Blog do UOL Tecnologia

Categoria : Nerd

WWDC 2013: americanos contam perrengue para comprar ingressos do evento da Apple
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Juliana Carpanez

Os ingressos para o WWDC 2013, evento de desenvolvedores da Apple realizado em San Francisco (Califórnia) esgotaram-se neste ano em 72 segundos, segundo o diretor-executivo Tim Cook. A empresa não divulga o número de vagas, mas sabe-se que cada participante desembolsa US$ 1.600 (cerca de R$ 3.200) no ingresso para o evento de quatro dias.

Da esq. para a dir.: Eric Allam, Adam Fortuna e Jon Friskics tiveram problemas na compra do ingresso

Alguns dos desenvolvedores presentes na palestra de abertura (que teve cobertura ao vivo do UOL Tecnologia) disseram ter enfrentado problemas na hora (ou melhor: no minuto) da aquisição online. Cinco norte-americanos ouvidos pela reportagem acharam que ficariam de fora do evento, mas descobriram que haviam garantido seu lugar.

Os desenvolvedores Jon Friskics, Adam Fortuna e Eric Allam trabalham juntos e, no minuto em que abriram as inscrições, tentaram fazer a compra sem sucesso — cada um em seu computador, eles tiveram o mesmo problema. “O carrinho atualizava, mostrando que não tínhamos selecionado os ingressos”, relata Allam. Ao tentar novamente fazer a compra, aparecia a mensagem de que as inscrições estavam esgotadas.

John Hare (esq.) e Jay Kerr receberam mensagens de erro e, na sequência, viram no site que as vendas tinham sido encerradas

Cerca de seis horas depois, no entanto, cada um deles recebeu uma ligação da Apple confirmando a compra.

O mesmo aconteceu com os desenvolvedores Jay Kerr e John Hare. Eles receberam mensagens de erro e, na sequência, viram no site que as vendas tinham sido encerradas. Horas depois — ou no dia seguinte, no caso de Hare — foram informados via telefone que estavam inscritos.
Nós aqui do Gigablog não vimos, mas acreditamos que a reação deles à notícia deve definir o que é a alegria de um nerd. LOL.

PS: Caso você se pergunte “mas quem paga essa fortuna para assistir a um evento de tecnologia?”, todos os entrevistados tiveram a participação custeada por suas empresas.

*A reportagem viajou a convite da Apple

Lá do WWDC 2013.

Imagens: Juliana Carpanez/UOL.

Tags : apple wwdc


“Computação Depressão” mostra no Facebook as desgraças de quem trabalha com tecnologia
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Ana Ikeda

Quem trabalha com tecnologia sabe bem que lidar com o “usuário” não é fácil. É receber ligação do amigo achando que você é help desk, formatar o PC da mãe depois do almoço de domingo e explicar para o namorado (a) qual smartphone é o mais indicado para ele (ou ela) comprar. E foi justamente mostrando essas e outras dificuldades do cotidiano dos profissionais de TI (Tecnologia da Informação) – principalmente programadores – que a página ”Computação Depressão conseguiu quase 80 mil fãs no Facebook.

Seus criadores são Herinson Rodrigues, 22, e Sávio Dias, 18, dois jovens estudantes de ciência da computação da Universidade Federal de Tocantins. Além de piadas próprias, o Computação Depressão responde (ou melhor, “trolla”) dúvidas tecnológicas enviadas por fãs e também publica coisas engraçadas achadas pela internet.

Eles dizem que a inspiração para criar a página no Facebook veio da “necessidade” de compartilhar as piadas (muitas altamente nerds) com quem pudesse entender e rir delas. “Eu e o Sávio vivemos de fazer piadas na esperança de sermos engraçados, mas quase ninguém que convive conosco entende. Em especial nossos familiares, que nos acham muito estranhos”, brinca Herinson.

Veja abaixo o bate-papo por e-mail com os criadores do “Computação Depressão“: 

Gigablog – Vocês são programadores, analistas de sistema ou web designers?

Herinson – Atualmente, somos os três. Como nós ainda não somos formados, exercemos de tudo um pouco na “humilde” profissão de estagiários. Desde manutenção de computadores, instalação de impressora, recarga de cartucho, limpar o chão e fazer café na cantina. Mas, atualmente, o nosso alvo é programação (escrava).

Gigablog – A página existe já há algum tempo, por que vocês decidiram criá-la? Já trabalhavam na área na época?

