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Categoria : Redes sociais

‘Filme de terror’ mostra drama de quem acompanha diversão dos amigos via rede social
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Juliana Carpanez

Em vidas passadas, seus amigos podiam muito bem se encontrar e não convidar você – as chances de essa traição ser descoberta só existia se houvesse um linguarudo na turma. Mas então vieram as redes sociais e mudaram tudo.

Hoje são diversos recursos — como tags, marcações, mapas, “curtir” e comentários — que registram com precisão quem estava naquela festa para a qual você não foi convidado. Ou mostram como você fez a escolha errada indo ao encontro A e não ao B (o outro é sempre mais legal, dizem as redes sociais).

O mimimi acima se encaixa em uma categoria de sentimentos classificada em inglês como fomo (fear of missing out, ou medo de ficar de fora). O vídeo abaixo (em inglês), do pessoal do College Humour, adota apropriadamente um clima de terror para mostrar o drama de quem já acompanhou uma festa de amigos via Instagram.

Não ria: o próximo pode ser você!

Lá do College Humour


Recurso de marcação no Instagram pode fazer fotos ‘falarem’
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Juliana Carpanez

Quando o usuário faz a cachorrinha falar a frase acima,  associa essa foto no Instagram ao perfil @houston_we_have_a_problem

Um novo recurso do Instagram permite que você marque quem aparece nas fotos, como já acontece no Facebook. Com essa mesma ferramenta de marcação — e alguma paciência — também dá para criar balõezinhos de frases como aqueles das histórias em quadrinhos. Vide a cachorrinha Zara aí ao lado, que nos avisa sobre um problema (a cara de preocupação é típica da raça e não se refere à gravidade dos fatos).

A ideia aqui é transformar nomes de usuários em frases, pois essa é a única forma de fazer a foto “falar”. Em vez de mostrar o nome da pessoa que aparece na imagem, a ferramenta exibe o que ela estaria falando — essa frase é o nome de outro usuário, como Im_a_ninja (“sou um ninja”).

Esse uso adaptado veio da agência Loducca, que criou o perfil @tag_talk – a conta só segue quem usa frases no nome de usuário, como “Genius”, “Poxa_vidahein”, “Fail” e “Poker_face”. Com isso, a @tag_talk acaba funcionando como um “banco de dados”, que reúne frases interessantes para adicionar às suas fotos. Esse recurso de marcação só funciona na versão mobile do Instagram.

Essa é a parte legal da história. A chata é que, quando o usuário faz a cachorrinha falar “Houston, we have a problem”, ele associa essa foto ao perfil @houston_we_have_a_problem, criado pelo jovem norte-americano Houston Cunningham, 18, que adora basquete. Ou seja: nada a ver (e o tal Houston não necessariamente gostará de ser marcado nesse conteúdo).

Além disso, há uma quantidade limitada de expressões. O “banco de dados” do @tag_talk segue 96 usuários que servem como frases – apenas uma delas está em português. O vídeo de apresentação lembra que você pode criar novos perfis, com as frases que quiser, mas nesse caso o trabalho fica maior que a diversão.


Um em sete adolescentes brasileiros no Facebook adiciona mãe como amiga, diz pesquisa
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Ana Ikeda

Uma pesquisa feita pelo Facebook com usuários brasileiros revela que um em cada sete adolescentes entre 13 e 18 anos (13,8%) adiciona a mãe como amiga na rede social. É necessária certa dose de coragem, diriam alguns filhos (e de várias faixas etárias), para dar esse mesmo passo.

Afinal, a probabilidade de a sua mãe comentar algo constrangedor na frente dos amigos existe. Como aquele apelido de infância (Tchuquinho, que lindo nessa foto!), uma bronca (Carlos Eduardo Neves e Silva, ainda não arrumou a bagunça no quarto e já está no Feice?) ou mesmo um recado (Papai disse que deixou o dinheiro da mesada na mesa).

