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Categoria : Dicas

Cientistas britânicos dão dicas para tirar ‘selfie perfeito’ com smartphone
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Ana Ikeda

Tirar “selfies” pode estar na moda, mas a habilidade dos egocêntricos em fazer o autorretrato com o smartphone nem sempre é a melhor de todas. Mas seus problemas acabaram: eis que surge um estudo científico (sério) com dicas (sério mesmo) para você tirar “o selfie perfeito”.

Selfie registrado na cerimônia do Oscar está longe de ser perfeito

Selfie registrado na cerimônia do Oscar está longe de ser perfeito

Dois pesquisadores da Universidade de Surrey, no Reino Unido, compartilharam suas “descobertas” sobre os selfies perfeitos no Festival Britânico de Ciência no último final de semana.

Andrew Pye e Rady Sporea, ambos doutores em fotografia, deram duas dicas primordiais para quem tira um selfie com smartphone:

1 – Fique perto da câmera do smartphone

2 – Tenha uma fonte de luz à sua frente, nunca atrás de você

Ok, se você entende de fotografia, esse é o momento para fazer piadas, xingar muito a tal pesquisa, vir com o discurso do “isso é óbvio” e mostrar à sociedade seu alto grau de evolução.

Em consideração ao restante da  humanidade (humilde) que não manja (muito, quase nada ou nada) de fotografia, Pye e Sporea explicam que a câmera digital costuma distorcer a perspectiva de um objeto quando ele está muito próximo (se você for tirar um ‘selfie’ com ela, aproveite para usar um bastão extensor). Isso já não ocorre com os smartphones, que possuem lentes e sensores “menores”, capazes de manter uma perspectiva melhor caso o objeto esteja próximo a eles.

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Exemplo de foto profissional que usa luz difusa (dir.)

Quanto à iluminação, a dica de manter a luz sempre à sua frente (seja com câmera digital ou smartphone) permite que a câmera identifique melhor seu rosto e garante que o foco automático funcione. Porém, os cientistas dizem que é preciso tomar cuidado com o contraste excessivo entre as áreas iluminadas (no caso, você) e as escuras (o cenário atrás de você).

Para evitar esse problema, você pode usar mais de uma fonte de luz (mais lâmpadas, por exemplo) ou espalhar a luz existente (como posicionar um guarda-chuva na frente da lâmpada/fonte de luz, difundindo a luz, como com o equipamento profissional fotográfico). Pye e Sporea também dizem para evitar selfies ao meio-dia, com o sol a pino, ou sob conjunto de lâmpadas alinhadas.

Se precisar de mais inspiração nos selfies, espie abaixo a criatividade alheia.

Lá da BBC e Daily Mail.

Imagem: Reprodução.


Aplicativo BreakFree calcula o quão viciado você está no seu smartphone
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Ana Ikeda

breakfreeDepois dos bolsos que bloqueiam o sinal do smartphone, surge agora um aplicativo que promete mostrar o seu “nível de vício” no aparelho e ajudar a usá-lo de forma “mais saudável”.

O BreakFree (gratuito para iOS e Android) é capaz de monitorar o tempo que o usuário gasta com o smartphone, exibindo gráficos de uso por dia, semana e mês.

O personagem Sato, um monge (muito zen), aparece para notificar a pessoa sobre os excessos cometidos. Se você estiver há mais de uma hora usando o smartphone ou está fazendo muitas ligações, ele gentilmente sugere que você diminua o ritmo.

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O aplicativo traz ainda um centro de gerenciamento que permite desabilitar a internet, rejeitar ligações ou enviar mensagens de texto automáticas (avisando que você está ocupado e não pode atendê-las).

Segundo o desenvolvedor, o Break Free também é útil para pais controlarem quanto tempo os filhos gastam no smartphone.

A versão gratuita do Break Free é limitada (a paga custa US$ 1,99 e traz estatísticas mais detalhadas).


Lá do Mashable.

Imagens: Divulgação.


Aplicativo para iPhone promete emagrecer visual em até 7 kg
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Guilherme Tagiaroli

Um aplicativo britânico promete melhorar seus selfies (autorretrato, em inglês). Se a natureza não ajuda muito, o SkinneePix diz reduzir em até 15 libras (6,8 kg) do rosto da pessoa fotografada, apenas com alguns truques de edição de imagem.

