Blog do UOL Tecnologia

Arquivo : setembro 2012

#Catloversday: o dia em que a internet brasileira homenageia os gatos
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Juliana Carpanez

A gata Doce aderiu ao #catloversday; clique e veja outras fotos enviadas pelos leitores do UOL

Se você navegou pelas redes sociais hoje, é bem provável que tenha tropeçado com a hashtag #CatLoversDay, em comemoração ao dia da louca dos gatos dos amantes de gatos. Apesar do nome em inglês, a iniciativa digital é organizada há três anos — sempre na última quinta-feira do mês de setembro — por três brasileiras que, claro, amam os felinos.

“A ideia surgiu depois do Lingerie Day. A gente se conhecia do Twitter, porque as três gostam de gatos, e pensamos em criar algo com esse tema para também mobilizar a internet”, afirmou a jornalista Luísa Pinheiro, coautora do evento com Renata Checha e Renata Corrêa. Segundo Luísa, a princípio os donos apenas mostravam seus bichos, mas a cada ano o projeto dá mais enfoque à conscientização (uma das bandeiras é adotar animais em vez de comprá-los, por exemplo).

Por se tratar de um evento 100% baseado na internet, a data ganhou – além da hashtag –perfis no Facebook, Twitter, Tumblr e Instagram. Também no clima do #catloversday – e como dono de gato a-do-ra! exibir seus bichos –, a gente daqui do UOL disponibilizou  um Você Manda para seu felino brilhar ainda mais.

De bônus (porque a mistura gatos + internet nunca é demais), você confere aí embaixo os vídeos mais bacanas de bichanos e também as fotos de felinos que se deram bem na vida.


Agora vai: meias com tecnologia RFID indicam no iPhone se pares estão corretos
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Juliana Carpanez

As meias têm um chip com RFID; aparelho à esquerda lê as informações  para o smartphone

Se em algum momento neste blog usamos a expressão “seus problemas acabaram”, mentimos. Porque seus problemas só acabaram mesmo agora (dessa vez é verdade!), que a Blacksocks inventou uma tecnologia associada ao iPhone para identificar pares de meia. Isso mesmo: nada de dois pés esquerdos guardados juntos ou de usar meias desbotadas, pois o sistema também identifica quando a peça perdeu a cor. Todos juntos: U-FA!

“De agora em diante, seu iPhone saberá quais meias formam um par e também terá todos os tipos de detalhes sobre cada meia individual”, promete o site.

Se você nem imagina quais seriam esses detalhes (como devem ser mal-tratadas as suas meias!), aí vão: quantas vezes a peça já foi lavada, qual o ID daquela meia (tipo um RG), qual o ID daquele par (agora um CPF), se aquela é “compatível” com o pé direito ou esquerdo, se a peça realmente tem um par e quando ela foi adquirida. É como um perfil inteiro no Facebook, mas só para aquela meia do pé esquerdo.

Já o chamado blackmetro usa a câmera do iPhone para medir quão pretas estão as meias. Dependendo do resultado, ele dá sinal verde, amarelo ou vermelho.

A tecnologia empregada não é das mais simples. As meias têm um chip com RFID (de identificação por radiofrequência) e, como o iPhone não fala essa “língua”, há um aparelho que lê as informações e as repassa ao smartphone. O kit com esse aparelho e dez pares custa US$ 189 (cerca de R$ 383) nos Estados Unidos. Por esse preço, fica faltando o GPS que poria fim ao eterno mistério, mostrando onde vai parar aquele pé fujão.

Telas do aplicativo para iPhone que disponibilizam informações sobre as meias

Lá do Mashable


Assistência derruba iPhone 5 e comprova: este é o mais resistente que a Apple já fez
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Guilherme Tagiaroli

Quem tem (ou já teve) um iPhone sabe como o aparelho é sensível. E isso só foi piorando com o tempo, pois a empresa começou fazer detalhes (sobretudo a parte traseira) do telefone com vidro a partir do iPhone 4. No entanto, a ifixyouri , uma assistência técnica americana, comprou um iPhone 5 e fez o teste que mais interessa ao consumidor (o de resistência, claro) e comprovou: “este é o iPhone mais resistente já feito pela Apple”.

Na primeira etapa, foi feito o teste de risco da tela do smartphone da Apple. Foram utilizados objetos metálicos pontiagudos (como chaves) no display do telefone da Apple e nada aconteceu.

