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Arquivo : abril 2014

Pegadinhas das empresas de internet farão você rolar de rir (1º de abril!)
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Juliana Carpanez

Seguindo a filosofia do "menos é mais", blog trouxe clipe do Office para o mundo real

Seguindo a filosofia do “menos é mais”, blog trouxe clipe do Office para o mundo real

Há exatos dez anos, o Google surpreendeu o mundo com dois anúncios (sendo só um deles verdadeiro): uma instalação de pesquisas na Lua e um serviço de e-mail gratuito com 1 GB de armazenamento para cada usuário. Desde então, virou uma tradição as empresas de tecnologia anunciarem serviços falsos no dia da mentira.

Mas a graça, aparentemente, acabou. Fazendo uma ronda neste 1º de abril (para atualizar este álbum da zoeira), sorri amarelo diversas vezes – inclusive vendo as invenções mirabolantes do próprio Google. Falando especificamente desta empresa, a inovação de dez anos atrás tem hoje um jeitão padronizado, que aparece em todas as suas pegadinhas.

Nessa receita, o principal ingrediente é o anúncio de um serviço absurdo de tecnologia (tradução de textos para emojis, acessório em formato de mão para digitar no celular, gerador automático de photobombs e recurso para paquera no Waze são alguns dos exemplos). Adicione um post no blog, explicando o falso lançamento, e faça um vídeo caprichadinho no qual executivos (reais) aparecem falando sério. Está pronta a piada (talvez um pouco sem sal, para os paladares mais exigentes).

Se as brincadeiras estão batidas para o Google, o ideal seria que outras empresas ficassem longe deste formato – mas não foi o que fizeram Samsung e Sony, abraçando o tal videozinho com depoimentos de funcionários (nestes casos possivelmente atores, levando em conta seus cargos absurdos).

Teve também quem ganhasse mais que um sorriso amarelo, forçando a barra até atingir um bom grau de vergonha alheia. Foi o caso da Kodak, que inventou um drone para imprimir fotos (oi, Kodak, tudo bom? Ninguém mais quer imprimir fotos. Obrigada!). Espia: “Tente nosso serviço na nuvem. Tudo o que você precisa fazer é olhar para o céu e, quando vir um de nossos drones voando, suba no telhado de sua casa, acene as mãos freneticamente e suas fotos ficarão prontas em minutos”. Ai.

Neste ano, no dia da mentira, menos foi mais. Um blog britânico da Microsoft ganhou nossa simpatia trazendo o clipe olhudo do Office para o mundo real, e a Nokia conquistou nossos corações anunciando a volta do modelo 3310 – nessa falsa nova versão, o aparelho “indestrutível” tem câmera de 41 megapixels e flash de xênon. Aí sim.


Campanha em vídeo usa emoticons para divulgar mensagem de proteção animal
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Juliana Carpanez

A organização de defesa animal Peta fez um vídeo baseado em emojis – esse tipo de emoticon ganha cada vez mais popularidade nas mensagens via celular. Publicado na quarta-feira (19), o conteúdo mostra uma mulher interessada em moda e indica que seus objetos de desejo podem custar a vida dos animais. No fim, a frase (em inglês): “Não há palavras para a crueldade que os animais enfrentam pela moda”. Olha só que legal.


 


Aplicativo Whisper permite publicar desabafos sem revelar a identidade
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Juliana Carpanez

Post publicado no Whisper diz que casal da foto se conheceu via aplicativo

Post publicado no Whisper diz que casal da foto se conheceu via aplicativo – acredite se quiser

Como fã do finado aplicativo Post Secret, no qual os usuários podiam divulgar segredos e desabafos de forma anônima, me empolguei com as possibilidades do Whisper (“cochicho”; grátis para Android e iOS). Ele funciona de maneira muito parecida com o precursor, descontinuado há dois anos: o usuário escolhe uma foto, escreve a legenda (que pode ou não ter a ver com a imagem) e envia o conteúdo sem se identificar.

