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Senhas mais usadas no Gawker eram “123456” e “password”. Sério!
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Ana Ikeda

Pois bem, que a senha “123456” deve ser evitada, todo mundo sabe (nós já tentamos avisar!). O blog do Wall Street Journal fez o ranking das 50 senhas mais utilizadas pelos leitores do Gizmodo, LifeHacker e outros sites do grupo Gawker, depois de quase 200 mil perfis terem sido invadidos por hackers na última segunda (13).

Originalmente, as senhas tinham sido encriptadas, mas 188.279 foram decodificadas e publicadas como parte do ataque dos hackers. A partir dessa lista, o Wall Street Journal criou a tabela abaixo.

Repare nas senhas mais usadas. Alguns de vocês sentirão aquela “vergonhazinha alheia”. E outros vão correr para trocar de senha. Corre!

Lá do Wall Street Journal.
Imagem:
Reprodução/Wall Street Journal.


Forever alone: empresa coreana cria namorada virtual para usuários de iPhone
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Rodrigo Vitulli

Um alento para os homens solitários da Coreia do Sul: a empresa Nabix criou um aplicativo para iPhone que simula uma namorada virtual, a Mina. O aplicativo “Honey, it’s me” (“Querido, sou eu” em português) traz a imagem e voz de uma modelo de 22 anos, que ''liga'' de três a quatro vezes por dia para o solitário dizendo, entre outras coisas, “Você ainda está dormindo? Já é hora do café da manhã!” ou “Boa noite, querido, tenha bons sonhos…”

Nas noites mais solitárias, o aplicativo ainda emite sons parecidos com sussurros femininos durante a noite, quase como uma mulher de verdade dormindo (triste, né?).  Mesmo assim, os sul-coreanos não vão enjoar tão cedo de Mina. Isso porque a modelo que empresta voz e imagem a ela gravou mais de 100 comentários capazes de derreter o coração dos homens mais carentes do país asiático.

Segundo o jornal “The Korea Herald”, o aplicativo foi baixado 80 mil vezes por dia durante a semana em que permaneceu gratuito na App Store coreana. Hoje custa o equivalente a US$ 1,99. Teve até um usuário que empolgou-se ao escrever um comentário sobre o aplicativo no Twitter: “É uma benção para todos os homens solteiros…”

Só tenho um comentário sobre o comentário desse coreano: forever alone³

Lá da Reuters/The Korea Herald
Imagem:
divulgação


Clipe mistura HTML5 com Flash e ‘brinca’ com as janelas do seu navegador
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Rodrigo Vitulli


O próprio clique arranja as pequenas janelas do navegador para formar um mosaico

Esse post bem que poderia começar com aquela frase clichê: “nossa, quando eu imaginava que já haviam inventado tudo, eu vejo uma coisas dessas”. É bem assim mesmo que eu quero começar.

Se você acha aquele clipe da banda ''Ok Go'' criativo, vai adorar o que a banda japonesa Mirror consegue fazer com as janelas do seu navegador. E mais, vai ficar impressionado com a interação dos personagens do clipe com a sua conta no Facebook e no Twitter.

A gente explica: o clipe é construído a partir de uma interação entre vídeos no formato Flash e janelas do navegador que abrem sites no formato HTML 5. O browser abre automaticamente pequenas janelas e as coloca em uma posição em que diversos vídeos formem uma imagem completa, uma espécie de mosaico de pequenos clipes. Ufa, mesmo assim ficou difícil de entender.

Mais fácil mesmo é ver com os próprios olhos. A gente recomenda, para uma visualização completa do clipe, estar conectado no Facebook e no Twitter. Além disso, os navegadores Safari ou Chrome são os mais indicados.

Lá do Engadget
Imagem:
reprodução


Sua mãe sabe inglês, mas não manja nada de informática? O Google ensina
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Rodrigo Vitulli

–       Filhaaaaa, como faço para mudar o arrumar o relógio do computador?
–       Mãe!, de novo? Já expliquei tantas vezes para a senhora…
–       Ah, filha… vocês têm facilidade com essas coisas.