Em seguida, vieram os testes os quais os usuários submetem seus smartphones diariamente: queda do colo (quando você deixa o aparelho apoiado na coxa e depois levanta), do bolso (sim, há pessoas que não conseguem colocar o smartphone no bolso sem derrubá-lo)  e outras de alturas maiores. Surpreendentemente, o iPhone, que sempre teve histórico de ser frágil, resistiu. No máximo, houve uma pequena escoriação na parte lateral do telefone. Veja o vídeo abaixo (em inglês, mas é autoexplicativo):

[uolmais type="video" ]http://mais.uol.com.br/view/13309829[/uolmais]

No ano passado, pouco depois da estreia do iPhone 4S, uma assistência técnica britânica fez um teste de resistência comparando a novidade da Apple na época e o Galaxy S II. O aparelho da marca americana saiu destruído, enquanto o S II, que é feito quase todo de plástico, ficou praticamente intacto.

A propósito, dê uma olhada na fila para comprar o iPhone 5 pelo mundo:

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Lá do ifixyouri

Imagem: Reprodução

Tags : iphone


Com música ‘iPhone’, dupla sertaneja pega carona no sucesso da Apple
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Juliana Carpanez

Os irmãos Diego (esq) e Junior cantam há 11 anos; com “iPhone”, dupla consegue se destacar no Twitter

Enquanto a Apple anunciava seu novo iPhone nos EUA, na semana passada, aqui no Brasil a dupla sertaneja Diego e Junior também apresentava seu iPhone. Não o aparelho, claro, mas sim uma música que leva o mesmo nome do smartphone da Apple. É o iPhone versão arrocha.

”E pega o meu iPhone/Agenda o telefone/Pra depois não te perder/Não tenho carro zero/Mas tenho o seu nome/Gravado no iPhone/Pra eu não te esquecer”, diz o trecho geek da música romântica, com jeitão de Michel Teló.

O som foi colocado no YouTube no dia 11 de setembro (ouça abaixo) e, no dia 12, a empresa norte-americana anunciou seu novo smartphone. Coincidência? “A gente não sabia do lançamento e, quando vi a notícia da Apple no dia seguinte, achei que o sucesso estava mesmo predestinado”, brinca o empresário da dupla, Rick Chanan.

Desde então, o empresário de Londrina (PR) tem usado a tecnologia para promover a banda de Tangará da Serra (MT). Não mais com o iPhone, mas pelo Twitter – foi nos Assuntos do Momento (ou trending topics) do Brasil que o UOL Tecnologia tomou conhecimento da música. Para destacar “iPhone” no microblog, ele conta com a ajuda dos fãs e também de seu sócio, cheio de seguidores. “Já ficamos em segundo lugar nos trendings mundiais”, afirma Chanan, que empresaria a banda há cerca de oito meses.

Na estrada há 11 anos, os irmãos Diego, 18, e Junior, 22, criaram “iPhone” quando o empresário pediu uma faixa com alguma referência atual. “Se não associar o sertanejo jovem a algo atual, a música pode passar despercebida”, ensina (“Camaro Amarelo” não o deixa mentir). Diego e Junior estão de mudança para Londrina, onde gravarão em meados de outubro o clipe de “iPhone”. Curtiu, Steve Jobs?

[uolmais type="video" ]http://mais.uol.com.br/view/13305066[/uolmais]


Ferramenta deixa você escrever mensagens (fofas) com filhotes de cães (fofos)
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Ana Ikeda

Confesse que isso era tudo o que você mais queria na vida (ou não): escrever mensagens na internet com uma fonte mega-ultra-blaster fofa. A ferramenta Puppy Text usa filhotes de labrador no lugar das letras. Óuuun.

Dá para escrever as mensagens pelo site do Puppy Text e depois compartilhá-las no seu Facebook ou via e-mail. Infelizmente, como você vê aí abaixo, não é possível acentuar as letras. Até porque imagina fazer um “til” com o cãozinho, pobrezinho! (Aliás: no site os criadores afirmam que nenhum cachorro foi ferido durante o processo de criação das fontes.)

Também existe o aplicativo para iOS para escrever com a “fonte canina”. Mas custa US$ 0,99 (ou cerca de R$ 2). Vale a pena? Bom, só para frisar: não serve para nada. Mas é fofo.

Lá do Oh Gizmo.

Foto: Reprodução.


Fãs da Apple invadem página do Facebook da Samsung e trollam produtos da marca
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Guilherme Tagiaroli


Parece briga de criança. Só que em vez de discutirem quem tem os melhores brinquedos, agora são os smartphones. E o pior de tudo: eles não são crianças, mas a forma de agir lembra muito a dos pequenos. Dessa forma podemos definir o que é um fanboy — um fã de certa marca ou plataforma.  No ramo de tecnologia, os mais famosos são os fãs da Apple (já falamos sobre eles aqui), do Android (alguns especificamente da Samsung), da Nokia e até da Microsoft – essa última espécie é mais rara, mas é tão chata quanto.

