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Categoria : Gadgets

‘Simpsons’ mostra como será a vida depois dos óculos inteligentes
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Juliana Carpanez

Homer assiste a vídeos em seus óculos inteligentes; Margie demora para entender a graça do acessório

Homer assiste a vídeos em seus óculos inteligentes; Margie demora para entender a graça do acessório

A família Simpsons abraçou os óculos inteligentes, mostrando como esse acessório poderá transformar sua vida – não necessariamente para melhor. No 11º episódio da 25ª temporada, chamado “Specs and the City”, o empresário Sr. Burns presenteia seus funcionários com o Oogle Goggles para monitorá-los. O programa foi exibido nos EUA no domingo (26).

Homer fica viciado, usando os óculos para tudo

Homer fica viciado, usando os óculos para tudo

Baseado na realidade aumentada, o gadget exibe informações da internet bem na cara do usuário. Assim, Homer Simpson olhou para Sr. Burns e descobriu que o chefe estava “programado” para morrer em 1998. Já os colegas ficaram sabendo que a única atividade física de Homer é puxar a alavanca da máquina de doces. Com o presente, o pai de família também visualizou um avatar enquanto namorava Margie.

O desenho mostra que Homer ficou viciadão nos recursos dos óculos, dependendo do acessório para tudo. Também indica um comportamento irritante, em que ele insiste em falar sozinho (na verdade, está conversando com o Oogle). E revela o choque que levou ao tirar o gadgets do rosto: “Ai, realidade!”.

O arquivo está disponível oficialmente no Hulu, mas não pode ser acessado do Brasil. Isso não é um problema, pois o vídeo abaixo também mostra – sem a participação dos Simpsons – como os óculos inteligentes poderão transformar sua vida. Olha só.

 

Lá do Gizmodo
Fotos: Reprodução/Hulu


“Trambolhão”, óculos individuais 3D Rift se destacam pelo alto nível de imersão
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Guilherme Tagiaroli

Produzido pela Oculus VR, os óculos Rift ainda estão em fase de desenvolvimento

Há um tempo, a indústria tenta emplacar dispositivos 3D sem sucesso.  As feiras de tecnologia agora só falam de 4k, canais de televisão têm deixado de investir na tecnologia por falta de adoção e iniciativas individuais (como os óculos 3D da Sony lançados em 2011) são caras. Mesmo com esse cenário desanimador para a tecnologia, a Oculus VR desenvolveu o “trambolhão” Rift, que fornece uma das sensações 3D mais bem feitas já vistas por este blogueiro.

Ainda em fase de desenvolvimento e em demonstração durante o Short Stories Live (evento que reúne experiências de desenvolvedores na criação de aplicativos), os óculos 3D consistem em uma espécie de par de lentes de aumento “deformadas”, que fornecem uma visão periférica do conteúdo exibido.

Visão interna dos óculos Rift; dispositivo deve ser lançado para o público em 2014

Durante os testes feitos no estande da 8E7 (empresa de mídias digitais especializada em realidade virtual), os óculos Rift surpreenderam pelo nível de imersão. Diferente dos acessórios 3D usados para ver efeitos na TV, eles colocam o usuário em uma cena de forma muita realista.

Blogueiro testando os óculos Rift

A projeção exibida pela companhia de mídias digitais era uma espécie de montanha russa em um cenário medieval. Ao olhar para baixo, por exemplo, era possível ter a noção de altura. Para qualquer direção que eu movia a cabeça, os óculos mostravam a continuação da paisagem.

O nível de realidade é tanto que após tirar o acessório eu e outras pessoas que o testaram sentimos um pouco de tontura. Até que os sintomas foram leves, considerando que alguns sites internacionais, ao testarem por muito tempo, relataram até a sensação de náusea.

Os óculos Rift ainda estão em fase de testes. O objetivo da Oculus VR é lançá-lo no ano que vem para o público gamer e com suporte a conteúdos FullHD (1080p). Por enquanto, desenvolvedores interessados podem adquirir um por US$ 300 (cerca de R$ 691).

