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Categoria : Aplicativos

Mãe usa app de maquiagem em filho e o resultado ficou bem esquisito
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Guilherme Tagiaroli

Fiona (dir.), 28, deitada com Gabriel, seu filho recém-nascido

Uma mãe britânica identificada como Fiona, 28, estava sem muito o que fazer e decidiu usar o aplicativo YouCam Makeup  para brincar com fotos tiradas de seu filho, Gabriel, de apenas 7 semanas.

O programa, disponível gratuitamente para iOS e Android, permite inserir maquiagem em um rosto, baseado em uma foto armazenada em um smartphone.

Fiona fez versões de maquiagem de seu filho de tudo quanto é forma. E o resultado ficou bem estranho.

Em seu post no site Imgur, onde foram publicadas as fotos, Fiona diz apenas: “de propósito, tirei fotos dele fazendo várias caretas, porque vivo para me divertir”.

Nessa primeira, ela colocou batom no garoto, fez um olhão e uma sobrancelha no pequeno Gabriel.gab1

Nessa abaixo, Fiona mudou a cor dos olhos do recém-nascido e ainda colocou um corte chanel nele.

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A mãe não perdoou nem o sono de Gabriel. Enquanto dormia, ela usou o app  para colocar colocou batom no garoto e ainda pintou as sobrancelhas.

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No site Imgur, as reações foram bem controversas. “Vi a imagem e pensei: ‘uou, colocaram maquiagem em uma criança’. Quando cliquei, achei bacana e creio que faria o mesmo com meus filhos”, publicou um usuário identificado como “UndercoverCopper”.

Outro perfil do site de imagens, identificado como “HaywoodJeDewmie”, postou: “Você é uma mãe terrível”.

Na área de comentários do Imgur, a mãe jurou que tudo não passou de uma brincadeira e que não usou nenhum tipo de maquiagem real. Tudo foi feito via aplicativo YouCam Makeup. Menos mal, né?!

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Lá do Daily Mail e do Buzzfeed

Imagens: Imgur/Unicornreality


App usa imagem de gato para manter fotos privadas “invisíveis” no Facebook
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larissa

Os gatos e as gatas estão prestes a inundar a sua timeline no Facebook. Opa! Não se anime tanto, porque nada tem a ver com homens e mulheres bonitas. Trata-se de um novo aplicativo lançado pelo Wickr [um bate-papo que tem como principal atrativo a segurança]. wicker

O novo recurso ganhou o nome de WTF (Wickr Temporário Feed) e permite que os usuários compartilhem fotos do feed do Wickr para até 151 amigos do Facebook por até 24 horas. Após esse período, as imagens se autodestroem.

A foto será liberada apenas para os amigos que forem autorizados pelo usuário e pelo período determinado para a sua autodestruição. Aqueles que não integrarem a “lista segura” terão acesso à foto de um gato em vez da original.

O aplicativo não permite o compartilhamento, tampouco a cópia e a impressão das fotos. Também não é possível salvá-las. Foi o que afirmou Nico Sell, fundador do Wickr, em entrevista ao tabloide britânico “DailyMail”.

A funcionalidade WTF foi adicionada ao aplicativo Wickr  apenas para para dispositivos da Apple. A empresa, no entanto, pretende lançar versões para Android, bem como para computadores equipados com Macintosh, Windows e Linux.

“Estamos usando uma ferramenta de espionagem muito complexa”, disse Sell, que descreve a técnica de espionagem dos velhos tempos chamada de “esteganografia” como a arte de esconder mensagens em plena vista.

O WTF, como aponta Sell, foi inspirado em sua filha mais velha. A adolescente queria se conectar com amigos no Facebook, mas encontrou resistência por parte de sua mãe. “Somos o único aplicativo de mensagens seguro que nunca sofreu um ataque bem-sucedido”, disse ele. “Nós somos o último homem de pé.”


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Lá do Daily Mail

Imagens: Reprodução


Aplicativo BreakFree calcula o quão viciado você está no seu smartphone
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Ana Ikeda

breakfreeDepois dos bolsos que bloqueiam o sinal do smartphone, surge agora um aplicativo que promete mostrar o seu “nível de vício” no aparelho e ajudar a usá-lo de forma “mais saudável”.