Mas o mais legal, mesmo, é bisbilhotar a vida alheia – com a ressalva de que muitas daquelas informações podem não ser verdadeiras.

No Whisper, a comunidade pode “curtir” o conteúdo usando um coração, responder (também com imagem e legenda) e até mesmo encaminhar uma mensagem direta a outros usuários – um dos “cochichos” estampa a foto de um casal e diz que eles se conheceram via app. Apesar de o uso ser anônimo, essa interação exige a criação de uma conta (com nome e senha).

O app também pode – se o usuário quiser – identificar a região onde foi feita a postagem. A localização permite selecionar os posts das proximidades (entenda-se Brasil), revelando conteúdo em português. Esse recurso facilita o uso entre aqueles que não falam inglês, pois esta é a língua dominante das postagens. Os dois idiomas são aceitos ao fazer buscas no banco de imagens, para ilustrar os “cochichos” (também dá para usar fotos próprias).

O programa oferece anonimato, mas afirma que pode eventualmente repassar à Justiça informações do usuário. Antes de torcer o nariz, saiba que foi justamente a garantia irrestrita de anonimato que matou o aplicativo do Post Secret cinco meses após seu lançamento (hoje, o criador Frank Warren mantém apenas um site com atualizações semanais).

Seleção de conteúdo
Tecnicamente, tudo funcionou direitinho durante os testes com o Whisper (o ponto negativo foi um irritante sistema de notificações, que só pôde ser desabilitado depois da criação da conta). Mas, do ponto de vista pessoal, o programa não empolgou, como achei que aconteceria. Isso porque, nesse mar de “sussurros” postados pelo usuário, é muito mais fácil encontrar conteúdo ruim do que bom.

Ao seguir um perfil em redes sociais mais tradicionais, como Facebook e Instagram, você sabe o que encontrará. E, se não gostar do conteúdo postado por aquela pessoa, basta deixar de segui-la. Com o Whisper é diferente. Ele exibe posts de usuários aleatórios, então você nunca sabe o que encontrará: há boas surpresas, mas geralmente trata-se apenas de perda de tempo. Além disso, o conteúdo parece muito batido, criando aquela impressão de “já vi isso antes”.

Uma saída é selecionar conteúdo das abas “popular” e “featured”: o primeiro destaca posts com mais interação, enquanto o segundo traz conteúdo selecionado pela equipe do aplicativo. Na manhã desta sexta (21), o “cochicho” mais pop dizia: “Nem sempre vou ao WalMart. Mas quando vou, consigo pegar o carrinho mais detonado disponível”. Já um selecionado trazia a frase: “O homem com quem me casei morreu no Iraque. Aquele que voltou era um monstro”.

Trata-se de uma alternativa para quem quer passar o tempo. Mas, dependendo do que encontrar pela frente, um desafio de Sudoku pode ser bem mais interessante.


Comediante Jerry Seinfeld compara usuários de celular a reis franceses
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Juliana Carpanez

O comediante Jerry Seinfeld fez uma apresentação no programa “The Tonight Show”, no qual falou sobre telefones celulares. Cheio de graça, ele relatou como as pessoas hoje só ficam seguras ao sentir um retângulo duro nas calças e também como parecemos reis franceses ao visualizar nossos contatos no aparelho.

Você pode visualizar o vídeo abaixo (em inglês; sem legenda) ou descer um pouco mais a página e ler os destaques da apresentação.


 

- Seinfeld diz saber que todos na plateia têm telefone celular. Porque “não há segurança nem conforto se você não sentir um retângulo duro, nas calças, enquanto anda. Essa é a sua vida”, declarou. E não é?

- Os usuários de celular dizem precisar do aparelho para manter contato com as pessoas, que são muito importantes. “Sério? Elas não parecem tão importantes quando você passa por seus nomes em sua lista de contatos”, retrucou.