Identificou-se, né? A dúvida não precisa ser necessariamente o relógio do computador, mas todas aquelas coisinhas mais simples que os pais insistem em não anotar e sempre voltam a perguntar. Da próxima vez, sabe o que você vai responder? “Mãe, entra no Teach Parents Tech que lá tem a solução para a todas as suas duvidas sobre computador.” E tem mesmo.

O Teach Parents Tech é um site criado pelo Google para ajudar os filhos a ajudar os pais. A empresa norte-americana fez uma pesquisa e reuniu as dúvidas mais comuns que rondam a cabeça de nossos pais enquanto estão em frente a um computador. A partir disso desenvolveu alguns vídeos explicativos para solucionar a maioria delas.

De um jeito bem humorado, dá para mandar um e-mail para mãe explicando com copiar e colar, mudar o papel de parede, achar um endereço na internet, editar fotos, entre outros. A má notícia é que ela vai precisar um inglês afiado para compreender os vídeo-tutoriais.

Imagem: reprodução


Aplicativo do Facebook customiza fotos do perfil automaticamente
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Rodrigo Vitulli


O francês Alexandre Oudin abusou da criatividade para customizar as fotos do próprio perfil

Há duas semanas o Facebook mudou silenciosamente o layout do perfis. Pouca coisa foi alterada, no entanto. Um destaque maior para fotos, prioridade para amigos mais íntimos e novas informações profissionais foram as principais mudanças. Desde então uma nova onda de customização do perfil vem tomando conta da rede.

Os usuários mais criativos estão utilizando as cinco imagens que aparecem como uma prévia do álbum na página principal para criar uma composição diferente (exemplo acima). “Ah, mas essas coisas são muito complicadas de fazer… eu nunca consigo.” Bobagem! Esse aplicativo faz todo o trabalho sujo para você. Basta escolher uma imagem que o Profile Banner ajusta no tamanho certo e coloca na ordem para que ela apareça na página principal do perfil. Trabalho zero.

O único pré-requisito (isso o seu bom senso fará automaticamente) é escolher uma imagem retangular, do tamanho de um banner qualquer de internet (658 x 98 pixels), caso contrário a imagem aparecerá totalmente distorcida.

O aplicativo já vem com dezenas de imagens para usar e de graça, mas é possível importar qualquer imagem do HD.

Imagem: reprodução


O amor também é geek: casamento tem decoração Android
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Rodrigo Vitulli

Sim, os geeks também amam e se casam. Ele trabalha na LG. Ela, na T-mobile. Os dois amam Android e se amam. Que romântico S2! Tão romântico que escolheram fazer  a decoração do casamento com o tema do mascote do Android. “Tivemos a ideia durante os preparativos para o casamento e achamos alguém que conseguiria fazer o bolo. Depois, eu mesmo confeccionei o cardápio com os mascotes de mãos dadas”, escreveu o noivo Andy em um blog sobre casamentos. O resultado de disso você confere nas fotos abaixo.

Já pensou como seria presentear o casal com um iPhone, ein? Só de sacanagem…

Bônus: conheça a guirlanda feita com peças de computador

Lá do Gizmodo


Google ‘esconde’ fórmula matemática no vídeo em que destrói netbooks
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Rodrigo Vitulli


A destruição dos netbooks é tão intensa que fica difícil de notar a fórmula ao fundo

Semana passada o Gigablog publicou um vídeo do Google destruindo netbooks para provar que os dados estão mais seguros na nuvem. Muita gente achou que esse “seguro” deveria mesmo vir entre aspas, mas isso já é outra discussão. O que ninguém notou, de fato, foi que em uma das cenas do vídeo, os produtores ''esconderam'' uma fórmula matemática.

Mas um sujeito chamado Sylvain Zimmer notou, e descobriu a solução para a equação. Depois de um dia inteiro de trabalho, Zimmer encontrou alguns número que, convertidos em letras correspondentes do alfabeto, resultaram nas palavras “speed” e “destroy” (que significam “velocidade” e “destruir” em português).

Não contente, Zimmer colocou as palavras no serviço Goo.gl, o encurtador de URL do Google. A resposta que obteve foi uma grata surpresa: “Parabéns, você foi o primeiro a solucionar o desafio certificado pela MENSA”. Como prêmio, Zimmer receberá do Google um netbook Cr-48, o mesmo que foi destruído várias vezes no vídeo.

