Blog do UOL Tecnologia

Categoria : Passatempo

Pôster tenta resumir memes e personalidades mais populares da internet dos últimos anos
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Guilherme Tagiaroli

O artista Caldwell Tanner criou o pôster acima que tenta resumir os principais personagens e memes da internet de pelo menos sete anos atrás. É um verdadeiro teste para quem acha que conhece bem a rede e todas as modinhas que ocorreram pelas interwebs nos últimos anos.

Ao todo, a imagem conta com aproximadamente 120 personagens. Alguns destaques: o cara do “Evolution of Dance” (que fez um vídeo em que ele dança de Elvis a Eminem) , todos os troll faces, uma pessoa fazendo planking, a cantora Rebecca Black (do hit “Friday”, sucesso em 2011), o Grumpy Cat (o gato que nunca sorri), o cara do Tró-ló-ló (que Deus o tenha), o Psy (cantor de “Gangnam Style”) e mais um monte de gente.

A imagem foi postada originalmente no site americano “College Humor”. Lá é possível visualizá-la em alta definição e conferir uma breve explicação para cada um dos itens (infelizmente só em inglês). Para habilitar o “modo explicação”, basta teclar a letra L do teclado (vai aparecer como na imagem abaixo, só que com um link em vermelho).

Quantos você conseguiu descobrir? Mesmo cobrindo tecnologia há um tempo, confesso que só consegui descobrir mais uns 20 (além dos que estão citados acima).


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Lá do College Humor

Imagem: Reprodução


Playground virtual: braços robóticos permitem brincar na internet com gatos abandonados
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Juliana Carpanez

Eis aqui o site que vai mudar sua vida (para pior, no ponto de vista de seu chefe): iPet Companion. A página para fãs de gatos mostra vídeos ao vivo capturados em dez  abrigos nos Estados Unidos, além de permitir que você brinque com os felinos que aparecem nas imagens.

”Os gato pira” na brincadeira; painel à direita controla câmera e também a varinha no abrigo

Para isso, é necessário escolher o abrigo (o nosso aqui foi o Oregon Home Society) e esperar em uma fila virtual (nosso tempo foi de oito minutos, durante os quais mantivemos a produção do site a todo vapor, chefe). Passado esse tempo, você consegue controlar a câmera (escolhendo qual imagem todos os usuários verão) e também movimentar remotamente um brinquedo enquanto aperta um botão.

Numa espécie de Big Brother felino, site mostra dez abrigos de animais nos EUA em tempo real

Desculpa aí, mas o primeiro bichano me amou. Sério. Antes de eu comandar a varinha, ele estava se lambendo, no maior clima #foreveralone. Durante meus dois minutos de controle (tempo máximo permitido), pirou no brinquedo. Quando fui destituída do cargo, deu as costas para a interatividade e sumiu da visão da câmera.

Que fique claro: essa foi a reação do primeiro gato, que aparece na foto acima. Já o segundo, da Humane Society of South Mississippi, esnobou todas as minhas tentativas virtuais de amizade. Não a toa, não existe tempo de espera para brincar com esse gato #chatiado.

O site foi desenvolvido pela Reach-In, uma empresa de Idaho que comercializa as câmeras e os braços robóticos para a brincadeira. Segundo a empresa, a iniciativa da qual já participaram internautas de 172 países aumentou em 67% as adoções nesses abrigos e em 295% as contribuições financeiras. A empresa, claro, vende o kit do site a partir US$ 350 (cerca de R$ 700) nos EUA – por esse preço, é melhor continuar brincando com os gatinhos dos abrigos, mesmo. :)


Ferramenta deixa você escrever mensagens (fofas) com filhotes de cães (fofos)
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Ana Ikeda

Confesse que isso era tudo o que você mais queria na vida (ou não): escrever mensagens na internet com uma fonte mega-ultra-blaster fofa. A ferramenta Puppy Text usa filhotes de labrador no lugar das letras. Óuuun.

Dá para escrever as mensagens pelo site do Puppy Text e depois compartilhá-las no seu Facebook ou via e-mail. Infelizmente, como você vê aí abaixo, não é possível acentuar as letras. Até porque imagina fazer um “til” com o cãozinho, pobrezinho! (Aliás: no site os criadores afirmam que nenhum cachorro foi ferido durante o processo de criação das fontes.)

Também existe o aplicativo para iOS para escrever com a “fonte canina”. Mas custa US$ 0,99 (ou cerca de R$ 2). Vale a pena? Bom, só para frisar: não serve para nada. Mas é fofo.

Lá do Oh Gizmo.

Foto: Reprodução.


E se o Instagram, o Tumblr e o Pinterest não tivessem fotos?
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Camila de Lira

Muito antes de começarem os ‘mimis’ sobre o caso Android-Instagram, já rolava uma sensação de que as fotos postadas no site/rede social eram parecidas demais umas com as outras. Pratos de comida, shows de rock, gatos/cachorros, crianças, tudo isso com aqueles filtros vintage.

