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“Família” de smartphones vai de usuário básico a avançado; veja as diferenças entre modelos
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Ana Ikeda

Com tantas opções de smartphones no mercado, o consumidor provavelmente se sente um tanto perdido na hora de escolher um desses aparelhos. Já demos dicas básicas aqui para quem pretende comprar o seu primeiro celular inteligente, falando sobre o perfil de cada usuário e qual recurso ele deveria procurar no aparelho. Agora, vamos pelo caminho inverso, mostrando uma linha de smartphones e a qual perfil eles buscam atender.

Como exemplo, vamos usar a linha Xperia, da Sony, com sistema Android. Isso porque recentemente a empresa lançou três modelos no Brasil (Xperia S, P e U) que são muito parecidos por fora, mas se destinam a públicos de consumidores bem diferentes.

Sony Xperia S, P e U: comparação entre ”irmãos”

Veja Álbum de fotos


Perfil #1 – Jovens, mulheres, iniciantes ou “pão-duros”

Você tem um celular básico ou já teve seu primeiro smartphone. Mas ele na verdade estava mais para celular básico “espertinho” do que propriamente “inteligente”. Não era lá muito rápido, tinha uma tela touch meio empacada e era desconfortável para navegar na internet. O que você quer? Um smartphone de fato “smart”, que não deixe você com inveja daquele seu amigo com um iPhone.

Se você é mulher, não vai dar trela para aparelhos grandes, que não caibam naquele compartimento especial da bolsa (infelizmente ainda feito para um celular basicão caber) ou no bolso da calça (#baladafeelings). Nota: óbvio que uma mulher não vai basear a escolha de um smartphone exclusivamente por esses parâmetros, mas se ela procura um aparelho delicado e com funções básicas vai passar longe dos smartphones de Itu. Nota #2: Minhas bolsas não têm compartimento para iPad, mas carrego o tablet nelas mesmo assim. :P  

Se você é “xóvem” (traduzindo: jovem), quer uma opção com cara de “xóvem”. Isso significa mais opções de cores e personalização.

Se você anda sem grana (ou é pão-duro convicto), prefere um smartphone com preço no “máximo estourando” de R$ 1.000. Muito mais que isso é gastar dinheiro à toa (com recursos adicionais que você não vai aproveitar tanto). Muito menos que isso… é gastar dinheiro à toa também (com recursos a menos que vão decepcioná-lo).

Apelidado carinhosamente de “Júnior” na linha, o Xperia U (R$ 899) é o smartphone que se encaixaria para pessoas com esse perfil. É um aparelho pequeno, sem ser extremamente minimalista. Cabe confortavelmente na palma da mão e é bem levinho.

No quesito “de fato smart”, o aparelho traz um processador dual-core e Android 2.3 (com atualização prevista até o final deste ano), que garante ao celular funcionamento sem “engasgos” como os encontrados em smartphones muito básicos. A tela de 3,5 polegadas é praticamente igual à do iPhone 4 (mas levemente mais alongada), tem boa resolução de imagens e ótima resposta a comandos por toque. Isso garante uma navegação “okay” em sites, sem você ficar com aquela impressão que já não enxerga tão bem de perto.

Para quem gosta de um mundo mais colorido (não é meu caso), o smartphone “brilha muito”. Tem uma faixa de display transparente que a cada toque pisca na cor do tema escolhido (no meu caso, excepcionalmente, roxinho). Quando você vai passando fotos da galeria do celular (rufem os tambores e toquem os sinos), essa faixa muda de cor de acordo com o tom predominante da foto. Essencial para impressionar os amigos “xóvens”. A câmera, aproveitando, é de 5 megapixels (como a do iPhone 4), o suficiente para quem quer postar fotos no Instagram. E, para ainda mais cor na vida, ele vem com mais uma opção de capinha inferior (preta + rosa ou preta + amarela ).

Veja os detalhes técnicos do Xperia U 

Procurando um celular basicão? Conheça opções

Perfil #2 – Experientes, discretos e comedido$

Você já tem um smartphone, mas ele já está com os dias contados. A bateria já não dura tanto, ele anda engasgando em algumas tarefas, o sistema operacional não tem mais atualização para esse hardware, a tela riscou… ou simplesmente você cansou dele (acontece, acontece). Chegou a hora de seguir em frente sem ele. #R.I.P

A diferença aqui para quem pretende comprar um smartphone top de linha é tênue, mas tem relação com o dinheiro que você pretende gastar no “upgrade” do aparelho. Aqui vale o custo-benefício: você vai investir em um smartphone melhor que seu atual e quer um conjunto de recursos bacana.

Um smartphone intermediário tem configuração que vai demorar mais para ser deixada para trás. Aliás, essa configuração dele, há um ano, era a de um top de linha lançado no mercado. Ele pode não ser barato como os básicos, mas pelo menos não beira os R$ 2.000, gasto que pode ser considerado exagerado por alguns.

