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Categoria : Vídeos

Sucesso na web, cachorro ‘trabalhado na expressão’ ganha canal no Vine
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Juliana Carpanez

A expressividade do cachorro japonês Kabosu garantiu ao animal um alto nível de popularidade na internet. Agora, os fãs podem acompanhar mais detalhes sobre sua (boa) vida de cão pelo serviço Vine, com vídeos de até seis segundos.

O perfil de Kabosu é compartilhado com dois gatos do mesmo dono, mas o conteúdo é igualmente divertido. Olha só alguns exemplos.

Kabosu foi recolhido em 2008 de um abrigo de proteção animal, pelo professor Atsuko Sato. Em 2010, o dono publicou fotos do animal em seu blog – entre elas, uma em que o cão da raça Shiba Inu aparece de patas cruzadas e sobrancelhas levantadas. Essa imagem se espalhou pela internet e virou até ícone do termo “doge” – uma gíria em inglês para dog, ou cachorro.

Como parece não haver limite para o sucesso, no ano passado Kabosu estampou uma moeda virtual chamada Dogecoin (que, sim, realmente existe). Se ficar atento ao perfil do bicho no Vine, você pode acompanhar praticamente em tempo real o surgimento de um novo meme – em se tratando de Kabosu, são altas as chances de isso acontecer.


Campanha em vídeo usa emoticons para divulgar mensagem de proteção animal
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Juliana Carpanez

A organização de defesa animal Peta fez um vídeo baseado em emojis – esse tipo de emoticon ganha cada vez mais popularidade nas mensagens via celular. Publicado na quarta-feira (19), o conteúdo mostra uma mulher interessada em moda e indica que seus objetos de desejo podem custar a vida dos animais. No fim, a frase (em inglês): “Não há palavras para a crueldade que os animais enfrentam pela moda”. Olha só que legal.

 


Vídeo mostra como seria o Instagram nos anos 80
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Guilherme Tagiaroli

instagramretro

O canal Squirrel Monkey do YouTube imagina como seriam sites ou produtos atuais se tivessem sido inventados há algumas décadas na série “Wonders of World Wide Web” (“Maravilhas da internet”, em tradução livre). Para dar veracidade ao exercício de imaginação, o holandês Jo Luijten, idealizador do canal, cria uma propaganda (com direito até a narração brega) explicando como o gadget/serviço funcionaria sem internet.

bola da vez escolhida por Lujiten foi imaginar o Instagram  como se a rede social tivesse sido inventada na década de 80. O comercial, abaixo, está todo em inglês e conta com os problemas de imagem próprios da época.

 

Como as pessoas mal tinham celular, o usuário do Instagram teria de tirar fotos com uma câmera convencional, preencher um formulário (disponível no posto de gasolina mais próximo de você!) e enviar o filme fotográfico pelo correio. Após algumas semanas (!!!), o usuário receberia as imagens em disquete ou cassete (na década de 80, havia fitas cassetes que podiam guardar arquivos).

fitacassete

Na década de 80 era comum o uso de fitas cassetes para armazenar arquivos

O Instagram da década de 80 tem filtros (sépia, monochrome, blurry e ocean), que são pré-estabelecidos no formulário, e permite que o dono das imagens escreva alguma mensagem sobre a foto.

gatoinstagram

E para compartilhar as imagens? É fácil: basta distribuir disquetes ou cassetes entre amigos. Mais prático impossível!

O próximo vídeo da série “Maravilhas da Internet” será sobre o Google Glass, os óculos inteligentes que podem se conectar ao seu celular. Só pela foto (abaixo) é possível imaginar a facilidade em carregar um trambolho desses.

1googleglass

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Lá do Mashable

Imagens: Reprodução


Animação coloca fim à ditadura de gatos extraordinários da internet
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Juliana Carpanez

Uma animação postada nesta semana no YouTube coloca fim à ditadura dos gatos extraordinários que você vê pela internet. O “Cat Song” (música do gato) conta a história da dona que se conforma em ter um gato comum. Com isso, aceita também o fato de que o felino não renderá bons vídeos para a internet. Simples assim.

Todo trabalhado na fofura, o vídeo musical (em inglês) é da Animation Domination, uma produtora alternativa da “Fox”. Entre suas boas sacadas está uma referência a Maru, o gato que adora uma caixa de papelão, soma mais de 244 milhões de visualizações no YouTube e teria deixado seus (anônimos) donos japoneses ricos.

O “regular, okay cat” (algo como “gato normal”), que nem nome tem, não se mexe quando a dona pega o celular para filmá-lo. Ele também não brinca, não é engraçado, não se impressiona com lasers e não tem um miado diferente. Mas gosta de olhar para a parede e espirra quando chega perto da cortina – algo que talvez o popstar (catstar ?) Maru não faça.

De tão comum, o gatinho sem graça definitivamente merece sua atenção.

Lá do Animation Domination


Facebook cria vídeo com história do usuário na rede social
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Juliana Carpanez

Lookback usa conteúdo postado pelo próprio usuário e faz uma retrospectiva

Lookback usa conteúdo postado pelo próprio usuário

“Nos dez anos do Facebook, quem faz a festa é você.” Este slogan típico de supermercado obviamente não foi divulgado pela rede social, mas está de acordo com a proposta de uma nova ferramenta. Lançado nesta terça-feira (4), dia em que o Facebook completa dez anos, o LookBack cria um vídeo com a história ”virtual” do usuário.

Presentão, vai?

A página puxa informações do usuário que está logado nela. Bem no clima de retrospectiva, reúne diversas fotos que você mesmo postou na rede. Com uma edição simples, mostra seus primeiros momentos, as publicações mais curtidas e as fotos que você compartilhou. O vídeo exibido nos nossos testes estava em português – ele possivelmente mantém a escolha da língua do perfil. Bem legal, olha aí embaixo.