Lá do Engadget
Imagem:
reprodução


Ser provocador na web pode deixá-lo mais popular, aponta estudo
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Rodrigo Vitulli

Um grupo de pesquisadores Eslovenos e Britânicos criaram uma espécie de “análise de sentimentos” para identificar os comentários que mais se destacavam em fóruns de discussão e sites. Em outras palavras, o mecanismo desenvolvido por eles procura por palavras-chave, emoticons ou expressões que classificam um comentário como “feliz” ou “polêmico”.

Eles descobriram que se o autor da mensagem original for um tanto provocativo com os leitores, a quantidade de respostas será maior e mais organizada: “Se você quer ter bastante comentários, não comece uma mensagem dizendo ‘Eu adoro isso’, pelo menos não online”, disse Mike Thewall, um dos coordenadores do projeto, à revista ''New Scientist''.

Os cientistas também chegaram à conclusão de que mensagens longas são mais propensas a terem comentários negativos como resposta. E quanto mais longo fica o desenrolar do tópico, mais negativos tendem a ser os próximos comentários.

Ainda segundo os pesquisadores, os usuários de chats e fóruns de discussão tendem a organizar-se contra comentários que acham ofensivos ou estúpidos. Como uma espécie de grupo com um único objetivo de contrariar a mensagem original.

Resumindo: é muito mais fácil ser popular na web se você irritar todo mundo.

Lá da New Scientist
Imagem:
Getty Images


Jogo coloca você no lugar do fundador do WikiLeaks
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Rodrigo Vitulli

Pois é! A vida de Julian Assange, o fundador do WikiLeaks, não tem sido nada fácil nas últimas semanas. Como se não bastassem a polêmica e os protestos (a favor e contra) ao site que vazou 250 mil documentos secretos de várias instituições mundiais, ele ainda é acusado de um escândalo sexual nada brando.

Por que alguém gostaria de sentir na pele o que está passando Assange eu não sei, mas este joguinho em flash dá uma pequena amostra de como deve ser. A tarefa de quem joga é muito simples: ficar escondido atrás da mesa para que o presidente norte-americano, Barack Obama, não o veja copiando arquivos secretos do notebook presidencial. Obama, no alto de sua perspicácia, ergue-se vez ou outra para conferir o que está acontecendo. O desafio então é escapar da visão astuta do presidente.

À primeira vista pode parecer difícil, mas com um pouco de treino não é difícil ajudar o criador a aumentar a quantidade de documentos secretos do banco do dados do WikiLeaks.

Clique aqui para jogar.

Lá do Valleywag
Imagem:
reprodução


Depois de expulsar WikiLeaks, Amazon permite a venda de livro sobre o site
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Rodrigo Vitulli

Recentemente o WikiLeaks, aquele site que está em pauta por divulgar publicamente documentos sigilosos do governo norte-americano, foi expulso dos servidores da Amazon, onde ficou hospedado temporariamente. A Amazon alegou que o WikiLeaks não possuía propriedade sobre o conteúdo divulgado e por isso violava os termos de uso do serviço.

Estranhamente, um sujeito chamado Heiz Duthel analisou partes do conteúdo divulgado pelo WikiLeaks publicou um livro digital com comentários sobre os documentos. O Produto está à venda na própria Amazon, em um arquivo para usuários do Kindle. O arquivo custa 8 euros (cerca de R$ 18)  e pode ser baixado agora mesmo de qualquer lugar do mundo.

Em nota oficial, representantes da Amazon alegaram que a venda do livro é permitida porque ele contém dados e analises sobre os documentos, e não o material oficial do governo, o que seria ilegal.

Alguns usuários não ficaram muito contentes com a permissão da Amazon em vender o livro. Comentários ácidos sobre o incidentes podem ser lidos na sessão de análise do produto. “A Amazon só proibiu o hospedagem do site para ganhar dinheiro com esse livro. Eu nunca mais comprarei nada na Amazon”, disse um dos usuários irritados. Outros dizem que o ato da proibição foi uma jogada de marketing “irresponsável” da empresa.

Lá do TechCrunch
Imagem:
reprodução