Mas oras, onde encontro este tipo de gente? É simples: basta olhar na área de comentários das notícias sobre as principais marcas ou no Facebook. Aliás, foi pela rede social que os fãs da Apple começaram a trollar a Samsung. É comum este tipo de comportamento, mas depois que a marca divulgou uma propaganda zombando do iPhone 5, dizendo que os gadgets da companhia já contam com os recursos do novo smartphone da Apple, as reações aumentaram.

A trollagem, em si, não envolve (muitos) xingamentos explícitos, mas é todo baseado na “zoeira” da marca. Por exemplo: O perfil da Samsung dos Estados Unidos pediu para que os fãs da página respondessem o motivo pelo qual eles amam o smartphone Galaxy. Havia uma série de respostas sensatas, mas alguns respondiam de forma não muito polida. “Porque eu o utilizo como peso para papel” ou “eu uso o meu como apoio para minha cadeira”.

Mas o pior caso foi da pergunta: Se você pudesse levar apenas um eletrônico para uma ilha deserta, qual seria?  Não deu outra: iPhone na cabeça (veja imagem ao lado). O que chama a atenção é o fato de a postagem, feita no dia 6 de setembro, ser anterior ao lançamento do iPhone 5. Mesmo assim, ao navegar pelos mais de 40 mil comentários (!), há diversos usuários que colocaram como resposta o novo smartphone da Apple – o que só prova a trollagem.

Segundo o site americano de tecnologia Cnet, nos últimos cinco mil comentários desta postagem da Samsung o iPhone foi citado em mais de 3,6 mil vezes. Já as palavras Samsung e Galaxy foram mencionadas 473 e 378 vezes, respectivamente.


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Lá da Cnet

Imagem: Reprodução


Jovem é presa por ‘rir’ no Facebook de acidente de trânsito que ela causou embriagada
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Juliana Carpanez

Na foto da prisão de Woodford, obtida pela rede ABC, Paula aparece sorrindo. LOL

Essa é a história de (mais) uma pessoa que foi presa por causa do conteúdo postado no Facebook. Desta vez, a detida foi Paula Asher, 18, que ficou presa por dois dias depois de publicar que bateu em um carro enquanto dirigia embriagada. Ela ainda terminou a frase com a expressão LOL (laughing out loud, ou rindo alto), mas as autoridades não acharam muita graça.

Segundo a polícia de Woodford (Kentucky, EUA), a jovem estava bêbada no dia 20 de julho quando, em um cruzamento, bateu em um carro com quatro pessoas. Ela fugiu do local e, na sequência, publicou no em seu perfil que tinha batido em um automóvel porque havia bebido (antes de rir alto, claro). “Não acho que o LOL me colocou na prisão”, afirmou a engraçadinha, segundo o site do canal Lex18. “Não estava tentando fazer piada com o acidente.”

O engraçado da história (esse “LOL” fica por nossa conta) é que a jovem não foi presa por causa do acidente, mas sim porque não excluiu seu perfil no Facebook. Os pais dos adolescentes do outro carro envolvido na batida viram a frase e informaram à Justiça. A juíza Mary Jane Phelps solicitou então que Paula excluísse seu perfil no Facebook, mas a ordem foi ignorada. Por isso, a jovem – que acabou deletando a conta — parou na prisão.

Também segundo o canal de TV, Paula disse ter aprendido a lição. “Pedi desculpas a todos, pedi desculpas à juíza. Não queria machucar ninguém.” Ela terá uma nova audiência no dia 27 de setembro para responder por abandonar o local do acidente, dirigir embriagada e também pela posse de drogas controladas.

Lá do Lex18 e da ABCNews.
Foto: ABC News


Artista usa tela engordurada do iPhone para criar “pinturas a óleo” nos EUA
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Ana Ikeda

Ei, você aí, esperando o lançamento do iPhone 5. Ei, você aí, com smartphone tela touch. Ei, você aí, com estômago forte. Saibam que em Nova York, berço dos mais variados artistas no mundo, um deles decidiu criar “pinturas a óleo” (diferentes das tradicionais) na tela do iPhone. Que óleo? O do próprio rosto engordurado. E-C-A-T-I.

