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Em sátira, carro do Google perde controle e atropela gatinhos e humanos
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Guilherme Tagiaroli

googlegatinhos

O Google apresentou recentemente o protótipo de um carro que dirige sozinho, e que não tem nem volante nem pedal. Todo mundo elogiou a iniciativa, pois era comum pensar em um carro que voasse, mas ninguém tinha imaginado um veículo que faz tudo sozinho. No entanto, um programa de TV norte-americano considerou (de forma divertida) os problemas que o carro autônomo podem causar.

Um vídeo veiculado no “Conan” (talk-show de entrevista norte-americano) mostra casos em que o carro do Google pode não funcionar bem e causar tragédias.

O vídeo mistura cenas reais de divulgação com outras encenadas por atores. Logo no início, enquanto um dos atores está dentro do carro, o veículo passa por cima de um gato. Depois, enquanto essa pessoa dá um depoimento sobre a experiência, um garoto é atropelado logo atrás dele.

googleselfdrive

No vídeo ainda é mostrado mais um atropelamento de gato (que fica preso na roda, coitado!) e um caso de explosão do veículo em caso de pane. Enquanto isso, há uma narração de fundo de um engenheiro do Google dizendo:  “A oportunidade de as pessoas poderem se locomover sem se preocupar com isso aumenta muito as possibilidades [para as pessoas] e é incrivelmente poderosa.”

Apesar da zoeira, a sátira traz questões interessantes sobre os motivos para confiar em um carro autônomo, e que não precisa de interação humana (pelo que dá a entender, a pessoa só precisa indicar um trajeto, apertar um botão e aproveitar a viagem).

O projeto Google Self-Driving ainda está em fase de desenvolvimento. Nos EUA, a empresa já faz testes com carros que não precisam de motorista. No entanto, esses veículos também funcionam no modo manual, caso o condutor queira. Ainda não há previsão para o início de testes em ruas do carro sem volante.

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Lá da Cnet

Imagem: Reprodução


“Desafio da girafa” viraliza, superando Dilma e Eike em buscas do Google
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Guilherme Tagiaroli

O Facebook foi invadido por girafas em função de um desafio, criado por um garoto neozelandês. O interessante disso é que esse fato começou a se refletir nas buscas que os internautas fazem – até porque, eles precisam saber do que se trata a brincadeira.

A partir de uma consulta no Google Trends, foi possível ver quão popular o termo girafa ficou no Brasil, mesmo que o desafio original tenha sido feito em inglês. O nome do animal, por exemplo, superou termos recorrentes do noticiário brasileiro como black bloc, Eike, Snowden e até Dilma nos últimos dias.

No dia 28 de outubro, o ranking do Trends no Brasil ficou dessa forma: girafa (100), Dilma (42), Eike (22), Black Bloc (10) e Snowden (5). Lembrando que esses números são referentes a uma escala de 0 a 100 feita pelo buscador. A definição desses números leva em consideração qual termo é mais popular e atribui a ele o maior número.

noticiastrends

Em comparação, no acumulado do mês, os termos selecionados ficaram nas seguintes posições: Dilma (59), Eike (26), girafa (19), black bloc (9) e Snowden (5). Até esta quinta-feira, o Google Trends só mostrava resultados até 29 de outubro.

A página no Facebook com a proposta de mudar o perfil para uma foto de girafa começou em 26 de outubro, e as buscas foram aumentando aos poucos

O mesmo comportamento nas buscas foi notado ao comparar “girafa” com termos relacionados a celebridades como “Barbara Evans”, “Cauã e Grazi” e “Naldo”. No dia 29 de outubro, o nome do animal foi mais buscado que todos os outros citados, considerando a internet brasileira. No acumulado do mês, Naldo e Barbara Evans dominam.

celebridadestrends

O único caso diferente foi a comparação com nomes de esportistas (ou que remetem ao nome de atletas). Por mais que a girafa tenha ficado famosa nas redes sociais, ela não foi páreo para superar os termos pato (que pode se referir tanto ao animal, quanto ao jogador), Diego Costa, Neymar ou Messi. Na segunda-feira (28), segundo o Trends, o termo girafa foi tão buscado quanto pato.

