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Categoria : Hardware

“Trambolhão”, óculos individuais 3D Rift se destacam pelo alto nível de imersão
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Guilherme Tagiaroli

Produzido pela Oculus VR, os óculos Rift ainda estão em fase de desenvolvimento

Há um tempo, a indústria tenta emplacar dispositivos 3D sem sucesso.  As feiras de tecnologia agora só falam de 4k, canais de televisão têm deixado de investir na tecnologia por falta de adoção e iniciativas individuais (como os óculos 3D da Sony lançados em 2011) são caras. Mesmo com esse cenário desanimador para a tecnologia, a Oculus VR desenvolveu o “trambolhão” Rift, que fornece uma das sensações 3D mais bem feitas já vistas por este blogueiro.

Ainda em fase de desenvolvimento e em demonstração durante o Short Stories Live (evento que reúne experiências de desenvolvedores na criação de aplicativos), os óculos 3D consistem em uma espécie de par de lentes de aumento “deformadas”, que fornecem uma visão periférica do conteúdo exibido.

Visão interna dos óculos Rift; dispositivo deve ser lançado para o público em 2014

Durante os testes feitos no estande da 8E7 (empresa de mídias digitais especializada em realidade virtual), os óculos Rift surpreenderam pelo nível de imersão. Diferente dos acessórios 3D usados para ver efeitos na TV, eles colocam o usuário em uma cena de forma muita realista.

Blogueiro testando os óculos Rift

A projeção exibida pela companhia de mídias digitais era uma espécie de montanha russa em um cenário medieval. Ao olhar para baixo, por exemplo, era possível ter a noção de altura. Para qualquer direção que eu movia a cabeça, os óculos mostravam a continuação da paisagem.

O nível de realidade é tanto que após tirar o acessório eu e outras pessoas que o testaram sentimos um pouco de tontura. Até que os sintomas foram leves, considerando que alguns sites internacionais, ao testarem por muito tempo, relataram até a sensação de náusea.

Os óculos Rift ainda estão em fase de testes. O objetivo da Oculus VR é lançá-lo no ano que vem para o público gamer e com suporte a conteúdos FullHD (1080p). Por enquanto, desenvolvedores interessados podem adquirir um por US$ 300 (cerca de R$ 691).

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Lá do Short Stories Live

Imagens: Guilherme Tagiaroli/UOL e Reprodução


Manual para vendedores da Apple proíbe pedir desculpas e incentiva feedback ”sem medo”
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Juliana Carpanez

Já contamos aqui quais palavras a Apple proíbe seus funcionários de usar. Agora essas informações de bastidores vão ainda além, com a publicação no site “Gizmodo” do manual usado para treinamento dos funcionários Genius (os “gênios” são responsáveis por atender às dúvidas mais específicas, além de resolver problemas de hardware e software para os clientes). Confira a seguir as principais curiosidades sobre o guia.

-  Os “gênios” passam por um treinamento de 14 dias que inclui temas como “o poder da empatia”.

-  A palavra “empatia”, segundo o “Gizmodo”, é repetida durante todo o manual. O vendedor deve se colocar no lugar da pessoa sempre.

-  Se um cliente entrar chorando na Apple porque seu disco rígido pifou, por exemplo, o vendedor nunca deve se desculpar de forma direta. “Não peça desculpas pela empresa ou tecnologia”, manda o guia. No lugar disso, é recomendado lamentar pelo que sente o cliente. “Sinto muito que você está frustrado” seria uma boa saída.

-  O manual ensina gestos vistos como positivos e negativos. De acordo com esses ensinamentos, um “olhar perdido” significa tédio. Sorrir indica abertura, enquanto mãos fechadas indicam defesa. Mão no quadril é sinal de agressividade e olhadinhas para o lado mostram suspeita. O “Gizmodo” também aponta itens que parecem fazer menos sentido, como a suspeita “denunciada” por uma coçada no nariz.