O BreakFree (gratuito para iOS e Android) é capaz de monitorar o tempo que o usuário gasta com o smartphone, exibindo gráficos de uso por dia, semana e mês.

O personagem Sato, um monge (muito zen), aparece para notificar a pessoa sobre os excessos cometidos. Se você estiver há mais de uma hora usando o smartphone ou está fazendo muitas ligações, ele gentilmente sugere que você diminua o ritmo.

sato

O aplicativo traz ainda um centro de gerenciamento que permite desabilitar a internet, rejeitar ligações ou enviar mensagens de texto automáticas (avisando que você está ocupado e não pode atendê-las).

Segundo o desenvolvedor, o Break Free também é útil para pais controlarem quanto tempo os filhos gastam no smartphone.

A versão gratuita do Break Free é limitada (a paga custa US$ 1,99 e traz estatísticas mais detalhadas).


Lá do Mashable.

Imagens: Divulgação.


Aplicativo permite criar frases para camiseta em loja nerd de roupas
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Juliana Carpanez

Caso você se encaixe na categoria dos nerds/geeks, são grandes as chances de já ter comprado uma camiseta na Threadless (dica valiosa: as promoções de Black Friday garantem ótimos negócios). Agora, o aplicativo Type Tees permite que você crie suas próprias camisetas nessa loja.

Na camiseta criada em teste, a frase "Má Ôe" (bordão do apresentador Silvio Santos) apareceu estampada sem acentos

Na camiseta criada em teste, a frase “Má Ôe” (bordão do apresentador Silvio Santos) apareceu estampada sem acentos; a cor da camiseta está associada ao tipo de fonte selecionado

As boas notícias: o preço não é dos mais altos (US$ 22 + frete), o tecido é bom, você escreve a frase que quiser e pode escolher diversas fontes para a estampa.

As más notícias: só dá para estampar frases (e não imagens), acentos comuns da língua portuguesa não aparecem, as cores são limitadas (o tom é determinado pela escolha da fonte) e preço do frete (US$ 10 em uma simulação para São Paulo).

De forma geral, trata-se de uma ferramenta prática para criar sua própria camiseta engraçadinha.

O aplicativo está disponível apenas para iOS (portáteis da Apple). Basta baixar, digitar uma frase, escolher a fonte (e, automaticamente, a cor da camiseta), o tamanho e especificar se é para homem ou mulher. O mais difícil, mesmo, é bolar a frase – felizmente para os mais preguiçosos, há opções já prontas em inglês. :)


Criador do Tinder namora herdeira da Dell; casal teria se conhecido via app
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Juliana Carpanez

Sean Rad, 27, e a Alexa Dell, 20, em foto publicada no “New York Times”

Sean Rad, 27, e a Alexa Dell, 20, em foto publicada no “New York Times”

Uma reportagem publicada nesta quarta-feira (9) no “ValleyWag”, site com os bastidores do Vale do Silício, indica que pelo menos uma pessoa se deu muito bem no Tinder: o próprio criador do aplicativo de pegação. Sean Rad, 27, garante que seu app deu origem ao namoro de quatro meses com Alexa Dell, 20 (também conhecida como filha de Michael Dell, dono da fabricante de computadores Dell, com fortuna estimada pela “Forbes” em US$ 17,6 bilhões).

O casal não comenta o relacionamento – Rad contou à “Businessweek” que conheceu a namorada no Tinder, sem citar o nome da garota. Mas o “ValleyWag” reproduz fotos em que eles aparecem juntos (inclusive no “New York Times”, em reportagem sobre as festas de empresas de tecnologia). No Instagram de Alexa, Rad aparece na foto de apresentação. No de Rad, a imagem de abertura retrata o casal. Os dois perfis na rede social de fotos são trancados.

Alexa ganhou notoriedade em 2012 justamente por se expor demais nas redes sociais. Enquanto seu pai gastava US$ 2,7 milhões (cerca de R$ 5,95 milhões) com a segurança da família, a garota publicava no Twitter posts que mostravam sua exata localização, além de informações sobre quando os Dell chegavam e partiam de determinadas cidades.