De toda a forma, é possível para filhos e mães conviverem em paz. Porque, filhos, as configurações de privacidade do Facebook estão aí pra isso (e pra muito mais também). E o próprio Facebook recomenda, antes de tudo, que as mães ajudem os adolescentes a entender a importância (e impacto) de estar em uma rede social. Abaixo, algumas dicas para elas:

#1

Okay, mãe, você ainda está se enturmando com o tal do Facebook. Isso não impede que você estabeleça uma conversa sobre segurança com seu filho. Alguns pontos importantes a abordar:

- Privacidade (uma foto postada publicamente pode ter proporções muito maiores do que ele imagina; compartilhar senhas com amigos e namorados é uma roubada; informações pessoais devem ser tratadas igual são na vida real, com muito cuidado)

- Ciberbullying (ele pode se dar muito mal ao zoar alguém online só para entrar na onda dos amigos; se está sendo perseguido, há como denunciar o abuso na própria rede)

- Amizades virtuais (melhor aceitar solicitações de quem você conhece na vida real também).  Mais dicas de segurança e de como funciona a rede podem ser vistas no Facebook em Dicas para Pais

#2

Claro que a rede social ajuda você a manter um contato mais próximo do seu filho. Mas se você não diz aquele apelido íntimo da família na frente dos amigos dele na sala de casa, por que fazer isso num post no Facebook? Contenha-se. Sim, contenha-se! Você consegue.

#3

Não tem Facebook e não sabe que raio é isso? Digamos que você pode não querer entrar na rede, mas no mínimo deve se informar como ela funciona, até mesmo com o seu filho. No mundo, 1 bilhão de pessoas estão cadastradas no site. É muita gente e seu filho está lá entre elas. Saiba como ele anda usando as configurações de privacidade para não se expor demais diante de tamanha plateia. Neste link, filhos podem ver mais dicas de segurança.

* A pesquisa foi feita pelo Facebook Brasil por ocasião da comemoração do Dia das Mães (no próximo domingo) com 29.562 pessoas entre os dias 8 e 10 de maio.

Bônus:

É mãe e está curiosa sobre o presente que vai ganha no domingo? Veja abaixo os palpites do Facebook, baseados numa enquete feita com o que filhos brasileiros darão às mães:

- Roupas e acessórios (53%)

- Eletrônicos (18%) (eu o/)

- Cosméticos (17%)

- Doces e Chocolates (4,5%)

- Flores (4,2%)

- Calçados (3,1%)


Lá do Facebook Brasil.

Imagem: Reprodução


Postar foto de comida pode indicar distúrbio alimentar, diz psiquiatra
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Ana Ikeda

Se você acha que postar um monte de fotos de comida no Instagram não é lá tão normal assim, digamos que há motivo para preocupação. Publicar compulsivamente fotos de comida em redes sociais pode indicar que a pessoa sofre de algum distúrbio alimentar. A afirmação é da chefe de psiquiatria do Hospital da Mulher da Universidade de Toronto, Valerie Taylor.

A psiquiatra diz ter pacientes em tratamento de problemas alimentares que tentam lutar contra esse hábito da comida virar o centro das interações sociais na internet – o que comem, quando comem e quando vão comer de novo.

Ao “Huffington Post”, Valerie disse que embora a prática de compartilhar fotos de comida nas redes sociais seja comum, em alguns casos ela pode demonstrar a exclusão de outras coisas importantes da vida.

“A preocupação começa quando tudo o que eles fazem é enviar fotos de comida. Tiramos fotos de coisas que são importantes para nós e, para algumas pessoas, a comida em si se tornou central; o local, a empresa e outros elementos são só pano de fundo”, diz.

Para Valerie, a comida está adquirindo um papel importante demais na vida das pessoas. “Já não se trata mais de simples combustível”, diz. Outro exemplo semelhante ao da publicação de fotos de comida são as tatuagens com o tema. “Como as tatuagens de ‘Eu amo o McDonald’s’ substituindo as de ‘Eu amo minha mãe’.”

