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Categoria : Smartphones

“Taca-le pau” vira jogo gratuito para smartphones Android
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Guilherme Tagiaroli

Imagem do jogo "Taca-le Pau Marcos", disponível gratuitamente no Google Play

Imagem do jogo “Taca-le Pau Marcos”, disponível gratuitamente no Google Play

O vídeo “taca-le pau” não se restringiu apenas ao sucesso na internet. Desde a manhã desta terça-feira (1º) está disponível gratuitamente no Google Play (loja de aplicativos do sistema Android) um jogo que usa os personagens do vídeo. Chamado Taca-le Pau Marcos, o game foi desenvolvido pela Estúdio Arones.

No jogo, como no vídeo viral, Marcos desce o morro da avó Salvelina em um carrinho e deve desviar de pedras do caminho. Durante a jornada, ele vai recebendo incentivos de Leandro, seu primo, quando passa por locais que aumentam a velocidade do carrinho: “Taca-le pau, Marcos. Taca-le pau nesse carrinho”. Os controles são feitos por meio de toques na tela do aparelho.

Quanto mais tempo a pessoa conseguir passar pelos obstáculos, mais pontos vai acumulando.

O jogador pode bater até três vezes nas pedras. Ao acabar as vidas, ouve-se um sonoro “Mazá Marco veio”.

O viral do “Taca-le pau” ficou famoso durante o fim do mês de junho. Nele, Leandro Beninca, 9, filmou seu primo Marcos Martinelli,12, descendo um morro no sítio da avó Salvelina, no interior de Santa Catarina. O engraçado do vídeo é o sotaque carregado de Leandro, que incentiva seu primo dizendo: “Taca-le pau nesse carrinho, Marcos. Taca-le pau, Marcos”.

A gravação foi postada no YouTube no início de janeiro deste ano e o vídeo dos primos já está com mais de 900 mil visualizações na plataforma do Google.

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Lá do Google Play

Imagem: Reprodução.

Tags : taca-le pau


Tecnologia em automóveis cria a pergunta: seu carro é Apple ou Android?
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Juliana Carpanez

O motorista que passou a vida respondendo à pergunta “álcool ou gasolina?” vai se deparar, nos próximos anos, com um novo questionamento: Apple ou Android? Isso porque os sistemas operacionais CarPlay (Apple) e Android Auto (Google) devem chegar em breve ao mercado automotivo, com a promessa de facilitar a vida e aumentar a segurança do motorista conectado.

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Sistema Android Auto, do Google. Assim como o CarPlay, é preciso conectar smartphone compatível para visualizar dados na tela do painel

Mas, como já acontece no universo tecnológico, é preciso fazer uma escolha. Se o seu próximo carro tiver a plataforma Android, você provavelmente não conseguirá acessar, quando estiver atrás do volante, o conteúdo da loja de músicas iTunes (Apple). Se a escolha for pelo CarPlay, compatível com o iPhone, o conteúdo do smartphone Android é que ficará prejudicado.

As duas plataformas – ainda não disponíveis no mercado – prometem basicamente o mesmo. O automóvel sairá de fábrica já com o sistema operacional e uma tela sensível ao toque instalada no painel. O motorista conectará seu smartphone ao carro, e as informações serão exibidas no display – assim, o automóvel “conversará” com os gadgets e acessará informações da nuvem.

Na prática, com poucos cliques ou comandos de voz, o usuário verá na tela do painel mapas e instruções de navegação. Poderá também escolher suas músicas online, realizar chamadas, ditar mensagens de texto, ouvir o conteúdo desses torpedos e fazer tudo aquilo que os motoristas já fazem hoje, com o celular na mão, colocando em risco a segurança.

Para tirar proveito de tudo isso, será preciso fazer uma escolha, pois eletrônicos e automóveis têm de falar a mesma “língua”. Resta aos usuários viverem mais esse dilema tecnológico (digno da hashtag #classmediasofre) e torcer para a criação de um sistema automotivo com tecnologia flex (a Audi, por exemplo, já anunciou que vai integrar as principais funções das duas plataformas no sistema Multi Media Interface).


Contra distração, designer japonês cria roupa que bloqueia sinal do celular
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Ana Ikeda

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Bolsos criados pelo designer são feitos com um tecido especial que reflete as ondas eletromagnéticas das antenas celulares

O celular é um ótimo amigo da procrastinação (aquilo de deixar para outro dia ou para depois algo que você podia fazer agora mesmo). Quando ouve o aparelho tocar, rapidamente você tira o aparelho do bolso para checar uma mensagem ou atender uma ligação. Mas seus problemas acabaram: um designer japonês criou roupas que bloqueiam o sinal do celular. É o fim da distração à toa.