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Lá do Short Stories Live

Imagens: Guilherme Tagiaroli/UOL e Reprodução


Em pegadinha, humorista finge usar Google Glass enquanto veste game portátil dos anos 90
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Ana Ikeda

O visual futurista do Google Glass tem recebido mais críticas que  elogios nos Estados Unidos. Mas o que as pessoas fariam se vissem alguém usando os famigerados óculos? Aliás, será que elas conhecem mesmo esse tal de Glass?

É, digamos que não… O comediante Mark Malkoff saiu às ruas de Nova York (EUA) usando um trambolho chamado R-Zone, espécie de videogame portátil fabricado nos anos 90 pela Tyger Electronics. Aos transeuntes, ele dizia estar vestindo o Google Glass. Abaixo, a diferença entre um e outro (vai que um dia você se depara com algum comediante brasileiro, desses famosinhos de stand up, pregando a mesma peça).

À esquerda, o R-Zone. À direita, o Google Glass.

Praticamente idênticos, não? Enquanto na pegadinha o dispositivo parece um capacete, o Google Glass “de verdade” parece… com óculos mesmo.

O vídeo com as reações das pessoas ao Glass de mentira (em inglês) está no YouTube. Abaixo, algumas das reações das pessoas durante a pegadinha:

#1

Malkoff: Por que você quer um Google Glass?

Mulher super empolgada: Porque parece que vai tornar minha vida maravilhooosa.

#2

Mulher no metrô dando uma de entendida: Sei o que é. Acredite em mim, trabalho em um empresa que trabalha com vocês.

#3

Malkoff: Ok, Glass, ligue para meu irmão, Eric Schmidt [presidente do Google]. É, eu sei que você tem todo o dinheiro do mundo e eu moro no Queens.

Mulher pouco interesseira: Ele é o CEO do Google? Ah, eu quero conhecê-lo. Ele é casado?

#4

Malkoff: Você acha que com um negócio desses eu vou conseguir marcar encontros?

Homem sincero: Não…


Lá do Mashable.

Imagens: Reprodução e Andrew Kelly/Reuters.


Apenas um em dez americanos usaria o Google Glass, diz pesquisa
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Ana Ikeda

O visual “high tech” do Google Glass parece que ainda não caiu no gosto dos americanos, segundo uma pesquisa da Bite Interactive, desenvolvedora de aplicativos. Apenas 10% dos entrevistados disseram que usariam os óculos futuristas.

Outra interpretação: apenas um em cada dez deles teria coragem de aparecer em público usando o gadget. Feita com 1.000 adultos, a pesquisa revelou que quase metade dos entrevistados não usaria o Google Glass justamente pelo seu visual estranho ou porque o dispositivo parece irritante.

Mesmo em um cenário hipotético – no qual o Google Glass custasse mais barato que os US$ 1.500 atuais (cerca de R$ 3.036) – os entrevistados demonstraram resistência à ideia. Cerca de 38% disseram que ainda assim não usariam o gadget.

“O Google Glass representa uma barreira social profunda para o consumidor médio”, explicou Joseph Farrell ao “Mashable”, vice-presidente executivo da Bite Interactive.

Dos que teriam coragem de usar os óculos futuristas, metade aproveitaria o gadget para tirar fotos, enquanto 40% disseram que fariam ligações com ele.

E você, teria coragem de usar o Glass? Ou acha que é pagar (muito) mico?


Lá do Mashable.

Foto: Reprodução.


Homem “hackeia” gadget para desligar geladeira quando não fizer exercícios
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Ana Ikeda

Usar um dispositivo que monitora a quantidade de atividade física não era o bastante para o pesquisador Doukas Charalampos, 31, conseguir emagrecer. Ele decidiu então hackear o gadget, conhecido como Fitbit One, para que desligue sua geladeira caso ele não se exercite o suficiente durante o dia. Assim, os alimentos estragam e Charalampos fica sem ter o que comer.

O Fitbit One é vendido como um dispositivo para ser vestido (como um clipe na roupa) durante todo o dia

Normalmente, o Fitbit One é vendido como um dispositivo para ser vestido (como um clipe na roupa) durante todo o dia. Assim, ele monitora a atividade física do usuário, informando quanto ele andou ou correu (ou quanto ele não andou e não correu). As informações vão pela rede sem fio para o computador ou smartphone.