- Essa situação de visualizar os amigos em listas, compara o comediante, faz os usuários parecerem reis franceses (com todos os trejeitos). “Quem me agrada hoje? Quem devo favorecer? E deletar?”, questiona o mimado dono do celular enquanto passa pelos nomes.

- Chama telefone, mas ninguém realmente o usa como tal. “Há alguns anos nos deram a opção de falar ou trocar mensagens de texto. Levou meio segundo [para decidirmos]: falar perdeu”, disse. “Dá trabalho. Tem que fazer uma expressão facial que combina com o que você está falando, além de fazer gestos. Tem que inspirar e expirar. Falar já era”, decretou.

- Além de mais práticas, Seinfeld acredita que conversas via texto dão um certo poder ao usuário. “Quando nos comunicamos [dessa forma] com uma pessoa, queremos que ela saiba que você poderia ter ligado, mas escolheu não fazer. Decidiu ouvir só a sua metade da conversa.”

- Ele também critica o serviço postal e diz que há uma única forma de ele se fazer útil atualmente: abrindo as cartas, lendo-as e enviando um e-mail ao destinatário com o conteúdo. Tum dum tss.

Veja abaixo: usuários de smartphones incomodam muita gente!


Ilustrações dão vida às sugestões (absurdas) de autocompletar no Google
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Juliana Carpanez

O site “College Humor” fez ilustrações usando como fonte o criativo recurso de autocompletar do Google (aquela função de tenta adivinhar o que você está buscando). Nisso, as frases absurdas – todas em inglês – dão origem a imagens ainda mais surreais. Na brincadeira, você consegue literalmente visualizar o que seria “colocar geleia em um imã” e “escaldar-se com chá”, por exemplo. Também dá para ver o que os americanos pensam de seu presidente, Barack Obama.

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Nas sugestões de autocompletar do Google, Obama é um cacto. E alguém pretende se escaldar com chá

Atenção: nunca coloque geleia em um imã

Atenção: nunca coloque geleia em um imã


Animação coloca fim à ditadura de gatos extraordinários da internet
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Juliana Carpanez

Uma animação postada nesta semana no YouTube coloca fim à ditadura dos gatos extraordinários que você vê pela internet. O “Cat Song” (música do gato) conta a história da dona que se conforma em ter um gato comum. Com isso, aceita também o fato de que o felino não renderá bons vídeos para a internet. Simples assim.

Todo trabalhado na fofura, o vídeo musical (em inglês) é da Animation Domination, uma produtora alternativa da “Fox”. Entre suas boas sacadas está uma referência a Maru, o gato que adora uma caixa de papelão, soma mais de 244 milhões de visualizações no YouTube e teria deixado seus (anônimos) donos japoneses ricos.

O “regular, okay cat” (algo como “gato normal”), que nem nome tem, não se mexe quando a dona pega o celular para filmá-lo. Ele também não brinca, não é engraçado, não se impressiona com lasers e não tem um miado diferente. Mas gosta de olhar para a parede e espirra quando chega perto da cortina – algo que talvez o popstar (catstar ?) Maru não faça.

De tão comum, o gatinho sem graça definitivamente merece sua atenção.

Lá do Animation Domination


Facebook cria vídeo com história do usuário na rede social
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Juliana Carpanez

Lookback usa conteúdo postado pelo próprio usuário e faz uma retrospectiva

Lookback usa conteúdo postado pelo próprio usuário

“Nos dez anos do Facebook, quem faz a festa é você.” Este slogan típico de supermercado obviamente não foi divulgado pela rede social, mas está de acordo com a proposta de uma nova ferramenta. Lançado nesta terça-feira (4), dia em que o Facebook completa dez anos, o LookBack cria um vídeo com a história ”virtual” do usuário.

Presentão, vai?

