Blog do UOL Tecnologia

Arquivo : novembro 2011

Dia de fúria: britânico arremessa computadores, impressoras, mesas e cadeiras do 10º andar
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Rodrigo Vitulli

Qualquer computador “lentium” é um exercício de paciência. A vida é difícil com um computador que não colabora. Mas por mais lento que seja, nós, amantes da tecnologia, achamos que os computadores merecem respeito. Seja quais forem os motivos de um sujeito inglês de Bristol, cidade localizada a sudoeste da Inglaterra, ele quebrou todas as regras de decoro com a tecnologia ao arremessar computadores, cadeiras e extintores de incêndio do 10° andar (cerca de 80 metros) do prédio onde trabalhava.

Segundo relatos de testemunhas, o homem, que não teve o nome divulgado, entrou na empresa em que trabalhava, começou a quebrar objetos e gritar bastante. Depois, acionou o alarme de incêndio, o que fez as pessoas que estavam no edifício começassem descer prontamente. Quando todos estavam em frente ao prédio sem entender o que estava acontecendo, o homem passou a jogar computadores, extintores e todo o tipo de objeto em cima deles. O incidente aconteceu nesta quinta-feira (24).

De acordo com informações do jornal “Daily Mail”, impressoras, monitores, computadores, cadeiras, mesas e extintores literalmente voaram pela janela do prédio em Bristol, na Inglaterra. Bombeiros e pessoas que estavam entre as pessoas que deixaram o prédio tiveram ferimentos leves. O homem de 49 anos só parou com o ataque de fúria quando um bombeiro invadiu o andar e o retirou à força. Ele foi detido e liberado após o pagamento de fiança.

Não se sabe o motivo de tanta bronca. Mas alguém precisa apresentar o clássico “Angry Birds” para esse homem. Além de brincar de destruição, o joguinho ainda pode distraí-lo um pouco….

Lá do Daily Mail
Imagem: reprodução

EXCLUSIVO (ok, nem tanto) : temos o vídeo do exato momento da fúria

[uolmais type="video" ]http://mais.uol.com.br/view/12303311[/uolmais]

PS: é brincadeira, o vídeo acima circula há muito tempo na internet, mas que é hilário é!


Energético inspirado no Facebook promete “energia social e gosto de amizade”
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Rodrigo Vitulli

“Ele dá energia social. Dá gosto de amizade”. Esse slogan ‘redéééculo’ pertence a um produto não menos  bizarro. Você, que vara madrugadas curtindo diariamente dezenas de fotos no Facebook, agora pode ‘beber’ a rede social e não morrer de sono durante a aula. Facedrink é um energético que chegou para revolucionar a maneira como interagimos com bebidas (tsc tsc tsc)…

O energético está à venda na Amazon por US$ 3 a garrafa, mas é impossível prever por quanto tempo. O produto não tem licença alguma para usar o nome da rede e jamais foi aprovada por Mark Zuckerberg, o “dono do Face”. Para deixar ainda tudo mais estranho, o criador da bebida utilizou as cores, fontes e até o botão “adicionar amigo” da rede social.

Os comentários sobre o produto na Amazon mostram que ninguém quer ser muito amigo do Facedrink. Nenhum dos depoimentos reconhece as capacidades energéticas da bebida. Um deles, um pouco mais revoltado, chegou a dizer que era uma das piores coisas que já bebeu na vida.

Ainda assim, o fabricante parece decidido e orgulhoso sobre os poderes da bebida: “Facedrink provém a energia extra necessária para ser social ou para lidar com o chefe”. (gênio do marketing)

O produto parece uma brincadeira sem graça, mas a julgar pelos comentários na Amazon, algum maluco possivelmente pensou que poderia ser genial e concretizou a ideia.

Lá do TechCrunch
Imagem: reprodução

 


Acessório adiciona nove lentes à câmera do iPhone e cria Instagram “real”
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Rodrigo Vitulli

 

Procure na App Store, existem centenas de aplicativos capazes de dar uma cara “retrô” à câmera do iPhone. Nenhum deles consegue atingir o grau de realismo que as lentes intercambiáveis Holga conseguem, pelo menos é o que diz o fabricante.

