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Categoria : Dicas

Aplicativo para iPhone promete emagrecer visual em até 7 kg
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Guilherme Tagiaroli

Um aplicativo britânico promete melhorar seus selfies (autorretrato, em inglês). Se a natureza não ajuda muito, o SkinneePix diz reduzir em até 15 libras (6,8 kg) do rosto da pessoa fotografada, apenas com alguns truques de edição de imagem.

Disponível na loja da Apple desde o início de março deste ano, a descrição do aplicativo diz que ao utilizá-lo, ele fará “você se sentir melhor” e que as alterações serão como “nosso segredo”.

Ok. Depois de todas essas promessas, decidi desembolsar US$ 0,99 para testar o aplicativo. Baixei e na sequência abri o programa.

Ele abre a câmera frontal do aparelho e mostra um quadrado, onde a pessoa deve posicionar seu rosto. Após isso, o programa analisa as características da foto e libera os botões milagrosos que farão você perder até 6,8 kg.

Depois de algumas tentativas (se ele não reconhece seu rosto, é necessário tirar outras fotos), eis que consegui. E o resultado foi ok: ele, basicamente, deu uma reduzida no meu rosto na região da bochecha.

selfies

À esquerda, a foto convencional; à direita, meu rosto com aparência de menos 6,8 kg

Repare que o aplicativo também deu uma leve distorcida no fundo. No entanto, nesse caso, só é possível perceber, pois tem um “antes e depois”.  Se for usar o aplicativo, é recomendável tirar a foto em fundo neutro (preferencialmente, numa parede de uma cor só), para não deixar pistas que a imagem foi alterada.

A repórter Elena Cresci (abaixo), do jornal britânico “Guardian”, utilizou o aplicativo em uma foto e não gostou muito do resultado. “Eu fiquei com uma aparência esquelética e cansada. As maçãs da minha bochecha ficaram grandes e minhas orelhas ficarem desproporcionais.”

selfiguardian

Para mim, que não gosto de tirar muito selfies, foi só mais uma foto tirada que vou apagar e US$ 0,99 a menos para gastar dos meus créditos da loja de aplicativo da Apple.

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Lá do Guardian

Imagens: Guilherme Tagiaroli/UOL e Reprodução/Guardian.

Tags : app selfie


Extensão para Gmail permite saber se destinatário visualizou e-mail
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Guilherme Tagiaroli

Uma extensão para Gmail quer acabar com a desculpa de “ah, não li o e-mail que você me enviou!”. Em tempos quando até mensageiros de smartphone (como WhatsApp e afins) informam se o destinatário recebeu a mensagem, por que não o mesmo com o velho correio eletrônico?

rastreamentogmail

Streak mostra se destinatário recebeu e-mail e até quantas vezes ele acessou a mensagem

Chamada Streak, a extensão funciona apenas para Gmail e para usuários do Google Chrome — apenas quem envia pr

ecisa “preencher” esses requisitos. Ao instalá-la, ela insere uma espécie de código em cada e-mail. Quando a mensagem é visualizada, ela avisa o aplicativo, que registra o horário e a localização de quem está acessando.

Para checar a informação, basta ir à pasta “Enviados” e ir até o lado direito da página, onde haverá informações detalhadas.

Alguém pode perguntar-se: mas qual é a vantagem desse aplicativo se já existe a opção “receber confirmação de leitura”?

Bom, os usuários do Outlook podem habilitar uma função semelhante. Porém, segundo o próprio programa, não são todos os servidores de e-mail que  a suportam. Logo, mesmo com o recurso ligado, pode ser que você nunca receba a confirmação de que a pessoa leu.

O Google oferece a funcionalidade parecida, mas só está habilitada para a versão empresarial do Gmail.

Apesar desse recurso específico, o Streak tem mais funções: ele permite gerenciar clientes, programar o envio de mensagens,  facilita a marcação de eventos e acelera o envio de e-mails repetitivos, etc.

O aplicativo é gratuito, está todo em inglês e só consegue rastrear mensagens enviadas após sua instalação.