A página puxa informações do usuário que está logado nela. Bem no clima de retrospectiva, reúne diversas fotos que você mesmo postou na rede. Com uma edição simples, mostra seus primeiros momentos, as publicações mais curtidas e as fotos que você compartilhou. O vídeo exibido nos nossos testes estava em português – ele possivelmente mantém a escolha da língua do perfil. Bem legal, olha aí embaixo.


 


Tinderella: animação retrata conto de fadas na era do aplicativo Tinder
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Juliana Carpanez

Do título aos detalhes, o vídeo “Tinderella” é genial. Criado pelo site “College Humor”, ele insere o aplicativo de pegação Tinder em uma versão moderninha de “Cinderela”. E ainda conta (em inglês) a história usando um ritmo característico dos contos de fadas. Inclui rimas.


 

A animação mostra a linda protagonista tatuada e entediada, usando o Tinder (ela é conhecida por “passar o dedo na tela, da direita para esquerda, o dia inteiro”). Ao seu lado, uma garrafa de vinho e dois passarinhos azuis – estes últimos, e apenas eles, bem típicos da Disney. A cerca de três quilômetros dela, largado em um quarto de solteiro, está o príncipe. Tatuado, entediado e no Tinder.

Os dois se gostam, trocam freneticamente mensagens de uma palavra (às vezes escritas pela metade) e combinam um encontro. Para agonia do espectador, a bateria da protagonista acaba logo que ela chega ao bar. Assim, o bonitão tenta encontrar Cinderela mesmo ela estando offline – é ou não é um herói dos tempos modernos? O resto da história você, se for maior de idade, confere no vídeo acima.


‘Simpsons’ mostra como será a vida depois dos óculos inteligentes
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Juliana Carpanez

Homer assiste a vídeos em seus óculos inteligentes; Margie demora para entender a graça do acessório

Homer assiste a vídeos em seus óculos inteligentes; Margie demora para entender a graça do acessório

A família Simpsons abraçou os óculos inteligentes, mostrando como esse acessório poderá transformar sua vida – não necessariamente para melhor. No 11º episódio da 25ª temporada, chamado “Specs and the City”, o empresário Sr. Burns presenteia seus funcionários com o Oogle Goggles para monitorá-los. O programa foi exibido nos EUA no domingo (26).

Homer fica viciado, usando os óculos para tudo

Homer fica viciado, usando os óculos para tudo

Baseado na realidade aumentada, o gadget exibe informações da internet bem na cara do usuário. Assim, Homer Simpson olhou para Sr. Burns e descobriu que o chefe estava “programado” para morrer em 1998. Já os colegas ficaram sabendo que a única atividade física de Homer é puxar a alavanca da máquina de doces. Com o presente, o pai de família também visualizou um avatar enquanto namorava Margie.

O desenho mostra que Homer ficou viciadão nos recursos dos óculos, dependendo do acessório para tudo. Também indica um comportamento irritante, em que ele insiste em falar sozinho (na verdade, está conversando com o Oogle). E revela o choque que levou ao tirar o gadgets do rosto: “Ai, realidade!”.

O arquivo está disponível oficialmente no Hulu, mas não pode ser acessado do Brasil. Isso não é um problema, pois o vídeo abaixo também mostra – sem a participação dos Simpsons – como os óculos inteligentes poderão transformar sua vida. Olha só.

 

Lá do Gizmodo
Fotos: Reprodução/Hulu


Testimonial: o Orkut mudou a minha vida
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Juliana Carpanez

Os dez anos do Orkut colocaram luz em lembranças que estavam escondidas no histórico da minha vida digital. Há muito tempo esta rede deixou de fazer parte do meu cotidiano (tanto que fiquei surpresa, hoje, ao descobrir que tenho um perfil fake ativo). Ainda assim, é preciso ser justa com o aniversariante: o Orkut mudou a minha vida – e isso foi bom.