O acessório é uma capa esquisita para iPhone 4 e 4S com nove diferentes lentes que podem ser alteradas ao girar uma espécie de roda localizada na parte traseira do acessório (até parece aqueles telefones antigos, né?). É quase um Instagram de verdade.

Os efeitos de lente variam entre uma borda colorida até a duplicação total da imagem captada pela câmera. Com o efeito mais legal, o iPhone vira uma verdadeira lente de aumento para capturar objetos pequenos.

O brinquedinho não é assim tão barato, mas pode ser uma boa ideia para presente de Natal ou amigo secreto: custa US$ 50 na loja oficial do fabricante.

Lá do Engadget
Imagem: divulgação

 


Viciada em tecnologia, Ana Maria Braga esconde iPad e fica 24 horas desconectada
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Rodrigo Vitulli

Dentre todos os apresentadores da TV Globo, talvez o que menos aparenta é o mais dependente da tecnologia. Ana Maria Braga, a simpática apresentadora que alegra (depende do ponto de vista)  as manhãs de milhares de brasileiros não consegue passar mais de 24 horas desconectada e longe de seus aparelhos eletrônicos – ou deveria dizer produtos da Apple?

Na manhã da última quarta-feira (16) , Ana Maria aceitou o desafio de passar um dia inteirinho sem seus (a gente contou) dois iPads 2, dois iPhones, um Nextel e um MacBook Pro de 15 polegadas.  Talvez, se existisse um iPhone com Nextel, seria usado pela apresentadora. Todos os aparelhos foram guardados em uma caixa com cadeado supervisionada por integrantes da produção de seu programa. A chave foi entregue ao Louro José, o personagem em forma de papagaio que anima o programa matinal.

A primeira dificuldade encontrada por Ana Maria Braga foi usar o telefone de mesa. “Como tecla isso aqui, gente? Tem que apertar o zero? Eu não me lembro os números de cor”, diz Ana Maria referindo-se ao número da própria casa. Como culpá-la? Com apenas três ou toques na tela do celular é possível ligar para qualquer contato sem nunca decorar o número.

Quando já se passavam duas horas de jejum tecnológico, Ana Maria preocupou-se com seu corpo. Segundo ela, ficar sem teclar, conferir Twitter e redes sociais a obrigará, quase que automaticamente, a comer sem parar. Mas isso, ela tirou de letra e controlou os impulsos.

Dizer que a apresentadora aboliu a tecnologia completamente de sua vida é, no mínimo, discutível. Tablets e smartphones ficaram guardados em uma caixa, mas Ana Maria passou parte do tempo de lazer se divertindo com uma bela televisão de LCD com, vejam só, uma Apple TV 100% conectada. A televisão da Apple, disponível só para quem tem uma conta internacional da Apple, faz o download de vídeo pela internet conforme o gosto do usuário (bem parecido o serviço da Netflix).

No programa desta quinta-feira (17) Ana Maria Braga fez um balanço das penosas últimas 24 horas. Em determinados momentos, ela diz ter se sentido inútil, aflita e com dores de cabeça por não conseguir responder e-mails ou não lembrar os números de telefone de pessoas que gostaria de conversar: “A gente não percebe e fica numa dependência legal [no sentido de forte]”.

 

Passada as 24 horas combinadas, Ana Maria mostrou sinais de irritação com as brincadeiras da produção e do Louro José, que diz ter perdido a chave: “Eu vou quebrar aquela coisa ali”, reclamou a apresentadora apontando para a caixa. Já da posse da chave, Ana Maria retirou os aparelhos de dentro afoita como Pandora, da mitologia grega, ao abrir a famosa caixa com os sentimentos e qualidades humanas.