esportestrend

A busca do termo em inglês, giraffe, mostra que a popularidade do meme não atingiu apenas o Brasil. Entre sábado (26) e terça (29), as buscas aumentaram gradativamente e atingiram o pico no dia 28 de outubro. Outra pista de que as girafas procuradas têm relação com o “desafio da girafa” são as buscas relacionadas. Os termos mais buscados são: “girafa facebook”, “desafio girafa”, “imagens girafa”.

mundialtrends

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Lá do Google Trends


Mapa inspirado em “Age of Empires” mostra domínio de gigantes da internet
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Ana Ikeda

Pesquisadores do Instituto de Internet Oxford usaram uma forma criativa de mostrar como está dividido o domínio de gigantes da internet como o Google e Facebook no mundo. No mapa, inspirado no jogo “Age of Empires”, estão os sites mais visitados em cada país.

As informações foram colhidas da empresa de análise de tráfego Alexa, que monitora informações sobre hábitos de navegação. O mapa foi feito então com dados estimados de visitantes únicos aos sites e com o número aproximado de visualizações de páginas que tiveram, por país, em agosto de 2013.

O mapa, afirma a pesquisa, mostra a supremacia do Google e do Facebook, sites que demonstram também uma “continuidade geográfica” de seus “impérios”.

 

O Google é o mais visto na Europa, América do Norte e Oceania, enquanto o Facebook, ao contrário, é mais visitado no Oriente Médio, Norte da África e países de língua hispânica.

O estudo reconhece que na Ásia o domínio dos dois gigantes é “combatido” por competidores locais, como o Baidu (ferramenta de busca líder na China e Coreia do Sul). Outros territórios ainda não conquistados pelos dois “impérios” são o Japão (onde o Yahoo! é o site mais visitado), Rússia (sob domínio do Yandex), Taiwan (Wretch) e Bielorrússia (VK), entre outros menores.

Os países dominados pelo Google representam juntos cerca de metade da população mundial, segundo a pesquisa, com mais de um bilhão de pessoas. O Baidu vem em segundo (por agrupar China e Coreia do Sul) com meio bilhão de internautas. Já o Facebook é o mais visitado mensalmente por cerca de 280 milhões de usuários, ficando em terceiro.


Lá do Daily Mail.

Imagem: Reprodução/Oxford Institute.


Moradores de vilarejo na Tailândia confundem motorista do Street View com espião
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Ana Ikeda

O Google Street View, além de capturar cenas bizarras mundo afora, também produz histórias igualmente estranhas (como a da cidade brasileira de Aracruz). Em um vilarejo tailandês, o motorista do carro que capturava imagens para o serviço teria sido detido sob suspeita de espionagem e, segundo o “Huffington Post”, obrigado a jurar, em frente a uma estátua de Buda, que não era um espião.

Sa-eab  é um vilarejo que fica a 615 km ao norte de Bancoc, capital do país, e vive em confronto com empresas que pretendem construir uma barragem no local. Ao avistar o carro do Street View, os moradores  relacionaram o veículo ao projeto.

Cerca de 20 deles teriam cercado o carro, bloqueado a câmera que capta as imagens em 360° e levado o motorista a um escritório local para interrogatório. Depois, o motorista teria sido levado a um templo onde, diante da estátua de Buda, teve de jurar que não era um espião a mando da construtora da barragem.

Segundo um site local, o motorista foi libertado logo em seguida e os moradores, ao saberem de que ele trabalhava de fato para o Google, teriam pedido desculpas pelo ocorrido.

“Pedimos desculpas às autoridades, ao Google e também ao povo tailandês e ao cidadãos do mundo”, escreveu um porta-voz de Sa-eab. Na nota, os moradores explicam que os casos de espionagem no local são tão frequentes que eles acreditaram se tratar de alguém disfarçado vigiando o vilarejo.

O gerente regional de comunicações do Google, Taj Meadow, disse ao “Huffington Post” que não estava a par do ocorrido, mas comentou: “Ao embarcar em projetos novos, às vezes encontramos desafios inesperados, e o Street View não tem sido uma exceção.”

