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Categoria : Gadgets

Samsung deve reservar processador mais potente do mercado para Galaxy S7
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Larissa Leiros Baroni

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A Samsung tem na manga um novo trunfo para se manter na disputa acirrada com a Apple no mercado de smartphones top de linha. Para o possível Galaxy S7 –previsto para ser lançado em janeiro de 2016–, a sul-coreana deve apresentar o processador mais potente do mercado.

A empresa, segundo o blog sul-coreano ETNews, estaria acelerando a produção do Exynos 8.890, que substituiria o Exynos 7.420 –usados no Galaxy Note 5 e Galaxy S6. Com 64-bit com oito núcleos de 2,4 GHz, o processador deve superar todos os seus concorrentes. O que não se sabe é até quando, nem mesmo se o status vai perdurar até o lançamento.

Vale lembrar que o desempenho de um smartphone é medido não apenas na potência do seu processador. Existem várias outras especificações técnicas — memória RAM, capacidade de armazenamento, GPU [placa gráfica do smartphone], bateria e sistemas de conectividade– que influenciam na performance do dispositivo.

A Samsung Eletronics estaria planejado antecipar o lançamento de seu próximo smartphone Galaxy S para janeiro em uma tentativa de competir melhor com os novos iPhones da Apple.

Nos últimos anos, a companhia tem anunciado seus tops de linha durante a Mobile World Congress, que normalmente acontece entre fevereiro e março. Os últimos lançamentos –Note 5 e S6 Edge Plus– foram apresentados em agosto.


“Não vai durar”, dizia “hater” da Apple sobre iPod, lançado há 14 anos
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Márcio Padrão

O avanço da tecnologia é surpreendente. Em 23 de outubro de 2001, há 14 anos, Steve Jobs lançou o iPod, levando o emergente mercado dos mp3 players a um novo patamar. Mas em 2015, poucos ainda usam iPods ou outros modelos de mp3 players, pois o iPhone da própria Apple e outros smartphones mataram esse setor nos últimos anos.

Voltando a 2001, a Apple seguiu um padrão que repete até hoje: não foi exatamente a pioneira dos tocadores digitais, mas entrou no jogo para ganhar. O MPMan, aparelho da empresa sul-coreana SaeHan, é considerado o primeiro do gênero e foi lançado em 1998. A linha Nomad, da Creative, também já estava no mercado. Mas foi o iPod, com seu controle “click wheel”, visual limpo e boa qualidade de áudio, que o tornou um grande sucesso a partir de 2004, quando passou a dominar o mercado. Só no último trimestre de 2006, 21 milhões de iPods foram vendidos.

Mas certas coisas não mudam: assim como hoje em dia, lançamentos da Apple também causavam polêmica em 2001. No caso do iPod, chamado de “revolucionário” na apresentação de Jobs (ver no vídeo acima), muitos reclamaram do alto preço –US$ 399 na época, mesmo preço de um iPad Air da primeira geração em 2015– e do aparente pouco diferencial em relação aos demais modelos de tocadores digitais da época. Outros fãs da marca defenderam que o aparelho tinha potencial para ser um sucesso. Veja alguns comentários tirados do site MacRumors e recuperados por um usuário do site Reddit.

“Eu não tenho nenhum uso para um MP3 player. Minha casa tem um leitor de CD. O meu carro tem um leitor de CD. Meu Mac tem um leitor de CD onde não uso fones de ouvido. O iPod me obriga a mudar o meu estilo de vida para atender às necessidades. (…) Eu realmente preciso de todas as minhas músicas o tempo todo? Uhm, não. Não vai durar. Outro Cube [Nota: computador da Apple que foi um fracasso de vendas]”.

“Todo esse burburinho para um leitor de MP3? Um dispositivo digital inovador? Um campo de distorção da realidade está começando a deformar a mente de Steve se ele acha por um segundo que essa coisa vai decolar”.

“Este iPod é para garotos ricos com pais insanos ou para um fã da Apple fanático como um membro do Talibã. Tem boas características, mas esqueça adquirir isso por $399!!!! Nunca, quem fica com essa coisa é uma pessoa muito estúpida”.

