Blog do UOL Tecnologia

Categoria : Vida digital

Site com abraços grátis promete ser o lugar mais legal da internet
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Juliana Carpanez

Vale até abraço virtual com unicórnio de pelúcia

Vale até abraço virtual com unicórnio de pelúcia

O que você faz depois que pega trânsito, enfrenta fila, bate boca no telefone ou derruba café na blusa? Vai xingar muito no Twitter, claro. Ou no Facebook e Instagram, caso sua pequena tragédia pessoal seja digna de uma foto. Para alegria de seus amigos e contatos virtuais, isso tudo pode mudar quando você conhecer o site “The Nicest Place on the Internet” (o lugar mais legal da internet).

Toda trabalhada na fofura, a página quer distribuir amor. Tropeçou, caiu, machucou? Esqueça o mimimi das redes sociais e vá direto para o “nicest place”, onde outros usuários estão lá com a única e exclusiva missão de lhe dar abraços virtuais.

O conteúdo é todo baseado em vídeos curtos do YouTube, e a navegação é simples: próximo vídeo, anterior, controle de volume e tipo de exibição (randômica ou sequencial). Se quiser contribuir, você também grava sua manifestação de carinho e envia o conteúdo para o site, que fica com a função de espalhar amor.


Tecnologia em automóveis cria a pergunta: seu carro é Apple ou Android?
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Juliana Carpanez

O motorista que passou a vida respondendo à pergunta “álcool ou gasolina?” vai se deparar, nos próximos anos, com um novo questionamento: Apple ou Android? Isso porque os sistemas operacionais CarPlay (Apple) e Android Auto (Google) devem chegar em breve ao mercado automotivo, com a promessa de facilitar a vida e aumentar a segurança do motorista conectado.

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Sistema Android Auto, do Google. Assim como o CarPlay, é preciso conectar smartphone compatível para visualizar dados na tela do painel

Mas, como já acontece no universo tecnológico, é preciso fazer uma escolha. Se o seu próximo carro tiver a plataforma Android, você provavelmente não conseguirá acessar, quando estiver atrás do volante, o conteúdo da loja de músicas iTunes (Apple). Se a escolha for pelo CarPlay, compatível com o iPhone, o conteúdo do smartphone Android é que ficará prejudicado.

As duas plataformas – ainda não disponíveis no mercado – prometem basicamente o mesmo. O automóvel sairá de fábrica já com o sistema operacional e uma tela sensível ao toque instalada no painel. O motorista conectará seu smartphone ao carro, e as informações serão exibidas no display – assim, o automóvel “conversará” com os gadgets e acessará informações da nuvem.

Na prática, com poucos cliques ou comandos de voz, o usuário verá na tela do painel mapas e instruções de navegação. Poderá também escolher suas músicas online, realizar chamadas, ditar mensagens de texto, ouvir o conteúdo desses torpedos e fazer tudo aquilo que os motoristas já fazem hoje, com o celular na mão, colocando em risco a segurança.

Para tirar proveito de tudo isso, será preciso fazer uma escolha, pois eletrônicos e automóveis têm de falar a mesma “língua”. Resta aos usuários viverem mais esse dilema tecnológico (digno da hashtag #classmediasofre) e torcer para a criação de um sistema automotivo com tecnologia flex (a Audi, por exemplo, já anunciou que vai integrar as principais funções das duas plataformas no sistema Multi Media Interface).


Em sátira, carro do Google perde controle e atropela gatinhos e humanos
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Guilherme Tagiaroli

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O Google apresentou recentemente o protótipo de um carro que dirige sozinho, e que não tem nem volante nem pedal. Todo mundo elogiou a iniciativa, pois era comum pensar em um carro que voasse, mas ninguém tinha imaginado um veículo que faz tudo sozinho. No entanto, um programa de TV norte-americano considerou (de forma divertida) os problemas que o carro autônomo podem causar.

Um vídeo veiculado no “Conan” (talk-show de entrevista norte-americano) mostra casos em que o carro do Google pode não funcionar bem e causar tragédias.