Disponível na loja da Apple desde o início de março deste ano, a descrição do aplicativo diz que ao utilizá-lo, ele fará “você se sentir melhor” e que as alterações serão como “nosso segredo”.

Ok. Depois de todas essas promessas, decidi desembolsar US$ 0,99 para testar o aplicativo. Baixei e na sequência abri o programa.

Ele abre a câmera frontal do aparelho e mostra um quadrado, onde a pessoa deve posicionar seu rosto. Após isso, o programa analisa as características da foto e libera os botões milagrosos que farão você perder até 6,8 kg.

Depois de algumas tentativas (se ele não reconhece seu rosto, é necessário tirar outras fotos), eis que consegui. E o resultado foi ok: ele, basicamente, deu uma reduzida no meu rosto na região da bochecha.

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À esquerda, a foto convencional; à direita, meu rosto com aparência de menos 6,8 kg

Repare que o aplicativo também deu uma leve distorcida no fundo. No entanto, nesse caso, só é possível perceber, pois tem um “antes e depois”.  Se for usar o aplicativo, é recomendável tirar a foto em fundo neutro (preferencialmente, numa parede de uma cor só), para não deixar pistas que a imagem foi alterada.

A repórter Elena Cresci (abaixo), do jornal britânico “Guardian”, utilizou o aplicativo em uma foto e não gostou muito do resultado. “Eu fiquei com uma aparência esquelética e cansada. As maçãs da minha bochecha ficaram grandes e minhas orelhas ficarem desproporcionais.”

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Para mim, que não gosto de tirar muito selfies, foi só mais uma foto tirada que vou apagar e US$ 0,99 a menos para gastar dos meus créditos da loja de aplicativo da Apple.

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Lá do Guardian

Imagens: Guilherme Tagiaroli/UOL e Reprodução/Guardian.

Tags : app selfie


Extensão para Gmail permite saber se destinatário visualizou e-mail
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Guilherme Tagiaroli

Uma extensão para Gmail quer acabar com a desculpa de “ah, não li o e-mail que você me enviou!”. Em tempos quando até mensageiros de smartphone (como WhatsApp e afins) informam se o destinatário recebeu a mensagem, por que não o mesmo com o velho correio eletrônico?

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Streak mostra se destinatário recebeu e-mail e até quantas vezes ele acessou a mensagem

Chamada Streak, a extensão funciona apenas para Gmail e para usuários do Google Chrome — apenas quem envia pr

ecisa “preencher” esses requisitos. Ao instalá-la, ela insere uma espécie de código em cada e-mail. Quando a mensagem é visualizada, ela avisa o aplicativo, que registra o horário e a localização de quem está acessando.

Para checar a informação, basta ir à pasta “Enviados” e ir até o lado direito da página, onde haverá informações detalhadas.

Alguém pode perguntar-se: mas qual é a vantagem desse aplicativo se já existe a opção “receber confirmação de leitura”?

Bom, os usuários do Outlook podem habilitar uma função semelhante. Porém, segundo o próprio programa, não são todos os servidores de e-mail que  a suportam. Logo, mesmo com o recurso ligado, pode ser que você nunca receba a confirmação de que a pessoa leu.

O Google oferece a funcionalidade parecida, mas só está habilitada para a versão empresarial do Gmail.

Apesar desse recurso específico, o Streak tem mais funções: ele permite gerenciar clientes, programar o envio de mensagens,  facilita a marcação de eventos e acelera o envio de e-mails repetitivos, etc.

O aplicativo é gratuito, está todo em inglês e só consegue rastrear mensagens enviadas após sua instalação.

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Lá do Huffington Post

Imagem: Reprodução.


Hey, Girl: seu Facebook fica muito mais charmoso com essas fotos do ator Ryan Gosling
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Juliana Carpanez

No meme “Hey, Girl” do exemplo acima, ator convida a “girl” para uma sessão de yoga

É possível que o ator canadense Ryan Gosling faça mais sucesso nas redes sociais do que na tela do cinema. Sua biografia não traz nada de muito relevante, mas na internet ele é protagonista de um meme que derrete o coração da mulherada. A fórmula é sempre a mesma: uma foto do charmosão + uma frase iniciada pela expressão “Hey, Girl” + uma mensagem positiva (algo como “Hey, Girl. Não coma esse cupcake, você já é doce o bastante”).