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Lá do Huffington Post

Imagem: Reprodução.


Hey, Girl: seu Facebook fica muito mais charmoso com essas fotos do ator Ryan Gosling
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Juliana Carpanez

No meme “Hey, Girl” do exemplo acima, ator convida a “girl” para uma sessão de yoga

É possível que o ator canadense Ryan Gosling faça mais sucesso nas redes sociais do que na tela do cinema. Sua biografia não traz nada de muito relevante, mas na internet ele é protagonista de um meme que derrete o coração da mulherada. A fórmula é sempre a mesma: uma foto do charmosão + uma frase iniciada pela expressão “Hey, Girl” + uma mensagem positiva (algo como “Hey, Girl. Não coma esse cupcake, você já é doce o bastante”).

Com o meme já consolidado (a primeira frase “Hey, Girl” foi postada em 2008 no Tumblr “Fuck Yeah! Ryan Gosling”), as fãs dessa modinha podem aumentar a dose diária de Gosling, trocando automaticamente todas as fotos divulgadas no Facebook por imagens do bonitão. “Hey, Girl. Que feed lindo de notícias você tem.”

Para isso, é preciso baixar uma extensão para o navegador de internet Chrome. Ele colocará coração ao lado da barra de endereço e, sempre que acessar o Facebook, a usuária deve clicar nesse ícone. Dessa forma, todos aqueles seus amigos (feios) e as fotos divulgadas por eles serão substituídas por Gosling. “Hey, Girl. Esta é uma ótima ideia.”

Se você cansar de Ryan, basta desativar a extensão (ou não clicar no ícone de coração) e voltar a ver as fotos originais de seus amigos. Boa sorte com isso.

Extensão substitui todas as fotos do Facebook por Ryan Gosling. Curtiu?

Lá do Neatorama e Know Your Meme 


Ferramenta ajuda a fazer “faxina” no Facebook apontando posts comprometedores
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Ana Ikeda

Se você nem sempre levou uma vida regrada no Facebook (e anda meio arrependido de ter postado algo comprometedor na rede), precisa conhecer o Simple Wash. A ferramenta promete dar uma mãozinha para localizar esse tipo de conteúdo. Dá para achar posts publicados há até três anos (aquela época que nem sua mãe ou seu chefe estavam no Facebook).

O que o Simple Wash faz é varrer o seu perfil em busca de palavras-chave e apontar os posts que podem conter algo comprometedor. No caso do Gigablog, ele achou uma foto com a palavra “sexy” na legenda. Basta clicar no alerta para ir à página do Facebook onde ele está. Daí você decide se apaga ou não aquele post.

Por enquanto, a ferramenta funciona apenas para palavras em inglês, alemão, espanhol e italiano. Porém, se você quiser, pode fazer uma busca personalizada com palavras em português. Comece com palavrões, depois BBB e expressões como “odeio segunda-feira” (#FicaDica).

Para limpar seu perfil no Facebook, é preciso acessar o site do Simple Wash (logado no seu perfil) e permitir que ele acesse as informações que você postou.

Se você usa o Twitter, há também uma versão da “faxina digital” no microblog.

Lá do Mashable.

Foto: Reprodução.


Sai desse Facebook, menino! Software mede quanto tempo você perde na rede social
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Ana Ikeda

O Facebook é o lugar certo para quem gosta de procrastinar. Basta acessar a rede social para deixar aquela outra tarefa (muito) mais importante de lado. Mas, caro leitor, como tempo é dinheiro, tudo tem solução nessa vida: o software TimeRabbit promete “esfregar na sua cara” o tempo que você perde navegando lá no “Face”.

Dizem os desenvolvedores do TimeRabbit que um americano passa, em média, sete horas e 45 minutos pendurado no Facebook por mês. O ”DataGigablog” calcula que no Brasil isso não deve ser muito diferente… Aliás, o aplicativo fornece relatórios semanais, mensais ou desde a instalação no computador sobre o tempo que você passou na rede social.