No caso, o Xperia P (R$ 1.399), irmão do meio da linha, combina algumas características top com outras mais básicas. O processador e o sistema operacional são os mesmos do Xperia U. Mas o smartphone é mais confortável que o “Júnior” por trazer uma tela maior, de 4 polegadas, sem ficar “pesadão”: são só 20 gramas a mais.

Um dos destaques do aparelho é a câmera de 8 megapixels (resolução equivalente à do iPhone 4S), suficiente para você cogitar levar apenas o smartphone na sua próxima viagem de férias e deixar a câmera digital em casa.

No quesito design, aqui a coisa fica mais sóbria. O colorido jovial dá lugar a uma cor neutra (cinza metálico), mais elegante e discreta. Todo aquele brilho do display transparente dá lugar a uma iluminação não tão “de balada”.

O modelo dá suporte à tecnologia NFC, ainda pouco usada no Brasil. Fora daqui, por exemplo, basta aproximar o celular do caixa para usá-lo como cartão de crédito. Aqui, dá para usar o Xperia P com SmartTags, etiquetas que guardam configurações e funcionam como atalhos. Em vez de ir até o menu de viva-voz na tela do celular, basta aproximá-lo da SmartTag correspondente.

Veja os detalhes técnicos do Xperia P

Outra sugestão: Samsung Galaxy Lite

 

Perfil #3 – Exigentes, gastadores, “fotógrafos” e “fanboys”

Você sempre está atrás das últimas novidades tecnológicas – e provavelmente não se importa em gastar (muito) em algo recém-lançado no mercado. Você quer um smartphone que impressione (você e os outros), com o máximo de recursos possíveis.

Aqui, também se encaixam os “fanboys”: embora o termo seja comumente usado para nos referirmos aos fãs obstinados da Apple, podemos pegá-lo emprestado. Você é fã da marca e quer ter o smartphone que ela indica como sendo o mais potente de todos.

Certamente, tamanho para você é documento: quanto maior o aparelho, melhor. Tanto no quesito praticidade na visualização de fotos, vídeos e internet, quanto no “vamos impressionar os amigos com meu super celular”.

Outro perfil de consumidor aparece aqui: o fotógrafo. Aquele que só vai ser convencido na compra caso o smartphone possua, além de uma resolução “impressionante” na câmera, um software de fotos que corresponda à altura dos muito megapixels que ela traz.

Nesse caso, há o Sony Xperia S (R$ 1.799), embora ele já esteja atrás dos novos supersmartphones no mercado, que já trazem processadores quad-core. Com seu dual-core com mais 1,5 GHz, superior aos irmãos mais novos da linha, o Xperia S é rápido (mas podia ser mais). Decepciona também a falta de atualização do Android 2.3 para o Ice Cream Sandwich (afinal, o Jelly Bean já vem batendo na porta também). Segundo a Sony, isso deve ocorrer por volta de setembro deste ano.

Sendo assim, o destaque mesmo é a supercâmera do Xperia S. São 12,1 megapixels que permitem fotos boas o bastante para você ver na telona plana da sua TV sem perder resolução – a visualização na tela de 4,3 polegadas também é excelente. Ela é combinada ao sensor Exmor, tecnologia que melhora bastante fotos tiradas em ambientes com luminosidade adversa (muita ou pouca).

O software da câmera também é um caso à parte: assim como câmeras digitais, vem com cenas pré-configuradas (retrato, paisagem, festa, praia, cena noturna, etc) que podem ser ajustadas automaticamente se você preferir. Vem também com redução de olhos vermelhos e recurso de tirar fotos panorâmicas. Sim, deixe sua câmera digital em casa.

Veja os detalhes técnicos do Xperia S

Conheça aparelhos top de linha à venda no Brasil


Designer cria conceito de iPhone 5 revestido de metal líquido e com botão de home virtual
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Ana Ikeda

Com a profusão de smartphones com tela de 4 polegadas para cima sendo lançados, é de se esperar (e suspirar) por um novo modelo de iPhone com tela maior — o atual tem 3,5 polegadas. Bom, enquanto a Apple não dá pistas sobre como será o iPhone 5, um designer francês resolveu imaginar como seria EXCELENTE um aparelho com espaço maior para a tela. Para não economizar no quesito criatividade, o smartphone teria ainda uma carcaça de metal líquido. Caros, sejam bem-vindos ao mundo do design conceitual.

Antoine Brieux aproveitou alguns rumores de que a Apple usaria o liquidmetal ou “metal líquido”, um material que não tem nada a ver com aquele fictício de “O Exteminador do Futuro” (pois é, não é líquido), mas é ultrarresistente à corrosão e desgaste, além de ser moldável em formas complexas (veja aqui a explicação do UberGizmo).