O ápice da exposição foi quando ela publicou no Instagram uma foto de seu irmão Zachary em um avião particular, e a imagem foi parar no Rich Kids of Instagram (Tumblr que reúne as “crianças ricas do Instagram”). Na sequência, Alexa deletou sua conta no Twitter e também a polêmica foto. Mas ela voltou ao microblog, que permanece aberto.

Lá do Valleywag
Foto:  New York Times


Aplicativo Split avisa quando ex está por perto e indica rota de fuga
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Ana Ikeda

Encontrar o ex por acaso em um restaurante ou no meio da rua não é uma ideia agradável para algumas pessoas. Mas até para evitar essa situação delicada já temos um aplicativo. O Split não apenas diz que o ex-parceiro (a) está por perto como também indica uma rota de fuga.

Gratuito para Android e iOS, o Split funciona conectado ao Facebook, Twitter, Instagram e Foursquare. Ele então usa os dados de check-ins feitos pelo ex-parceiro (a) para avisar da sua proximidade geográfica. Além disso, ele também envia alertas quando o ex confirma que vai a um mesmo evento que você. tec2

Outro recurso mostra as zonas de perigo – locais muito frequentados pelo desafeto, ou seja, onde há grande probabilidade de encontrá-lo. Por último, o aplicativo “dedura” se o ex está acompanhado de outra pessoa.

O criador do Slipt, Udi Dagan, explicou ao “Daily Mail” que teve a ideia de criar o aplicativo há cerca de um ano quando ele encontrou sem querer uma ex-namorada em um bar. “Depois de alguns minutos desconfortáveis, eu apressei meus amigos para sairmos dali e ir a outro pub do lado oposto da rua. E lá eu esbarrei –literalmente – em outra ex. Não foi uma noite legal”, conta.

Para quem acha mais “traumático” encontrar com o ex em outro local — as redes sociais — acompanhe abaixo dicas para apagá-lo (a) da vida digital.

Lá do Daily Mail.

Imagem: Divulgação.


Aplicativo Whisper permite publicar desabafos sem revelar a identidade
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Juliana Carpanez

Post publicado no Whisper diz que casal da foto se conheceu via aplicativo

Post publicado no Whisper diz que casal da foto se conheceu via aplicativo – acredite se quiser

Como fã do finado aplicativo Post Secret, no qual os usuários podiam divulgar segredos e desabafos de forma anônima, me empolguei com as possibilidades do Whisper (“cochicho”; grátis para Android e iOS). Ele funciona de maneira muito parecida com o precursor, descontinuado há dois anos: o usuário escolhe uma foto, escreve a legenda (que pode ou não ter a ver com a imagem) e envia o conteúdo sem se identificar.

Mas o mais legal, mesmo, é bisbilhotar a vida alheia – com a ressalva de que muitas daquelas informações podem não ser verdadeiras.

No Whisper, a comunidade pode “curtir” o conteúdo usando um coração, responder (também com imagem e legenda) e até mesmo encaminhar uma mensagem direta a outros usuários – um dos “cochichos” estampa a foto de um casal e diz que eles se conheceram via app. Apesar de o uso ser anônimo, essa interação exige a criação de uma conta (com nome e senha).

O app também pode – se o usuário quiser – identificar a região onde foi feita a postagem. A localização permite selecionar os posts das proximidades (entenda-se Brasil), revelando conteúdo em português. Esse recurso facilita o uso entre aqueles que não falam inglês, pois esta é a língua dominante das postagens. Os dois idiomas são aceitos ao fazer buscas no banco de imagens, para ilustrar os “cochichos” (também dá para usar fotos próprias).

O programa oferece anonimato, mas afirma que pode eventualmente repassar à Justiça informações do usuário. Antes de torcer o nariz, saiba que foi justamente a garantia irrestrita de anonimato que matou o aplicativo do Post Secret cinco meses após seu lançamento (hoje, o criador Frank Warren mantém apenas um site com atualizações semanais).