Com o meme já consolidado (a primeira frase “Hey, Girl” foi postada em 2008 no Tumblr “Fuck Yeah! Ryan Gosling”), as fãs dessa modinha podem aumentar a dose diária de Gosling, trocando automaticamente todas as fotos divulgadas no Facebook por imagens do bonitão. “Hey, Girl. Que feed lindo de notícias você tem.”

Para isso, é preciso baixar uma extensão para o navegador de internet Chrome. Ele colocará coração ao lado da barra de endereço e, sempre que acessar o Facebook, a usuária deve clicar nesse ícone. Dessa forma, todos aqueles seus amigos (feios) e as fotos divulgadas por eles serão substituídas por Gosling. “Hey, Girl. Esta é uma ótima ideia.”

Se você cansar de Ryan, basta desativar a extensão (ou não clicar no ícone de coração) e voltar a ver as fotos originais de seus amigos. Boa sorte com isso.

Extensão substitui todas as fotos do Facebook por Ryan Gosling. Curtiu?

Lá do Neatorama e Know Your Meme 


Ferramenta ajuda a fazer “faxina” no Facebook apontando posts comprometedores
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Ana Ikeda

Se você nem sempre levou uma vida regrada no Facebook (e anda meio arrependido de ter postado algo comprometedor na rede), precisa conhecer o Simple Wash. A ferramenta promete dar uma mãozinha para localizar esse tipo de conteúdo. Dá para achar posts publicados há até três anos (aquela época que nem sua mãe ou seu chefe estavam no Facebook).

O que o Simple Wash faz é varrer o seu perfil em busca de palavras-chave e apontar os posts que podem conter algo comprometedor. No caso do Gigablog, ele achou uma foto com a palavra “sexy” na legenda. Basta clicar no alerta para ir à página do Facebook onde ele está. Daí você decide se apaga ou não aquele post.

Por enquanto, a ferramenta funciona apenas para palavras em inglês, alemão, espanhol e italiano. Porém, se você quiser, pode fazer uma busca personalizada com palavras em português. Comece com palavrões, depois BBB e expressões como “odeio segunda-feira” (#FicaDica).

Para limpar seu perfil no Facebook, é preciso acessar o site do Simple Wash (logado no seu perfil) e permitir que ele acesse as informações que você postou.

Se você usa o Twitter, há também uma versão da “faxina digital” no microblog.

Lá do Mashable.

Foto: Reprodução.


Sai desse Facebook, menino! Software mede quanto tempo você perde na rede social
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Ana Ikeda

O Facebook é o lugar certo para quem gosta de procrastinar. Basta acessar a rede social para deixar aquela outra tarefa (muito) mais importante de lado. Mas, caro leitor, como tempo é dinheiro, tudo tem solução nessa vida: o software TimeRabbit promete “esfregar na sua cara” o tempo que você perde navegando lá no “Face”.

Dizem os desenvolvedores do TimeRabbit que um americano passa, em média, sete horas e 45 minutos pendurado no Facebook por mês. O ”DataGigablog” calcula que no Brasil isso não deve ser muito diferente… Aliás, o aplicativo fornece relatórios semanais, mensais ou desde a instalação no computador sobre o tempo que você passou na rede social.

O software gratuito da GigaWatch pode ser instalado no computador – não se trata de uma extensão para o navegador de internet. Sendo assim, ele vai medir o tempo gasto no Facebook independentemente se você acessou o perfil no Internet Explorer, depois no Firefox, Chrome, etc.

Por enquanto, o TimeRabbit é compatível apenas com sistemas Windows.


Lá do Mashable.

Imagem: Divulgação.


Meu passado fotográfico culinário me condena (ou o que não fazer ao tirar fotos de comida)
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Ana Ikeda

Gabi Butcher é uma especialista em fotos de alimentos. Ela, que já tirou muitas fotos para revistas e campanhas publicitárias, esteve na Campus Party 2013 falando sobre dicas para quem quer se aventurar nessa arte. Enquanto a especialista expunha os “pecados mortais” ao tirarmos fotos de comida, fiz um exame de consciência e admito aqui diante dos leitores do Gigablog: meu passado fotográfico culinário me condena.