Kunihiko Morinaga, um designer de Tóquio, criou uma linha de roupas que possuem bolsos feitos com um tecido especial que reflete as ondas eletromagnéticas.

Quando você coloca o aparelho ali, o sinal emitido pelas antenas das operadoras é bloqueado antes de chegar à antena receptora do celular.

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Roupas não estão à venda, mas serão mostradas em uma exposição na cidade canadense

O japonês teve a ideia de criar essas roupas para “viciados em celular” porque ele mesmo se sentia constantemente atrapalhado pela tecnologia. “Da mesma forma que as roupas protegem você do mundo externo, elas agora podem protegê-lo do mundo digital”, explica.

A coleção de roupas, chamada Focus, foi desenvolvida em parceria com a Trident (a do chiclete) e premiada neste ano na Semana de Moda de Toronto (Canadá). Ela não está à venda, mas será mostrada em uma exposição na cidade canadense.

Lá do Daily Mail.

Imagens: Divulgação.


Ao ver celular flip, assaltante desiste de roubo nos Estados Unidos
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Ana Ikeda

flip_sadCelulares do tipo “flip” já tiveram seus tempos de glória até poucos anos atrás – o Startac, por exemplo, era um dos queridinhos. Mas, definitivamente, eles foram ultrapassados pelos (vários) smartphones no mercado. A ponto de um assaltante nos Estados Unidos desistir do roubo e devolver o modelo “antigão” à vítima.

Segundo o “New York Post”, Kevin Cook, 25, passeava no último sábado (28) pelo Central Park, em Nova York, quando foi abordado por um homem armado.

Ao entregar o celular ao assaltante, veio a surpresa. “Que m**** é essa?”, teria dito o ladrão, que em seguida devolveu o aparelho a Kevin e fugiu.

Kevin, que trabalha como vendedor, afirma que se trata de um modelo de Windows Phone com três anos de idade.

“Acho que ele pensou que não conseguiria nada pelo aparelho”, disse a vítima ao jornal.


Lá do New York Post.

Foto: Arte/UOL.


Vídeo de humor incentiva você a largar o celular e garante: ficará tudo bem
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Juliana Carpanez

Um vídeo musical criado pela dupla de comediantes Reth e Link mostra de forma bem-humorada o que você já sabe: os telefones celulares transformaram seus usuários em zumbis (porque eles deixaram, é claro). “Get off the Phone” (“saia do telefone”; em inglês) propõe que as pessoas se desconectem de seus telefones. “Vai ficar tudo bem, não precisa ter medo”, garante o refrão da canção romântica, com um pé na breguice.

Nas situações extremas, é possível ver até um bebê e um cachorro usando o celular. Mais próximos da realidade estão a mãe, o carteiro e a dona de casa que não enxergam o que estão fazendo, pois tudo o que veem é a telinha do telefone. Assista abaixo e lembre-se: qualquer semelhança com a vida real não é mera coincidência.

 

O vídeo, muito bem feito, é patrocinado pela marca de carros de luxo Buick. Ele faz parte da campanha #InTheMoment, que incentiva as pessoas a largarem os telefones e aproveitarem mais a vida. Se ainda não está convencido de que deve fazer isso, veja abaixo o protesto do UOL Tecnologia contra a (irritante) epidemia dos celulares.

 


O iPhone perdeu a graça? Filas menores apontam novo comportamento no Brasil
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Juliana Carpanez

O iPhone 5s criou um novo patamar de preço para os smartphones no Brasil: o aparelho com 64 GB chega a custar R$ 4.499 em sua versão desbloqueada na operadora Vivo. Mas se até pouco tempo atrás os (nossos) iPhones mais caros do mundo não assustavam os aficionados por tecnologia, a situação parece ter mudado. No lançamento da última semana, acompanhado pelo UOL Tecnologia em dois shoppings de São Paulo, o número de pessoas interessadas na novidade era muito menor do que em anos anteriores.

Sejamos justos: não é necessário ficar na fila para comprar um iPhone. O usuário pode fazer isso online, via sistemas de pré-venda, ou até esperar alguns dias para adquirir seu objeto de desejo. Mas essas possibilidades também existiam em anos anteriores, quando centenas de brasileiros chegavam a se aglomerar em frente às lojas, importando um comportamento adotado em lançamentos da Apple no exterior.

O início das vendas do iPhone 5s e 5c ficou longe dessas filas tão numerosas, que acabavam depois das 4h. Nem a presença de celebridades nos lançamentos – essa sim uma tradição 100% brasileira – foi capaz de abarrotar as lojas.