Herinson – A página existe desde outubro de 2011. A ideia de criá-la foi por acaso. Eu e o Sávio vivemos de fazer piadas na esperança de sermos engraçados, mas quase ninguém que convive conosco entende (em especial nossos familiares, que nos acham muito estranhos). Então, em um belo dia eu dei a ideia pro Sávio de criar uma página no estilo “depressão” para compartilhar nossas piadas até então sem graça.

O mais engraçado é que nós conseguimos encontrar pessoas com nosso mesmo senso de humor estranho (tá, alguns estão lá apenas de poser, mas é isso).

Hoje são quase 80 mil, não era de se esperar esse “sucesso” todo.

Gigablog – Vocês chegam a criar algumas das trollagens, publicam o que recebem dos fãs ou o que vão achando por aí? Como fazem?

Herinson – No início, nós tentamos focar em piadas nossas, originais mesmo. Mas o nosso estoque de piadas sem graça foi acabando e nós tivemos que pegar piadas prontas na internet. Com a página crescendo, muitas pessoas mandavam dúvidas por Inbox perguntando coisas relacionadas à computação.

Aí veio a ideia de responder às perguntas mais idiotas com respostas sem sentido. Coisas do tipo: “Se eu der boot na minha câmera, corre o risco de estragá-la?” e nós respondemos: “Sim, corre o risco de abrir um buraco negro que vai engolir toda a galáxia”, coisas desse tipo que só geeks e nerds entendem.

Algumas pessoas também enviam suas piadas. Algumas são aproveitáveis (realmente muito boas), outras lembram nós mesmos antes da criação da página.

Gigablog – Com quase 80 mil fãs, como fazem para lidar com tantos comentários (dos muito “nerds” e dos muito “noobs” [novatos])?

Herinson – Nós evitamos responder os comentários porque isso já leva para o lado pessoal da coisa. Eu, particularmente, gosto de “trollar” os usuários que se acham os moralistas de internet.

Já o Sávio procurava responder alguns com calma. Ele acabou perdendo a paciência, pois custou a acreditar que realmente existiam pessoas que faziam esse tipo de perguntas idiotas.

Gigablog – Falando sério (ou não), qual é a pior “depressão” na área de TI atualmente? 

Herinson – A pior depressão hoje são os salários. Falta de nivelamento, prostituição de alguns profissionais (corta pra mim, Percival). Mas, se o profissional for qualificado, ele consegue ganhar muito dinheiro. O chato em TI é isso: você nunca vai parar de estudar.

Sávio – Concordo com o falado pelo Herinson, entretanto acrescento algo a mais: lidar com o “usuário”. Eu sei de todo o “blá-blá-blá” que envolve o usuário na nossa área, mas é difícil você lidar com ele na maioria dos casos. Ocorre frequentemente você chegar com o software pronto, da forma que ele pediu, e ele diz “É, tá legal. Mas sabe que ficaria legal se acrescentasse isso, isso e isso?” (frustração de estagiário?!).

Gigablog – Windows, MacOS ou Linux? 

Herinson – O Sávio prefere MacOS. Eu prefiro Linux. Nós dois usamos Windows também, somos viciados em PES, FIFA, CoD, Rise of Nations, entre outros. 

Sávio – É importante frisar que minha fase de “fanboy” da Apple passou. Não tenho preconceito com SOs [sistemas operacionais], busco utilizar cada um usufruindo da sua vantagem e, claro, achar os defeitos para fazer piadas (é isso que fazemos, ou pelo menos o que achamos que fazemos). Enfim, utilizo os três, mas meu coração pende para o lado da Maçã =P

Gigablog – iOS ou Android?

Herinson – Eu prefiro Android. O Sávio prefere iOS. Como vocês puderam perceber, eu sou pobre e não tenho nada da Apple. Já o Sávio esbanja riqueza e paga pau pro Steve Jobs. Fazer o que né?!

Sávio – É, né, seu “amigo” o queima desse jeito. Vou adotar a neutralidade nesse assunto, mas digamos que posso adaptar parte do discurso sobre os SOs de desktop.

Gigablog – Java, C ou Python?

Herinson: Apesar de nós gostarmos muito de C, ele tem um lugar no lado esquerdo do peito, como diria aquela música do Milton (o Nascimento, não o Neves, que deve programar tão bem quanto pintar com Lukscolor). Mas hoje, Python é o poder. Java é só mais uma linguagem qualquer. Desculpem-me, Java Boys, mas vocês já sabem disso =D

Sávio – Nesse ponto concordamos, e muito. A não aceitação do Java em nossas vidas. Apesar de já ter realizado (e realizar!) alguns trabalhos com ele, não é preferência para nenhum de nós.