Ao apertar o botão de ligar do MacBook Pro que estava em modo de hibernação exclamou eufórica: “Ligoooooooou!!!” (dava para notar sua pontinha de felicidade) A súbita alegria deu espaço a uma preocupação: “Estou baixando 4.881 e-mails. Será que todo mundo resolveu me mandar e-mail justamente no dia que eu não estava usando o computador?”


A aflição descrita por Ana Maria Braga acometeria boa parte da população mundial que depende diretamente de computadores, smartphones, enfim, tecnologia. Juliana Carpanez, aqui do UOL Tecnologia, aceitou o desafio e passou um mês (30 vezes 24horas) sem ter acesso a nenhuma rede social (confira na tabela abaixo). Talvez, se Ana Maria tivesse que realizar o mesmo desafio que Juliana enfrentou, daria ainda mais ênfase à máxima com a qual terminou o quadro nesta quinta-feira: “A tecnologia aproxima quem está longe e distancia quem está perto”.

Para conferir como foi a experiência de 30 dias longe das redes sociais, clique nos dias do calendário abaixo:


Juiz obriga ex-mulher a compartilhar senha do Facebook com ex-marido
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Rodrigo Vitulli

Divórcio. Cada um vai para um lado. Tem sempre a parte difícil da partilha:

- A casa da praia fica comigo.

- Pode deixar o espelho da sala de jantar onde está! Foi um presente da minha madrinha.

- O Rex e as crianças ficarão comigo aos finais de semana.

- Ok, mas pode deixar aí anotada a senha do seu Facebook.

A cena insólita descrita acima já é realidade. Um juiz do estado de Connecticut, região norte dos Estados Unidos, obrigou um casal em vias de se separar a compartilhar as respectivas senhas do Facebook e sites de relacionamentos.

Stephen Gallion, ao utilizar o computador que compartilhava com a futura-ex-mulher, Courtney Gallion, notou indícios de que Courtney não seria uma boa mãe caso a guarda de seus filhos fosse destinada à ex-mulher, entre outras coisas nada agradáveis. A desconfiança culminou em um processo judicial. O juiz, por fim, decretou que as informações privadas das redes sociais de ambos deveriam ser abertas aos antigos companheiros.

Segundo informações divulgadas pelo site da revista “Forbes”, Courtney relutou em um primeiro momento, mas cedeu após aconselhamentos de advogados. Minutos após revelar a senha aos advogados do ex-marido, Courtney teria ligado a amigos e pedido para que removessem algumas mensagens de seu próprio perfil.

O juiz, apesar de obrigá-los a dividir as senhas, os proibiu de publicar mensagens ou interagir com outras pessoas fingindo ser o outro.  A ordem de revelar a senha a terceiros vai de encontro às condições e regras de privacidade do Facebook.

Lá da Forbes
Imagem: Getty Images


Site ‘vende’ discos e livros que inspiraram Steve Jobs; renda é destinada a pesquisas com câncer
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Rodrigo Vitulli

A juventude de Steve Jobs foi, no mínimo, conturbada. Pouco antes de fundar da Apple, Jobs era um autêntico hippie; um expoente da contracultura disposto a questionar o sistema monetário do país. Sim, também um aspirante a filosofo nas horas vagas. Entre drogas psicodélicas e ausência de banho (o sujeito, em sua juventude, banhava-se de uma a duas vezes por semana), Jobs inspirava-se com seus cantores e autores favoritos.

Indiretamente, a biografia de Steve Jobs, escrita pelo jornalista Walter Isaacson, revela detalhes sobre as músicas que mais inspiraram o cofundador da Apple. Todo o acervo intelectual que ajudou a moldar a personalidade marcante de Jobs pode ser achado em um site chamado Steve’s Favorite, que reúne links das obras para a loja virtual iTunes. A iniciativa de reunir as obras é da produtora de jogos Villain. A empresa pretende doar a renda gerada com a cota das vendas das obras para pesquisas em combate ao câncer, doença que vitimou Steve Jobs.

Entre os principais artistas estão Bob Dylan, The Rolling Stones, Beatles, Joni Mitchell. Além disso, os principais livros sobre Zen Budismo, que influenciaram a busca espiritual de Jobs em sua peregrinação por autoconhecimento também estão na lista. Ao clicar em qualquer obra, o site exibe o trecho da biografia em que é citada.