-  Importante: o fato de um “gênio” concordar com sua opinião não faz de você um… gênio. Isso porque esses funcionários são proibidos de discordar dos clientes, usando sempre o termo “turns out” (no contexto, algo como um “na verdade” bastante sutil).  O manual afirma que esse termo “faz parecer com que a verdade tenha surgido de repente”.

-  O manual recomenda muito feedback entre os funcionários da categoria Genius, que devem manter “um diálogo aberto diariamente”, com “intenções positivas”. O termo usado aqui é fearless feedback”, ou feedback sem medo. No livro, há exemplos de situações em que os funcionários devem ser avisados sobre excesso de perfume, necessidade de um banho, a forma como conversam com o cliente.

Em entrevista ao “Gizmodo”, um ex-gênio  confessou que os funcionários odeiam esse tipo de feedback. “Se alguém faz isso, ouvimos. Mas depois, temos uma vontade incontrolável de bater na cara dessa pessoa”, contou.

Bônus (o que os funcionário da Apple não podem dizer

- Um ex-vendedor contou ao site “Gawker” que a palavra “infelizmente” é proibida – não deve ser usada, por exemplo, quando um produto não está disponível.

-  “Isso não é recomendado” deve ser dito sempre que o cliente apresentar uma situação absurda (em que “isso é ridículo” for a melhor resposta). Exemplo relatado pelo “Gawker”: “Fui nadar com meu iPod e agora ele não funciona”. A resposta: “Isso não é recomendado”.

- “Problema” é outra palavra que está fora do dicionário dos vendedores. Em seu lugar usa-se “issue”, um sinônimo mais leve.

- Na contramão, há as frases que devem ser usadas. “Quais as suas dúvidas?” entra no lugar de “você tem alguma pergunta?”. Segundo um ex-vendedor, é uma estratégia para soar mais aberto aos questionamentos.

- Um especialista que trabalhou dois anos na Apple afirma ter visto muita pornografia ao transferir dados dos clientes – ao levar o conteúdo de um Mac velho para um novo, por exemplo. “Vi pessoas sendo demitidas apenas por olhar os álbuns de fotos dos usuários, para verificar se a foto havia sido transferida”, contou.

- Há relatos, ainda, de que funcionários da empresa fazem buscas na internet para evitar fofocas daqueles que trabalham ou já trabalharam na empresa.

Lá do Gizmodo

Foto: Reuters


Pesquisa aponta: usuários querem próximo iPhone com tela mais forte (ah, vá!)
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Guilherme Tagiaroli

Como no ano passado, a Apple não lançou em 2012 um novo modelo de iPhone durante o mês de junho. O que aponta para que a empresa mostre uma nova versão do aparelho em setembro (como fez com o iPhone 4S em 2011).

Mesmo sem ter dicas do dito iPhone 5, fãs do telefone da maçã já tem uma extensa lista de desejos.  Um site britânico de descontos entrevistou mais de 1,6 mil pessoas (nem todos donos de iPhone) para perguntar quais recursos elas querem que o novo aparelho tenha.

A opção mais votada, que também é a preocupação de 10 entre 10 donos de iPhone, na pesquisa do VoucherCodesPro.co.uk diz respeito ao display: 93% dos entrevistados disseram que querem um iPhone com tela mais forte.

Na sequência, vem a porta USB com 86% (alguns usuários do iPhone devem pedir isso desde o lançamento do smartphone, aliás quem não gostaria de espetar o pendrive no telefone e ver aquela bela apresentação feita em PowerPoint), uma câmera melhor (81%), tela maior (77%) e mais opções de armazenamento (64%) – o máximo que o iPhone suporta é 64 GB.

Fora do Top 5, os recursos mais pedidos pelos usuários são: que o smartphone seja mais leve (62%), maior resolução de tela (53%), processador mais rápido (39%), estrutura mais rígida (24%) e diferentes opções de cor (19%).

A gente já tentou fazer várias previsões de como vai ser o próximo iPhone (inclusive muitas batem com as respondidas pelos britânicos). No entanto, só em setembro (provavelmente) que a Apple dará mais detalhes do possível novo aparelho.