O uso do material permitiria ao iPhone 5 ser bem mais fino e levinho que o modelo atual, o iPhone 4S (que já foi superado nos dois quesitos por vários concorrentes). Vale lembra que a patente do liquidmetal foi comprada pela Apple há dois anos.

O francês imaginou ainda que seria para lá de bacana e útil que o iPhone 5 tivesse um botão de home “virtual”, o que aumentaria de primeira o espaço de visualização da tela do smartphone. Com a morte do botão físico, seria possível assistir a vídeos no aspecto 16:9 (atualmente, o que vemos na tela é o 4:3).

Se o iPhone 5 for um pouquinho parecido com o conceito de Brieux, fãs da Apple já iriam ao delírio. Porque ninguém mais aguenta andar com o tijolinho no bolso…

Gostou do conceito francês? O que acha não pode faltar no novo iPhone?

Lá do Cult of Mac.

Imagens: Reprodução.


LG Optimus 3D: smartphone de R$ 1.999 dispensa óculos e deixa jogos mais divertidos
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Ana Ikeda

É impossível começar este review sem falar do iPhone 4S, apresentado na terça (4) pela Apple. Não, não me encaixo no perfil applemaníaco (acredite, leitor, temos um exemplar desse espécime aqui no @UOLTecnologia :P ) e sei que o mundo não gravita em torno da empresa da maçã (se você acha que sim, é um direito seu). Mas o smartphone do qual falarei aqui, o LG Optimus 3D, está quilômetros à frente do concorrente recém-lançado. Chora, Apple.

Há pouco tempo escrevi sobre a chegada de uma nova era, a dos supersmartphones, cujo exemplo mais evidente, para mim, ainda é o Samsung Galaxy S II. São aparelhos com uma tremenda configuração: processador dual core, tela imensa, câmera potente e um recheio adocicado (sabor Android é o mais pedido). O LG Optimus 3D faz parte dessa nova categoria de smartphones, mas como diz seu nome, com um tcharã-rã-rã a mais: produz e exibe imagens tridimensionais. Sem que você precise usar óculos especiais.

E você aí, iPhone 4S, se gabando de um Sirizinho

Conheça detalhes da configuração do Optimus 3D

Veja Álbum de fotos

Esse é o primeiro aparelho com capacidade 3D do mercado e, sinceramente, não acredito que outras fabricantes se animem tão cedo a lançar um concorrente. Apesar de não ter o tal do efeito Brad Pitt (saiba mais sobre esse fenômeno aqui) e ser um aparelho mais gordinho (pesa 169 g e tem 11,9 mm de espessura), o Optimus fisga o usuário pelo mundo das três dimensões. As fotos ficam mais legais; os vídeos muito mais impactantes e os jogos, ah, meu caro, os JOGOS SÃO MUITO MAIS DIVERTIDOS.

A prova disso é que sempre achei o “Let’s Golf” a coisa mais sem graça possível. Mas não é que em 3D passou a birra? Outros jogos que vêm com o aparelho são “Nova” e “Asphalt 6″, também da Gameloft. Dá até para ajustar a profundidade do 3D. Porém, esse é o olhar de alguém não-muito-gamer sobre os games 3D (@UOLJogos, me perdoe).

Para aguentar o tranco, o smartphone vai um pouco além em termos de hardware que a concorrência, algo que a LG chama de “Tridual”. Além do processador de dois núcleos, que cada vez mais fabricantes têm adotado (não é, Apple?), o Optimus 3D trabalha com dual-channel e dual-memory.

Não captou? Então imagine que você tem uma super Ferrari, mas de nada valem os muitos cavalos de potência se você está com ela parada no trânsito, porque o número de carros é tanto que não há fluidez. Ou seja: para aproveitar o poder de processamento, é necessário que a transferência de dados seja rápida, o que envolve a memória e os canais, que no Optimus são duplos (e nos outros smartphones são simples). Na navegação em sites, a diferença não é tão perceptível, mas é justamente no uso dos aplicativos e no desempenho gráfico que o smartphone se sobressai.

Além de gravar conteúdo 3D em HD (e 2D em Full HD), é possível passar fotos e vídeos do formato 2D para 3D. Futuramente, adianta a LG, isso também será possível com jogos e aplicativos em duas dimensões. Outra vantagem é que o kit básico do aparelho já vem com cabo HDMI, passando a imagem do aparelho para TVs tela plana.

