Blog do UOL Tecnologia

Categoria : Smartphones

Ao ver celular flip, assaltante desiste de roubo nos Estados Unidos
Comentários 3

Ana Ikeda

flip_sadCelulares do tipo “flip” já tiveram seus tempos de glória até poucos anos atrás – o Startac, por exemplo, era um dos queridinhos. Mas, definitivamente, eles foram ultrapassados pelos (vários) smartphones no mercado. A ponto de um assaltante nos Estados Unidos desistir do roubo e devolver o modelo “antigão” à vítima.

Segundo o “New York Post”, Kevin Cook, 25, passeava no último sábado (28) pelo Central Park, em Nova York, quando foi abordado por um homem armado.

Ao entregar o celular ao assaltante, veio a surpresa. “Que m**** é essa?”, teria dito o ladrão, que em seguida devolveu o aparelho a Kevin e fugiu.

Kevin, que trabalha como vendedor, afirma que se trata de um modelo de Windows Phone com três anos de idade.

“Acho que ele pensou que não conseguiria nada pelo aparelho”, disse a vítima ao jornal.


Lá do New York Post.

Foto: Arte/UOL.


Vídeo de humor incentiva você a largar o celular e garante: ficará tudo bem
Comentários COMENTE

Juliana Carpanez

Um vídeo musical criado pela dupla de comediantes Reth e Link mostra de forma bem-humorada o que você já sabe: os telefones celulares transformaram seus usuários em zumbis (porque eles deixaram, é claro). “Get off the Phone” (“saia do telefone”; em inglês) propõe que as pessoas se desconectem de seus telefones. “Vai ficar tudo bem, não precisa ter medo”, garante o refrão da canção romântica, com um pé na breguice.

Nas situações extremas, é possível ver até um bebê e um cachorro usando o celular. Mais próximos da realidade estão a mãe, o carteiro e a dona de casa que não enxergam o que estão fazendo, pois tudo o que veem é a telinha do telefone. Assista abaixo e lembre-se: qualquer semelhança com a vida real não é mera coincidência.


 

O vídeo, muito bem feito, é patrocinado pela marca de carros de luxo Buick. Ele faz parte da campanha #InTheMoment, que incentiva as pessoas a largarem os telefones e aproveitarem mais a vida. Se ainda não está convencido de que deve fazer isso, veja abaixo o protesto do UOL Tecnologia contra a (irritante) epidemia dos celulares.


 


O iPhone perdeu a graça? Filas menores apontam novo comportamento no Brasil
Comentários 325

Juliana Carpanez

O iPhone 5s criou um novo patamar de preço para os smartphones no Brasil: o aparelho com 64 GB chega a custar R$ 4.499 em sua versão desbloqueada na operadora Vivo. Mas se até pouco tempo atrás os (nossos) iPhones mais caros do mundo não assustavam os aficionados por tecnologia, a situação parece ter mudado. No lançamento da última semana, acompanhado pelo UOL Tecnologia em dois shoppings de São Paulo, o número de pessoas interessadas na novidade era muito menor do que em anos anteriores.

Sejamos justos: não é necessário ficar na fila para comprar um iPhone. O usuário pode fazer isso online, via sistemas de pré-venda, ou até esperar alguns dias para adquirir seu objeto de desejo. Mas essas possibilidades também existiam em anos anteriores, quando centenas de brasileiros chegavam a se aglomerar em frente às lojas, importando um comportamento adotado em lançamentos da Apple no exterior.

O início das vendas do iPhone 5s e 5c ficou longe dessas filas tão numerosas, que acabavam depois das 4h. Nem a presença de celebridades nos lançamentos – essa sim uma tradição 100% brasileira – foi capaz de abarrotar as lojas.

A TIM no shopping Eldorado foi a mais cheia e, com um cálculo generoso, tinha cerca de 50 possíveis compradores. As demais operadoras e varejistas reuniram entre 20 e 30 deles, sendo que em ao menos dois estabelecimentos esse número não passava de uma dezena de pessoas.