Lá do Huffington Post.

Imagem: Reprodução.


Em pegadinha, humorista finge usar Google Glass enquanto veste game portátil dos anos 90
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Ana Ikeda

O visual futurista do Google Glass tem recebido mais críticas que  elogios nos Estados Unidos. Mas o que as pessoas fariam se vissem alguém usando os famigerados óculos? Aliás, será que elas conhecem mesmo esse tal de Glass?

É, digamos que não… O comediante Mark Malkoff saiu às ruas de Nova York (EUA) usando um trambolho chamado R-Zone, espécie de videogame portátil fabricado nos anos 90 pela Tyger Electronics. Aos transeuntes, ele dizia estar vestindo o Google Glass. Abaixo, a diferença entre um e outro (vai que um dia você se depara com algum comediante brasileiro, desses famosinhos de stand up, pregando a mesma peça).

À esquerda, o R-Zone. À direita, o Google Glass.

Praticamente idênticos, não? Enquanto na pegadinha o dispositivo parece um capacete, o Google Glass “de verdade” parece… com óculos mesmo.

O vídeo com as reações das pessoas ao Glass de mentira (em inglês) está no YouTube. Abaixo, algumas das reações das pessoas durante a pegadinha:

#1

Malkoff: Por que você quer um Google Glass?

Mulher super empolgada: Porque parece que vai tornar minha vida maravilhooosa.

#2

Mulher no metrô dando uma de entendida: Sei o que é. Acredite em mim, trabalho em um empresa que trabalha com vocês.

#3

Malkoff: Ok, Glass, ligue para meu irmão, Eric Schmidt [presidente do Google]. É, eu sei que você tem todo o dinheiro do mundo e eu moro no Queens.

Mulher pouco interesseira: Ele é o CEO do Google? Ah, eu quero conhecê-lo. Ele é casado?

#4

Malkoff: Você acha que com um negócio desses eu vou conseguir marcar encontros?

Homem sincero: Não…


Lá do Mashable.

Imagens: Reprodução e Andrew Kelly/Reuters.


Apenas um em dez americanos usaria o Google Glass, diz pesquisa
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Ana Ikeda

O visual “high tech” do Google Glass parece que ainda não caiu no gosto dos americanos, segundo uma pesquisa da Bite Interactive, desenvolvedora de aplicativos. Apenas 10% dos entrevistados disseram que usariam os óculos futuristas.

Outra interpretação: apenas um em cada dez deles teria coragem de aparecer em público usando o gadget. Feita com 1.000 adultos, a pesquisa revelou que quase metade dos entrevistados não usaria o Google Glass justamente pelo seu visual estranho ou porque o dispositivo parece irritante.

Mesmo em um cenário hipotético – no qual o Google Glass custasse mais barato que os US$ 1.500 atuais (cerca de R$ 3.036) – os entrevistados demonstraram resistência à ideia. Cerca de 38% disseram que ainda assim não usariam o gadget.

“O Google Glass representa uma barreira social profunda para o consumidor médio”, explicou Joseph Farrell ao “Mashable”, vice-presidente executivo da Bite Interactive.

Dos que teriam coragem de usar os óculos futuristas, metade aproveitaria o gadget para tirar fotos, enquanto 40% disseram que fariam ligações com ele.

E você, teria coragem de usar o Glass? Ou acha que é pagar (muito) mico?


Lá do Mashable.

Foto: Reprodução.


“Smartphones são brochantes”, diz cofundador do Google usando o Glass
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Ana Ikeda

A saga de Sergey Brin para convencer o mundo de que o Google Glass, aqueles óculos que deixam as pessoas com ar de ciborgue, é a oitava maravilha do mundo não para. Dessa vez, em uma conferência no TED (série de palestras sobre Tecnologia, Entretenimento e Design), o cofundador do Google foi bastante didático ao criticar as limitações dos smartphones frente aos óculos futuristas da empresa: “É, assim, brochante”.