Como nem tudo são flores…
Um smartphone com tecnologia 3D é muito bacana e você de fato vai chamar atenção ao sacá-lo do bolso nas festinhas, cafezinho do trabalho e reuniões de família. Mas com quem você vai compartilhar o conteúdo 3D fora do aparelho? Além do YouTube 3D, são escassas as opções. Vale avisar também que a loja de aplicativos própria da LG, a Smart World, ainda não dispõe de uma grande variedade de títulos em 3D. Ao acessar o canal 3D, o que encontrei foi a mensagem “Não há itens”…

Apesar de ser muito legal jogar em 3D, algumas coisas incomodam um pouco. Controlar o jogo direto na tela 3D foi uma delas; não tem aquele conforto do controle físico de um Nintendo 3DS. Mas há de se dar um desconto ao smartphone, que não pretende substituir um console portátil, como um Xperia Play. Também não cheguei a sentir desconforto (olha que fiquei horas a fio jogando no domingo, depois de acabar a energia elétrica lá em casa), porém não é todo mundo que se sente bem olhando tanto tempo para as imagens em 3D.

A bateria de 1500 mAh é um dos pontos fracos. Quatro horas ininterruptas de jogos e lá veio o aviso de que seria bom ligar o smartphone na tomada. A boa notícia é que, para dar uma carga completa, não demora muito (cerca de 1h30).

O uso intenso também leva o Optimus 3D a esquentar bastante. Nada que queime a mão ou leve o celular a travar, mas foi um fenômeno um tanto estranho.

Por fim, o preço: R$ 1.999 desbloqueado. Essa tem sido a média cobrada por aparelhos top de linha aqui no Brasil e que pode afastar aquele usuário que quer um smartphone bacana, porém mais em conta (o Galaxy S II já é encontrado por R$ 1.799). Falta ainda ao Optimus 3D a atualização para o Android Gingerbread (2.3), que segundo a fabricante ocorrerá só em dezembro.

A questão, no final, é você considerar se realmente precisa de tudo isso num celular. Certamente, é um smartphone para consumidores em busca de tecnologia bem fresca (no sentido de nova, veja bem).

Leia mais:

Detalhes técnicos: Página da fabricante traz especificações do Optimus 3D

Vídeo: Conheça de perto o LG Optimus 3D


Capa com cara de bíblia antiga esconde iPhone e ainda serve de carteira
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Guilherme Tagiaroli

Após comprar um smartphone caro, a reação mais comum do usuário é sentir certo desconforto em expor o seu aparelho em público. No entanto, não necessariamente pensando nisso, a empresa americana Twelve South’s desenvolveu uma capa para iPhone 4 que parece uma bíblia antiga

Chamada de BookBook, a capa é toda feita de couro e com ela o usuário consegue camuflar seu smartphone e ainda guardar alguns documentos no case, que também serve como uma carteira.

Lógico que você não vai conseguir colocar o que você costuma colocar em uma carteira convencional, porém ela consegue quebrar um galho para situações simples. Nela é possível, por exemplo, guardar a carteira de motorista, dois cartões e dinheiro em um compartimento escondido.

Por ser um pouco maior que o iPhone, a capa cabe no bolso e permite facilmente que o usuário atenda ao telefone sem tirá-lo do case.

No site da fabricante, a capa BookBook custa US$ 60 e de quebra ajuda quem morre de medo de ter o iPhone roubado – a propósito, você já viu alguém tentando roubar uma bíblia?


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Lá do TwelveSouth via Engadget
Imagem: Divulgação


Morram de inveja, applemaníacos: celular conceito atualiza hardware como se fosse Lego
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Ana Ikeda

Se você acha o iPhone “o melhor smartphone do mundo”, não desgruda dele, não consegue viver sem ele, ficou horas na fila madrugada a dentro para conseguir o último modelo… pule este post.

Estamos aqui para falar de um conceito revolucionário que a Apple faz questão de ignorar: o de um celular que permite ao usuário trocar partes do hardware conforme o mundo evolui… Sim, sem ter que jogar fora tudo quando é lançado um modelo mais rápido, com tela de imagem melhor e câmera com maior resolução.

Nem um cartão para expandir a memória dá para colocar, Jobs!

Pois bem, o designer Simon Lyons criou o Modula, que como o próprio nome sugere, tem módulos removíveis. Cada um deles abriga diferentes dispositivos – câmera, memória, processador, etc – que podem ser substituídos por novas peças conforme a tecnologia é atualizada (tipo, uma vez por semana!)

O Modula traria tela multitouch resistente à marcas de dedos, é dual SIM (dá para usar dois chips de operadoras diferentes), falantes estéreos e câmera para fotos e vídeos.  Sim, por enquanto é apenas um modelo conceitual.

É fã da Apple e chegou até o final do post? Então conte para nós o que você fez com seus aparelhos (#1, #2, #3, #3GS…) agora que está com o iPhone 4. Ou que fará com o #4 quando o iPhone #5 for lançado ano que vem…

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Lá do Design Blog.
Imagem: Divulgação.


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