  • Lançamento do iPhone na mesma loja do shopping Eldorado (SP), em dois momentos. Foto ‘cheia’, à esquerda, é de 2010 (iPhone 4); imagem à direita é de 2013 (iPhone 5s)


Me dê motivos
A hipótese mais óbvia para esse esvaziamento é mesmo o preço. Esses valores nunca foram camaradas em terras brasileiras, mas podem agora ter passado aquele limite que o consumidor está disposto a pagar. A loja da Apple e maioria das operadoras cobram entre R$ 1.999 e R$ 3.599 pelos novos modelos, que chegam aos temerosos R$ 4.499 citados no início deste texto.

Há também uma base maior de usuários de iPhone, que não necessariamente querem trocar seus aparelhos por um modelo mais novo (e mais caro). Teoricamente era mais fácil atrair novos compradores quando os celulares da Apple eram novidade e poucos brasileiros tinham um iPhone para chamar de seu.

Some a isso o aumento da oferta. Quando o iPhone chegou ao Brasil, em 2008, era sinônimo de smartphone (aparelho inteligente, que roda sistema operacional robusto). Hoje em dia essa categoria só cresce: corresponde a 54% dos telefones celulares vendidos no país e 51,8% dos aparelhos comercializados em todo o mundo. Do total de smartphones vendidos globalmente no segundo trimestre, cerca de 14% eram da Apple.

Além de aumentar, a concorrência melhorou. Se antes só o iPhone era inteligente a ponto de passar de ano, há hoje diversos aparelhos que cumprem muito bem o que se propõem a fazer. Com isso, o consumidor passa a ter diversas boas opções– podendo inclusive escolher qual aparelho se encaixa melhor em seu bolso, no sentido não literal dessa história.

Onde você se encaixa? É fã incondicional dos aparelhos da Apple ou aposta na concorrência? Deixe seu comentário. 

Veja abaixo fotos do lançamento (bombado!) do iPhone 4 no Brasil, em 2010.


Pesquisa: quatro entre dez traem parceiro que dá atenção demais ao celular
Comentários 4

Ana Ikeda

É melhor pensar duas vezes antes de ficar pendurado no smartphone durante o jantar romântico com seu “amorzão”. Uma pesquisa britânica revelou que cerca de 45% das pessoas já traíram ou pensam em trair o parceiro para se vingar da atenção excessiva dispensada ao “parceiro digital” (sim, estamos falando do celular).casal

A pesquisa, conduzida pelo site de namoro Victoria Milan, foi feita com 6.000 usuários. Mulheres entre 30 e 50 anos foram maioria ao responder que traíram ou pensavam em trair o parceiro autor do phubbing -- termo em inglês que une “phone” (telefone) e “snubbing” (esnobar).

Entre as situações irritantes citadas, estavam checar o aparelho durante refeições, enquanto assistem a um filme, no meio de uma conversa importante ou imediatamente depois da relação sexual. Ui! o.O

“É um comentário previsível, embora lamentável, que o uso moderno da tecnologia tenha levado a uma espécie de isolamento social – um ‘estar sozinho’ no espaço com muitos outros”, disse ao “Daily Mail” Sigurd Vedal, diretor-executivo da Victoria Milan.

“Quando nos sentimos insatisfeitos nas nossas relações cotidianas, isso acaba levando a procurar conexões com outras pessoas. De uma forma ou outra [pela internet ou na vida real], precisamos achar uma conexão.”


Lá do Daily Mail.

Imagem: Getty Images.


iPhones 5s e 5c têm chance de chegar ao Brasil em novembro, diz site
Comentários COMENTE

Ana Ikeda

iphone5s

Phil Schiller, vice-presidente de marketing da Apple, apresenta o iPhone 5c e o iPhone 5s

O site App Advice, especializado em notícias de aplicativos para iOS, obteve a informação por meio de uma operadora de que os novos iPhones (5s e 5c) chegarão às Filipinas no próximo dia 15 de novembro. Dando uma olhada na lista de países que acompanharam o país asiático no lançamento do iPhone 5 no ano passado, eis que lá está o Brasil. Então, é provável (embora muito pouco crível), que os smartphones sejam vendidos em solo nacional  no mesmo dia. A Apple não confirma a data.