“Vocês são todos um bando de bebês chorões imbecis. Eu aposto que vocês nem leram as especificações e tudo que podem fazer é lamentar e chorar porque não têm um Newton [Nota: palmtop da Apple dos anos 90]. Arranjem uma vida! Aposto que tudo que vocês fazem é trollar a Apple e falar como eles nunca cumprem suas estúpidas expectativas fora desse mundo. Essa coisa é INCRÍVEL! Não é só OUTRO mp3 player. É um INOVADOR mp3 player!”

“Alguns comentários já vêm dizer que este produto não é “inovador” o suficiente. Você pode obter mais ou menos a mesma coisa em outro lugar.

Mas o que significa ser altamente inovador para a Apple? Pense no Newton. Ele ainda tenta competir com o Palm, mas foi um fracasso comercial. Era muito inovador.

Mas, que tal se você tomar a ideia de um leitor de MP3, fazer com que pareça legal, dar-lhe uma porta Firewire para transferências rápidas e fáceis de recarga, e fazer toda a coisa sincronizar perfeitamente com o iTunes?

Soa como uma boa ideia para mim. Eu imagino que eles vão vender muito pouco. É o aparelho com o conjunto certo na hora certa.”

Tags : apple


Um “iRing” a caminho? Apple patenteia protótipo de anel com tela
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Lilian Ferreira

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Uma das grandes apostas do setor de tecnologia são os equipamentos vestíveis e conectados à internet, os “wearables”. Sinais dessa tendência vão dos óculos como o Google Glass (hoje Project Aura) e o Hololens até os recentes smartwatches. Agora vazaram imagens de um pedido de patente da Apple para um novo treco conectado em seu vestuário: um anel com tela, já apelidado pela imprensa de ‘iRing’.

A empresa arquivou os “dispositivos e métodos para um aparelho de computação em forma de anel” em abril de 2014, que foi publicado pelo US Patent and Trademark Office nesta quinta-feira (1). A patente descreve um dispositivo com microfone para comandos de voz, uma tela touch e um sensor para a escrita ou reconhecimento de caracteres.

O usuário do gadget seria notificado de que seu comando de voz foi enviado para um aparelho externo, presumivelmente um iPhone logado em uma rede wi-fi, em um método semelhante ao do relógio inteligente da empresa, o Apple Watch.

O anel poderia ser utilizado para controlar aparelhos remotamente via voz ou gestos, como por exemplo sistemas de iluminação e de aquecimento, na casa ou em um carro, ou ser um substituto para um mouse. Também poderia ajudar a evitar que as mãos e os braços do usuário se cansassem sob uso prolongado em interfaces touchpad e touchscreen.

Dois portadores de aneis como estes poderiam apertar as mãos e realizar algum tipo de transação financeira ditada por eles. Além disso, serviram de medição da frequência cardíaca ou do número de caminhadas, como ocorre com os smartwatches.

No entanto, o fato da patente existir não implica de que o aparelho será realmente lançado, pois pode ser apenas uma estratégia da Apple para preservar ideias e invenções e impedir que a concorrência surrupiem tais iniciativas.

Da nossa parte, achamos que alguém da Apple andou lendo muitas revistas em quadrinhos… afinal, o Lanterna Verde já usa há décadas um anel que faz tudo isso e muito mais.

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Fonte: The Telegraph


Sofre de excesso de gases? Tecnologia vestível promete ajudar a eliminá-los
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Larissa Leiros Baroni

2676c07755d285ad7745eeda14cf7d5f_originalSe você achava que a tecnologia já tinha esgotado todas as possibilidades de bizarrice, prepare-se para mais uma novidade. Embora pareça um tanto estranha, pode até ser considerada de utilidade pública, principalmente para aqueles que sofrem de excesso de gases.

Conheça o CH4, a tecnologia vestível que permite que você acompanhe os seus gases e que promete te ajudar a reduzi-los. Nada mais é do que um pequeno gadget –similar aos antigos bips (lembra? Todo mundo era louco para ter um)–, que pode ser encaixado no cinto ou no bolso traseiro da calça. Ele conta cada “pum” que o usuário vier a soltar.