Ao menos dois “pecados” citados por Gabi eu já cometi. O primeiro deles é usar flash nas fotos. A especialista diz que na grande maioria dos casos (e principalmente em fotos tiradas com celular ou câmera compacta) a luz intensa e artificial faz os pratos ficarem sem sombra e, consequentemente, sem profundidade. O flash também retira a textura dos alimentos (elemento importante para deixá-los apetitosos).

A prova do meu crime (à esq.) e um exemplo ‘correto’ (à dir.):

A dica da fotógrafa é: use sempre que possível luz natural (fotos tiradas durante o dia, com a iluminação que entra de uma janela, são as melhores). Outra possibilidade é usar “luz quente” (aquela mais amarela, gerada por lâmpadas incandescentes). “Pode levar o abajur do seu quarto para a cozinha. É melhor do que usar luz branca artificial, que deixa as fotos meio verdes”, diz.

Outro pecado segundo Gabi é tirar fotos de pratos que você já atacou. “Você até pode tirar fotos do prato se começou a comer, desde que não mostre que já começou a comer…”, brinca a fotógrafa. O melhor é buscar um ângulo que mostre a sobremesa ainda inteira (por exemplo).

A prova do meu crime (à esq.) e um exemplo ‘correto’ (à dir.):

Outro “crime” comum para quem tira fotos de comida é aplicar filtros – principalmente no caso de quem usa celular – que alteram a textura da comida. Como dissemos lá em cima, alterar a textura do alimento é tirar o que há de apetitoso nele.

Esse crime eu (ainda) não cometi. Bem, não conscientemente… hehe. Mas nessa galeria sobre aplicativos para efeitos em fotos tem um exemplo bom do pecado.

O crime ‘de mentira’ (à esq) e a foto original (à dir.):

Abaixo, um resumo das dicas da Gabi para quem quer se aventurar na arte da fotografia culinária.

Conheça seu equipamento: Seja celular ou câmera profissional, saiba quais são os recursos que você pode usar para deixar suas fotos mais legais. Vale ler o manual da câmera, fuçar no smartphone, alterar configurações e testá-las. “É preciso conhecer os limites do seu aparelho”, diz a fotógrafa.

Capriche no ângulo: A foto mais comum é a tirada do ponto de vista de quem vai degustar o prato (ângulo do comensal). Mas você pode tentar outras posições, como fotos em 90º com a visão de cima do prato ou “na linha do horizonte” do prato.

Cuidado com a composição: Centralizar o prato nem sempre é a melhor solução para uma boa foto. Tente usar a regra dos terços e posicionar o prato nos pontos onde as linhas da grade se encontram.

Capriche na produção: Na hora da foto, outros elementos além do prato são importantes para compor uma foto mais legal. Valem talheres, taças, guardanapos, entre outros itens. A cor dos objetos também é importante. Um prato de cor forte com um alimento de cor neutra, por exemplo, pode ajudar a destacar a comida.

Aproveite a iluminação: Evite sempre que possível usar o flash, principalmente em fotos com o celular ou câmera compacta. Aproveite sempre que possível luz natural ou “quente” (amarela).

Tratamento: Na hora de ajustar nitidez, contraste e saturação da foto com aplicativos (como Photoshop) cuidado para não alterar as características do alimento. Cor e textura devem ser mantidos o mais próximo possível do alimento “natural”.

Aplicativos móveis: Quem usa celular também pode fazer pequenos ajustes “de Photoshop” nas imagens. Dois dos usados por Gabi são: o Snapseed (para iOS e Android) e o Snapster (para iOS), ambos gratuitos.


Lá da Campus Party 2013.

Fotos: @anaikeda (Instagram)


Sem noção: o que você deve fazer para se queimar com seu (futuro) chefe nas redes sociais
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Guilherme Tagiaroli

 A internet já está cheia de tutoriais e avisos dando dicas de como as pessoas devem se comportar nas redes sociais. Mesmo assim, há muita gente que continua a utilizar Facebook, Twitter, Orkut (in memoriam) e outras redes de forma sem noção.