O vídeo mistura cenas reais de divulgação com outras encenadas por atores. Logo no início, enquanto um dos atores está dentro do carro, o veículo passa por cima de um gato. Depois, enquanto essa pessoa dá um depoimento sobre a experiência, um garoto é atropelado logo atrás dele.

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No vídeo ainda é mostrado mais um atropelamento de gato (que fica preso na roda, coitado!) e um caso de explosão do veículo em caso de pane. Enquanto isso, há uma narração de fundo de um engenheiro do Google dizendo:  “A oportunidade de as pessoas poderem se locomover sem se preocupar com isso aumenta muito as possibilidades [para as pessoas] e é incrivelmente poderosa.”

Apesar da zoeira, a sátira traz questões interessantes sobre os motivos para confiar em um carro autônomo, e que não precisa de interação humana (pelo que dá a entender, a pessoa só precisa indicar um trajeto, apertar um botão e aproveitar a viagem).

O projeto Google Self-Driving ainda está em fase de desenvolvimento. Nos EUA, a empresa já faz testes com carros que não precisam de motorista. No entanto, esses veículos também funcionam no modo manual, caso o condutor queira. Ainda não há previsão para o início de testes em ruas do carro sem volante.

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Lá da Cnet

Imagem: Reprodução


Museu seleciona melhores GIFs de reação a publicações na internet
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Guilherme Tagiaroli

GIF mostra Orson Welles, no filme “Cidadão Kane”; animação é usada por internautas para demonstrar sarcasmo diante de uma publicação na internet

O Museum of the Moving Image (museu da imagem em movimento, em tradução livre) em Nova York (Estados Unidos) convocou em fevereiro os usuários do fórum de discussões Reddit para darem sugestões dos melhores GIFs (formato de arquivo de imagem que permite fazer pequenas animações) para expressarem reações a publicações na internet.

Após três meses, eis que o museu juntou todas as sugestões e montou uma exposição chamada “The Reaction GIF: Moving Image as Gesture” (“A reação GIF: imagens em movimento como um gesto”, em tradução livre).

A ideia era juntar os GIFs mais populares e tentar explicar o contexto em que eles são utilizados na internet. Depois desses quase três meses, foram escolhidos ao todo 37 animações para serem expostas no museu até dia 15 de maio.

Abaixo vão alguns deles e algumas das explicações dadas pelos usuários do Reddit para o uso das animações:

Aprovado!

1

 

 

 

 

 

 

Arrependido de ter clicado em um link

2

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Após ganhar uma discussão

3

 

 

 

 

 

 

 

Quando você está desapontado com alguém

4

 

 

 

 

 

 

 

 

Quando alguém me elogia

5

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Para mostrar desaprovação

7

 

 

 

 

 

“Caramba, isso é bem legal”

9

 

 

 

 

 

 

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Lá do Engadget, do Reddit e do Museum of The Moving Image

Imagens: Reprodução/Reddit

Tags : gif


Viagem de volta ao mundo em 3 anos vira vídeo ‘selfie’ de 3 minutos; veja
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Ana Ikeda

Alex Chacon percorreu cerca de 200 mil quilômetros ao redor do mundo em um projeto que ele mesmo chamou de “Diários de Motocicleta Moderno”, referência à viagem de Che Guevara pela América do Sul (que virou filme). Com cinco motos diferentes, ele visitou 36 países em 600 dias. Para dar um “gostinho” de como foi a viagem, ele editou vídeos colhidos durante os três anos e fez um clipe de três minutos. Detalhe: só com imagens ‘selfies’.

As imagens foram gravadas em 360° com ajuda de um ‘selfie stick’, gadget que funciona como bastão extensor. Nele, Chacon fixou uma câmera Go Pro. Assista abaixo (clique na imagem):

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Chacon é formado em biomedicina pela Universidade do Texas e vendeu seu carro, TV e roupas há três anos para comprar  uma moto e começar a aventura ao redor do mundo. A viagem do “Diários de Motocicleta Moderno” partiu de El Paso (EUA), sua cidade natal.