 


Tinderella: animação retrata conto de fadas na era do aplicativo Tinder
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Juliana Carpanez

Do título aos detalhes, o vídeo “Tinderella” é genial. Criado pelo site “College Humor”, ele insere o aplicativo de pegação Tinder em uma versão moderninha de “Cinderela”. E ainda conta (em inglês) a história usando um ritmo característico dos contos de fadas. Inclui rimas.

 

A animação mostra a linda protagonista tatuada e entediada, usando o Tinder (ela é conhecida por “passar o dedo na tela, da direita para esquerda, o dia inteiro”). Ao seu lado, uma garrafa de vinho e dois passarinhos azuis – estes últimos, e apenas eles, bem típicos da Disney. A cerca de três quilômetros dela, largado em um quarto de solteiro, está o príncipe. Tatuado, entediado e no Tinder.

Os dois se gostam, trocam freneticamente mensagens de uma palavra (às vezes escritas pela metade) e combinam um encontro. Para agonia do espectador, a bateria da protagonista acaba logo que ela chega ao bar. Assim, o bonitão tenta encontrar Cinderela mesmo ela estando offline – é ou não é um herói dos tempos modernos? O resto da história você, se for maior de idade, confere no vídeo acima.


Sucesso na internet com ‘Friday’, Rebecca Black lança canção ‘Saturday’
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Juliana Carpanez

Sucesso em 2011 com o hit “Friday” (sexta-feira), a adolescente Rebecca Black está de volta com uma nova canção na internet. Surpresa: a música chama “Saturday” (sábado) e foi anunciada no último sábado (7).

Até a publicação deste post, cerca de 48 horas após o lançamento, “Saturday” somava 8,4 milhões de visitas no YouTube. Será que a garota – atualmente mais cheinha do que na primeira canção – repetirá o sucesso da sexta-feira?

Na nova letra (em inglês), Rebecca acorda em uma casa toda bagunçada pela festa da noite anterior (olha lá a referência de “Friday”). Em seguida, sai com os amigos e mostra que ainda sabe como se divertir.

Pela temática e ritmo, ela tem chance de repetir o feito de 2011 – quando, é importante lembrar, “Friday” foi considerada a pior canção de todos os tempos.


Dança do Neymar fez nosso vídeo bombar no YouTube, dizem funkeiros do grupo Lelek
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Guilherme Tagiaroli

Anualmente, a internet brasileira torna famoso algum grupo de funk e ela não quer nem saber o quanto você não gosta (ou adora) o gênero musical. Há uns anos atrás, uma das sensações era Vitinho com o funk “Sou f…”. Em 2013, que ainda nem acabou, a revelação até o momento é o “Ah, lelek, lek, lek, lek, lek, lek…”.

Jean (à esq.) e Renan (), os Leleks, dizem que a vida do grupo de funk mudou quando Neymar comemorou um gol com a coreografia da música

Eles foram os responsáveis por abrir os trabalhos no palco principal do YouPix Festival, evento de cultura de internet realizado anualmente em São Paulo, em entrevista concedida a Maurício Cid, do site de humor Não Salvo.

Apesar do atual sucesso, o grupo começou em uma comunidade do Niterói (RJ) com um vídeo  (bem tosco). Postaram no YouTube e explodiu. “Antes disso, a gente costumava fazer apresentações em festas de aniversário de 15 anos”, disse Renan, um dos Leleks.

No mundo do funk, eles ficaram conhecidos em meados de janeiro de 2013. Na época conseguiram uma boa visualização. Segundo eles, o vídeo do “Passinho do Volante” (sim, é esse o nome da música) já somava 11 milhões.

A vida deles mudou quando o jogador Neymar comemorou um gol com a coreografia da música. “O vídeo já era famoso, mas depois que ele dançou a quantidade de visualizações subiu para 40 milhões”, explicou Renan.

Depois disso, não teve jeito: apareceram em dezenas de programas de TV que tentam “decifrar” fenômenos da internet, influenciaram a moda dos óculos de aro grande (sem lente, de preferência) e, recentemente, até licenciaram a música para uma propaganda da Mercedes.

Como todo fenômeno, o próximo passo do grupo é emplacar um novo sucesso para continuar a ser relevante. A próxima música de trabalho é “QQ isso Lelek”.

Durante a conversa, porém, Cid lembrou o problema que o “sucesso” acaba trazendo. “A filmagem acaba ficando muito produzida, muito profissional. Perde aquela inocência marota, aquela pegada moleque”. Esperemos…

Cid (centro), do blog ‘Não Salvo’, entrevista os Leleks no YouPix 2013

Lá do YouPix.

Imagens: Guilherme Tagiaroli/UOL.


Vídeo simula como seria sua vida sem a internet
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Juliana Carpanez

O site Uproxx fez um vídeo que simula o mundo sem internet. Na produção, um computador antigão guia o nerd em um universo 100% offline, cheio de atividades físicas, dedicação ao trabalho, interações (reais) entre pessoas, noites de jogos com amigos, jantares para conhecer um pretendente (sem interrupções do celular, lembra?) e pessoas que encontram o caminho sem mapas digitais.

Esse universo também pode ter algumas agruras, como não poder encerrar uma discussão procurando no Google a informação certa. Se você tiver mais cinco minutos para gastar no ambiente virtual (você tem, que eu sei), vale assistir ao vídeo abaixo. Está em inglês, mas você pode encontrar no Google o significado de palavras desconhecidas. ;)


Aqui, você vê como seria na vida real o estilo Facebook de curtir a vida: