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Categoria : Redes sociais

Casal escolhe nome de filha baseado em sugestões de internautas
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Flávio Carneiro

O casal canadense Alysha e Stephen McLaughlin teve uma ideia que tinha tudo para dar errado: criaram um site, chamado NameMyDaughter, para que os internautas sugerissem e escolhessem o nome da sua filha por meio de votação.

E se não fosse a intervenção dos pais, teria dado errado mesmo. Isso porque o nome escolhido pela maioria foi “Cthulhu”, que representa um monstro das histórias de terror “The Call of Cthulhu”. Nos contos, o personagem é tido como sinônimo de mal extremo e horror.

Amelia foi a segunda opção mais votada pelos internautas

A recém-nascida recebeu o nome de Amelia, a segunda opção mais votada pelos internautas

Os McLaughlin preferiram, no entanto, o nome “Amelia”, que foi o segundo mais votado pelos internautas. O nome completo da pequena menina ficou Amelia Savannah Joy McLaughlin (um final feliz, ufa).

O nome do meio (Savannah Joy) também podia ser escolhido pelos usuários, mas as decisões dos internautas foram descartadas pelos pais. Uma atitude sábia, uma vez que os nomes do meio preferidos da web foram coisas como Salad (salada) e Pond (lagoa).

Eu, no entanto, não entendo como ficaram de fora do topo nomes como “Princesa Leia” (“Star Wars”), “Penny” (“The Big Bang Theory”) ou tenente Uhura (“Star Trek”).

De qualquer forma, a sorte da pequenina Amelia foi não ter nascido menino. Se fosse, com certeza teria grandes chances de se chamar “Goku”, dada a popularidade do anime “Dragon Ball”.

Veja o que a internet já produziu sobre essa ideia de chamar um filho de “Goku”:

Imagem: Melhorestirinhas.com.br

Lá do “Daily Mail”.


Grupo de fãs do monstro do lago Ness diz ter visto criatura no Apple Maps
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Ana Ikeda

A lenda do monstro do lago Ness é contada há pelo menos 1.500 anos, mas digamos que agora ela ganhou uma “ajuda” substancial para aqueles que sempre buscaram “comprovar” a existência de algo estranho no local. Uma imagem de satélite exibida no Apple Maps, serviço de mapas da Apple, mostra uma silhueta estranha nas águas de Highland, na Escócia.

Nessie, apelido carinhoso dado à criatura misteriosa, teria sido avistada primeiramente no Apple Maps por Andrew Dixon, 26, que trabalha como socorrista em Darlington (Reino Unido). Na imagem, uma sombra semelhante à de um barco (mas sem um barco efetivamente ali) pode ser observada.

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“Encontrei a imagem totalmente por acaso. A primeira coisa que me veio à cabeça foi ‘isso é o monstro do lago Ness’, em razão da forma dela. Pensei que tinha de ser algo mais do que uma simples sombra”, disse Dixon em entrevista ao “Daily Mail”.

O “avistamento” na imagem do Apple Maps logo foi comunicado ao Fã Clube Oficial do Monstro do Lago Ness – a notícia inclusive tranquilizou seus membros. “No ano passado, pela primeira vez em 90 anos, nenhum avistamento de Nessie nos foi comunicado. Depois de ficar desaparecida por 18 meses, é ótimo tê-la de volta”, comemorou Gary Campbell, 49, presidente do fã clube.

Mas, como diria um grande pensador contemporâneo, precisamos interromper o texto. ”Para, para, para tudo.”

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Faltou alguém contar para os membros do fã clube alguns dados importantes sobre o Apple Maps.

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Nessie é flagrada triste depois de ver as imagens erradas no Apple Maps

Lançado em 2012 com o iOS 6, o serviço  foi amplamente criticado na época pelas inúmeras falhas apresentadas pelos seus mapas.

Pessoas chegaram a passar por situações de perigo ao se perderem usando as rotas indicadas por ele. As queixas foram tantas que o diretor-executivo da Apple teve de pedir desculpas publicamente pelos erros do Apple Maps.