Seleção de conteúdo
Tecnicamente, tudo funcionou direitinho durante os testes com o Whisper (o ponto negativo foi um irritante sistema de notificações, que só pôde ser desabilitado depois da criação da conta). Mas, do ponto de vista pessoal, o programa não empolgou, como achei que aconteceria. Isso porque, nesse mar de “sussurros” postados pelo usuário, é muito mais fácil encontrar conteúdo ruim do que bom.

Ao seguir um perfil em redes sociais mais tradicionais, como Facebook e Instagram, você sabe o que encontrará. E, se não gostar do conteúdo postado por aquela pessoa, basta deixar de segui-la. Com o Whisper é diferente. Ele exibe posts de usuários aleatórios, então você nunca sabe o que encontrará: há boas surpresas, mas geralmente trata-se apenas de perda de tempo. Além disso, o conteúdo parece muito batido, criando aquela impressão de “já vi isso antes”.

Uma saída é selecionar conteúdo das abas “popular” e “featured”: o primeiro destaca posts com mais interação, enquanto o segundo traz conteúdo selecionado pela equipe do aplicativo. Na manhã desta sexta (21), o “cochicho” mais pop dizia: “Nem sempre vou ao WalMart. Mas quando vou, consigo pegar o carrinho mais detonado disponível”. Já um selecionado trazia a frase: “O homem com quem me casei morreu no Iraque. Aquele que voltou era um monstro”.

Trata-se de uma alternativa para quem quer passar o tempo. Mas, dependendo do que encontrar pela frente, um desafio de Sudoku pode ser bem mais interessante.


Aplicativo para Facebook evita vergonha separando posts para pais e amigos
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Guilherme Tagiaroli

Thinkstock

Estudos recentes informaram que jovens têm usado outros serviços (como WhatsApp, Snapchat e Instagram) para substituir o Facebook. A maior razão para a perda de relevância da rede social entre os jovens, segundo os levantamentos, é que quase toda a família deles já está no Facebook. Isso faz com que um simples post vire fórum entre tias ou pais e, algumas vezes, a situação pode ser vexatória.

Para tentar solucionar esse problema, um usuário da rede social Reddit criou um aplicativo para Facebook chamado Family Matters (Família importa, em tradução livre).

Todo em inglês, o aplicativo permite que o usuário publique dois posts para grupos distintos. O primeiro fica visível apenas para familiares, enquanto o segundo aparece para todos os amigos, menos o grupo de parentes.

familymatters

A ideia do aplicativo é esconder a interação familiar ou evitar que seus parentes sejam zoados por seus amigos.

Para que o aplicativo funcione, é necessário antes adicionar seus parentes ao grupo “Família” no Facebook.

grupofamilia

A solução não é a melhor possível, pois se há parentes no grupo de amigos, eles também verão as postagens. Porém, tem seu mérito, pois faz automaticamente o trabalho de selecionar para qual grupo determinado post aparecerá.


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Lá do Huffington Post

Imagens: Thinkstock e Reprodução

Tags : facebook


Em evento para desenvolvedores, empresário conta como criou aplicativo para chamar taxi
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Guilherme Tagiaroli

Tallis Gomes, diretor-executivo e cofundador da EasyTaxi, fala durante o Short Stories Live

Poucas áreas sofreram a recente transformação tecnológica sofrida pelo ramo de taxis.  Essas mudanças foram causadas pela proliferação de aplicativos que permitem com poucos toques no smartphone chamar por um veículo. Um dos primeiros a se arriscar  foi Tallis Gomes, diretor-executivo da Easy Taxi, empresa desenvolvedora do software para smartphones de mesmo nome.

O empresário, que foi um dos participantes do Short Stories Live (evento que reúne experiências de desenvolvedores na criação de aplicativos), contou sobre as dificuldades que teve em iniciar sua companhia.

A ideia do aplicativo começou com um “fracasso”. Ao participar do Startup Weekend em 2011, Gomes queria fazer um programa para celular que mostrasse a localização dos ônibus na cidade do Rio de Janeiro.  Após achar a ideia sensacional, ele descobriu que o Google trabalhava com a mesma ideia na época.