Para entender como ele chegou a essa conclusão, Brin falou de como pensava sobre a tecnologia no passado. “Quando começamos há 15 anos, minha visão era a de que a informação viria até você conforme você precisasse dela”, disse.

A questão para ele é que ao olhar para nossos smartphones em busca de informações, nos desconectamos das outras pessoas. “É dessa forma que você interage com as pessoas? O futuro conectado são apenas pessoas andando, curvadas, olhando para baixo, esfregando um pedaço de vidro”, questionou Brin, um tanto perspicaz.

Captou a comparação?

“É, assim, brochante. É isso que você deveria fazer com o seu corpo?”, indagou.

Vale lembrar que o Google Glass, ao contrário de um smartphone, é uma tecnologia para vestir, com intuito de funcionar como uma extensão do corpo. A informação vem até você. Os óculos do Google são capazes de transmitir vídeo ao vivo, com áudio (tem um pequeno microfone embutido), além de ter um pequeno alto-falante, para que a pessoa possa se comunicar com os outros. Eles vêm ainda com sensores como giroscópio, acelerômetro e bússola. Parecido com um smartphone, de qualquer forma…

“Eu tinha um tique nervoso. O celular era meu ‘hábito nervoso’. Se eu fumasse, eu provavelmente fumaria no lugar disso, pareceria mais descolado [que usar o celular] ”, brincou o cofundador do Google. “Mas eu realmente abri meus olhos para ver quando tempo da minha vida passei me isolando em e-mails.”

Já dá para afirmar que o tique nervoso subiu à cabeça, não, Brin? Inclusive, segue nosso apelo abaixo:

Procura-se: foto do Sergey Brin sem Google Glass.

Lá do TED.

Foto: Reprodução/James Duncan Davidson/TED.


Fight! Microsoft ataca “falta de privacidade” no Gmail e lança petição online contra o serviço
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Ana Ikeda

Depois de lançar o Outlook.com, serviço concorrente ao Gmail, a Microsoft resolveu adotar uma postura bastante agressiva para propagandear o produto. Depois de uma pesquisa com alguns usuários de serviços de e-mail, a empresa fez “descobertas assustadoras” sobre o que eles sabiam de privacidade na internet. Resolveu então criar um site com uma petição online para usuários dizerem ao Google “pare de vender meus dados pessoais”. E, claro, sugere que eles usem o Outlook.com, que “respeita” a tal privacidade.

Eis alguns dados da pesquisa, feita pela Microsoft com 1.006 adultos entre 1° e 4 de fevereiro deste ano, publicados pelo site “Marketing Land”:

- Sete em cada dez americanos não sabiam que grandes provedores de e-mail “escaneavam” conteúdo das pessoas dos e-mails para oferecer anúncios direcionados.

- Oito em cada dez americanos consideram a prática uma invasão de privacidade.

- Nove em dez americanos desaprovam a prática.

- Nove em dez americanos disseram que deveria haver uma forma de optar por não ter dados seus escaneados.

- Nove em dez americanos disseram que os provedores de e-mail deveriam ser proibidos de escanear esses dados.

O Google, por enquanto, não comentou a campanha publicitária da Microsoft.

Para os que não querem esperar o Google tomar uma atitude a respeito da petição, seguem algumas dicas abaixo para ajustar as configurações da sua conta e garantir (um pouco) mais de privacidade.


Lá do Marketing Land.

Imagem: Reprodução.


Google libera imagens de data centers e revela personagens do “Star Wars” como funcionários
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Guilherme Tagiaroli

O Google publicou imagens de centros de dados (data centers) da empresa em todo o mundo. A empresa, inclusive, liberou um site específico para que os usuários consigam ver alguns detalhes da infraestrutura dos lugares que guardam os e-mails do Gmail ou dos vídeos do YouTube.

Porém, um recurso que acabou tendo menos destaque é o fato de agora ser possível fazer uma navegação no estilo “Street View” pelos centros de dados do Google. E foi, por meio desta funcionalidade, que um leitor da revista americana “The Atlantic” achou um stormtrooper supostamente trabalhando como segurança do data center do Google de Lenoir, na Carolina do Norte (EUA). Para quem não sabe, os stormtroopers são soldados clonados de elite presentes no filme “Star Wars”.