"Print da tela so iPhone com um filtro legal"; "Pôsteres de filmes redesenhados" e "Beb}e usando óculos de sol". Faz a gente pensar em nossas imagens, não?.

A mesma coisa pode se falar do Tumblr. Mesmo com temas diferentes, uma hora ou outra, os sitezinhos acabam caindo para os gifs “engraçados” (alguns tirados de filmes mega populares, outro de programas norte-americanos que nunca vimos na vida) e para as famosas plaquinhas ‘keep calm and…’. O Pinterest, mais novo dessa categoria de redes sociais com fotos, não tardou a cair na mesmice.iPhone screenshot. Heffe filter.

Bem, pelo menos é isso que acham os criadores de três fakes no twitter: @textinstagram; @TextBasedTumblr e @PicturelessPins.Meio de crítica e meio de brincadeira (ah, e meio mussarela), os twitters descrevem fotos postadas nos sites.

Alguns tuítes são bem engraçados, como o “Panquecas em um prato antigo”, no perfil que brinca com o Pinterest e outro escrito “Pés”, do @Textinstagram. Faz a gente pensar sobre o que vemos nessas redes, não?

Outros tuítes nos fazem rever os nossos próprios hábitos**. Afinal, ao ler como seriam esses sites sem as fotos, a gente começa a dar uma vontade de ver se o seu próprio Instagram/Tumblr/Pinterest é desse jeito.

Agora, digam (e sejam francos): como seria o seu Instagram ou Tumblr ou Pinterest em apenas uma frase de 140 caracteres?

** Particularmente no que trata sobre o Tumblr temos  “Woody Allen em sua juventude” e “Fotos de um homem sem camisa fumando em preto e branco”. Imagens que esta repórter aqui costuma colocar no seu Tumblr e no seu Pinterest.

 


Derrube a Adele das paradas de sucesso em uma versão pop do jogo “Angry Birds”
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Ana Carolina Prado

A cantora Adele foi para as paradas de sucesso e não saiu mais de lá. Com o mundo inteiro só falando nela, como é que ficam as outras divas pop, como Lady Gaga, Britney Spears, Beyoncé, Nicki Minaj e Katy Perry?

O site stan-wars.com permite aos fãs dessas cantoras renegadas fazerem algo. No jogo, você usa um estilingue para derrubar a Adele do seu pedestal – usando como arma não pássaros raivosos, mas a cabeça da sua cantora preferida.

Mas não se engane pelo apelo pop: o jogo é difícil!

 

Imagens: Mario Anzuoni/Reuters; Reprodução


Ator George Clooney está cotado para viver Steve Jobs no cinema, diz revista inglesa
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Guilherme Tagiaroli

George Clooney (esq.) e Noah Wyle (dir.) em destaque na capa do filme “Piratas do Vale do Silício”

O ator George Clooney, 50, é conhecido por dividir sua vida em “arrebatar o coração das moçoilas” e em vender cafeteiras sofisticadas e caras nas horas vagas. No entanto, o ator americano quer ir além: não bastasse a pose de símbolo sexual, agora Clooney está cotado para ser Steve Jobs no cinema!

A informação foi dada pela revista britânica “Now”, especializada em fofocas notícias sobre celebridades.

Segundo a publicação, Clooney está concorrendo simplesmente com Noah Wyle, seu ex-parceiro do seriado “ER” (conhecido no Brasil como “Plantão Médico”).

O problema da concorrência de George Clooney ao papel é que ele, praticamente, está tentando tirar o posto do “sósia oficial de Jobs”. Digo isso, pois Noah Wyle atuou como Steve Jobs no filme “Piratas no Vale do Silício”, que conta a história da evolução de algumas empresas de tecnologia como Apple e Microsoft.

Para piorar a situação [para o Clooney, é claro], o próprio Steve em vida já tinha aprovado a atuação de Noah Wyle. O fato é que durante a abertura da Macworld 1999, evento oficial da Apple para apresentação de novos produtos, Steve Jobs chamou Noah Wyle (vestido de Jobs) para dar início à palestra inicial do evento. (Clique aqui para ver um trecho da apresentação).

(Pequeno parêntese: neste ano, outro chefão do mundo da tecnologia fez algo parecido. Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, chamou o ator Andy Samberg (do programa humorístico “Saturday Night Live”) para dar início à apresentação de novos recursos da rede social).

O filme sobre Steve Jobs deve ser filmado pela Sony, que recentemente comprou os direitos do autor da biografia sobre o cofundador da Apple, no próximo ano.

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Lá do Mashable

Imagens: EFE/Fox e Reprodução.