Lá do Facebook.

Foto: Reprodução.


Americano faz vídeo no Vine para pedir mulher em casamento (e ela aceita!)
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Guilherme Tagiaroli

O americano Curt Buthman achou uma forma diferente de pedir sua mulher em casamento pela internet. Em vez de personalizar um jogo (como fez este cara que pediu a namorada em casamento com uma versão customizada do Angry Birds) ou fazer cartazes com memes, ele utilizou uma ideia mais simples e visual.

Buthman fez um vídeo na rede social Vine (que só permite arquivos com até seis segundos) e, em seguida, postou o arquivo no Twitter. O vídeo (em inglês) diz: “Marsha, eu te amo tanto. Você quer casar comigo?”.

A resposta não demorou muito para vir. Marsha Collier, pelo próprio Twitter, disse que gostaria de se casar com Curt Buthman.

Em entrevista ao blog americano “Huffington Post”, Marsha disse que ficou surpresa com o pedido, pois ela estava participando de um chat pelo Twitter. “Eu estava tentando ver as mensagens do bate-papo pelo Twitter #cutserv e então minha mente congelou completamente”, disse

Pelo fato de haver grande troca de mensagens em chats pelo Twitter, Curt Buthman já tinha um plano B caso Marsha não reparasse no tuíte com o vídeo. “Eu estava com medo que ela não conseguisse ver, pois o chat é muito rápido. Eu já tinha alguns amigos preparados para retuitar se ela não respondesse rapidamente”, disse ele ao “Huffington Post”.

Já pensou se dá errado?

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Lá do Huffington Post


Com impressora 3D, Disney transforma visitantes de parque em stormtrooper por US$ 100
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Guilherme Tagiaroli

A Disney anunciou que voltará a ter fins de semana temáticos dedicados a “Star Wars”. E uma das ações para os visitantes do Disney’s Hollywood Studios é a possibilidade de se tornar  um stormtrooper – membro do exército imperial da saga de filmes. Após um longo processo o D-TechMe (como é chamada a atração) consegue produzir uma miniatura do soldado com o rosto do visitante em uma impressora 3D. O valor cobrado pela atração é US$ 100 (aproximadamente R$ 202) mais o custo para entrega.

A miniatura mede 19,05 centímetros (7,5 polegadas) e leva um bom tempo para ficar pronta. Para isso, o rosto do visitante é escaneado por um aparelho 3D por cerca de dez minutos. A imagem capturada é enviada a uma impressora 3D de alta resolução que imprimirá um boneco.

No entanto, quem passar pela experiência vai demorar a colocar as mãos na miniatura. O visitante do parque deverá esperar entre sete e oito semanas para receber a réplica do stortrooper com seu rosto (haja paciência!) – o blog da Disney ainda diz que a entrega pode demorar mais para estrangeiros.

O D-TechMe estará disponível a partir do dia 17 de maio no parque Disney’s Hollywood Studios na Flórida (Estados Unidos).


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Lá do Disney Parks Blog

Imagens: Divulgação


Pôster tenta resumir memes e personalidades mais populares da internet dos últimos anos
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Guilherme Tagiaroli

O artista Caldwell Tanner criou o pôster acima que tenta resumir os principais personagens e memes da internet de pelo menos sete anos atrás. É um verdadeiro teste para quem acha que conhece bem a rede e todas as modinhas que ocorreram pelas interwebs nos últimos anos.

Ao todo, a imagem conta com aproximadamente 120 personagens. Alguns destaques: o cara do “Evolution of Dance” (que fez um vídeo em que ele dança de Elvis a Eminem) , todos os troll faces, uma pessoa fazendo planking, a cantora Rebecca Black (do hit “Friday”, sucesso em 2011), o Grumpy Cat (o gato que nunca sorri), o cara do Tró-ló-ló (que Deus o tenha), o Psy (cantor de “Gangnam Style”) e mais um monte de gente.

A imagem foi postada originalmente no site americano “College Humor”. Lá é possível visualizá-la em alta definição e conferir uma breve explicação para cada um dos itens (infelizmente só em inglês). Para habilitar o “modo explicação”, basta teclar a letra L do teclado (vai aparecer como na imagem abaixo, só que com um link em vermelho).