Nessie que nos desculpe (sim, nós adoramos você, amiga), mas é altamente improvável que ela tenha sido flagrada pelas imagens da Apple.

Inclusive, o Metabunk.org, site dedicado a desmascarar histórias mirabolantes mistérios, afirmou que a imagem mostra algo extremamente parecido com o rastro de água deixado pela passagem de um barco.

Lá do Daily Mail e Huffington Post.

Imagens: Reprodução/Daily Mail.


Site mostra selfies publicados no Instagram em tempo real
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Ana Ikeda

Para quem gosta de ficar analisando os selfies tirados por estranhos (sim, há quem faça isso e o voyeurismo pode render boas risadas), um site torna a tarefa bem mais prática. O Selfeed reúne os autorretratos publicados no Instagram com a hashtag #selfie.

As imagens são mostradas por menos de um segundo. “Nós gostamos desse fluxo constante de selfies e achamos isso incrivelmente hipnótico e fascinante”, disseram à “Time” os artistas Tyler Madsen, Erik Carter e Jillian Mayer, criadores do projeto.

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A beleza do projeto, prosseguem os criadores, é que a maioria dos selfies mostra uma pessoa sozinha. Mas quando vão para o Selfeed, elas viram “um grupo”.


Lá da Time.

Imagem: Reprodução/Selfeed e Reprodução/DailyDot.


Com truque no Photoshop, usuário se autopromove a ‘bom partido’ do Tinder
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Ana Ikeda

Blake Jamieson, 29, descobriu um jeito bem rápido de conseguir marcar encontros virtuais no Tinder, aplicativo de namoro online. O truque foi simples: com o Photoshop, ele criou uma foto de perfil dando a entender que ele era o “pretendente do dia” indicado pelo Tinder.  O recurso inventado por ele “colou” – ele diz ter arranjado mais de 800 pretendentes.

Para o truque, Jamieson baixou a logomarca do Tinder em alta resolução e criou uma espécie de marca d’água. Ele adicionou a expressão “Match of the day” com uma fonte parecida à usada no nome da rede. Depois, aplicou à foto do perfil:

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Quem usa o Tinder depende de uma combinação de “likes” para começar a conversar com o pretendente. Um curte o perfil do outro e assim terão a janelinha de chat habilitada. Então, depois de alterar a foto de perfil, Jamieson saiu “curtindo loucamente” todos os perfis sugeridos a ele pelo Tinder. E ficou só esperando “fisgar” as centenas de curtidas de volta.tinder

Algumas usuárias notaram a malandragem de Jamieson. “Por um segundo eu pensei que o ‘pretendente do dia’ era algo do Tinder, mas percebi o que você fez. Bom trabalho!”, escreveu uma delas. Mas a maioria pensou que ele era mesmo um “match” indicado pela rede social.

Apesar de ter conseguido mais de 800 pretendentes, Jamieson notou que o número de mulheres que tomou a iniciativa no chat do aplicativo continuou na “média” anterior. Cerca de 8% delas enviaram mensagens primeiro, segundo estatística criada por ele mesmo.

“Se você é uma das 720 pretendentes que não me enviou mensagem, envie! Eu prometo que irei responder. Eu adoro conhecer gente nova”, escreveu em seu blog, chamado Medium.

Aliás, ele aproveitou para dar o link do site pessoal no perfil do Tinder. O resultado, podemos imaginar, deve ter sido uma audiência bem maior no Medium. E, para terminar, basta dizer que Jamieson trabalha com marketing digital.

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Lá do Daily Dot.

Imagens: Reprodução/Medium.


Aplicativos de stickers para WhatsApp: expectativa vs. realidade
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Ana Ikeda

Um rápido passeio pela seção de aplicativos mais baixados na App Store foi o suficiente para chamar minha atenção para os que prometem “stickers para WhatsApp”. As figurinhas (parecidas com as que usamos no Facebook) devem estar na moda e até que são bonitinhas, pensei. Foi então que começou um exercício rápido de “expectativa vs. realidade”.