Durante a Campus Party 2013, Gustavo Guanabara (foto abaixo), professor universitário e analista de mídias sociais, falou, basicamente, tudo que já é conhecido sobre cuidados básicos. A abordagem, no entanto, foi: o que fazer na internet para se ferrar no trabalho ou no emprego que você ainda nem arranjou.

Apesar de o próprio Facebook afirmar que a rede não vasculha a vida dos candidatos, uma pesquisa da consultoria Reppler/Ibope de 2012 indica que 76% das empresas dizem consultar no Facebook o perfil de quem busca uma vaga. Twitter e Linkedin também são consultados por 63% e 58% das companhias, respectivamente.

Enfim, por mais que os perfis sejam “pessoais”, eles se tornam públicos por estarem na internet. Veja abaixo, segundo o palestrante, o que fazer na internet para conseguir um emprego — só que ao contrário.

- Não use Linkedin
Por mais que o Facebook seja o lugar mais procurado para conhecer o perfil do candidato, é no Linkedin que muitas empresas buscam seus próximos funcionários. Aliás, a rede social é feita exatamente para isso.  Logo, não usar o Linkedin é uma grande dica para quem quer ficar desempregado ou continuar na mesma empresa para sempre.

- Poste fotos de biquíni em redes sociais.
A não ser que o trabalho da pessoa envolva mostrar o corpo (o que imagino ser o caso de uma minoria), fotos íntimas podem queimar o filme de um candidato a uma vaga.

- Poste fotos constrangedoras.
Foi ao banheiro e está fazendo o número 2? É a situação perfeita para colocar uma foto no Facebook e conseguir vários “curtis”. É tudo que seu próximo chefe espera que você coloque na internet (novamente: só que não).

- Aquela foto com copo de bebida alcoólica sempre pega super bem.
Não há nenhum problema em beber. Mas tem gente que parece gostar de pagar de “nossa, quando eu bebo fico loucão”.  O problema deste tipo de imagem é quando ela é a principal do perfil. A queimação de filme já começa na primeira impressão do empregador, ao ver a página do candidato.

- Enfatize bastante os dias da semana.
Frases como “Uhul! Hoje é sexta” ou “M…, já é segunda-feira” são constantes nas redes sociais. O problema é que quem posta (e tem o chefe como amigo) acaba  se esquecendo da má impressão que passa. Fica parecendo que a pessoa odeia o que faz.

- Trabalho tá ruim? Fale mal do chefe e do seu trabalho.
Reclamar de funcionários da companhia e do chefe (independe de ser amigo nas redes sociais ou não) é sempre embaraçoso. Fazendo isso, o funcionário se queima com a companhia e com seus futuros empregadores, pois quem garante que após ser contratado a pessoa não vai fazer o mesmo?

- Jogue no horário de trabalho.
Muitas empresas liberam que usuários acessem redes sociais. O problema é que o Facebook sempre os denuncia. Basta só dar uma olhada no registro de atividades que fica no lado direito superior. Se você consegue ver as atividades dos outros, seu chefe (que pode ser amigo na rede social)  também consegue.

Lá da Campus Party 2013

Imagem: Guilherme Tagiaroli/UOL


Extensão elimina no Facebook horário em que pessoa visualiza mensagem do chat
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Ana Ikeda

“Visualizada às 17h20”. A mensagem no Facebook, embora simples (e minúscula), pode acabar causando atritos entre namorados, amigos, familiares… Principalmente se você anda com preguiça de atender todo mundo no chat da rede social. Se esse é seu caso, saiba que instalar uma extensão no seu navegador pode eliminar essa “marcação” de horário das suas mensagens.

A extensão Chat Undetected pode ser instalada no Chrome, Internet Explorer e Firefox (segundo a CNET, não funciona  no Safari). Nós aqui do Gigablog testamos no Chrome e, depois de habilitada, a extensão de fato faz com que o aviso “Visualizada às…” desapareça para a pessoa com quem você está conversando.

Só é preciso tomar cuidado para usar sempre o mesmo navegador onde você instalou a extensão para acessar o Facebook. Ou sair instalando em todos eles…

É possível voltar atrás, caso você queira que o alerta de horário de visualização volte ao chat. É preciso desinstalar a extensão (no menu Ferramentas>Extensões do seu browser) e reiniciar o navegador. No Chrome deu certo.

Lá da CNET.

Foto: Reprodução.