Os gases são resultado da digestão, mas será que você está prestando atenção na sua dieta? O aparelho deve ser emparelhado com um aplicativo em que você deve registrar tudo o que come. Quanto mais específico for, mais preciso serão os resultados.

Ao cruzar a alimentação com o barulho do “pum”, o app vai identificar os alimentos que têm causado o incomodo e vai até aconselhá-lo a parar de comê-los.
Desenvolvido pelo engenheiro brasileiro Rodrigo Narciso, a tecnologia está em fase de captação de recursos no site Kickstarter. Em 12 dias, 33 apoiadores investiram na inovação, com uma arrecadação de US$ 1.660 (cerca de R$ 4.490). A meta é alcançar US $ 180 mil (aproximadamente R$ 531 mil).

Com a grana, Narciso diz que o app será lançado para iPhone. Segundo ele, no entanto, a equipe também pretende desenvolver uma versão para Android. (Veja o vídeo abaixo, em inglês)

Tags : app gadgts


Guarda-chuva inteligente avisa quando dono está deixando-o para trás
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Guilherme Tagiaroli

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Davek Alert Umbrella custa US$ 100 e está em fase de financiamento coletivo nos EUA

Não atire pedras quem já perdeu um guarda-chuva, pois, provavelmente, não teremos mais pedras no mundo. Apesar de nos proteger, é triste como deixamos o acessório de lado e só sentimos falta dele quando mais precisamos.

Para resolver esse problema de memória, a startup Davek desenvolveu um guarda-chuva com um chip Bluetooth no cabo. Assim, quando o usuário se afastar muito do Davek Alert Umbrella, como é chamado, ele receberá uma notificação no smartphone dizendo que ele está deixando o local e não está levando o acessório consigo.

O guarda-chuva, basicamente, fica sincronizando com um aplicativo da marca, que funciona em Android e iOS. Ao se afastar por mais de 9 metros, o telefone começa a apitar. O software da empresa ainda exibe notificações, baseado na previsão do tempo, sobre quando vai chover.

Detalhe do cabo do guarda-chuva Davek Alert Umbrella

O Davek Alert Umbrella está em fase de financiamento coletivo da plataforma Kickstarter e tem preço sugerido de US$ 99 (mais de R$ 300) — sim, é um dispositivo bem caro, até para os padrões dos Estados Unidos.

“Um dos problemas de gastar US$ 100 em um guarda-chuva é a possibilidade de perdê-lo. Por isso percebemos que se resolvêssemos esse problema, mais pessoas se preocupariam em comprar um guarda-chuva topo de linha”, disse Dave Kahng, fundador da Davek.

O próximo passo da marca, segundo Kahng, é fazer um guarda-chuva com um GPS embutido.

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Lá do Mashable

Imagem: Divulgação.


Operadora chinesa oferece alargamento de bolso para compradores do iPhone 6
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Guilherme Tagiaroli

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China Unicom disponibiliza alargamento de bolso para compradores de iPhone 6

A Apple começou a vender os novos iPhones 6 na última sexta-feira (17) na China. Diferente de outros anos, não houve confusão dessa vez. No entanto, um fato chamou a atenção durante a venda dos aparelhos. Compradores do iPhone 6 Plus na operadora China Unicom tinham direito a um brinde: um serviço de ajuste de bolso para que o telefone possa caber na calça.

O smartphone da Apple tem uma tela de 5,5 polegadas e , segundo alguns usuários, ele pode envergar se for pressionado por muito tempo no bolso de uma calça. Oficialmente, a companhia disse que poucas pessoas (precisamente, nove) reclamaram desse problema.

O jornal “People’s Daily, China”, que postou a imagem no Twitter, não dá detalhes sobre o programa. A única informação é que cada comprador só terá direito a arrumar uma calça.

Pela foto, a única coisa que dá para concluir é que não parece que há grande adesão. Tanto é que tem uma repórter no estande aguardando para entrevistar algum comprador que vai alargar os bolsos.