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Talvez você esteja pensando: “Mas se já temos emojis e aquela renca de fotos e memes dos grupos do WhatsApp, por que raios vou precisar também de stickers?” Pois é, não precisa. Porém, como as imagens são fofinhas, digamos que há uma probabilidade grande de que aí, do outro lado da tela, exista alguém querendo baixar um aplicativo de stickers. Sim, é o “efeito cuti cuti” em ação.

Seja para iOS, Android ou Windows Phone, são várias as opções de aplicativos gratuitos de stickers disponíveis. Basicamente, eles funcionam de duas formas. Na primeira, um toque longo na imagem da figurinha abre a opção de mandá-la para o Whats App. Na segunda, você salva a imagem no rolo da câmera ou a copia para depois colar no chat e enviar.

Baixei três no iPhone para testar. O primeiro tinha potencial (era do tipo que envia a imagem direto para o WhatsApp), mas a cada toque na tela, praticamente, pulava nela uma publicidade de outros aplicativos. Irritante e pouco prático. Sem contar que nem todas as figurinhas eram liberadas – você tem que compartilhar um post recomendando o app no Facebook para poder usar “288” imagens a mais.

O segundo tinha uma biblioteca considerável (e liberada) de figurinhas com smile, porquinho, gatinho e ursinho (“efeito cuti cuti” disparou aqui). Porém, ele era do tipo “copie e cole”, menos prático.

O terceiro tinha uma quantidade ainda maior e tão fofo quanto de figurinhas que o segundo. E permitia compartilhar as imagens com um atalho direto para o WhatsApp.

Seria esse, então, o aplicativo “vencedor” e recomendável? Que nada!

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O resultado prometido – figurinhas pequenas no chat – não foi cumprido. Nos três apps testados, as figurinhas aparecem gigantes depois de inseridas na conversa. Nada prático, porque isso obriga a pessoa a ficar rolando a tela para ler os textos da conversa. A pessoa para quem eu mandei (usuária de Android) também visualizou as imagens grandes.

No meu caso, não houve prejuízo – os apps testados eram gratuitos. Mas há opções pagas também. Se você quer muito (muito mesmo) baixar um deles, no mínimo, teste a versão grátis antes. E, sinceramente, os emojis e as fotos que circulam em grupos continuam sendo a opção mais prática para dar graça ao WhatsApp.


Imagem: Reprodução e Montagem.


Com cães fofos, americano quer bater recorde de selfie do Oscar no Twitter
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Ana Ikeda

O norte-americano Terry Shipman, 66, morador de Beaumont, Texas, se propôs a uma missão praticamente impossível: quer bater o recorde de retuítes da foto “selfie” tirada por atores durante a cerimônia do Oscar no último domingo (2). Contra o feito, pesa o fato de Shipman ser apenas um ilustre desconhecido. A seu favor, o desafiante conta com a ajuda de dois (fofos!) cachorros com quem tirou o autorretrato.

Até a publicação deste post, a mensagem no Twitter com o selfie do Oscar, postado pela apresentadora Ellen DeGeneres, contava com 3,3 milhões de retuítes. Já o selfie de Shipman tinha “apenas” 144 mil retuítes (o que não deixa de ser uma marca memorável para uma não celebridade hollywoodiana).

O site “Business Insider” entrevistou Laura Shipman, 21, filha do desafiante. A jovem afirma que o pai “sempre publica” autorretratos que tira com os cães da família no Facebook e que ele “nem é um usuário tão ativo no Twitter”.

O sucesso do post de Shipman, segundo ela, ocorreu após ela e o irmão retuitarem o selfie, que então foi retuitado por amigos deles e foi se tornando um “viral”. “E as pessoas gostam de velhinhos e cachorros fofos”, disse a filha coruja.

Laura contou ainda ao site que o pai se sentiu “muito ofendido” quando pessoas disseram que o desafio era uma farsa. “Eu juro, o Jimmy Kimmel [comediante norte-americano] não tem nada a ver com isso.”