Além disso, há ainda um pequeno robô R2-D2 também da série “Star Wars”. Na saga do diretor George Lucas, o robô é responsável por consertar astronaves.

Os personagens claramente são um “easter egg” (pegadinha) do Google — aliás, ainda não existe legislação trabalhista específica sobre direitos e deveres de robôs ou de clones, né?. A expressão americana é usada para designar pequenas dicas, pistas ou brincadeiras escondidas que remetem a uma charada ou piada.

No álbum abaixo, do ano passado, é possível ver algumas pegadinhas presentes em sites ou programas, veja abaixo:

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Lá do The Atlantic e do Street View

Imagem: Reprodução


Vai viajar? Página do Google Maps reúne dicas de acordo com a experiência do viajante
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Ana Ikeda

Pode ser que você use muito o Google Maps para ver um trajeto daqui até ali (de uma rua da sua cidade até outra rua na sua cidade). Mas o serviço de mapas tem recursos que ajudam quem vai um pouquinho mais longe que isso – e até separa dicas de acordo com a experiência do viajante (e também pela falta dela).

A página em questão é a Travel Tips, lançada recentemente pelo Google, que traz dicas (por enquanto, só em inglês) para viajantes, agrupando vários serviços do Maps para uso em dispositivos móveis. Dá para navegar na página por níveis de usuários (engraçadinhos!), como guerreiro viajante das estradas, globetrotter internacional, viajante doméstico, aventureiro ao ar livre, curioso local e o viajante virtual. Faltou só o Mochileiro das Galáxias, mas aguardem.

Ícones de semáforos mostram em quais cidades o recurso de ver o trânsito em tempo real está disponível

São pequenas sugestões de como o serviço de mapas pode dar uma mãozinha na sua vida, explicou ao UOL Tecnologia Daniel Sieberg, “evangelista” do Google Maps. “A tecnologia de mapas evoluiu muito e está mais exata e abrangente”, disse Sieberg — ele próprio  um viajante assíduo (algo entre as categorias viajante das estradas e globetrotter internacional, acreditamos).

Quer um exemplo concreto? Digamos que você vai viajar para alguma cidade e não tem noção de como é o trânsito por lá. Então, dê um pulo no Google Maps e veja a condição do tráfego em tempo real. Cidades como São Paulo (e região metropolitana), Santos, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza e Recife têm o trânsito mapeado lá. No total, 187 países têm informações de tráfego disponíveis.

Às vezes a informação que você precisa é visual – aí entra o Street View (não, não serve só para você se divertir caçando flagras como esses aqui), que mostra imagens dos locais em 360º. “Eu e minha mulher, por exemplo, precisamos saber se conseguimos passear com o carrinho de bebê em certos locais”, exemplifica Sieberg. Outro exemplo pessoa (desta que vos escreve): saber se tem um estacionamento nas redondezas da rua de destino. Prático e útil. Já são cerca de 3 mil cidades em 40 países com imagens disponíveis no Street View.

Usuários de Android (e de versões móveis do Maps a partir da 6.0) podem ainda ver mapas do interior de alguns locais, como por exemplos aeroportos (útil para não se perder naqueles que são gigantescos). Mas, por enquanto, o recurso só está disponível para alguns locais nos EUA, Reino Unido e Japão. E se você pretende usar o transporte público no local de destino, pode encontrar cerca de 1 milhão de pontos de paradas de ônibus, metrô, trem e afins.

Um dos recursos mais bacanas, porém, ainda não está disponível no Brasil (#demorô). O acesso a mapas offline é uma mão na roda para ficar independente da conexão de internet (e suas tarifas): você faz a busca por um endereço e baixa a seção do mapa que vai precisar. Bem, se você vai viajar para o exterior, já pode pelo menos usar o recurso para mapas em 150 países (veja lista).

E, claro, não esqueça sua toalha.

Lá do Google Travel Tips.

Imagem: Reprodução.