Colabora para confirmar o rumor a homologação dos aparelhos pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), ocorrida em 25 de setembro. Com isso, os dois modelos de iPhones já têm autorização da agência para serem vendidos no Brasil – ambos serão compatíveis com a rede 4G nacional.

Veja a lista de países que receberam juntos o iPhone 5 em 2012:

Antígua e Barbuda, Bahamas, Bolívia, Brasil, Chile, Costa Rica, Chipre, Equador, Granada, Indonésia, Israel, Jamaica, Jordânia, Kuwait, Panamá, Paraguai, Filipinas, Qatar, África do Sul e Venezuela.”

Mas, para quem se animou com a possibilidade dos novos smartphones desembarcarem no mercado brasileiro no próximo dia 15, cabe uma ressalva. No ano passado, o Brasil ficou apenas na sexta leva de países a receberem o iPhone 5 (junto com as Filipinas), em vez da quarta (conforme o rumor do “App Advice”).

Em suma, estar em um mesmo grupo de países não pode ser levado como um indicativo tão certeiro assim de que vamos pular para a quarta leva de países a receberem os iPhones. Até porque a Apple depende de acordo com operadoras nacionais para começar a venda dos aparelhos.

Mas há esperança (a China, neste ano, pulou para a primeira leva de países, por exemplo). Por enquanto também não há confirmação de preço do iPhone 5s e 5c no Brasil. Porém, você já deve imaginar a faixa de valor: (bem) alta.


Lá do App Advice.

Imagem: Justin Sullivan/Getty Images/AFP e Stephen Lam/Reuters.


Painstagram: dor no dedão castiga viciada em rede social de fotos
Comentários COMENTE

Juliana Carpanez

Problema está ligado à forma de segurar o aparelho e navegar (rapidamente) pela rede social de fotos

A revista “New York” publicou na semana passada uma lista de problemas que afligem aqueles que usam muito a tecnologia. Entre eles: privação de sono (como dormir, com tanto para ler em seu feed do Facebook?), nomofobia (o pânico de estar sem o celular), falsa impressão (eterna) de que o celular está vibrando/tocando, dores na coluna (arruma essa postura!) e tendinite no dedão de tanto digitar no telefone.

Apesar de não haver nenhum diagnóstico médico, meu problema se encaixa nesta última categoria. Mas a dor no dedão esquerdo não está ligada à digitação no celular, que no meu caso é moderada. Segundo o meu próprio diagnóstico (e nem usei o Google!), ela surgiu pelo uso excessivo da rede social Instagram via smartphone. Sendo assim, nada mais justo que chamá-la de painstagram (dor do Instagram).

Descobri a origem porque uso computador, tablet e celular, mas ela só se manifesta quando acesso a rede social de fotos pelo telefone - e olha que não é pouco.

Isso porque a navegação no Instagram é muito rápida – cada foto passa pela tela em poucos segundos –, enquanto outros conteúdos (mesmo aquele post inútil do Facebook) são consumidos de forma mais lenta. Em outras palavras, o dedão trabalha mais e com maior velocidade quando se observa no celular o que a antiga colega comeu no almoço.

Quando o desconforto começou a se manifestar, há cerca de duas semanas, reparei na forma como seguro o telefone durante a navegação: o dedão vai freneticamente para cima e para baixo, fazendo breves pausas apenas para dar dois cliques (o equivalente a “curtir” uma foto). Faça isso aproximadamente uma hora por dia e – parabéns! – você adquire um novo problema para chamar de seu. Mas pode chamá-lo de painstagram.

Nos últimos dias, passei a missão da navegação para a mão direita, que vem se saindo bem na tarefa. Pelo menos até a próxima pontada.