Quantos você conseguiu descobrir? Mesmo cobrindo tecnologia há um tempo, confesso que só consegui descobrir mais uns 20 (além dos que estão citados acima).


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Lá do College Humor

Imagem: Reprodução


Garotas contam na Campus Party como conciliar a nerdice do casal em um relacionamento
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Juliana Carpanez

Sobre o palco, quatro mulheres nerds — e de nerds. Por causa dessas características, elas foram protagonistas de uma palestra realizada na quinta-feira (31) na Campus Party 2013.

Com clima de clube da Luluzinha (2.0, claro), elas contaram, entre outras coisas, como conciliar a nerdice entre o casal. É o que acontece, por exemplo, quando apenas um dos dois adora “Star Wars”, Linux, “World of Warcraft” ou algo do gênero. Abaixo, a opinião de cada participante da mesa, que teve como mediadora Raquel Gompy (centro), criadora do blog e podcast Monalisa de Pijamas.

Da esq. para a dir.: Laura Buu, Ana De Cesaro, Raquel Gompy, Maira Moraes e Giovana Penatti

Maira Moraes, do site Papo de Gordo
Em sua opinião, o casamento é como um banco. “Ele gosta de uma coisa, você de outra. Se ele faz algo para agradar você, ganha créditos. Com isso [crédito], você fará algo para agradá-lo também.” Ou seja: se ele viu “Star Wars” com você, nada mais justo do que acompanhá-lo em “Senhor dos Anéis”. A trilogia, é claro.

Giovana Penatti, do blog Garotas Geeks 
Para Giovana, a nerdice é apenas uma das características do par – ou de uma das pessoas. Mas o relacionamento tem muitas outras características, então isso não deve ser levado tão a sério. “Não é porque os dois são nerds que ficam em casa trancados, tirando pó de action figures [bonecos]”, brinca.

Ana De Cesaro, do blog  Tá e daí?! 
Ana contou sobre um relacionamento problemático que teve, no qual ela e o namorado competiam para ver quem sabia mais de tecnologia. “Era ridículo”, afirmou, dizendo para as/os nerds tomarem cuidado com isso. Outro perigo é o de ficarem os dois no sofá: ele no PC, ela no celular (ou vice-cersa). Para fugir dessa armadilha, sugere que se estabeleçam dias da semana para atividades diferentes. Como o Sheldon, de “Big Bang”, segundo ela comparou.

Laura Buu, do site Pink Vader 
Laura também é da opinião que ser nerd não define quem uma pessoa é: “Equivale a ser baladeiro, é apenas uma característica”, compara. Portanto, nada de dramas se ele gostar mais de Android e você, de iPhone.

Foto: Juliana Carpanez/UOL


Google libera imagens de data centers e revela personagens do “Star Wars” como funcionários
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Guilherme Tagiaroli

O Google publicou imagens de centros de dados (data centers) da empresa em todo o mundo. A empresa, inclusive, liberou um site específico para que os usuários consigam ver alguns detalhes da infraestrutura dos lugares que guardam os e-mails do Gmail ou dos vídeos do YouTube.

Porém, um recurso que acabou tendo menos destaque é o fato de agora ser possível fazer uma navegação no estilo “Street View” pelos centros de dados do Google. E foi, por meio desta funcionalidade, que um leitor da revista americana “The Atlantic” achou um stormtrooper supostamente trabalhando como segurança do data center do Google de Lenoir, na Carolina do Norte (EUA). Para quem não sabe, os stormtroopers são soldados clonados de elite presentes no filme “Star Wars”.

Além disso, há ainda um pequeno robô R2-D2 também da série “Star Wars”. Na saga do diretor George Lucas, o robô é responsável por consertar astronaves.

Os personagens claramente são um “easter egg” (pegadinha) do Google — aliás, ainda não existe legislação trabalhista específica sobre direitos e deveres de robôs ou de clones, né?. A expressão americana é usada para designar pequenas dicas, pistas ou brincadeiras escondidas que remetem a uma charada ou piada.

No álbum abaixo, do ano passado, é possível ver algumas pegadinhas presentes em sites ou programas, veja abaixo:

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Lá do The Atlantic e do Street View

Imagem: Reprodução


Fã da Apple transforma escritório em réplica de loja oficial da marca
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Guilherme Tagiaroli


Não bastasse o processo de evangelização dos fãs da Apple, um chinês decidiu ir além e transformar o próprio espaço de trabalho, em sua casa, em uma réplica de uma Apple Store (lojas oficiais da marca). Diferente de outros espertalhões na China, que montaram réplicas de lojas para vender produtos.