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Lá do VoucherCodesPro.co.uk

Imagem: Reprodução

Tags : iphone


“Família” de smartphones vai de usuário básico a avançado; veja as diferenças entre modelos
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Ana Ikeda

Com tantas opções de smartphones no mercado, o consumidor provavelmente se sente um tanto perdido na hora de escolher um desses aparelhos. Já demos dicas básicas aqui para quem pretende comprar o seu primeiro celular inteligente, falando sobre o perfil de cada usuário e qual recurso ele deveria procurar no aparelho. Agora, vamos pelo caminho inverso, mostrando uma linha de smartphones e a qual perfil eles buscam atender.

Como exemplo, vamos usar a linha Xperia, da Sony, com sistema Android. Isso porque recentemente a empresa lançou três modelos no Brasil (Xperia S, P e U) que são muito parecidos por fora, mas se destinam a públicos de consumidores bem diferentes.

Sony Xperia S, P e U: comparação entre ”irmãos”

Veja Álbum de fotos


Perfil #1 – Jovens, mulheres, iniciantes ou “pão-duros”

Você tem um celular básico ou já teve seu primeiro smartphone. Mas ele na verdade estava mais para celular básico “espertinho” do que propriamente “inteligente”. Não era lá muito rápido, tinha uma tela touch meio empacada e era desconfortável para navegar na internet. O que você quer? Um smartphone de fato “smart”, que não deixe você com inveja daquele seu amigo com um iPhone.

Se você é mulher, não vai dar trela para aparelhos grandes, que não caibam naquele compartimento especial da bolsa (infelizmente ainda feito para um celular basicão caber) ou no bolso da calça (#baladafeelings). Nota: óbvio que uma mulher não vai basear a escolha de um smartphone exclusivamente por esses parâmetros, mas se ela procura um aparelho delicado e com funções básicas vai passar longe dos smartphones de Itu. Nota #2: Minhas bolsas não têm compartimento para iPad, mas carrego o tablet nelas mesmo assim. :P  

Se você é “xóvem” (traduzindo: jovem), quer uma opção com cara de “xóvem”. Isso significa mais opções de cores e personalização.

Se você anda sem grana (ou é pão-duro convicto), prefere um smartphone com preço no “máximo estourando” de R$ 1.000. Muito mais que isso é gastar dinheiro à toa (com recursos adicionais que você não vai aproveitar tanto). Muito menos que isso… é gastar dinheiro à toa também (com recursos a menos que vão decepcioná-lo).

Apelidado carinhosamente de “Júnior” na linha, o Xperia U (R$ 899) é o smartphone que se encaixaria para pessoas com esse perfil. É um aparelho pequeno, sem ser extremamente minimalista. Cabe confortavelmente na palma da mão e é bem levinho.

No quesito “de fato smart”, o aparelho traz um processador dual-core e Android 2.3 (com atualização prevista até o final deste ano), que garante ao celular funcionamento sem “engasgos” como os encontrados em smartphones muito básicos. A tela de 3,5 polegadas é praticamente igual à do iPhone 4 (mas levemente mais alongada), tem boa resolução de imagens e ótima resposta a comandos por toque. Isso garante uma navegação “okay” em sites, sem você ficar com aquela impressão que já não enxerga tão bem de perto.

Para quem gosta de um mundo mais colorido (não é meu caso), o smartphone “brilha muito”. Tem uma faixa de display transparente que a cada toque pisca na cor do tema escolhido (no meu caso, excepcionalmente, roxinho). Quando você vai passando fotos da galeria do celular (rufem os tambores e toquem os sinos), essa faixa muda de cor de acordo com o tom predominante da foto. Essencial para impressionar os amigos “xóvens”. A câmera, aproveitando, é de 5 megapixels (como a do iPhone 4), o suficiente para quem quer postar fotos no Instagram. E, para ainda mais cor na vida, ele vem com mais uma opção de capinha inferior (preta + rosa ou preta + amarela ).