O software gratuito da GigaWatch pode ser instalado no computador – não se trata de uma extensão para o navegador de internet. Sendo assim, ele vai medir o tempo gasto no Facebook independentemente se você acessou o perfil no Internet Explorer, depois no Firefox, Chrome, etc.

Por enquanto, o TimeRabbit é compatível apenas com sistemas Windows.


Lá do Mashable.

Imagem: Divulgação.


Meu passado fotográfico culinário me condena (ou o que não fazer ao tirar fotos de comida)
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Ana Ikeda

Gabi Butcher é uma especialista em fotos de alimentos. Ela, que já tirou muitas fotos para revistas e campanhas publicitárias, esteve na Campus Party 2013 falando sobre dicas para quem quer se aventurar nessa arte. Enquanto a especialista expunha os “pecados mortais” ao tirarmos fotos de comida, fiz um exame de consciência e admito aqui diante dos leitores do Gigablog: meu passado fotográfico culinário me condena.

Ao menos dois “pecados” citados por Gabi eu já cometi. O primeiro deles é usar flash nas fotos. A especialista diz que na grande maioria dos casos (e principalmente em fotos tiradas com celular ou câmera compacta) a luz intensa e artificial faz os pratos ficarem sem sombra e, consequentemente, sem profundidade. O flash também retira a textura dos alimentos (elemento importante para deixá-los apetitosos).

A prova do meu crime (à esq.) e um exemplo ‘correto’ (à dir.):

A dica da fotógrafa é: use sempre que possível luz natural (fotos tiradas durante o dia, com a iluminação que entra de uma janela, são as melhores). Outra possibilidade é usar “luz quente” (aquela mais amarela, gerada por lâmpadas incandescentes). “Pode levar o abajur do seu quarto para a cozinha. É melhor do que usar luz branca artificial, que deixa as fotos meio verdes”, diz.

Outro pecado segundo Gabi é tirar fotos de pratos que você já atacou. “Você até pode tirar fotos do prato se começou a comer, desde que não mostre que já começou a comer…”, brinca a fotógrafa. O melhor é buscar um ângulo que mostre a sobremesa ainda inteira (por exemplo).

A prova do meu crime (à esq.) e um exemplo ‘correto’ (à dir.):

Outro “crime” comum para quem tira fotos de comida é aplicar filtros – principalmente no caso de quem usa celular – que alteram a textura da comida. Como dissemos lá em cima, alterar a textura do alimento é tirar o que há de apetitoso nele.

Esse crime eu (ainda) não cometi. Bem, não conscientemente… hehe. Mas nessa galeria sobre aplicativos para efeitos em fotos tem um exemplo bom do pecado.

O crime ‘de mentira’ (à esq) e a foto original (à dir.):

Abaixo, um resumo das dicas da Gabi para quem quer se aventurar na arte da fotografia culinária.

Conheça seu equipamento: Seja celular ou câmera profissional, saiba quais são os recursos que você pode usar para deixar suas fotos mais legais. Vale ler o manual da câmera, fuçar no smartphone, alterar configurações e testá-las. “É preciso conhecer os limites do seu aparelho”, diz a fotógrafa.

Capriche no ângulo: A foto mais comum é a tirada do ponto de vista de quem vai degustar o prato (ângulo do comensal). Mas você pode tentar outras posições, como fotos em 90º com a visão de cima do prato ou “na linha do horizonte” do prato.

Cuidado com a composição: Centralizar o prato nem sempre é a melhor solução para uma boa foto. Tente usar a regra dos terços e posicionar o prato nos pontos onde as linhas da grade se encontram.

Capriche na produção: Na hora da foto, outros elementos além do prato são importantes para compor uma foto mais legal. Valem talheres, taças, guardanapos, entre outros itens. A cor dos objetos também é importante. Um prato de cor forte com um alimento de cor neutra, por exemplo, pode ajudar a destacar a comida.

Aproveite a iluminação: Evite sempre que possível usar o flash, principalmente em fotos com o celular ou câmera compacta. Aproveite sempre que possível luz natural ou “quente” (amarela).