JK Keller esfrega a tela do iPhone no próprio rosto e depois movimenta o óleo que ficou nela para criar padrões e desenhos, que podem ser vistos quando a luz bate no aparelho, informa o “Mashable”. “Mesmo que você tenha nojo, acho legal observar as mudanças dos reflexos de luz anisotrópica enquanto movimento o celular”, diz o “artista”. Veja abaixo:

 

Esse não é o primeiro projeto de Keller envolvendo gordura corporal. Pois é. Em “Echoes”, o artista substituiu o mousepad por uma folha de papel absorvente para mostrar a sujeira que uma pessoa acumula usando o computador.

Sim, é uma boa ideia você correr agora para limpar a tela do seu smartphone, computador, notebooktouchpad e afins. E-C-A-T-I.

Lá do Mashable.

Fotos: Divulgação.


Em “pegadinha” na TV, pessoas elogiam iPhone 4S pensando ter em mãos um iPhone 5
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Ana Ikeda

Um programa de TV nos Estados Unidos, apresentado pelo comediante Jimmy Kimmel, usou o lançamento do iPhone 5 para fazer uma pegadinha com pessoas (aparentemente não eram atores contratados… mas sempre #FicaADúvida) nas ruas de Los Angeles. Foi algo bem simples… Foi mostrado um iPhone 4S como se ele fosse o celular recém-lançado pela Apple. Resultado: muitas pessoas elogiaram o “novo aparelho”, sem perceberem que se tratava do modelo anterior.

iPhone 5 (esq.) ao lado de um iPhone 4S durante evento de lançamento do smarpthone pela Apple

Entre os comentários de louvor sobre o “iPhone 5” (na verdade, o 4S), estavam frases como:

- “Nossa, muito melhor!”

- “Parece um pouco mais fino. E a tela um pouco maior.”

- “É, é um pouco mais rápido.”

- “Mais rápido. Mais leve.”

“Parece um pouco mais fino. E a tela um pouco maior”, diz o homem com um iPhone 4S na mão

- “Muuuuito mais leve. E mais rápido também.”

- “Definitivamente mais rápido.”

- “Sinto que é bem mais leve. Parece ter qualidade melhor também.”

- “Quando você jogar, parece que não vai quebrar, como este aqui [homem fala mostrando seu próprio iPhone.”

E o vídeo (veja aqui em inglês) termina com o melhor de todos os comentários:

- “Ah, eu tenho um 4S. Estou sempre aberto para um novo celular.”

Se você não quer passar pela mesma situação, fique por dentro das principais novidades do iPhone 5. Ainda com dúvida? Veja aqui as fotos do novo “bichinho” da Apple:

Apple apresenta nova versão do iPhone

Veja Álbum de fotos

Lá da CNET.

Foto: Glenn Chapman/AFP e Reprodução.


Com mandato “anti-Zuckerberg”, indiano acusa dono do Facebook de difamação
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Flávio Carneiro

O indiano Pradeep Manukonda, 31, está processando Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, no tribunal da Índia. A acusação contra o americano é de que ele estaria tentando acabar com a reputação de Manukonda (como se alguém soubesse quem é esse cara).

A justificava para o processo (aceita pela corte, por mais incrível que isso pareça) é de que Zuckerberg teria criado uma página falsa na rede social associando o indiano com a organização Al Qaeda.Uma audiência do processo está marcada para a próxima semana.

Mark responde por difamação

De acordo com o site de entretenimento “TMZ”, essa história, aparentemente maluca, já tem alguns capítulos – e vale a pena contá-los.

O atrito entre Zuckerberg e o indiano começou no ano passado, após Manukonda encher a caixa de entrada do americano com mensagens eletrônicas, enviar flores e até aparecer na casa dele. Atos dignos de um stalker (tipo de pessoa que vigia a outra).

O resultado dessa perseguição toda, como era de se esperar, foi uma ordem de restrição, em que o indiano não pode chegar a menos de 300 metros do fundador do Facebook.

O documento também valeria para Randi Zuckerberg, irmã do americano e Priscilla Chan, sua mulher. Em um primeiro momento, o “perseguidor” teria aceitado retornar para seu país de origem.

Mas antes de voltar à Índia, Manukonda não desistiu. Afinal, não são todos os dias que se viaja 11.800 quilômetros sobre um oceano.O indiano teria visitado o escritório de Zuckerberg, em Palo Alto, Califórnia, para pedir dinheiro. Na ocasião, a polícia teria liberado o invasor apenas com um aviso.

Depois disso, a perseguição ainda não acabou. O indiano teria enviado diversas outras mensagens digitais e tentado contato até com a irmã de Zuckerberg. Agora é ver até onde esse indiano/stalker pode chegar.

Suposta página no Facebook de Pradeep Manukonda com informações da Al Qaeda