Veja os detalhes técnicos do Xperia U 

Procurando um celular basicão? Conheça opções

Perfil #2 – Experientes, discretos e comedido$

Você já tem um smartphone, mas ele já está com os dias contados. A bateria já não dura tanto, ele anda engasgando em algumas tarefas, o sistema operacional não tem mais atualização para esse hardware, a tela riscou… ou simplesmente você cansou dele (acontece, acontece). Chegou a hora de seguir em frente sem ele. #R.I.P

A diferença aqui para quem pretende comprar um smartphone top de linha é tênue, mas tem relação com o dinheiro que você pretende gastar no “upgrade” do aparelho. Aqui vale o custo-benefício: você vai investir em um smartphone melhor que seu atual e quer um conjunto de recursos bacana.

Um smartphone intermediário tem configuração que vai demorar mais para ser deixada para trás. Aliás, essa configuração dele, há um ano, era a de um top de linha lançado no mercado. Ele pode não ser barato como os básicos, mas pelo menos não beira os R$ 2.000, gasto que pode ser considerado exagerado por alguns.

No caso, o Xperia P (R$ 1.399), irmão do meio da linha, combina algumas características top com outras mais básicas. O processador e o sistema operacional são os mesmos do Xperia U. Mas o smartphone é mais confortável que o “Júnior” por trazer uma tela maior, de 4 polegadas, sem ficar “pesadão”: são só 20 gramas a mais.

Um dos destaques do aparelho é a câmera de 8 megapixels (resolução equivalente à do iPhone 4S), suficiente para você cogitar levar apenas o smartphone na sua próxima viagem de férias e deixar a câmera digital em casa.

No quesito design, aqui a coisa fica mais sóbria. O colorido jovial dá lugar a uma cor neutra (cinza metálico), mais elegante e discreta. Todo aquele brilho do display transparente dá lugar a uma iluminação não tão “de balada”.

O modelo dá suporte à tecnologia NFC, ainda pouco usada no Brasil. Fora daqui, por exemplo, basta aproximar o celular do caixa para usá-lo como cartão de crédito. Aqui, dá para usar o Xperia P com SmartTags, etiquetas que guardam configurações e funcionam como atalhos. Em vez de ir até o menu de viva-voz na tela do celular, basta aproximá-lo da SmartTag correspondente.

Veja os detalhes técnicos do Xperia P

Outra sugestão: Samsung Galaxy Lite

 

Perfil #3 – Exigentes, gastadores, “fotógrafos” e “fanboys”

Você sempre está atrás das últimas novidades tecnológicas – e provavelmente não se importa em gastar (muito) em algo recém-lançado no mercado. Você quer um smartphone que impressione (você e os outros), com o máximo de recursos possíveis.

Aqui, também se encaixam os “fanboys”: embora o termo seja comumente usado para nos referirmos aos fãs obstinados da Apple, podemos pegá-lo emprestado. Você é fã da marca e quer ter o smartphone que ela indica como sendo o mais potente de todos.

Certamente, tamanho para você é documento: quanto maior o aparelho, melhor. Tanto no quesito praticidade na visualização de fotos, vídeos e internet, quanto no “vamos impressionar os amigos com meu super celular”.

Outro perfil de consumidor aparece aqui: o fotógrafo. Aquele que só vai ser convencido na compra caso o smartphone possua, além de uma resolução “impressionante” na câmera, um software de fotos que corresponda à altura dos muito megapixels que ela traz.

Nesse caso, há o Sony Xperia S (R$ 1.799), embora ele já esteja atrás dos novos supersmartphones no mercado, que já trazem processadores quad-core. Com seu dual-core com mais 1,5 GHz, superior aos irmãos mais novos da linha, o Xperia S é rápido (mas podia ser mais). Decepciona também a falta de atualização do Android 2.3 para o Ice Cream Sandwich (afinal, o Jelly Bean já vem batendo na porta também). Segundo a Sony, isso deve ocorrer por volta de setembro deste ano.