Infelizmente, a maioria do conteúdo disponível no site(e no iTunes) não pode ser consumido por brasileiros (no Brasil). Isso porque a loja virtual da Apple ainda não deus as caras por aqui (confira mais sobre as restrições da iTunes no Brasil).

A biografia guarda detalhes curiosos e sórdidos sobre Steve Jobs. Confira a seleção de alguns trechos mais interessantes.

Lá do The Next Web
Imagem: reprodução

Um em cada três jovens considera internet tão importante quanto comida, ar e água
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Rodrigo Vitulli

Um desafio: tente conversar com um jovem por um longo período de tempo sem que ele tente se conectar na internet usando o celular ou qualquer outro gadget. De acordo com a Cisco System, isso é praticamente impossível.

Em uma pesquisa divulgada pela empresa em setembro, o resultado foi impressionante: um em cada três estudantes ou jovens profissionais (entre 18 e 30 anos) considera a internet tão crucial quanto os elementos básicos à vida ar, água e comida.

Para ser mais exato, 55% dos 1.400 estudantes (entre 18 e 23 anos) e 62 % de 1.400 jovens já empregados (de 24 a 30 anos) entrevistados declararam que não conseguiriam viver sem internet e a classificaram como parte de suas vidas.

Em outra questão 40% dos estudantes disseram que a internet é mais importante que carros, namoro ou festas. Entre os que já trabalham, o número ficou em 27%.

Jornal em baixa: enquanto mais da metade das duas categorias julga tablets e smartphones como itens de tecnologia mais importante em suas vidas, apenas 4% do total de jovens disseram ler jornais (físicos, de papel).

Lá do Gawker
Imagem: Getty Images

 


Irmã biológica de Steve Jobs revela detalhes íntimos da vida do cofundador da Apple
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Rodrigo Vitulli

Em um discurso acalorado, a irmã biológica de Steve Jobs, Mona Simpson, descreve em poucas palavras uma das mais emocionantes e íntimas homenagens ao cofundador da Apple Steve Jobs. A íntegra do texto, originalmente lido pela própria irmã no funeral de Jobs, foi publicada neste domingo (30) no jornal norte-americano “The New York Times”.

Segundo Mona, partiu de Jobs a iniciativa de procurá-la. Certo dia, há cerca de 27 anos, Mona recebeu um telefonema de um advogado dizendo que ela teria um irmão biológico rico e influente, mas recusou-se a dizer o nome. Por ter ascendência Síria, Mona logo pensou em atores famosos de origem árabe, como o ator Omar Sharif.

“O advogado recusou-se a me dizer o nome. Então, meus amigos ficaram tentando adivinhar quem seria. O candidato favorito ao posto era John Travolta”, diz Mona em seu discurso. O homem que viria a conhecer, entretanto, era Steve Jobs.

“Mesmo sendo uma feminista, passei a minha vida toda à espera de um homem para amar e que pudesse me amar. Por décadas, achei que esse homem pudesse ser meu pai. Quando eu tinha 25 anos, eu conheci esse homem e ele era meu irmão”, relembra Mona em uma das partes mais significativas do discurso. “Quando o conheci, ele tinha a minha idade, usava jeans, aparentava ser meio judeu, meio árabe e era ainda mais bonito do que Omar Sharif.”, completa.

Veja curiosidades sobre Steve Jobs relevada por sua Biografia autorizada

Veja Álbum de fotos

 

Insanamente lindo

Em uma das conversas iniciais entre os dois irmãos, relata Mona, ela revelou a Jobs a vontade de comprar um computador, mas que, por conta de uma indecisão, estava esperando para realizar a compra. Jobs, como de costume, tentou persuadi-la em comprar um de seus produtos: “Você fez muito bem em esperar. Nós estamos trabalhando em algo insanamente lindo”. Por um acaso, ele se referia ao primeiro Macintosh.