Tirar foto de comida também é assunto polêmico quando se trata de etiqueta. Alguns críticos dizem que embora a prática seja prazerosa para quem tira a foto, pode incomodar quem está em volta naquele momento. Há ainda quem aproveite as fotos de comida para criar grupos de apoio à la Vigilantes do Peso virtual.


Lá do Huffington Post.

Imagem: Reprodução.


Conta no Twitter leva protagonista da série ‘Mad Men’ aos anos 80
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Juliana Carpanez

Don Draper e seu paletó branco

Don Draper é o cara. Na série “Mad Men”, o publicitário pega geral, tem as ideias mais brilhantes e mostra o glamouroso dia a dia de um macho alfa nos anos 60. Dito isso, passemos às muitas possibilidades criadas pela tecnologia e a um perfil no Twitter chamado 80sDonDraper, que leva esse mesmo protagonista ao universo (cafona?) dos anos 80.

Os tuítes de Don Draper mais moderninho são todos em inglês, mas não é preciso entender a língua para reconhecer termos como Smurfs, Bill Cosby, Paula Abdul e fax. O perfil criado no dia 24 de abril parece ter agradado e soma quase 26 mil seguidores (ainda assim fica bem atrás da cantora Paula Abdul, que faz sucesso até hoje com seus 2,4 milhões de seguidores).

Entre muitas referências da década da polaina e chavões publicitários destaca-se uma frase de efeito, que talvez no Brasil só viesse a fazer sentido nos anos 90. Diz Don Draper dos anos 80: “Este telefone celular é o tijolo com o qual construiremos o futuro”.  Visionário!

 


Site Busca Voluntária coloca ONGs e voluntários a um clique de distância
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Sérgio Vinícius

Meu nome é Sérgio Vinícius e sou colaborador do UOL Tecnologia desde 2008. Atualmente, faço os testes para o Guia de Produtos,  analiso softwares, indico sites, respondo a dúvidas de leitores, dou dicas a respeito do Facebook. Essa é a primeira vez, entretanto, que vou recomendar algo de forma completamente tendenciosa: o site Busca Voluntária.

No ar oficialmente desde a semana passada, o Busca Voluntária é um projeto meu e de alguns amigos, que visa colocar à distância de um clique ONGs e pessoas como eu ou você. Essas entidades costumam precisar de voluntários e têm muita dificuldade em consegui-los. Pessoas como eu ou você (comuns, portanto, sem superpoderes) podem querer doar seu tempo e alguma energia para ajudar o próximo. Auxiliando essas organizações, sem receber financeiramente nada por isso, tornam-se (tornamo-nos) voluntários.

A ideia do Busca Voluntária é simples: os interessados em se tornar voluntários entram no site e digitam o que desejam fazer, o horário que têm disponível, o local em que podem atuar ou outras informações relevantes. O sistema retorna as vagas, de acordo com o que desejam.

Muitas vezes, pessoas querem atuar como voluntários, mas se interessam por ONGs perto de suas casas ou trabalhos. Em outros casos, os potenciais voluntários procuram oportunidades em que seu tempo livre é o único parâmetro (madrugadas, finais de semana). Há ainda quem queira atuar perto de sua especialidade profissional (médicos, professores) ou identificação pessoal e empatia (crianças, animais). O Busca Voluntária retorna vagas de acordo com essas ou mais especificações.

Como foi desenvolvido em nosso tempo livre, o site levou cerca de quatro anos para ser lançado oficialmente e ainda está longe de ficar pronto. Será uma página permanentemente em construção, como a proposta de publicar diariamente ao menos uma nova vaga. De saída, ele conta com cerca de 90 oportunidades, todas na Grande São Paulo.

Todas as ONGs e entidades cadastradas no Busca Voluntária fazem parte de uma relação cedida pelo CV-SP (Centro de Voluntariado de São Paulo) – o grupo realiza visitas periódicas e analisa a idoneidade de todas as ONGs em seu cadastro. Há Centros de Voluntariado em diversos locais do país, e a ideia é estender nossa parceria.