Tratamento: Na hora de ajustar nitidez, contraste e saturação da foto com aplicativos (como Photoshop) cuidado para não alterar as características do alimento. Cor e textura devem ser mantidos o mais próximo possível do alimento “natural”.

Aplicativos móveis: Quem usa celular também pode fazer pequenos ajustes “de Photoshop” nas imagens. Dois dos usados por Gabi são: o Snapseed (para iOS e Android) e o Snapster (para iOS), ambos gratuitos.


Lá da Campus Party 2013.

Fotos: @anaikeda (Instagram)


Sem noção: o que você deve fazer para se queimar com seu (futuro) chefe nas redes sociais
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Guilherme Tagiaroli

 A internet já está cheia de tutoriais e avisos dando dicas de como as pessoas devem se comportar nas redes sociais. Mesmo assim, há muita gente que continua a utilizar Facebook, Twitter, Orkut (in memoriam) e outras redes de forma sem noção.

Durante a Campus Party 2013, Gustavo Guanabara (foto abaixo), professor universitário e analista de mídias sociais, falou, basicamente, tudo que já é conhecido sobre cuidados básicos. A abordagem, no entanto, foi: o que fazer na internet para se ferrar no trabalho ou no emprego que você ainda nem arranjou.

Apesar de o próprio Facebook afirmar que a rede não vasculha a vida dos candidatos, uma pesquisa da consultoria Reppler/Ibope de 2012 indica que 76% das empresas dizem consultar no Facebook o perfil de quem busca uma vaga. Twitter e Linkedin também são consultados por 63% e 58% das companhias, respectivamente.

Enfim, por mais que os perfis sejam “pessoais”, eles se tornam públicos por estarem na internet. Veja abaixo, segundo o palestrante, o que fazer na internet para conseguir um emprego — só que ao contrário.

- Não use Linkedin
Por mais que o Facebook seja o lugar mais procurado para conhecer o perfil do candidato, é no Linkedin que muitas empresas buscam seus próximos funcionários. Aliás, a rede social é feita exatamente para isso.  Logo, não usar o Linkedin é uma grande dica para quem quer ficar desempregado ou continuar na mesma empresa para sempre.

- Poste fotos de biquíni em redes sociais.
A não ser que o trabalho da pessoa envolva mostrar o corpo (o que imagino ser o caso de uma minoria), fotos íntimas podem queimar o filme de um candidato a uma vaga.

- Poste fotos constrangedoras.
Foi ao banheiro e está fazendo o número 2? É a situação perfeita para colocar uma foto no Facebook e conseguir vários “curtis”. É tudo que seu próximo chefe espera que você coloque na internet (novamente: só que não).

- Aquela foto com copo de bebida alcoólica sempre pega super bem.
Não há nenhum problema em beber. Mas tem gente que parece gostar de pagar de “nossa, quando eu bebo fico loucão”.  O problema deste tipo de imagem é quando ela é a principal do perfil. A queimação de filme já começa na primeira impressão do empregador, ao ver a página do candidato.

- Enfatize bastante os dias da semana.
Frases como “Uhul! Hoje é sexta” ou “M…, já é segunda-feira” são constantes nas redes sociais. O problema é que quem posta (e tem o chefe como amigo) acaba  se esquecendo da má impressão que passa. Fica parecendo que a pessoa odeia o que faz.

- Trabalho tá ruim? Fale mal do chefe e do seu trabalho.
Reclamar de funcionários da companhia e do chefe (independe de ser amigo nas redes sociais ou não) é sempre embaraçoso. Fazendo isso, o funcionário se queima com a companhia e com seus futuros empregadores, pois quem garante que após ser contratado a pessoa não vai fazer o mesmo?

- Jogue no horário de trabalho.
Muitas empresas liberam que usuários acessem redes sociais. O problema é que o Facebook sempre os denuncia. Basta só dar uma olhada no registro de atividades que fica no lado direito superior. Se você consegue ver as atividades dos outros, seu chefe (que pode ser amigo na rede social)  também consegue.

