Blog do UOL Tecnologia

Aplicativo tira fotos de quem tentar desbloquear iPhone 4 indevidamente
Comentários Comente

Rodrigo Vitulli

Atenção! Antes de ler o post, saiba que estamos falando de um iPhone desbloqueado, ou seja, que tenha passado pelo processo de jailbreak, o que, sob algumas restrições, é permitido em alguns lugares do mundo. Pena que seja só com jailbreak porque a ideia deste aplicativo é realmente genial.

Trocando em miúdos, o iGotYa (que dá para traduzir como “Te Peguei”) tira uma foto de quem tentar acessar seu iPhone 4 com uma senha errada. Muito útil se o seu aparelho for roubado ou perdido. Depois de tirar o a foto, o próprio aplicativo se encarrega de mandá-la para o seu e-mail, junto com a localização exata do aparelho, de acordo com o GPS. Daí, se você vai reaver o aparelho, é outra história, mas é, sem dúvida, muito útil.

O lado negativo é que só é possível comprar o aplicativo de US$ 6 dólares através da loja Cydia, uma loja paralela à App Store que só funciona quando o aparelho é desbloqueado.

Lá do Gizmodo
Imagem: reprodução


Comercial ‘explosivo’ cria interação entre diversos tipos de softwares
Comentários Comente

Rodrigo Vitulli

Claro que a gente não vai fazer nenhuma propaganda, mas quando a ideia é tão boa quanto a do vídeo a seguir, vale a pena postar. Este comercial da Intel tenta exemplificar a capacidade de seu novo processador de uma forma original: uma agente secreta tenta escapar de capangas utilizando as ferramentas do computador. Para isso, cria uma interação nunca antes vista entre browsers, media players, comunicadores, jogos, editores de texto, imagem e todos os programas que a gente usa todo dia.

Quem gosta de tecnologia, animação e ação tem que reservar 1:55 para assistir ao “The Chase” (A Perseguição). Vale a pena.

Lá do Neatorama


Japoneses criam jogo controlado por xixi (e que deve afiar a mira dos homens ao vaso)
Comentários Comente

Rodrigo Vitulli

Os japoneses da Sega talvez encontraram uma ótima arma contra os homens ruins de mira, um jogo controlado por xixi. Lógico, quem vai querer fazer as necessidades fora do vaso, quando se pode bater um recorde urinando direitinho?

O jogo é chamado de Toylet (criatiiiiiiivo) e, quando o homem urina em um determinado ponto do mictório, um sensor mede a intensidade, velocidade e quantidade de líquido do jato. Depois, uma tela de LCD, com animações e música, mostra gráficos sobre o desempenho do rapaz aliviado. Para isso, é necessário bastante pontaria.

Há várias modalidades de jogo. Em uma delas, por exemplo, o jogador é convidado a limpar uma pichação de grafite em um muro virtual com a força do xixi; em outra, a maquina faz uma competição entre quem está tirando água do joelho, com quem aliviou-se anteriormente para tentar descobrir quem tem o jato mais forte (todo menino/moço/homem vai adorar essa brincadeira, não mintam).

Claro que de inocente a ideia não tem nada. Os desenvolvedores do projeto Toylet pretender monetizar a novidade exibindo anúncios durante a performance, vulgo urinada. A expectativa é que protótipos do “xixi-game” sejam instaladas em quatro estações de metrô de Tóquio.

Conheço algumas centenas de mulheres que exigem uma versão caseira da brincadeira.

Clique para ver o vídeo demonstrativo (calma, é uma simulação).

Lá do The Daily Mail
Imagem: reprodução


Relógio da McIntosh simula o tradicional amplificador de som
Comentários Comente

Rodrigo Vitulli

O que este relógio tem de super tecnológico? Bem, nada. Mas, em compensação, tem um design show. Ele reproduz com exatidão um amplificador da marca McIntosh, muito popular nos anos 60 e que até hoje é referência em áudio. O “nome cinetífico” do relógio é MCLK12 e, como podem ver, tem dois display semelhantes àqueles usados para indicar intensidade do áudio. Só que estes são reservados para marcarem os minutos e as horas.