Lá do Business Insider.


Pedidos de ajuda a Luciano Huck viram piada em página do Facebook
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Guilherme Tagiaroli

ajudaluciano

O apresentador Luciano Huck é famoso por ajudar pessoas no programa “Caldeirão do Huck” e, em função disso, sua vida nas redes sociais não é das mais fáceis. Além de ouvir elogios (e críticas) o dia todo, Huck recebe centenas de solicitações. E é aí que entra a página “Ajuda Luciano” no Facebook.

A página reúne supostas capturas de tela de pedidos de ajuda e mensagens deixadas na fan page do apresentador. A maioria das solicitações reunidas pela página são referentes a assuntos sem noção ou posts sem nexo.

Na descrição da “Ajuda Luciano”, eles afirmam que tudo é real – como há milhares de comentários em cada post do apresentador, fica inviável conferir a veracidade de todos os pedidos.

Na esperança de terem a atenção do apresentador, alguns desses supostos fãs colocam informações pessoais (telefone, endereço e até número de conta bancária), cobram uma resposta para as cartas enviadas ao programa e pedem um monte de coisas (de reformas a declarações amorosas para evitar a separação de casais). O conteúdo está de acordo com o que a reportagem viu na página de Huck.

Abaixo, alguns dos pedidos/comentários registrados pela “Ajuda Luciano”:

Me ajude, só para ver se vai ficar legal

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Me ajude a engravidar minha esposa
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Me ajude para que minha esposa não me deixe
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Um trabalho para um senhor de 75 anos
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Comercial do McDonald’s?

luciano


Estados Unidos?

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Lá do AjudaLuciano
Imagens: Reprodução/Facebook/AjudaLuciano


Jogo “Flappy Bird” valoriza smartphones usados na hora da venda
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Flávio Carneiro

Ciclo de vida do protagonista em "Flappy Bird"

Ciclo de vida do protagonista em “Flappy Bird”

O joguinho viciante “Flappy Bird” deixou (realmente) saudade nos usuários. Depois que foi retirado das lojas de aplicativos, aparelhos com o game instalado passaram a ser vendidos por até US$ 100 mil (cerca de R$ 240 mil) no eBay – site de vendas americano, parecido com o Mercado Livre.

E quando você pensa que a maluquice atrás desse passarinho amarelo está acabando, é ai que se engana. Desta vez, os smartphones com o game (irritante, por sinal) ganharam destaque em um site americano que compra aparelhos usados para revenda, chamado “Upgradeswap”.

De acordo com uma entrevista concedida ao portal “BGR”, a página paga até US$ 20 (R$ 48) a mais por um aparelho com “Flappy Bird“ instalado. O valor oferecido pelo site por um smartphone varia de acordo com as condições do gadget, mas pode chegar a até US$ 255 (cerca de R$ 615) em um iPhone 5, por exemplo.

No fim das contas, é melhor receber US$ 20 a mais do que nada. E eu achando que esse joguinho não tinha utilidade nenhuma – além de ser um teste para os cardíacos, como diriam os narradores brasileiros de futebol. Pelo menos com esse dinheiro dá para comprar um sorvete.

Se você está pensando em vender seu aparelho, colocar a frase “’Flappy Bird’ instalado”, junto com as configurações no anúncio pode ajudar no negócio. Ou não, se o possível cliente já odiar a brincadeira.

Lá do “BGR“.


Feliz, triste e bravo: garota faz GIFs animados com “emoções” de coelhos
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Flávio Carneiro

Tem gente que sabe imitar passarinhos. Tem gente faz barulho de um porco e com certeza alguém faz uma foca incrível. Aposto que você aí também tem um talento. Bom, a habilidade da menina abaixo é imitar um coelho. Mas, o mais legal, é que ela consegue dar emoções para suas “caretas-coelho” – e ainda faz GIFs animados com elas!

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Da esquerda para direita: coelho assustado, pervertido e feliz.