Além de documentar tudo em vídeo, Chacon afirma ter colhido doações por onde passou (e de patrocinadores) para caridade — uma das ONGs beneficiadas é a Children of Uganda.

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Lá do Daily Dot.

Imagem: Reprodução/YouTube


Contra distração, designer japonês cria roupa que bloqueia sinal do celular
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Ana Ikeda

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Bolsos criados pelo designer são feitos com um tecido especial que reflete as ondas eletromagnéticas das antenas celulares

O celular é um ótimo amigo da procrastinação (aquilo de deixar para outro dia ou para depois algo que você podia fazer agora mesmo). Quando ouve o aparelho tocar, rapidamente você tira o aparelho do bolso para checar uma mensagem ou atender uma ligação. Mas seus problemas acabaram: um designer japonês criou roupas que bloqueiam o sinal do celular. É o fim da distração à toa.

Kunihiko Morinaga, um designer de Tóquio, criou uma linha de roupas que possuem bolsos feitos com um tecido especial que reflete as ondas eletromagnéticas.

Quando você coloca o aparelho ali, o sinal emitido pelas antenas das operadoras é bloqueado antes de chegar à antena receptora do celular.

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Roupas não estão à venda, mas serão mostradas em uma exposição na cidade canadense

O japonês teve a ideia de criar essas roupas para “viciados em celular” porque ele mesmo se sentia constantemente atrapalhado pela tecnologia. “Da mesma forma que as roupas protegem você do mundo externo, elas agora podem protegê-lo do mundo digital”, explica.

A coleção de roupas, chamada Focus, foi desenvolvida em parceria com a Trident (a do chiclete) e premiada neste ano na Semana de Moda de Toronto (Canadá). Ela não está à venda, mas será mostrada em uma exposição na cidade canadense.

Lá do Daily Mail.

Imagens: Divulgação.


Em meme no Instagram, gatos viram instrumentos musicais (fictícios, claro)
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Ana Ikeda

Já pensou em transformar seu gato em uma gaita? Não, não sobrou um “i” aí no meio: um meme no Instagram está fazendo com que os bichanos sejam usados como instrumentos musicais (de mentirinha).

Segundo o blog do Instagram, a modinha surgiu quando a usuária Julie Amalone (@julieamalone) publicou um vídeo em que aparece tocando ukelele usando a gata, Lily, como se fosse o ‘cavaquinho havaiano’.

Desde então, vários outros vídeos surgiram na rede social com a hashtag #catband. Assista a alguns abaixo (sobe o som!):

Lá do Instagram Blog.


Gosta de ‘zerar’ séries? Saiba quanto tempo levaria para ver algumas delas
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Ana Ikeda

Quem gosta de “zerar” seriados de TV, assistindo a episódio atrás de episódio (prática conhecida em inglês como “binge-watching”), precisa ter muito tempo disponível. A consultoria Nielsen calculou* quanto tempo levaria para uma pessoa ver todas as temporadas desses programas. No topo, ficou a série “24 horas”, com seis dias e duas horas de maratona no sofá. Confira abaixo os dez seriados mais “demorados” para zerar.

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Séries mais novas, obviamente, levariam menos tempo para serem “zeradas” (porque têm menos temporadas), o que é um ótimo argumento para você entrar em uma maratona no sofá no próximo fim de semana.

Para “Game of Thrones”, por exemplo, você gastaria 1 dia e 6 horas (sem contar o tempo para baixar os episódios quem tem o HBO Go ou usa o Now da NET pode ver online). Já “House of Cards” demoraria só 22 horas para ser vista integralmente (e você não perderia tempo com o download, porque ela está no Netflix… não induzindo sua escolha, hehe). A lista completa está disponível no Nielsen Top Ten.

O binge-watching é cada vez comum: além das temporadas das séries estarem disponíveis em DVD, serviços pela internet como NetFlix e Now facilitaram (muito) essa prática nos últimos tempos.