Sendo assim, o destaque mesmo é a supercâmera do Xperia S. São 12,1 megapixels que permitem fotos boas o bastante para você ver na telona plana da sua TV sem perder resolução – a visualização na tela de 4,3 polegadas também é excelente. Ela é combinada ao sensor Exmor, tecnologia que melhora bastante fotos tiradas em ambientes com luminosidade adversa (muita ou pouca).

O software da câmera também é um caso à parte: assim como câmeras digitais, vem com cenas pré-configuradas (retrato, paisagem, festa, praia, cena noturna, etc) que podem ser ajustadas automaticamente se você preferir. Vem também com redução de olhos vermelhos e recurso de tirar fotos panorâmicas. Sim, deixe sua câmera digital em casa.

Veja os detalhes técnicos do Xperia S

Conheça aparelhos top de linha à venda no Brasil


Suposto protótipo do 1º iPad é vendido em leilão pelo preço de 20 tablets novos da Apple
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Guilherme Tagiaroli

Se alguém lhe oferecesse um iPad de 1ª geração e que custasse US$ 10,2 mil (aproximadamente R$ 20,27 mil), é muito provável que a reação mais razoável é que você mandasse esta pessoa para um lugar bem distante. Mas o pior é que isso aconteceu de verdade no site de leilões eBay. Isso mesmo, um iPad de 1ª geração, que nem é mais vendido, arrematado pelo preço de 20 iPads de 3ª geração

O diferencial deste iPad, que custa o preço de um carro, é a  suposta exclusividade que ele tem. Trata-se de uma versão de 16 GB do tablet que não foi lançada no mercado e supostamente usada em testes da Apple. Fisicamente, ele é muito semelhante aos modelos convencionais.

O que muda nele é que ele conta com dois conectores Pin – aquela única porta da Apple para transmissão de arquivos e para carregar a bateria do aparelho – e a bateria não é a original. Segundo o vendedor, a Apple removeu e ele teve que colocar uma genérica no lugar.

O vendedor jura de pés juntos que o modelo foi utilizado pela Apple. “A Apple produziu o protótipo deste iPad [com dois conectores] e iria utilizá-lo. Porém, decidiram deixar apenas um conector no último minuto”, diz a descrição do leilão no eBay. O fato é: ninguém sabe ao certo se o modelo foi usado como protótipo pela Apple.

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Lá do Slashgear

Imagens: Reprodução/eBay


Teste apresenta iPad 2 como novo iPad e usuários a-do-ram a “novidade”
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Juliana Carpanez

Olha só a pegadinha (rá!). Logo após o lançamento do novo iPad, na sexta-feira (16), o site “Gizmodo” entregou o tablet da Apple a diversas pessoas, fazendo um vídeo em que elas avaliaram a novidade. Detalhe: o ultraportátil era o “antigo” iPad 2 e não a versão mais nova.

Questionadas sobre sua opinião, esses não especialistas em tecnologia disseram que o modelo é “muito mais fino”, “muito mais rápido”, “bonito”, “tem resolução fantástica”, “boa distribuição de peso” e outras maravilhas. Duas pessoas não consideraram o tablet mais leve, mas ainda assim teceram elogios ao novo produto da Apple. Que, na verdade, era o velho.

“A Apple não precisa nem mais tentar”, concluiu o “Gizmodo”. Porque independente do que venha por aí, todos vão elogiar os novos (novos?) produtos.

Lá do “Gizmodo” 


Novo iPad tem 1GB de memória RAM e mesmo processador de versão anterior, diz site
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Guilherme Tagiaroli

Novo iPad é testado por jornalista após o evento de lançamento do tablet realizado na Califórnia (EUA)

A Apple apresentou uma nova versão do iPad na última quarta-feira (7). E, para variar, a companhia só revelou as informações que julga importante para o consumidor. As grandes dúvidas que ficaram após o anúncio foram, basicamente, duas: qual é a memória do iPad e que história é essa de processador gráfico quad-core ?