Com a alteração feita por Charalampos, essas informações são usadas “a favor” do seu regime. “Eu estou trabalhando muitas horas na frente do computador e negligencio minha atividade física com muita frequência”, explicou o pesquisador ao “Huffington Post”. “Eu precisava de alguma motivação forte.” No caso, comida estragada…

O Fitbit One – o normal – é vendido por US$ 99 (cerca de R$ 200,35) nos Estados Unidos.


Lá do Huffington Post.

Imagem: Divulgação.


Pesquisa: um em cada quatro britânicos deu eletrônicos “velhos” para os pais no Natal
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Ana Ikeda

O que fazer com aquele tablet ou smartphone que você comprou no ano passado, ainda funciona, mas você já não quer mais? Ué… dê para seu pai ou para sua mãe. A ideia, caro leitor, não é do Gigablog: no Reino Unido, uma em cada quatro pessoas fez isso neste Natal, de acordo com uma pesquisa com 2.000 consumidores feita por uma operadora de celular.

Mães foram as preferidas na escolha de quem receberia o smartphone ou tablet (44%), enquanto pais ficaram em segundo lugar (28%).

Pais e mães ganharam gadgets “de segunda mão”, de acordo com a pesquisa, porque a maioria de seus donos (jovens entre 18 e 24 anos) consideraram que os eletrônicos já estavam ultrapassados. Mas um terço deles fez isso porque estava “sem grana” mesmo (dá para usar a desculpa do “ecologicamente sustentável” se precisar…).

Ainda, uma a cada dez pessoas deu um eletrônico velho para os pais para eles poderem se conectar em redes sociais, como Facebook e Twitter.

Vai ter muita gente recebendo posts do tipo “Filho, já almoçou? Comeu direitinho?”… “Faz tempo que você não liga para nós aqui em casa, filho”… “Querido, não está mais namorando? Porque não contou para a mamãe?”… e por aí vai. :P

Você daria um tablet ou smarpthone velho para seus pais? Ou novo?

Lá do Daily Mail.

Foto: Getty Images.


Assistência derruba iPhone 5 e comprova: este é o mais resistente que a Apple já fez
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Guilherme Tagiaroli

Quem tem (ou já teve) um iPhone sabe como o aparelho é sensível. E isso só foi piorando com o tempo, pois a empresa começou fazer detalhes (sobretudo a parte traseira) do telefone com vidro a partir do iPhone 4. No entanto, a ifixyouri , uma assistência técnica americana, comprou um iPhone 5 e fez o teste que mais interessa ao consumidor (o de resistência, claro) e comprovou: “este é o iPhone mais resistente já feito pela Apple”.

Na primeira etapa, foi feito o teste de risco da tela do smartphone da Apple. Foram utilizados objetos metálicos pontiagudos (como chaves) no display do telefone da Apple e nada aconteceu.

Em seguida, vieram os testes os quais os usuários submetem seus smartphones diariamente: queda do colo (quando você deixa o aparelho apoiado na coxa e depois levanta), do bolso (sim, há pessoas que não conseguem colocar o smartphone no bolso sem derrubá-lo)  e outras de alturas maiores. Surpreendentemente, o iPhone, que sempre teve histórico de ser frágil, resistiu. No máximo, houve uma pequena escoriação na parte lateral do telefone. Veja o vídeo abaixo (em inglês, mas é autoexplicativo):

No ano passado, pouco depois da estreia do iPhone 4S, uma assistência técnica britânica fez um teste de resistência comparando a novidade da Apple na época e o Galaxy S II. O aparelho da marca americana saiu destruído, enquanto o S II, que é feito quase todo de plástico, ficou praticamente intacto.

A propósito, dê uma olhada na fila para comprar o iPhone 5 pelo mundo:

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Lá do ifixyouri

Imagem: Reprodução

Tags : iphone


Robô lixeira não deixa você errar a mira da bolinha de papel
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Ana Ikeda

Você aí, no maior espírito olímpico, tentando bater o recorde de acertos em bolinhas de papel arremessadas na lixeira. E os japoneses lá, com preguiça de errar, hackeando uma lata de lixo para ter 100% de acerto nos arremessos. Sim, ela detecta onde a bolinha vai cair, “sai correndo” e pega o papel.