A TIM no shopping Eldorado foi a mais cheia e, com um cálculo generoso, tinha cerca de 50 possíveis compradores. As demais operadoras e varejistas reuniram entre 20 e 30 deles, sendo que em ao menos dois estabelecimentos esse número não passava de uma dezena de pessoas.

  • Lançamento do iPhone na mesma loja do shopping Eldorado (SP), em dois momentos. Foto ‘cheia’, à esquerda, é de 2010 (iPhone 4); imagem à direita é de 2013 (iPhone 5s)


Me dê motivos
A hipótese mais óbvia para esse esvaziamento é mesmo o preço. Esses valores nunca foram camaradas em terras brasileiras, mas podem agora ter passado aquele limite que o consumidor está disposto a pagar. A loja da Apple e maioria das operadoras cobram entre R$ 1.999 e R$ 3.599 pelos novos modelos, que chegam aos temerosos R$ 4.499 citados no início deste texto.

Há também uma base maior de usuários de iPhone, que não necessariamente querem trocar seus aparelhos por um modelo mais novo (e mais caro). Teoricamente era mais fácil atrair novos compradores quando os celulares da Apple eram novidade e poucos brasileiros tinham um iPhone para chamar de seu.

Some a isso o aumento da oferta. Quando o iPhone chegou ao Brasil, em 2008, era sinônimo de smartphone (aparelho inteligente, que roda sistema operacional robusto). Hoje em dia essa categoria só cresce: corresponde a 54% dos telefones celulares vendidos no país e 51,8% dos aparelhos comercializados em todo o mundo. Do total de smartphones vendidos globalmente no segundo trimestre, cerca de 14% eram da Apple.

Além de aumentar, a concorrência melhorou. Se antes só o iPhone era inteligente a ponto de passar de ano, há hoje diversos aparelhos que cumprem muito bem o que se propõem a fazer. Com isso, o consumidor passa a ter diversas boas opções– podendo inclusive escolher qual aparelho se encaixa melhor em seu bolso, no sentido não literal dessa história.

Onde você se encaixa? É fã incondicional dos aparelhos da Apple ou aposta na concorrência? Deixe seu comentário. 

Veja abaixo fotos do lançamento (bombado!) do iPhone 4 no Brasil, em 2010.


Pesquisa: quatro entre dez traem parceiro que dá atenção demais ao celular
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Ana Ikeda

É melhor pensar duas vezes antes de ficar pendurado no smartphone durante o jantar romântico com seu “amorzão”. Uma pesquisa britânica revelou que cerca de 45% das pessoas já traíram ou pensam em trair o parceiro para se vingar da atenção excessiva dispensada ao “parceiro digital” (sim, estamos falando do celular).casal

A pesquisa, conduzida pelo site de namoro Victoria Milan, foi feita com 6.000 usuários. Mulheres entre 30 e 50 anos foram maioria ao responder que traíram ou pensavam em trair o parceiro autor do phubbing -- termo em inglês que une “phone” (telefone) e “snubbing” (esnobar).

Entre as situações irritantes citadas, estavam checar o aparelho durante refeições, enquanto assistem a um filme, no meio de uma conversa importante ou imediatamente depois da relação sexual. Ui! o.O

“É um comentário previsível, embora lamentável, que o uso moderno da tecnologia tenha levado a uma espécie de isolamento social – um ‘estar sozinho’ no espaço com muitos outros”, disse ao “Daily Mail” Sigurd Vedal, diretor-executivo da Victoria Milan.

“Quando nos sentimos insatisfeitos nas nossas relações cotidianas, isso acaba levando a procurar conexões com outras pessoas. De uma forma ou outra [pela internet ou na vida real], precisamos achar uma conexão.”


Lá do Daily Mail.

Imagem: Getty Images.


iPhones 5s e 5c têm chance de chegar ao Brasil em novembro, diz site
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Ana Ikeda

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Phil Schiller, vice-presidente de marketing da Apple, apresenta o iPhone 5c e o iPhone 5s

O site App Advice, especializado em notícias de aplicativos para iOS, obteve a informação por meio de uma operadora de que os novos iPhones (5s e 5c) chegarão às Filipinas no próximo dia 15 de novembro. Dando uma olhada na lista de países que acompanharam o país asiático no lançamento do iPhone 5 no ano passado, eis que lá está o Brasil. Então, é provável (embora muito pouco crível), que os smartphones sejam vendidos em solo nacional  no mesmo dia. A Apple não confirma a data.

Colabora para confirmar o rumor a homologação dos aparelhos pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), ocorrida em 25 de setembro. Com isso, os dois modelos de iPhones já têm autorização da agência para serem vendidos no Brasil – ambos serão compatíveis com a rede 4G nacional.