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Lá do Business Insider e do BGR

Imagem: Reprodução/Twitter/People’s Daily China


Tecnologia em automóveis cria a pergunta: seu carro é Apple ou Android?
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Juliana Carpanez

O motorista que passou a vida respondendo à pergunta “álcool ou gasolina?” vai se deparar, nos próximos anos, com um novo questionamento: Apple ou Android? Isso porque os sistemas operacionais CarPlay (Apple) e Android Auto (Google) devem chegar em breve ao mercado automotivo, com a promessa de facilitar a vida e aumentar a segurança do motorista conectado.

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Sistema Android Auto, do Google. Assim como o CarPlay, é preciso conectar smartphone compatível para visualizar dados na tela do painel

Mas, como já acontece no universo tecnológico, é preciso fazer uma escolha. Se o seu próximo carro tiver a plataforma Android, você provavelmente não conseguirá acessar, quando estiver atrás do volante, o conteúdo da loja de músicas iTunes (Apple). Se a escolha for pelo CarPlay, compatível com o iPhone, o conteúdo do smartphone Android é que ficará prejudicado.

As duas plataformas – ainda não disponíveis no mercado – prometem basicamente o mesmo. O automóvel sairá de fábrica já com o sistema operacional e uma tela sensível ao toque instalada no painel. O motorista conectará seu smartphone ao carro, e as informações serão exibidas no display – assim, o automóvel “conversará” com os gadgets e acessará informações da nuvem.

Na prática, com poucos cliques ou comandos de voz, o usuário verá na tela do painel mapas e instruções de navegação. Poderá também escolher suas músicas online, realizar chamadas, ditar mensagens de texto, ouvir o conteúdo desses torpedos e fazer tudo aquilo que os motoristas já fazem hoje, com o celular na mão, colocando em risco a segurança.

Para tirar proveito de tudo isso, será preciso fazer uma escolha, pois eletrônicos e automóveis têm de falar a mesma “língua”. Resta aos usuários viverem mais esse dilema tecnológico (digno da hashtag #classmediasofre) e torcer para a criação de um sistema automotivo com tecnologia flex (a Audi, por exemplo, já anunciou que vai integrar as principais funções das duas plataformas no sistema Multi Media Interface).


Estudo comprova o que você sabe: bicho adora destruir fios de eletrônicos
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Juliana Carpanez

Pela imagem divulgada no estudo, fios de eletrônicos atraem até aves exóticas

Pela imagem divulgada no estudo, fios de eletrônicos atraem até aves exóticas =D

Um estudo divulgado pela seguradora norte-americana SquareTrade traz dados relevantes para quem tem animal de estimação (essas informações podem ser jogadas na cara – ou no focinho – dos pets, sempre que o dono achar conveniente). O levantamento aponta que, nos Estados Unidos, os bichinhos já destruíram os eletrônicos de 28 milhões de pessoas.

Como os habitantes de lá chegam a 318,9 milhões, os pets que curtem tecnologia (no mau sentido) teriam vitimado 8,8% da população dos EUA (mas lembre-se: nem todos têm um bicho de estimação). Essa proporção calculada pelo Gigablog não aparece na pesquisa.

Os eletrônicos favoritos dos destruidores são: fios (41%), smartphones (30%), laptops (12%) e controles de videogame (12%). Os acidentes envolvendo celulares inteligentes apresentam muitas “modalidades”: desde o aparelho ser derrubado da mesa por um bicho até animais que urinam ou vomitam sobre o telefone.

Nessa história, os principais vilões são os cachorros do sexo masculino (86%). Entre os entrevistados, 19% acreditam que seus animais destruíram um eletrônico de propósito, quando estavam bravos com o dono.

É questionável a metodologia da pesquisa – que, na prática, ouviu 1.012 donos de cães e/ou gatos. Isso porque a publicação, seguindo um conceito bem vira-lata, cita como “fontes adicionais” diversos outros levantamentos feitos em anos diferentes. Entre eles, um censo de 2006.