No total, são nove tipos de coelhos: “triste”, “feliz”, “procurando por algo”, “pervertido”, “bravo”, “pedindo para apanhar”, “desconfiado”, “animado” e “assustado”. A menina é praticamente um meme ambulante. Acima, os três orelhudos mais legais.

Não há informações sobre o nome da jovem, apenas se sabe que a brincadeira se espalhou na rede social Weibo, que é uma espécie de Twitter da China. O post foi compartilhado mais de 150 mil vezes, recebeu 23 mil comentários e atingiu cerca de 1.200 páginas de usuários no site.

É uma boa repercussão para uma menina fazendo coelhos dramáticos, não?

Lá do site Chinasmack.

 


Mulher diz ter recebido 14 mil notificações de desconhecida no Facebook
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Ana Ikeda

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Para algumas pessoas, receber notificações no Facebook é algo prazeroso (sim, você gosta de receber curtidas de post e recadinhos no chat). Mas isso é muito (muito, muito) chato via e-mail. Imagine então não poder desativar esses avisos… e ainda por cima receber mais de 14  mil notificações. Foi o que aconteceu com a norte-americana Kristal McKenzie, 33.  Como? Vem que eu explico.

Kristal saiu do Facebook há alguns anos, quando ficou grávida. “Estava preocupada com questões de privacidade e, com um bebê vindo, queria me dedicar às pessoas da vida real.” Portanto, foi com muita estranheza que leu uma mensagem recebida no seu e-mail  – e em espanhol – dando das boas-vindas por ela ter retornado à rede.

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O e-mail era destinado a uma mulher chamada “Katya”, uma total desconhecida, diz Kristal. E Katya conseguiu criar uma conta no Facebook usando o e-mail de Kristal aparentemente por engano (um engano, inclusive, que até hoje Katya não percebeu).

Em nove meses, Kristal diz ter recebido mais de 14 mil notificações do Facebook no seu e-mail. Ou seja, toda vez que Katya deixava vaquinhas morrerem no “Farmville”, era cutucada ou recebia um convite de amizade, um e-mail ia direto para a caixa de Kristal. O mais “aterrorizante”, se espantou Kristal, é que ela recebia também cópias das mensagens privadas da desconhecida.

Agora, mais uma novela 

Descontente com a situação, a norte-americana tentou várias ações para desvincular sua conta de e-mail à conta de Facebook de Katya. “Todas os e-mails têm opção de descadastramento, mas como o Facebook não sabe que eu não sou dona da conta, não me deixa completar a ação”, diz. Ela até tentou criar um perfil no Facebook com o mesmo e-mail, mas não deu certo… ela passou a receber notificações via e-mail de ambas as contas.

Kristal diz ter entrado em contato com o Facebook e com o departamento de comunicação da empresa, mas não obteve retorno. Também tentou a Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos e organizações não governamentais de proteção à privacidade. E nada.

Com ajuda de amigos, ela diz ter tentado contatar Katya sobre o problema. Mas a jovem tem “perfil fechado” no Facebook e não recebe mensagens privadas de desconhecidos. Tentaram até enviar mensagens aos amigos de Katya. Nada disso ajudou também.

Foi então que, ao contar sua história para a “Forbes”, a repórter do site da revista entrou em contato com o Facebook explicando o caso. A equipe de segurança (finalmente) desvinculou o e-mail de Kristal do perfil da estranha.

“A circunstância foi extremamente rara. Vimos que o link no fim dos e-mails para que as pessoas comuniquem que as mensagens não são para elas não estava funcionando corretamente”, disse um porta-voz do Facebook.

Segundo a rede social, com o e-mail digitado errado ainda precisaria de uma segunda confirmação (enviada para o tal endereço). Mas a usuária Katya conseguiu confirmar a inscrição na rede social usando um código enviado por celular.

E assim termina a novela. Pelo menos, com final feliz para Kristal.

Lá do Daily Dot via Forbes.

Imagens: Reprodução/Daily Dot  e Reprodução/Forbes.