*PS: sim, a Nielsen deixou de fora VÁRIAS séries antigas (Star Trek, lembramos aqui) e outras nem tanto (House, Smallville, notaram leitores nos comentários do post).

Lá do Mashable.


Com referência a Steve Jobs, ‘Geração Brasil’ deve agradar nerds noveleiros
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Ana Ikeda

Nerd noveleiro, preste atenção: depois das trapalhadas tecnológicas de Nina em “Avenida Brasil”, vem aí mais uma chance para você aproveitar seus conhecimentos na área (e ter uma desculpa para ver novela). “Geração Brasil”, que teve início na segunda-feira (5), traz um protagonista claramente inspirado em Steve Jobs, cofundador da Apple, além de tramas paralelas que mostram o universo de startups de tecnologia – com um toque “hacker”.

À esq., Murilo Benício caracterizado como Jonas Marra. À dir., Steve Jobs, cofundador da Apple. Qualquer semelhança não é mera coicidência

À esq., Murilo Benício caracterizado como Jonas Marra. À dir., Steve Jobs, cofundador da Apple. Qualquer semelhança não é mera coicidência

A história gira em torno de Jonas Marra, interpretado por Murilo Benício, um brasileiro que migrou para os Estados Unidos e fez sucesso ao lançar um computador pessoal baratinho lá. Marra virou então dono de uma grande fabricante de PCs, smartphones e tablets, mas está começando a ter problemas de relacionamento com os acionistas da empresa e parte em busca de um sucessor.

Site fictício da Marra mostra o smartphone ''Marrafone''

Site fictício da Marra mostra o smartphone ”Marrafone”

Depois da briga com os acionistas porque rejeitou a indicação deles de um sucessor “jovem e americano” (com jeito largardão à la Mark Zuckerberg), ouvimos o seguinte diálogo:

“É perigoso deixar uma empresa inteira na mão…”, começa a falar o sogro.

“Do único homem que ergueu isso tudo? O que os acionistas querem? E os últimos 20 anos de trabalho?”, completa Marra, do alto da sua farta modéstia.

Digamos que Marra é tão “marrento” quanto seu “muso” inspirador. E, assim como Jobs, é admirado por fãs mundo afora, conforme algumas cenas mostraram.

E, para reforçar a alegoria, a equipe da novela providenciou a criação de um site para a  Marra Brasil, com os produtos da empresa (Marratablet, Marraphone, Marrabook). O símbolo da empresa é (acho) um vagalume (porque parece mesmo uma abelhinha).

Laboratório “hacker”

Na trama paralela, está o hacker (no sentido mais puro do termo) Davi Reis (Humberto Carrão). Em uma garagem cheia de peças de computadores, ele aparece montando uma máquina para apresentar para os “anjos” (tradução dada para os “angel investors”, que financiam startups).

Reis cria então o “computador que parece brinquedo e ensina criança a programar”, mas durante a apresentação aos investidores ele fica nervoso e acha que se deu mal. (Sei lá porque, a cena lembrou a de Jobs e Steve Wozniak no Homebrew Computer Club com o Apple I. Mas pode ter sido um delírio nerd novelístico hollywoodiano.)

Ao estilo ''startup de garagem'', o hacker Davi Reis monta um computador para crianças

Ao estilo ”startup de garagem”, o hacker Davi Reis monta um computador para crianças

Ele se apaixona por uma engenheira da computação descolada, Manu (Chandelly Braz). Com certeza formarão um casal geek bem “fofinho cool” cheio de encontros e desencontros.

E, claro, vamos fingir até o final da novela que não sabemos que Reis será o sucessor de Marra (a graça da novela é saber exatamente o que vai acontecer, mas continuar vendo só para saber ‘como’ vai acontecer).

Licenças “poéticas”

Como dissemos no título, “Geração Brasil” deve (mas não necessariamente vai) agradar os nerds noveleiros. Isso porque há uma série de licenças poéticas típicas do folhetim televisivo que precisamos aceitar antes de embarcar na viagem, às vezes na maionese, que se seguirá nos próximos capítulos.