Parece mentira, mas a lixeira robótica funciona mesmo. Com ajuda de um Kinect, que ajuda a detectar movimentos, e rodinhas (claro), a lata de lixo robô se movimenta para o local onde foi arremessada a bolinha de papel. Ah, ela funciona também com outros itens, como latas vazias.

Veja as proezas da lixeira robô no vídeo abaixo:

 

Lá do Ohgizmo.

Foto: Reprodução


Empresa brasileira cria dispositivo que avisa sobre “assalto em geladeira” no Facebook
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Edgard Matsuki

O Virtual Fridge Lock busca evitar assaltos de geladeira na madrugada

Você é adepto ao hábito (para algumas pessoas, vício) de realizar pequenos “assaltos” em sua geladeira no meio da noite? Se a resposta é sim, você pode contar com um aliado na luta contra esta vontade (que com certeza o faz lutar contra a balança também). Trata-se do Virtual Fridge Lock, que (apesar do nome gringo) foi desenvolvido pela empresa brasileira JWT.

O gadget busca persuadir a pessoa a não assaltar a geladeira usando a boa e velha tática da exposição pública. Funciona da seguinte forma: você coloca o Virtual Fridge Lock (que parece um imã de geladeira gigante) na porta da geladeira. Toda vez que você for tentar se deliciar no meio da madrugada (cá entre nós, fazemos isso por puro instinto), será postada uma mensagem de atualização no Facebook.

Se você assaltou, todos os seus amigos saberão. No vídeo promocional (em inglês, apesar de o produto ser feito no Brasil), o cara que tenta pegar um “pequeno” quitute na geladeira ouve um “não faça isso” de uma amiga e resolve se convencer que é melhor não fazer a refeição na madrugada.

Má notícia para os ladrões de geladeira que querem o produto. O Virtual Fridge Lock não está disponível para vendas (por enquanto). Ele apenas pode ser adquirido por quem compra o método de emagrecimento Meta Real.


Para fãs dos anos 80: designer lança modelo retrô de telefone “tijolão”
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Edgard Matsuki

Aparelho terá cinco opção de cores. Todas "muito anos 80"

Todo mundo tem um amigo (ou um “amigo de um amigo”) saudosista que diz que as melhores coisas vêm do passado. Se você está nesse grupo vai gostar da novidade lançada pelo designer Brad Helmink. Ele lançou um aparelho de telefone batizado de Brickphone (em bom português, tijolão).

Esqueça o iPhone ou Galaxy SIII. Com o tamanho de três smartphones, o telefone retrô conta com cinco opções de cores: branco, amarelo, azul, roxo e verde. Como é possível ver na imagem acima, a tonalidade dos aparelhos é neon (bem cara de anos 80).

Para funcionar, o telefone tem que ser conectado a um iPhone ou Android por meio do Bluetooth. Ou seja, as ligações que cairiam no seu smartphone seriam direcionadas diretamente ao modelo tijolo. De acordo com o fabricante do produto, é preciso sincronizar apenas uma vez o telefone. É só esperar alguém ligar.

No site do produto, há algumas sugestões de como usar o telefone. Helmink recomenda para que os homens deixem os mullets crescer e abusem da brilhantina. O site diz que o legal de ter o aparelho assim é poder sair na rua o mostrando para as pessoas: “Não seja cabeça oca para usar um fone de ouvido Bluetooth. Mostre o seu estilo com o Brickphone”.

Que tal ligar para a sua namorada de um legítimo tijolão?

O telefone tijolão custa 45 dólares. Os anos 80 deixaram tantos fãs que é bem provável que algumas pessoas deixem o iPhone na gaveta para sair na rua com o Brickphone. Tanto que até o momento, o designer já conseguiu 3 mil dólares com o projeto. Você toparia experimentar o telefone?

O site oficial do produto pode ser acessado aqui.

Veja como funciona o Brickphone link abaixo