Aplicativo permite jogar “Connect 4″ com capa do iPhone 5c
Comentários COMENTE

Ana Ikeda

Embora a versão mais “barata” do iPhone, o coloridão 5c, não tenha caído no gosto popular, uma empresa resolveu criar um aplicativo divertido para quem tem o smartphone da Apple. Com ajuda da capa com círculos vazados, dá para jogar o saudoso (e analógico) Connect 4 na tela do iPhone 5c.

O jogo Flipcase, desenvolvido pela Bytesize, é gratuito na App Store. Depois de instalá-lo, o procedimento é simples: basta colocar a capa do iPhone 5c na parte frontal do smartphone e chamar um amigo para começar a jogar.

Para reiniciar o jogo, basta chacoalhar o celular (assista ao vídeo). Simples e divertido =D

O jogo Flipcase, desenvolvido pela Bytesize, imita o analógico “Connect 4″

Mesmo todo colorido e mais barato com contrato de dois anos que o iPhone 5s, o 5c não tem ido muito bem nas vendas nos Estados Unidos.

O modelo top de linha já vendeu o dobro que o colorido por lá; além disso, a Apple já sinalizou para fornecedores de peças para reduzirem a produção do iPhone 5c no último trimestre do ano.

Apple apresenta smartphones 5c e 5s

Apple apresenta smartphones 5c e 5s

#uolbr_tagAlbumEmbed(‘tagalbum’,’72981′, ”)

Lá do Ubergizmo.

Imagens: Reprodução/Silver Spoon e Reprodução/YouTube.


Americana diz ser dela a voz usada por Siri, assistente digital do iPhone
Comentários 1

Ana Ikeda

“Um amigo meu me mandou um e-mail perguntando: ‘Essa não é você?’”, lembra Susan Bennett, moradora de Atlanta que acredita ser a voz por trás de Siri, a assistente pessoal que a Apple lançou com o iPhone 4S em 2011. Ela foi entrevistada pela rede norte-americana “CNN”, que até pediu para um especialista forense analisar as duas vozes. A conclusão dele: 100% de certeza de que Siri e Susan têm a mesma voz.

Susan diz que há oito anos gravou sua voz para a ScanSoft, uma empresa de software

Na época em que foi alertada pelo amigo, Susan coincidentemente tinha um iPhone, mas da versão anterior à que vinha com Siri. Ela conta que correu para acessar o site da Apple para ouvir a voz da assistente digital. Rindo ao lembrar da situação, ela relembra sua reação: “Oh! Hmm… sou eu!”

Susan diz que há oito anos gravou sua voz para a ScanSoft, empresa de software, e que não tinha ideia de que sua voz acabaria sendo usada em mais de 100 milhões de iPhones mundo afora. Ela trabalha desde os anos 70 com narração. Já fez muitos comerciais, além de também ser a voz por trás de sistemas de GPS e das orientações dadas a viajantes nos terminais da companhia aérea Delta.

Karen Jacobsen, que também dá voz a sistemas de GPS, é apontada como dona da voz da Siri, mas na versão australiana

A Apple, para variar, não confirma que a voz de Susan é a mesma usada pela Siri no inglês “americano”. Mas em 2005 Susan gravou várias frases sem sentido e sentenças inteiras que foram parar em uma base de dados de “discursos construídos”, desenvolvida pela ScanSoft, que trocou de nome mais tarde para Nuance Communications.

Como a empresa alega não comentar assuntos que envolvam a Apple, a CNN pediu que Ed Primeau, perito forense especialista em análise de áudio com 30 anos de experiência, comparasse as duas vozes. “Elas são idênticas – 100% de compatilidade”, afirmou à rede.

O mais engraçado de tudo é ouvir Susan fazendo perguntas para ela mesma, ou melhor, para sua voz dentro do seu próprio iPhone (acesse aqui o vídeo). É de dar nó no cérebro. =D

Susan, no entanto, não é a primeira mulher do mundo a ser apontada como a dona da voz da Siri. Karen Jacobsen, que também dá voz a sistemas de GPS, é apontada como dona da voz da Siri, mas na versão australiana.


Lá da CNN.

Imagem: Reprodução/CNN.