Tela do aplicativo Easy Taxi para iPhone

Ao deixar o primeiro dia do evento, Gomes pediu um táxi e reparou na “grande dificuldade” que havia em pedir uma unidade para o local. Com isso, ele teve ideia de criar um programa para smartphone que utiliza a localização do aparelho para solicitar a unidade de taxi mais próxima. Essa ideia acabou originando o Easy Taxi. A aplicação acabou vencendo o desafio de “materializar” uma ideia num fim de semana.

A inovação do aplicativo foi facilitar a vida do usuário de taxi (além de pedir a unidade pelo telefone, é possível também ver o caminho feito pelo motorista) e do motorista, que fica mais independente de pagar por um ponto ou pela licença de uma rádio-taxi.

De 2011 para cá, a empresa cresceu graças à junção de vários fatores, dentre eles a popularização de smartphones e a expansão da cobertura de sinal de internet móvel (sim, caros, a coisa já foi pior). “No início, chegamos até a comprar aparelhos para os taxistas”, disse Gomes durante palestra no Short Stories Live.

O dinheiro da empresa vem de investimentos (recentemente, a companhia recebeu um aporte de R$ 35 milhões) e de um valor (R$ 2) que os taxistas devem pagar pelas corridas angariadas pelo aplicativo.

Com mais de 1,5 milhão de downloads e atuando em diversos países, a Easy Taxi atualmente tem o desafio de se diferenciar da concorrência (pesada) de outros aplicativos como: 99 taxis (que, por enquanto, não cobra nada dos taxistas), SaferTaxi (que oferece Wi-Fi durante a viagem), entre outros.



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Lá do Short Stories Live

Imagens: Guilherme Tagiaroli/UOL e Reprodução


Avós ‘high-tech’ criam aplicativo para manter contato com netos que moram longe nos EUA
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Ana Ikeda

Os “avós tecnológicos” Girsch têm um histórico longo como inventores: eles são conhecidos designers de brinquedos e já licenciaram mais de 200 produtos

O casal Charlie e Maria Girsch tem seis filhos e oito netos, que vivem em locais diferentes nos Estados Unidos. Eles não estavam satisfeitos com a comunicação entre a família: além das ligações interurbanas serem caras, os avós não achavam o Skype tão interessante para as crianças. Foi então que eles resolveram criar um aplicativo só para manter contato com os netos.

Segundo o ”Mashable”, o aplicativo FamZoom estimula a interação em tempo real com as crianças por ter uma interface especial (e fofa) pela qual dá para conversar, jogar, desenhar, ler e fazer videochamadas. Tudo isso ao mesmo tempo e junto com os avós.

“Quando mexo uma peça no jogo de quebra-cabeças no iPad aqui, ela também se move no iPad de Johnny [neto]”, explica Maria.

Segundo os Girsch, o aplicativo também pode ajudar crianças hospitalizadas a continuar a manter contato com parentes.

O aplicativo, que precisou de US$ 300 mil de investimento dos avós, ainda aguarda aprovação da App Store, da Apple, para que possa ser oferecido na loja para outras pessoas. Há também uma versão para Android sendo desenvolvida.

Avós inventores

Os netos se surpreenderam com o invento de Charlie e Maria, conta o casal. “Eles acham que somos loucos”, disse Charlie. “Eles não acreditavam que tínhamos esse tipo de conhecimento.”

Agora, eles tentam um financiamento coletivo no site Indiegogo para comprar iPads, instalar o aplicativo e doá-los para Institutos Ronald McDonald nas cidades de Denver e Tampa.

Os “avós tecnológicos” Girsch têm um histórico longo como inventores: eles são designers de brinquedos e já licenciaram mais de 200 produtos para companhias como a Mattel, Playskool e Fisher-Price. Em 1996, eles abriram uma consultoria que trabalha para empresas como General Mills, Target e Kraft Foods.

Outro detalhe curioso da história dos avós: eles se conheceram em Chicago, nos anos 60. Ele era padre; ela, freira. Os dois se apaixonaram e largaram o celibato.



Lá do Mashable.

Imagem: Reprodução.