. De acordo com a empresa, o mais provável é que a transportadora tenha cometido uma confusão com endereços. A polícia também tenta descobrir de quem foi a responsabilidade do engano. Em tempo: Horvitz ainda não recebeu a TV que havia encomendado. Vocês acreditam que algumas coisas podem ser “melhores do que a encomenda”?

Notícia do tabloide alemão “Bild”.