Lá da Campus Party 2013

Imagem: Guilherme Tagiaroli/UOL


Extensão elimina no Facebook horário em que pessoa visualiza mensagem do chat
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Ana Ikeda

“Visualizada às 17h20”. A mensagem no Facebook, embora simples (e minúscula), pode acabar causando atritos entre namorados, amigos, familiares… Principalmente se você anda com preguiça de atender todo mundo no chat da rede social. Se esse é seu caso, saiba que instalar uma extensão no seu navegador pode eliminar essa “marcação” de horário das suas mensagens.

A extensão Chat Undetected pode ser instalada no Chrome, Internet Explorer e Firefox (segundo a CNET, não funciona  no Safari). Nós aqui do Gigablog testamos no Chrome e, depois de habilitada, a extensão de fato faz com que o aviso “Visualizada às…” desapareça para a pessoa com quem você está conversando.

Só é preciso tomar cuidado para usar sempre o mesmo navegador onde você instalou a extensão para acessar o Facebook. Ou sair instalando em todos eles…

É possível voltar atrás, caso você queira que o alerta de horário de visualização volte ao chat. É preciso desinstalar a extensão (no menu Ferramentas>Extensões do seu browser) e reiniciar o navegador. No Chrome deu certo.

Lá da CNET.

Foto: Reprodução.


Vai viajar? Página do Google Maps reúne dicas de acordo com a experiência do viajante
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Ana Ikeda

Pode ser que você use muito o Google Maps para ver um trajeto daqui até ali (de uma rua da sua cidade até outra rua na sua cidade). Mas o serviço de mapas tem recursos que ajudam quem vai um pouquinho mais longe que isso – e até separa dicas de acordo com a experiência do viajante (e também pela falta dela).

A página em questão é a Travel Tips, lançada recentemente pelo Google, que traz dicas (por enquanto, só em inglês) para viajantes, agrupando vários serviços do Maps para uso em dispositivos móveis. Dá para navegar na página por níveis de usuários (engraçadinhos!), como guerreiro viajante das estradas, globetrotter internacional, viajante doméstico, aventureiro ao ar livre, curioso local e o viajante virtual. Faltou só o Mochileiro das Galáxias, mas aguardem.

Ícones de semáforos mostram em quais cidades o recurso de ver o trânsito em tempo real está disponível

São pequenas sugestões de como o serviço de mapas pode dar uma mãozinha na sua vida, explicou ao UOL Tecnologia Daniel Sieberg, “evangelista” do Google Maps. “A tecnologia de mapas evoluiu muito e está mais exata e abrangente”, disse Sieberg — ele próprio  um viajante assíduo (algo entre as categorias viajante das estradas e globetrotter internacional, acreditamos).

Quer um exemplo concreto? Digamos que você vai viajar para alguma cidade e não tem noção de como é o trânsito por lá. Então, dê um pulo no Google Maps e veja a condição do tráfego em tempo real. Cidades como São Paulo (e região metropolitana), Santos, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza e Recife têm o trânsito mapeado lá. No total, 187 países têm informações de tráfego disponíveis.

Às vezes a informação que você precisa é visual – aí entra o Street View (não, não serve só para você se divertir caçando flagras como esses aqui), que mostra imagens dos locais em 360º. “Eu e minha mulher, por exemplo, precisamos saber se conseguimos passear com o carrinho de bebê em certos locais”, exemplifica Sieberg. Outro exemplo pessoa (desta que vos escreve): saber se tem um estacionamento nas redondezas da rua de destino. Prático e útil. Já são cerca de 3 mil cidades em 40 países com imagens disponíveis no Street View.

Usuários de Android (e de versões móveis do Maps a partir da 6.0) podem ainda ver mapas do interior de alguns locais, como por exemplos aeroportos (útil para não se perder naqueles que são gigantescos). Mas, por enquanto, o recurso só está disponível para alguns locais nos EUA, Reino Unido e Japão. E se você pretende usar o transporte público no local de destino, pode encontrar cerca de 1 milhão de pontos de paradas de ônibus, metrô, trem e afins.