Dor

Em outra passagem, Mona lembra o quanto ter saído da Apple logo após o lançamento do Macintosh foi doloroso para Steve Jobs: “Ele me disse algo a respeito de um jantar entre os 500 líderes do Vale do Silício e o presidente dos Estados Unidos; evento para o qual ele não havia sido convidado. Ele estava ferido, mas ainda trabalhava todos os dias”.

Romântico

Mesmo em sua biografia autorizada, escrita pelo jornalista Walter Isaacson, Jobs é pintado como um romântico inveterado. Mona também citou essa característica em seu discurso, dizendo que Jobs era extremamente sentimental e gostava de falar sobre amor: “Seu amor por Laurene [sua esposa] o sustentou. Ele acreditava que o amor podia nascer em qualquer lugar, a qualquer momento.

Últimas palavras

Quando Jobs ligou para sua irmã dias antes de falecer, seu tom de voz de uma pessoa que estava preparada para enfrentar uma longa viagem, mas que estava extremamente pesaroso em deixar todos, relata Mona. Ele a convocou para visita-lo em sua casa em Palo Alto, na Califórnia.

No ponto alto do discurso, Mona disse que “a morte não aconteceu para Steve Jobs, ele simplesmente a conquistou”. Jobs morreu cercado por familiares, e suas últimas palavras foram: “Oh wow. Oh wow. Oh wow. ”

Lá do The New York Times
Imagens: Matt Dunham/ Reuters

 


Case para iPhone traz homenagem póstuma a Steve Jobs
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Rodrigo Vitulli

Os fãs mais saudosos que o “S” do iPhone 4S é uma homenagem a Steve Jobs. Se essa foi realmente a intenção da Apple será muito difícil de comprovar. Ainda mais porque a Apple já havia utilizado a letra para designar versões prévias do iPhone (3GS). Mas, para estes mesmos fãs, não importa a intenção. O fato é que a nova versão do smartphone é, sim, o aparelho derradeiro de Jobs. E pode ficar ainda mais especial com este case não oficial em homenagem ao ex-CEO.

Ele é vendido no site K.O Store por US$ 23,90 e traz a imagem que ficou muito famosa após a morte de Jobs. Ela representa o logo da Apple com a silhueta de seu criador no lugar onde ficaria a mordida e teria sido criada por um estudante de design chinês (conheça a história controversa).  Abaixo estão as datas de nascimento e morte de Jobs.

Antes de comprar, o usuário deve atentar às instruções dadas no próprio site sobre como substituir a antiga capa traseira pela nova, com ferramentas especiais etc. Ainda assim, o resultado é bem legal.

O acessório é compatível com os modelos 4 e 4S do iPhone.

Lá do The Next Web
Imagem: reprodução


Mesa com câmera embutida tuíta foto do seu almoço automaticamente
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Rodrigo Vitulli

Fato: algumas pessoas tem fixação por tirar fotos da própria comida e postar em redes sociais. No Instagram, popular rede social de fotografia para iPhone, existem perfis que são especialistas no assunto. Se você é desses que não pode ver um prato bem feito que o confunde com uma top-model, vai adorar a mesa Delen Memory Table.

Criada pelo designer David Franklin, a mesa vem com uma haste, que, por sua vez, carrega uma câmera fotográfica na extremidade. A câmera pode ser programada para registrar momentos da refeição e enviar automaticamente para redes sociais, como o Twitter.

A Delen Memory Table é bonita por si e poderia servir de mobília mesmo sem a câmera. Claro que ela tem funções um pouco mais… digamos… úteis. O designer prevê que sua invenção seria muito útil, por exemplo, aos que gostam de criar animações no estilo stop motion, que registra quadro a quadro movimentos de objetos.

A mesa não existe enquanto produto industrial e foi criado apenas de forma experimental. Mas se você gostou muito da ideia, pode mandar um e-mail para o criador: davidfranklin10@aol.com. Quem sabe ele não faz uma por encomenda?

Lá da Wired
Imagens: reprodução/ Design Milk