“Podem me chamar de louco. Mas há mais ou menos três meses eu acordei e decidi renovar completamente meu escritório de casa”, disse David Wu, o autor da façanha.

O quarto conta com todos os elementos de uma Apple Store: bancadas e prateleiras de madeira, caixas e mais caixas de produtos, uma Apple TV conectada a um televisor, e até uma impressora sem fio (ao comprar algo em uma loja da Apple, o consumidor pode receber a nota impressa ou recebê-la por e-mail).

Apesar de não relatar o quanto gastou, Wu diz que as caixas de produtos utilizadas nas prateleiras foram de produtos que ele próprio adquiriu. “A maioria das caixas (não todas) é de produtos Apple que fui comprando com o tempo e consegui guardar. Ao todo, tenho 20 iCoisas funcionando.” Ou seja, ele não gastou pouca coisa nesses últimos anos.

Veja abaixo algumas imagens disponibilizadas no blog de David Wu de seu escritório inspirado em uma Apple Store:

 

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Lá do blog do David Wu (em inglês)
Imagem: Reprodução


Britânico cria jeito de imprimir fax “quilométrico” com meme do Nyan Cat
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Ana Ikeda

Essa é para saudosistas, de máquinas de fax e memes antigos: um britânico resolveu criar uma brincadeira usando esses velhos aparelhos para receber documentos com o Nyan Cat, gato voador do YouTube (veja aqui detalhes dessa celebridade na internet).

Quem mora no Reino Unido, deve ligar para 020 7233 6854. Para quem mora fora do país +44 20 7233 6854. Ao ouvir o sinal da máquina (sim, aquele som in-con-fun-dí-vel), aperte e Start para receber o fax mais quilométrico do mundo. Mas se não quiser gastar papel, basta assistir ao vídeo abaixo com o feito:

 

Atenção, diz Tom Scott, criador da brincadeira: muito provavelmente você vai ter de desligar a máquina manualmente da linha telefônica para parar de receber o Nyan nyan nyan nyan nyan nyan nyan fax.

Gato voador vira tema de objetos, comida e esmalte do pé

Veja Álbum de fotos


Lá do Tom Scott e Mashable.


Canadense faz cobertura de pedido de casamento pelo Twitter
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Camila de Lira

“]

Mike e sua furutra esposa [do Instagram

Não é novidade que tem muito homem usando o que a internet tem para ajudar a fazer propostas incríveis de casamento.  Na semana passada, por exemplo, um canadense  resolveu transformar sua proposta de casamento em um “evento” no Twitter.

Tal qual uma celebridade, Mark  Duerksen fez um “live-tweet” de como ele pediu sua namorada em casamento. Exatamente isto que você viu, caro leitor, uma cobertura ao vivo dos acontecimentos! As pessoas podiam seguí-lo no twitter (@MikeDuerksen) ou acompanhar pela hashtag #MikeProposes.

A programação de Mark era bem romântica, ele levou a sua futura esposa a vários lugares que tinham a ver com a sua vida de namorados e tudo mais. Só que teve um pequeno problema: ela não usa o Twitter. E, quando o namorado a chamou para este encontro mais longo que o comum, ela, logicamente, resolveu deixar o celular em casa. Ele, por sua vez, não largou do telefone um minuto.

Mike não só se preocupava em tuitar o que estava acontecendo, como também respondia àqueles que lhe davam “parabéns” ou mandavam seus “best wishes” e dava retweet nas mensagens mais interessantes (ele até mesmo deu uma entrevista enquanto escapou para ir ao banheiro no meio do encontro!) Por mais romântico que possa ter sido isso, vocês conseguem imaginar o que é estar em um encontro e a pessoa da sua frente não tirar o telefone da mão?

 

Diferente do que fez o brasileiro, que filmou a proposta-desafio-de-Páscoa e só depois a colocou no YouTube (algo que, vamos e convenhamos, também não é muito legal para pessoas que não curtem câmeras como esta que vos fala), ele fez tudo ao vivo, para todos interagirem!

No final, a namorada aceitou, numa cena quase de cinema com uma fogueira, um anel de noivado e um smartphone. Esperamos, realmente, que ele não esteja pensando em nenhum tipo de webcam para a noite de núpcias.

Lá do Gawker