Marra fala com robô na sede da empresa para pedir o carro no estacionamento

Marra fala com robô na sede da empresa para pedir o carro no estacionamento

Marra é casado com a atriz de Hollywood Pamela Parker (interpretada por Cláudia Abreu). A extravagante fez sucesso nos anos 90 como a princesa Shelda (uma mistura “Jeannie é um Gênio” com “Flash Gordon”), que tinha como grito de guerra “Kabunga!” (por que não Bazinga? Ok! Piada ruim).

Um relacionamento que prevê muitos conflitos (de agenda, creio eu) e rende para a novela, mas não condiz muito com a vida real. Pelo menos, não consigo lembrar nenhum caso parecido (Laurene Jobs e Melinda Gates são discretíssimas).

Um dos pontos altos do capítulo deveria ter sido o lançamento do Marraphone. Infelizmente, a caracterização ficou aquém daquela loucura que costuma ser um evento desses, com jornalistas se acotovelando para entrar primeiro no auditório e expressões admiradas de “Oooooh” da plateia a cada novidade dita pelo executivo. Ficou mais parecido com um desfile de moda sem passarela.

Porém, o evento rendeu boas risadas com Marra subindo ao palco dizendo “It’s a Marraphone”, smartphone com um tradutor simultâneo, e anunciando que a sede da empresa seria transferida para o Brasil (como assim? E os impostos? Pois é).

Outras contribuições cômicas são a do guru Brian Roberto Benson (Lázaro Ramos), que diz “Que a Força esteja com Você, irmão” à Marra antes do evento.

Por último, há o antagonista Herval Domingues (Ricardo Tozzi), que não sabemos ainda se vai ser um vilão ou se só vai disputar Pamela com o “Steve Jobs brasileiro”. Melhor que seja da ala do bem, já que ele interpreta o fundador da ONG Plugar, um militante do código aberto e mentor de Reis.

No saldo geral do primeiro capítulo, “Geração Brasil” dosou bem as referências ao mundo da tecnologia e às culturas nerd e geek. Torcemos (sim, de verdade) que a novela continue nessa “vibe” equilibrada.

Leia mais:

- Autores e elenco de “Geração Brasil” dizem que não são ligados à tecnologia

Imagens:  Montagem – Ted Thai/Time Life Pictures/Getty Images e Reprodução/TV Globo; Demais - Reprodução/TV Globo.


Saiba como ficaria o seu jantar em família com a chegada do “Google Glass”
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Ana Ikeda

Enquanto ainda imaginamos o que será da humanidade quando o Google Glass sair de “prateleiras” das lojas online diretamente para os rostos das pessoas, um comercial de um banco nos Estados Unidos dá uma dica de quão bizarro isso poderá ser. No vídeo, o jantar em família vira um caos “individual” enquanto pai, mãe e filhos interagem com uma paródia dos óculos inteligentes.

No vídeo (em inglês), a mãe aparece completamente autômata e alheia à família, enquanto olha fixamente para a telinha da imitação de Google Glass e despeja ervilhas nos pratos (e fora deles também).

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O pai fica repetindo “vá embora, vá embora”, aparentemente navegando em páginas na internet, até que solta um “marcar favorito!”, gesticulando loucamente com as mãos.

A filha tenta postar fotos do jantar e até um “selfie”, porém não consegue pôr as hashtags nas imagens. O filho simplesmente se entretém jogando algum game de tiro (ele finge atirar com os dedos e estapeia o ar).

No final, quando estão todos gritando porque os óculos “inteligentes” não funcionam, aparece a frase na tela: “Volte ao mundo real”.

Como apontou o “Mashable”, o comercial da First Bank não dá muitas informações sobre o produto (aparentemente é um aplicativo para facilitar o uso do banco online). Mas o vídeo é hilário o bastante para ilustrar a situação bizarra de como seria um jantar em família “à la Google Glass”.

Para quem quer imaginar como ficaria a relação entre casais com a chegada de um óculos inteligente, assista ao vídeo abaixo:

 

 Lá do Mashable.

Imagem: Reprodução/YouTube.