A questão sobre o processador já foi devidamente explicada pelo Gigablog neste link. Mas, se você está com preguiça, em resumo é assim: o processador do novo iPad é igual ao da versão passada (dual-core de 1GHz), mas ele tem um processado gráfico que tem quatro núcleos — o que faz dele um tablet mais otimizado para aplicações de jogos, vídeos e afins. A informação sobre a velocidade do processador do novo iPad foi dada por um grupo de jornalistas de Taiwan que fez análises com o tablet.

Enquanto isso, a Asus e outras concorrentes apresentam tablets com processador principal quad-core.

No que diz respeito a memória, a Apple sempre mantém mistério. A companhia não revelou a quantidade de memória Ram em nenhuma das versões anteriores. No entanto, um programa de análise de hardware, utilizado por jornalistas de Taiwan, informou que o tablet tem 1 GB de memória – recurso que o Samsung Galaxy Tab 10.1 tem desde o ano passado.

Acredita-se que o iPad 2 – também por meio de softwares de análise de hardware – tenha memória Ram de 512 megabytes.

Alguém pode analisar as informações acima e dizer que a Apple está atrasada na área de hardware e que os concorrentes sempre saem na frente. Não seria uma afirmação errada.

Agora, ao ver os dados de vendas das companhias, a situação fica feia para os concorrentes. A Apple informou ter vendido, só no último trimestre do ano passado, 15 milhões de iPads. Enquanto a concorrência (entenda tablets com Android), ao todo, vendeu 12 milhões em um ano.

E aí, o que vale? Ter o melhor hardware ou a melhor venda?

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Lá do Engadget

Imagem: Leon Neal/AFP

Tags : apple


Narrador só percebeu ser a ‘voz’ do iPhone 4S ao assistir comercial da Apple
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Guilherme Tagiaroli

Jon Biggs acabou reconhecendo sua  própria voz em um comercial da Apple

O Siri foi a principal novidade apresentada pela Apple no iPhone 4S. O recurso é um sistema inteligente de reconhecimento de voz e execução de tarefas. Para você ter ideia, se você perguntar ao Siri “devo levar o guarda-chuva hoje”, ele, automaticamente, consultará a previsão do tempo.

Uma vez explicado o recurso, o fato curioso é que o jornal britânico “The Telegraph” descobriu quem é a voz do Siri na versão do programa para usuários do Reino Unido.  Trata-se do ex-jornalista de tecnologia Jon Biggs (foto no início do post).

Apesar de o recurso ter sido lançado apenas em outubro deste ano, a gravação de voz foi feita há uns seis anos para uma empresa chamada Scansoft, que após alguns anos passou por um processo de fusão com a Nuance que, no fim das contas, foi adquirida pela Apple.

O interessante, conta o jornal, é que ele descobriu por acaso que a voz usada no Siri é a dele. Jon estava vendo TV quando passou um comercial do iPhone 4S demonstrando o recurso. “Eu ganhei uma boa grana por este trabalho”, disse.

A Apple havia pedido ao Jon que mantivesse segredo sobre o fato de ele ser “a voz do Siri”. Porém, pelo fato de nunca ter feito um contrato com a empresa, ele se sentiu à vontade para falar que a “voz misteriosa” do recurso é dele.

“Eu fiz essas gravações há uns cinco ou seis anos para serem usadas em serviços de voz. Na época, gravei 5 mil sentenças em três semanas, faladas de uma forma particular e uniforme”, disse Jon Biggs ao jornal.

Além de estar no Siri da Apple, a voz de Jon Biggs também é usada em aparelhos GPS da TomTom e Garmin e nos sistemas inteligentes de carros Jaguar, Land Rover, Audi e Porsche. Se você quiser ouvir a voz de Jon no iPhone 4S, clique aqui para ver um vídeo que mostra o funcionamento do Siri (não estranhe a voz metalizada saindo do telefone).