Veja a lista de países que receberam juntos o iPhone 5 em 2012:

Antígua e Barbuda, Bahamas, Bolívia, Brasil, Chile, Costa Rica, Chipre, Equador, Granada, Indonésia, Israel, Jamaica, Jordânia, Kuwait, Panamá, Paraguai, Filipinas, Qatar, África do Sul e Venezuela.”

Mas, para quem se animou com a possibilidade dos novos smartphones desembarcarem no mercado brasileiro no próximo dia 15, cabe uma ressalva. No ano passado, o Brasil ficou apenas na sexta leva de países a receberem o iPhone 5 (junto com as Filipinas), em vez da quarta (conforme o rumor do “App Advice”).

Em suma, estar em um mesmo grupo de países não pode ser levado como um indicativo tão certeiro assim de que vamos pular para a quarta leva de países a receberem os iPhones. Até porque a Apple depende de acordo com operadoras nacionais para começar a venda dos aparelhos.

Mas há esperança (a China, neste ano, pulou para a primeira leva de países, por exemplo). Por enquanto também não há confirmação de preço do iPhone 5s e 5c no Brasil. Porém, você já deve imaginar a faixa de valor: (bem) alta.


Lá do App Advice.

Imagem: Justin Sullivan/Getty Images/AFP e Stephen Lam/Reuters.


Painstagram: dor no dedão castiga viciada em rede social de fotos
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Juliana Carpanez

Problema está ligado à forma de segurar o aparelho e navegar (rapidamente) pela rede social de fotos

A revista “New York” publicou na semana passada uma lista de problemas que afligem aqueles que usam muito a tecnologia. Entre eles: privação de sono (como dormir, com tanto para ler em seu feed do Facebook?), nomofobia (o pânico de estar sem o celular), falsa impressão (eterna) de que o celular está vibrando/tocando, dores na coluna (arruma essa postura!) e tendinite no dedão de tanto digitar no telefone.

Apesar de não haver nenhum diagnóstico médico, meu problema se encaixa nesta última categoria. Mas a dor no dedão esquerdo não está ligada à digitação no celular, que no meu caso é moderada. Segundo o meu próprio diagnóstico (e nem usei o Google!), ela surgiu pelo uso excessivo da rede social Instagram via smartphone. Sendo assim, nada mais justo que chamá-la de painstagram (dor do Instagram).

Descobri a origem porque uso computador, tablet e celular, mas ela só se manifesta quando acesso a rede social de fotos pelo telefone - e olha que não é pouco.

Isso porque a navegação no Instagram é muito rápida – cada foto passa pela tela em poucos segundos –, enquanto outros conteúdos (mesmo aquele post inútil do Facebook) são consumidos de forma mais lenta. Em outras palavras, o dedão trabalha mais e com maior velocidade quando se observa no celular o que a antiga colega comeu no almoço.

Quando o desconforto começou a se manifestar, há cerca de duas semanas, reparei na forma como seguro o telefone durante a navegação: o dedão vai freneticamente para cima e para baixo, fazendo breves pausas apenas para dar dois cliques (o equivalente a “curtir” uma foto). Faça isso aproximadamente uma hora por dia e – parabéns! – você adquire um novo problema para chamar de seu. Mas pode chamá-lo de painstagram.

Nos últimos dias, passei a missão da navegação para a mão direita, que vem se saindo bem na tarefa. Pelo menos até a próxima pontada.


Aplicativo permite jogar “Connect 4″ com capa do iPhone 5c
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Ana Ikeda

Embora a versão mais “barata” do iPhone, o coloridão 5c, não tenha caído no gosto popular, uma empresa resolveu criar um aplicativo divertido para quem tem o smartphone da Apple. Com ajuda da capa com círculos vazados, dá para jogar o saudoso (e analógico) Connect 4 na tela do iPhone 5c.

O jogo Flipcase, desenvolvido pela Bytesize, é gratuito na App Store. Depois de instalá-lo, o procedimento é simples: basta colocar a capa do iPhone 5c na parte frontal do smartphone e chamar um amigo para começar a jogar.

Para reiniciar o jogo, basta chacoalhar o celular (assista ao vídeo). Simples e divertido =D

O jogo Flipcase, desenvolvido pela Bytesize, imita o analógico “Connect 4″

Mesmo todo colorido e mais barato com contrato de dois anos que o iPhone 5s, o 5c não tem ido muito bem nas vendas nos Estados Unidos.

O modelo top de linha já vendeu o dobro que o colorido por lá; além disso, a Apple já sinalizou para fornecedores de peças para reduzirem a produção do iPhone 5c no último trimestre do ano.

Apple apresenta smartphones 5c e 5s

Apple apresenta smartphones 5c e 5s

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Lá do Ubergizmo.

Imagens: Reprodução/Silver Spoon e Reprodução/YouTube.