O preço do MCLK12, que também pode ser pendurado na parede, é tão incrível quanto e ostenta a pompa caraterística da marca : US$ 2.000. Uma tentação para os admiradores, mas um sonho distante quem quer só saber a hora.

A McIntosh ainda não divulgou a data de lançamento.

Lá do Dvice
Imagem: divulgação


Suposto “Playstation Phone” é avistado emulando jogos da primeira versão do console
Comentários Comente

Rodrigo Vitulli


Na imagem, o inesquecível ''Resident Evil 2''

A gente resolveu escrever este post porque o Playstation Phone não é mais um protótipo, é um mito, quase uma divindade. Afinal, ele é visto por aí, mas ninguém consegue comprovar nada. Uns juram que existe, outros acham que é fake. O fato é que vários vídeos pipocam por aí, dando a impressão de que o aparelho é concreto e está prestes a ser lançado.

Este último parece derradeiro e definitivo. Jogada de marketing ou não, o vídeo percorreu blogs do mundo todo. Ele mostra um suposto Playstation Phone emulando jogos do Playstation One, a primeira versão do console. Dizem que o nome oficial do Playstation Phone é Xperia Play, mas também é conhecido por Zeus Z1. Roda Android, mas ninguém confirma a versão o sistema operacional. O jeito é conjecturar e esperar por uma palavra oficial da Sonny. Mas, já dizia minha avó, quem cala, consente.

Ah, claro!, aqui está o vídeo.

Lá do Engadget
Imagem:
reprodução


Book Saver promete facilitar a digitalização de sua biblioteca
Comentários Comente

Rodrigo Vitulli

O Book Saver da empresa Ion pode não ser muito prático, mas é muito útil. O próprio nome já diz tudo, e a foto exemplifica. O Book Saver é um escâner de livros. Útil porque é todo preparado para tirar cópias digitais e salvar automaticamente em um cartão SD, que pode ser colocado no compartimento superior. Pouco prático porque as páginas têm de ser viradas manualmente.

Funciona assim: duas câmeras com flash tiram fotos da superfície do livro separadamente. Depois, salvam o livro em um arquivo único e compatível com a maioria dos e-readers disponíveis no mercado. O ponto positivo é que o fabricante garante que o ângulo no qual o livro deve ser posicionado é ideal para uma melhor imagem. Além disso, o Book Saver leva apenas um segundo para escanear as duas páginas.

O preço anunciado pelo fabricante é de US$ 199. O produto deve estar disponível para venda no começo de março.

Lá do Ubergizmo
Imagem: divulgação


Aplicativo “VLC” é retirado da App Store
Comentários Comente

Rodrigo Vitulli

Pouco mais de dois meses após o lançamento, o aplicativo VLC para iPhone/iPod Touch/iPad foi removido da App Store. O player de vídeo de código aberto, bastante conhecido no mundo dos PCs por “rodar qualquer tipo de vídeo” estreou nos aparelhos da Apple com vários bugs, é verdade, mas fazia um sucesso relativo entre os que desejavam mais liberdade para reproduzir outros formatos de vídeos.

Dessa vez não foi a Apple responsável por “censurar” o aplicativo, mas Rémi Denis-Courmont, um dos idealizadores e coordenadores do projeto. Rémi entendeu que a gestão de direitos autorais da Apple (DRM) não condiz com as propostas e ideologias do projeto GNU, um projeto de colaboração em massa para desenvolvimento de software livre, do qual o VLC faz parte, e pediu aos administradores da loja virtual para que o aplicativo fosse removido.

Notícia triste 🙁 : como a nova App Store para Mac possui a mesma política de direitos autorais, a probabilidade de termos o VLC afastados dos Macs é grande.

Lá do LifeHacker
Imagem: divulgação


Boato sobre fechamento do Facebook espalha-se pela web
Comentários Comente

Rodrigo Vitulli


Até onde a gente sabe, Marcos anda feliz da vida (às vezes de roupão) pelos corredores do QG do Facebook

O maior site de relacionamento do mundo foi vítima, vejam só, da própria internet. No último dia 8, um boato sem pé nem cabeça dizia que o Facebook iria encerrar as atividades no próximo dia 15 de março. Curioso é que a notícia foi divulgada por um site de humor, ou seja, claramente uma brincadeira, mas tomou proporção inimaginável a medida que passou a ser divulgada na própria rede social.