Em evento para desenvolvedores, empresário conta como criou aplicativo para chamar taxi
Comentários COMENTE

Guilherme Tagiaroli

Tallis Gomes, diretor-executivo e cofundador da EasyTaxi, fala durante o Short Stories Live

Poucas áreas sofreram a recente transformação tecnológica sofrida pelo ramo de taxis.  Essas mudanças foram causadas pela proliferação de aplicativos que permitem com poucos toques no smartphone chamar por um veículo. Um dos primeiros a se arriscar  foi Tallis Gomes, diretor-executivo da Easy Taxi, empresa desenvolvedora do software para smartphones de mesmo nome.

O empresário, que foi um dos participantes do Short Stories Live (evento que reúne experiências de desenvolvedores na criação de aplicativos), contou sobre as dificuldades que teve em iniciar sua companhia.

A ideia do aplicativo começou com um “fracasso”. Ao participar do Startup Weekend em 2011, Gomes queria fazer um programa para celular que mostrasse a localização dos ônibus na cidade do Rio de Janeiro.  Após achar a ideia sensacional, ele descobriu que o Google trabalhava com a mesma ideia na época.

Tela do aplicativo Easy Taxi para iPhone

Ao deixar o primeiro dia do evento, Gomes pediu um táxi e reparou na “grande dificuldade” que havia em pedir uma unidade para o local. Com isso, ele teve ideia de criar um programa para smartphone que utiliza a localização do aparelho para solicitar a unidade de taxi mais próxima. Essa ideia acabou originando o Easy Taxi. A aplicação acabou vencendo o desafio de “materializar” uma ideia num fim de semana.

A inovação do aplicativo foi facilitar a vida do usuário de taxi (além de pedir a unidade pelo telefone, é possível também ver o caminho feito pelo motorista) e do motorista, que fica mais independente de pagar por um ponto ou pela licença de uma rádio-taxi.

De 2011 para cá, a empresa cresceu graças à junção de vários fatores, dentre eles a popularização de smartphones e a expansão da cobertura de sinal de internet móvel (sim, caros, a coisa já foi pior). “No início, chegamos até a comprar aparelhos para os taxistas”, disse Gomes durante palestra no Short Stories Live.

O dinheiro da empresa vem de investimentos (recentemente, a companhia recebeu um aporte de R$ 35 milhões) e de um valor (R$ 2) que os taxistas devem pagar pelas corridas angariadas pelo aplicativo.

Com mais de 1,5 milhão de downloads e atuando em diversos países, a Easy Taxi atualmente tem o desafio de se diferenciar da concorrência (pesada) de outros aplicativos como: 99 taxis (que, por enquanto, não cobra nada dos taxistas), SaferTaxi (que oferece Wi-Fi durante a viagem), entre outros.



__

Lá do Short Stories Live

Imagens: Guilherme Tagiaroli/UOL e Reprodução


Motorista se distrai com SMS e bate carro conversível em trator de esterco
Comentários COMENTE

Ana Ikeda

Um motorista em Wisconsin, nos Estados Unidos, causou um acidente “curioso” ao se distrair enviando um SMS enquanto dirigia um carro alugado. Ele bateu em um trator que despejava esterco líquido, segundo o Departamento de Polícia do Condado de Grant. A história fica ainda mais pitoresca devido ao tipo de carro dirigido no momento do acidente: um Ford Mustang CONVERSÍVEL alugado pela Avis. Ecati…

Segundo as autoridades, o motorista Matthew Bruhn, 37, estava terminando de digitar quando olhou para frente e viu o trator, na rodovia 151 de Wisconsin. Ele não conseguiu frear a tempo e colidiu com o veículo. O motorista do trator não se feriu; já Bruhn quebrou um dedo.

A cena, lembra o site “Philly.com”, é muito parecida com a do filme “De Volta para o Futuro 2”, em que Biff (Thomas Wilson) bate no caminhão de esterco ao perseguir Marty McFly (Michal J. Fox).

 

Lá do Consumerist e Gawker.

Imagem: Reprodução/YouTube.