‘Simpsons’ mostra como será a vida depois dos óculos inteligentes
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Juliana Carpanez

Homer assiste a vídeos em seus óculos inteligentes; Margie demora para entender a graça do acessório

Homer assiste a vídeos em seus óculos inteligentes; Margie demora para entender a graça do acessório

A família Simpsons abraçou os óculos inteligentes, mostrando como esse acessório poderá transformar sua vida – não necessariamente para melhor. No 11º episódio da 25ª temporada, chamado “Specs and the City”, o empresário Sr. Burns presenteia seus funcionários com o Oogle Goggles para monitorá-los. O programa foi exibido nos EUA no domingo (26).

Homer fica viciado, usando os óculos para tudo

Homer fica viciado, usando os óculos para tudo

Baseado na realidade aumentada, o gadget exibe informações da internet bem na cara do usuário. Assim, Homer Simpson olhou para Sr. Burns e descobriu que o chefe estava “programado” para morrer em 1998. Já os colegas ficaram sabendo que a única atividade física de Homer é puxar a alavanca da máquina de doces. Com o presente, o pai de família também visualizou um avatar enquanto namorava Margie.

O desenho mostra que Homer ficou viciadão nos recursos dos óculos, dependendo do acessório para tudo. Também indica um comportamento irritante, em que ele insiste em falar sozinho (na verdade, está conversando com o Oogle). E revela o choque que levou ao tirar o gadgets do rosto: “Ai, realidade!”.

O arquivo está disponível oficialmente no Hulu, mas não pode ser acessado do Brasil. Isso não é um problema, pois o vídeo abaixo também mostra – sem a participação dos Simpsons – como os óculos inteligentes poderão transformar sua vida. Olha só.

 

Lá do Gizmodo
Fotos: Reprodução/Hulu


“Trambolhão”, óculos individuais 3D Rift se destacam pelo alto nível de imersão
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Guilherme Tagiaroli

Produzido pela Oculus VR, os óculos Rift ainda estão em fase de desenvolvimento

Há um tempo, a indústria tenta emplacar dispositivos 3D sem sucesso.  As feiras de tecnologia agora só falam de 4k, canais de televisão têm deixado de investir na tecnologia por falta de adoção e iniciativas individuais (como os óculos 3D da Sony lançados em 2011) são caras. Mesmo com esse cenário desanimador para a tecnologia, a Oculus VR desenvolveu o “trambolhão” Rift, que fornece uma das sensações 3D mais bem feitas já vistas por este blogueiro.

Ainda em fase de desenvolvimento e em demonstração durante o Short Stories Live (evento que reúne experiências de desenvolvedores na criação de aplicativos), os óculos 3D consistem em uma espécie de par de lentes de aumento “deformadas”, que fornecem uma visão periférica do conteúdo exibido.

Visão interna dos óculos Rift; dispositivo deve ser lançado para o público em 2014

Durante os testes feitos no estande da 8E7 (empresa de mídias digitais especializada em realidade virtual), os óculos Rift surpreenderam pelo nível de imersão. Diferente dos acessórios 3D usados para ver efeitos na TV, eles colocam o usuário em uma cena de forma muita realista.

Blogueiro testando os óculos Rift

A projeção exibida pela companhia de mídias digitais era uma espécie de montanha russa em um cenário medieval. Ao olhar para baixo, por exemplo, era possível ter a noção de altura. Para qualquer direção que eu movia a cabeça, os óculos mostravam a continuação da paisagem.

O nível de realidade é tanto que após tirar o acessório eu e outras pessoas que o testaram sentimos um pouco de tontura. Até que os sintomas foram leves, considerando que alguns sites internacionais, ao testarem por muito tempo, relataram até a sensação de náusea.

Os óculos Rift ainda estão em fase de testes. O objetivo da Oculus VR é lançá-lo no ano que vem para o público gamer e com suporte a conteúdos FullHD (1080p). Por enquanto, desenvolvedores interessados podem adquirir um por US$ 300 (cerca de R$ 691).

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Lá do Short Stories Live

Imagens: Guilherme Tagiaroli/UOL e Reprodução