Para muitos (me inclua nessa!), o Orkut marcou a entrada nas redes sociais: me lembro de tagarelar, em toda e qualquer oportunidade, a teoria dos seis graus de separação. No pacote do pioneirismo, veio uma empolgação incrível e descobertas surpreendentes feitas a cada dia (“gente, dá para voltar a falar com os amigos do jardim 2!”).

O turco Orkut Buyukkokten, funcionário do Google e criador da rede, fez meus olhos brilharem de uma forma que Mark Zuckerberg nunca conseguiu. Em retribuição, registro aqui alguns dos acontecimentos mais legais que testemunhei neste site (pasme: ele ainda recebe a visita de milhões de brasileiros).

Convite
A princípio, só entrava no Orkut quem era convidado (seus amigos deveriam enviar um e-mail, chamando você para a farra virtual). Em 2004, quando esse movimento ganhou força no Brasil, achei se tratar de spam e ignorei os muito e-mails com aquele nome esquisito. Foi só depois de uma explicação offline, de um dos remetentes, que aderi à febre.

Avaliação
Muito antes do Lulu, os usuários do Orkut realmente se importavam pela forma como eram avaliados. Tinha os gelinhos (referentes a “cool” ou “descolado”), os corações, as estrelas, os scraps e os testimonials (depoimentos). Esses últimos eram feitos com muito capricho, criando uma espécie de pedigree colaborativo (“olha como sou importante para esse monte de gente aqui”). Quando cometi orkuticídio, em 2006, o que mais doeu foi deixar para trás essas cartas virtuais (ou e-mails) de recomendação.

A vida é uma festa
De repente, muitos de seus amigos estavam no Orkut. As comunidades pululavam (criei a “eu amo fazer tricô”, que fazia sentido na época). Todos trocavam scraps. Os testimonials faziam você se sentir especial. As discussões bombavam. Casais do passado se reencontravam. Casais do futuro se conheciam.  Tinha como publicar as fotos das férias para todos os amigos verem. Forçando a barra, dá para dizer que era um Woodstock virtual (e brasileiro). Quem viveu curtiu muito – sem o joinha, porque isso é coisa do Facebook.

Zoeira
Ainda na fase da “zoeira moleque” (que em alguns casos descambaram para o ciberbullying), um episódio divertido foi registrado em fevereiro de 2006. Na ocasião, uma bancária de Volta Redonda (RJ) foi convidada pelo cantor Bono para subir ao palco do Morumbi (SP), em um show do U2. Com isso, Katilce Miranda foi catapultada à fama e seu perfil no Orkut tornou-se ponto de encontro para (aparentemente todos) os usuários da rede social.

Fosse hoje, caberia o uso da frase “beijinho no ombro pro recalque passar longe” (Popuzuda, Valeska).

Orkut Buyukkokten (o próprio) visitou o Brasil em 2005 (Foto: Picasa)

Orkut Buyukkokten (o próprio) visitou o Brasil em 2005, no auge do sucesso da rede (Foto: Picasa)

Antes de ser excluída, a página da bancária ganhou, informalmente, o nome de “chat da Katilce”. Tinha de tudo por lá: inveja, elogios, bate-papo, piadas e até um serviço de classificados (no qual os usuários tentavam negociar telefones celulares, companhia para o Carnaval e carros). Lembro de acompanhar, durante uma madrugada, a contagem regressiva para 1 milhão de recados no “chat da Katilce” – um momento épico na (minha) história da internet brasileira.

O Orkut em pessoa
No auge do sucesso no Brasil, Orkut Buyukkokten (o próprio) nos deu o privilégio de sua visita. Na ocasião, ele desfilou suas camisas exóticas pelo Rio de Janeiro, sobrevoou o Cristo Redentor de helicóptero, foi a uma churrascaria, passeou de asa delta e concluiu que “guaraná é melhor que Coca”. Felizmente, tudo isso foi registrado e pode ser visto aqui.

Tem alguma lembrança especial do Orkut? Deixe seu scrap nos comentários. :)