Para saber mais sobre o Busca Voluntária ou voluntariado, além do próprio mecanismo de busca do site, você pode visitar o blog ou curtir a página no Facebook. Como eu disse ali em cima, a opinião é tendenciosa. Mas não é por isso que eu recomendo a visita ao Busca Voluntária.


Série ‘Friends’ antecipou Facebook (e a trollagem na rede) em 2003
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Juliana Carpanez

Em 2003, Eduardo Saverin conheceu Mark Zuckerberg na Universidade de Harvard. Naquele mesmo ano, antes de essa dupla criar qualquer projeto (o fim da história você conhece), os personagens de “Friends” já falavam de um site para conectar ex-alunos da faculdade. E mais: nesse mesmo episódio chamado “The One with the Memorial Service”, liberado há dez anos, os personagens já praticavam a trollagem via internet. “Precursores” define.

No 17º episódio da nona temporada de “Friends”, Ross apresenta a Chandler um site voltado para alunos da faculdade onde os dois estudaram 15 anos antes. Nele, explica Ross, é possível postar mensagens, contar como você está e também descobrir o que os colegas estão fazendo (uma garota que esnobou Ross, por exemplo, se deu mal quando sua empresa de internet quebrou).

Sarcástico, Chandler define que é uma ótima forma de contar para todos que está desempregado e não tem filhos.

Definido na série o conceito de rede social – que por lá nunca ganhou este nome –, Chandler parte para a zoeira. Ele escreve no perfil de Ross que o paleontólogo namora com um dinossauro (“melhor sexo do mundo”). Ross rebate, criando uma página na qual anuncia que Chandler é gay (a brincadeira tem até uma montagem com Photoshop, quando você ainda usava Paint!). E Chandler revida anunciando no site a morte de Ross. Trollagem da pura, amigos, nos primórdios das redes sociais.

Resta saber se Zuckerberg, então com 19 anos, assistia a “Friends”. Se a resposta for sim, vale reescrever a história do Facebook, mencionando o paleontólogo Ross Geller como uma grande inspiração para o projeto.

Atualização: o Orkut só surgiu em 2004, antes de o episódio acima ir para o ar. Em 2003, as redes existentes (e das quais você provavelmente já ouviu falar) eram LinkedIn, MySpace e Hi5.

Lá do Huffington Post


Café com diretor da Apple custa mais de R$ 1 mi, mas é por uma boa causa
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Guilherme Tagiaroli

Robert Galbraith/Reuters

Se algum dia já passou pela sua cabeça a ideia de bater um papo com Tim Cook, diretor-executivo da Apple, a hora é agora. O site americano Charity Buzz está organizando um café da manhã com Cook na sede da Apple, na Califórnia, para duas pessoas por US$ 560 mil (aproximadamente R$ 1,2 milhão). E este valor pode ficar ainda maior por se tratar de um leilão.

Apesar do alto valor, a causa do café da manhã é nobre. Toda a renda arrecadada no encontro irá para o RFK Center for Justice and Human Rights, uma instituição filantrópica americana que promove iniciativas educacionais e premia iniciativas de jornalismo investigativo no país.

A companhia que ofereceu o maior valor pelo encontro até agora, a Clearcrate.com, é uma fabricante de capinhas para dispositivos Apple (iPhone, iPad e Macbook). O provável representante da empresa no encontro será Galfry Puechavy, o fundador da companhia.

No mínimo, Puechavy vai querer saber se ele deve manter o formato das capinhas do iPhone 5 para o próximo modelo que a empresa for lançar ou vai ter que redesenhar completamente. Conhecendo a Apple, provavelmente, Cook vai ajudar muito (só que não).

Além de Tim Cook, o Charity Buzz oferece encontros com uma série de famosos como um almoço com o diretor Francis Ford Coppola, uma visita ao set de filmagem de “Tartarugas Ninjas” e um encontro com o ator Robert De Niro.  Mas nenhum, até o momento, atingiu um valor tão alto.