Um dos recursos mais bacanas, porém, ainda não está disponível no Brasil (#demorô). O acesso a mapas offline é uma mão na roda para ficar independente da conexão de internet (e suas tarifas): você faz a busca por um endereço e baixa a seção do mapa que vai precisar. Bem, se você vai viajar para o exterior, já pode pelo menos usar o recurso para mapas em 150 países (veja lista).

E, claro, não esqueça sua toalha.

Lá do Google Travel Tips.

Imagem: Reprodução.


Sua impressora dá piti? Saiba dicas básicas de manutenção e evite problemas comuns
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Ana Ikeda

Se você é do tipo que acha que impressora tem vida própria (o/), saiba que o comportamento intempestivo do seu aparelho pode estar ligado… ao seu comportamento intempestivo. Explico: alguns cuidados básicos (bá-si-cos) na manutenção diária do aparelho podem evitar futuros problemas.

Ao não dar a devida atenção à sua impressora, esteja certo de que ela vai começar a “comer papel”, sair imprimindo o que não deve e até mesmo se recusar a deixar você trocar o cartucho dela. Sim, impressora dá “piti”, amigo.

Para evitar esses “acessos nervosos”, Jorge Moreira Ferreira, diretor da D-Comp Informática, listou ao Gigablog oito cuidados fáceis, acompanhe:

Dica #1

Nada de ligar e desligar a impressora várias vezes ao dia: O (mau) hábito pode levar a danos nos cartuchos, que a todo momento são alinhados no trilho do aparelho. Deixe a impressora ligada até ter certeza de que não vai mais usá-la. Cartucho bem cuidado imprime mais – gasta menos tinta e dinheiro.

 

Dica #2

Nada de desligar direto da tomada: Tem quem ligue a tomada da impressora no estabilizador… e depois desligue a máquina direto pelo estabilizador. O melhor – por mais óbvio que seja, muita gente faz o contrário – é usar o botão liga e desliga, para não danificar o aparelho.

 

Dica #3

Deixar de usar a impressora por longos períodos: O ideal é imprimir algo pelo menos uma vez por semana, para que a impressora faça a checagem de inicialização (quando ela detecta se há algum problema) e esteja sempre pronta para funcionar

 

Dica #4

Usa jato de tinta? Então, cuidado no transporte: Trate a impressora com “carinho” no transporte. Nada de chacoalhá-la ou virá-la de cabeça para baixo, a tinta pode acabar escorrendo internamente (isso é pouco comum de ocorrer, mas equipamento antigos têm maior tendência)

 

Dica #5

Tire o cartucho com muito cuidado: Nunca (nunca mesmo) puxe o carro de impressão com a mão durante a troca de cartuchos. As impressoras geralmente alinham o cartucho na posição correta para eles serem removidos. Se isso não ocorrer, dê o comando pelo software de impressão no computador

 

Dica #6

Não exagere no papel: Pode até parecer uma grande economia de tempo entulhar a bandeja da impressora com um monte de papel, mas a pressa é inimiga da perfeição. O excesso de papel aumenta a chance dela puxar mais de uma folha por vez e “comê-las”. Verifique também se as folhas não estão úmidas e se a peça que mantém as folhas alinhadas está, de fato, encostando

Dica #7

Limpeza é fundamental: Evite deixar produtos nocivos perto da sua impressora, tais como COMIDA e LÍQUIDOS. Captou? Não é para comer perto nem em cima do aparelho ou usar a impressora de porta-copos. Uma limpeza periódica externa e interna também é aconselhável

 

Dica #8

Impressora deu piti, mesmo assim? Procure ajuda especializada (para ela!): Se mesmo com todo o carinho necessário a sua impressora resolveu não colaborar e deu pau, procure uma assistência técnica autorizada. Você pode danificar (ainda mais) a máquina tentando desentupi-la do papel “comido” ou mexendo no carro de impressão.

Saiba mais dicas: 

Prós e contras das impressoras a laser e jato de tinta 

Dicas ajudam a evitar problemas comuns em impressoras; veja

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Fotos: Montagem + Getty Images.