A matéria do site ''Weekly World News'', que faz brincadeira com a confiabilidade do próprio conteúdo já do slogan, dizia que Mark Zuckerberg estava exausto e que havia perdido o controle do Facebook. Mark também teria dito que a rede social arruinara com a própria vida. Como dizem os próprios americanos, “bullshit”, bobagem, besteira, calúnia, conversa, embuste, fraude, tramoia, gozação, velhacaria. Mark nunca disse isso e nem tem pretensões de tal.

O fato é que a notícia espalhou-se ferozmente pela rede. A prova disso é um relatório do Google Trends, que traz os termos mais buscados do dia: “is Facebook shutting down” (Facebook irá acabar, em tradução livre) foi o 14º termo mais buscado do dia.

Portanto, senhores, fiquem tranquilos. Se vocês ouvirem qualquer coisa do tipo, saibam que é mentira. O próprio Facebook divulgou um comunicado desmentindo qualquer boato. Diz o comunicado: “Não recebemos nenhum aviso sobre o encerramento da atividades, então continuaremos a trabalhar normalmente. Não iremos a lugar algum. Estamos apenas começando.”

Lá do Huffington Post
Imagem:
Paul Sakuma/AP


Conheça Brian Westerfield, o ladrão de celular mais estúpido do mundo
Comentários Comente

Rodrigo Vitulli

Estão preparados para conhecer o ladrão mais estúpido do mundo? Seu nome é Brian Westerfield e recebeu esse honorável título por protagonizar uma das histórias sobre roubos mais hilária de todos os tempos.

Segundo o jornal local, tudo aconteceu nos arredores de uma loja do Walmart no estado de Idaho, EUA. Uma vítima – que não teve o nome divulgado – havia acabado de comprar um smartphone e o testava, ainda sem tirar o plástico protetor, quando Brian Westerfield, o gênio, sorrateiro como um urso polar, arrancou o aparelho da mão da vítima, que, por sua vez, procurou a delegacia de polícia mais próxima para registrar o ocorrido.

“Ok, Gigablog. Cadê a novidade?”

Brian foi tão estúpido, mas tão estúpido que, logo após o roubo, atendeu uma ligação de um suposto comprador para o aparelho. E claro, quem era a única pessoa que poderia ligar e que sabia do roubo? A vítima! Neste caso, um policial se passou por comprador para ludibriar o ladrão e marcou um ponto de encontro para que pudesse “comprar” o aparelho. Brian foi (e sem suspeitar de nada). Quando percebeu que foi vítima de uma emboscada, “tadinho”, correu. Correu tanto que foi facilmente capturado pelos policiais. O ladrão mais estúpido do mundo pode pegar até cinco anos de prisão pela tentativa de roubo.

Lá do Kboi2
Imagem:
reprodução


Cientista mostra eletrônicos dos anos 80 para crianças (e a cara de interrogação delas é impagável)
Comentários Comente

Rodrigo Vitulli

O Game Boy foi lançado há 21 anos. Não é tão velho assim. Mas a carinha de interrogação destas crianças ao ver o produto pela primeira vez é de deixar os mais velhos de cabelos em pé (ou mais brancos). Elas reconhecem que é um videogame de mão, mas espantam-se com tamanho e mal sabem o que fazer com o cartucho.

O estranhamento aumenta a medida que produtos mais antigos vão sendo apresentados à criançada. Na jovem mente delas, um disquete vira um case de CD; uma delas o confunde com uma câmera. Aquele antigo mouse da HP, que usava uma esfera para movimentar a seta, sequer é reconhecido. Não é para menos, essas crianças têm, no máximo, 10 anos e cresceram em uma época em que iPods e DVDs (totalmente digitais) revolucionavam a indústria do entretenimento.

O experimento foi conduzido pelo pesquisador Jean-Christophe Laurence, especialista em mídias digitais, com simpáticas crianças da escola St-Grégoire-le-Grand, no Québec, Canadá.

Detalhe mais legal: aos 1:18 de vídeo, o garoto descreve o saudoso disquete como “algo para se colocar no iPod”. Hilário, confira:

Lá do Gizmodo
Imagem: Getty Images