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Lá do “The Telegraph

Imagem: Reprodução/The Telegraph


Em teste de queda, Galaxy S II sai praticamente ileso, enquanto iPhone 4S fica destruído
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Guilherme Tagiaroli

Tela do iPhone 4S destruída, após queda do aparelho durante deste de resistência

Os usuários já estão cansados de lerem sobre testes de hardware e software de smartphones. Uns dizem que o processador de um é melhor, enquanto o sistema de outro é mais inteligente e por aí vai – em alguns casos, a discussão beira o fanatismo.

Em um ato de desapego, a Square Trade, empresa britânica que presta serviço de manutenção de equipamentos eletrônicos em garantia, pegou um iPhone 4S (sim, exatamente este que começou a ser comercializado na semana passada)  e um Samsung Galaxy S II para uma teste de resistência.

A prova era muito simples (e de cortar o coração, pois é um desperdício destruir os smartphones): primeiro, eles derrubaram os aparelhos no chão com a parte traseira, depois de modo que eles caíssem de “quina” e, por fim, com a tela touchscreen virada para o chão.

Apesar de o iPhone ser mais pesado e, aparentemente, mais resistente pela sua estrutura, o mais “destruído” após o teste foi o novo smartphone da Apple. Ao cair com a parte traseira, o vidro da superfície ficou em estilhaços. O mesmo ocorreu com a tela quando ela caiu diretamente no chão. Já a queda da parte lateral (quina) não danificou o aparelho significantemente.

[Durante o teste, perguntaram para o Siri, função inteligente do iPhone 4S que entende as solicitações de usuário, se ele estava com medo de cair no chão. “Desculpe-me, mas eu não sei como responder isso”, respondeu o smartphone]

Em comparação, o Samsung Galaxy S II sofreu apenas pequenas “escoriações” nos três testes. O aparelho só sofreu pequenos arranhões.

Veja abaixo o teste (em inglês) de queda dos dois aparelhos:

Lá do Square Trade via Gizmodo US

Imagem: Reprodução


Homem busca dono de câmera (e das fotos) que teria ficado 4 anos no mar
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Juliana Carpanez

Peter Govaars, morador da cidade californiana de Aptos, tem a missão de achar o dono de uma câmera digital com fotos tiradas em 2007. O eletrônico completamente destruído apareceu, segundo ele, perto da praia onde mora após dois dias de chuva muito forte, em março deste ano – na ocasião, o mar levou muito lixo para a areia. Govaars ficou curioso com aquele pedaço de plástico e, ao pegá-lo, descobriu se tratar do esqueleto de uma câmera destruída. Dentro ainda havia um cartão de memória SD (foto abaixo) cheio de areia que, depois de limpo, exibiu 104 imagens.

“Todas foram tiradas em um período de suas semanas, em junho de 2007. Isso significa que a câmera pode ter ficado boiando na Baía de Monterrey por quatro anos”, publicou o “Santa Cruz Sentinel”. Em entrevista a esse jornal local, o homem comparou seu achado a uma cápsula do tempo (menos, Sr Govaars, menos). “Podem ser as últimas fotos tiradas daquele avô ou avó”, continuou o pseudo-paleontologista.

As fotos da câmera destruída e também algumas das imagens encontradas no cartão foram publicadas em seu Flickr.  A quem possa interessar, ele afirma que adoraria devolver os arquivos para seu dono, “depois de quatro anos no mar”.

Atualização: Peter Govaars conseguiu encontrar o dono da máquina, ou melhor, a dona. Em uma mensagem publicada no Flickr, Govaars agradece aos usuários que “bancaram o detetive” na tentativa de encontrá-la e diz que o cartão de memória foi devidamente devolvido. Segundo a mensagem, a dona da câmera teria deixado cair o aparelho no mar no cais de Santa Cruz, estado da Califórnia (EUA), enquanto fotografava leões marinhos. Valeu o esforço ;-) !

Lá do Daily Mail e do Santa Cruz Sentinel
Foto: Reprodução/Daily Mail