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Lá do Charity Buzz via Mashable

Imagem: Robert Galbraith/Reuters


“Brincadeira” no Twitter: jovens enviam SMS a pais sugerindo ter comprado drogas
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Ana Ikeda

O que você vai ver a seguir é uma ótima receita para deixar pais irados. Pelo Twitter, um comediante nos Estados Unidos (Nathan Fielder) sugeriu que seus seguidores – a maioria jovem – enviassem duas mensagens de texto via celular aos pais ou mães e depois tuitasse um print da tela do celular com a resposta deles.

Mensagem #1: “Consegui 2 gramas por $40.”

Mensagem #2: “Desculpe, ignore a mensagem. Não era para você.”

A reação, obviamente, não poderia ser outra: pais possessos. Uns dizendo que estavam a ponto de ter um ataque cardíaco, outros chamando os filhos pelo nome completo (comportamento MUNDIAL típico ao dar uma bronca). Teve até quem ameaçasse o filho a fazer exame antidoping. Mas alguns pais que nem deram muita bola e, logo que os pimpolhos mudaram de assunto, pararam de perguntar sobre o SMS “suspeito”.

Abaixo, algumas mensagens:

#1

Pai: “PQP. VOCÊ VAI PRA REABILITAÇÃO. NÃO TÔ BRINCANDO, SUA MÃE E EU ESTAMOS INDO TE BUSCAR NA FACULDADE HOJE À NOITE.”

#2

Mãe: “Austin Robert Schweitzer, já era o seu teste pra tirar carta de motorista… e qualquer esperança de ter um carro. Indo à farmacia, então se prepare pra fazer xixi num copo” [fala o nome completo do rebento e sugere um teste antidoping]

#1

Mãe: “Espero que você esteja brincando”

Filho: “Apenas ignore. O Jeopardy já começou?” [Desconversa e pergunta se o programa de TV tá passando]

Mãe: “Só às 6h40″

#2

Mãe: “Para quem então?”

Filho: “Deixa pra lá, não é nada”

Mãe: “Ok”

Filho: “Te amo!!!”

Mãe: “Eu também”

Agora, a melhor de todas:

Pai: “RESPONDE!”

Filho: “Minha boca tá cheia”

Pai: “Ai meu Deus, isso é brincadeira?”

Filho: “Pai, me deixa em paz. Eu não queria enviar SMS pra você”

Pai: “E eu não queria ter tido você!”

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É, crianças, não repitam isso em casa.

Lá do Mashable.

Imagens: Reprodução.


Cópia de carro sem motorista do Google faz barbeiragens em Nova York, mas tudo na brincadeira
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Flávio Carneiro

Atropelar um ciclista, derrubar cones, causar engarrafamentos, manobras radicais e desrespeitar as leis de transito são coisas que provavelmente o carro sem motorista do Google não faria. Se fizesse, com certeza haveria algo de errado com ele. No entanto, nada disso é problema para uma cópia do carro do Google (nada tecnológica) criada por um grupo de ativistas de Nova York.

Todas essas “barbeiragens” foram feitas propositalmente por ativistas do grupo Free Art and Technology Lab. Eles usaram um veículo que foi customizado para ser o mais parecido possível com o original.  A iniciativa faz parte de uma exposição que o grupo está realizando em Nova York.

A parte mais legal da brincadeira aconteceu quando as pessoas postaram fotos dos supostos incidentes nas redes sociais, como Instagram e Twitter, achando que tudo foi real. Quem não deve ter gostado muito é o próprio Google. Veja abaixo o vídeo de divulgação.


Em tempo: o “acidente” com o ciclista foi combinado e ninguém se feriu.

Em terras tupiniquins

Outra barbeiragem (só que de verdade) aconteceu envolvendo um carro que dirige sozinho aqui no Brasil. Na última segunda-feira (22) a apresentadora de  TV Ana Maria Braga foi derrubada ao vivo em seu programa matinal por um desses veículos. E pagou um mico, além de virar assunto em todas as mesas de almoços e nas redes sociais.

Lá do Gawker.