No Facebook, ciclistas organizam “pedalada de salto alto” para satirizar dondocas de Moema
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Guilherme Tagiaroli

Luiza Sigulem/Folhapress

Ciclofaixa no cruzamento das avenidas Pavão e Ibirapuera, na zona sul de São Paulo (SP)

Se há alguns meses, o hit era o “Churrascão de Gente Diferenciada”, organizado para protestar contra os moradores do bairro de Higienópolis (São Paulo) que não queriam que fosse instalada uma estação de metrô na região, o próximo candidato a “Churrascão” é o evento “Milionárias de Bike!”, criado no Facebook para protestar contra os críticos da implantação de uma ciclofaixa (faixa específica para ciclistas) em um bairro nobre de São Paulo.

Desde o início do mês, comerciantes e motoristas que circularam por Moema, bairro nobre da cidade de São Paulo, reclamam da instalação de uma ciclofaixa (faixa específica para ciclistas) em ruas da região. Segundo eles, a faixa atrapalha o trânsito e o acesso a vagas de estacionamento (uma vez que os motoristas precisam atravessar a faixa exclusiva dos ciclistas).

No entanto, uma das razões para a organização do protesto foi a declaração de uma comerciante do bairro ao jornal “SPTV” da “TV Globo”: “Aonde que eu vou colocar as minhas clientes, que são milionárias e que andam de carro importado? Você acha que minhas clientes vão andar de salto alto de bicicleta?.”

Bingo! Alguns usuários beneficiados pela ciclofaixa decidiram, então, fazer o que foi sugerido: eles organizaram um protesto em que os participantes andarão de bicicleta com salto alto pela via exclusiva.

Apesar da sátira, segundo a página do evento do Facebook, o grupo não quer ridicularizar quem deu a “declaração polêmica”. “Nosso objetivo também não é defender a ciclofaixa a qualquer custo. Queremos fomentar debates e discussões a respeito da ciclovia, tanto por parte pró quanto contra, de quem é ciclista e quem não é.”

O evento será realizado no próximo sábado (19) na ciclofaixa de Moema (Av. Rouxinol x R. Tuim). Até o momento, mais de mil perfis do Facebook já confirmaram a presença no evento.

Imagem: Luiza Sigulem/Folhapress

Aplicativo polêmico oferece questionário para descobrir se seu filho é gay
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Guilherme Tagiaroli

Mais um aplicativo entra para o grupo dos programas controversos para celular. Depois do teste para saber se você é judeu ou não, ou do aplicativo que prometia curar gays, o mais novo aplicativo a causar polêmica é o “Is my son gay?” (O meu filho é gay?).

O programa, que é uma versão de um aplicativo francês de mesmo nome, entrou no domingo (25) na Android Market (loja de aplicativos) e promete , com apenas 20 questões, informar um pai ou uma mãe se seu filho é gay ou não.

Algumas perguntas que ajudam a definir se seu filho é gay ou não: Ele gosta de futebol? Seu filho lê revistas de esporte?  Ele já apresentou alguma namorada a você? Ele gosta de comédias musicais?.

As perguntas não dizem respeito apenas aos filhos, mas também aos pais que responderem. Exemplo: você é divorciado?  Antes de ele nascer, você gostaria que ele fosse menina? Você já se perguntou sobre a orientação sexual do seu filho?

Após essa sabatina de 20 perguntas, o programa exibirá a probabilidade de seu filho ser gay ou não.

O programa, que logicamente é uma brincadeira, tem causado polêmica entre publicações que cobrem assuntos relacionados ao público gay. “O aplicativo é baseado na ciência da preguiça e em estereótipos ofensivos”, analisa a revista “Instinct Magazine”. O site americano Jezebel definiu o programa como “horrível” e com “questões estereotipadas.”

Os desenvolvedores do site, após toda a polêmica, responderam a um pedido do blog “Huffington Post” para que eles comentassem a polêmica. “O aplicativo foi pensado para ser uma forma de brincadeira. Ele não foi feito baseado em pesquisas científicas”, disse um dos desenvolvedores.

O aplicativo está disponível na Android Market por R$ 4,91.

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Lá do Huffington Post

Imagem: Divulgação.


De onde você posta/tuíta/navega? Mande uma foto
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UOL Interação

Acaba nesta quinta-feira (1º) o prazo para participar do desafio especial do Instamission para o UOL. A proposta: “Fotografe de onde você usa o computador/De onde você posta/De onde você usa a internet”.

(Não conhece o Instamission? Então, vá para o álbum no final deste post.)

O UOL Tecnologia vai reunir as melhores imagens postadas no Twitter com as hashtags #instamission31 e #uol em um álbum especial, que será publicado na sexta-feira (02). Sim, vale fotografar o computador, o celular, o tablet, o lugar de onde você tuíta. Não, não é obrigatório que você use o Instagram.

Veja abaixo algumas das imagens já enviadas. Para ver o tuíte original, é só clicar sobre a foto.

 

 

 

 

 

 

Quer ver mais? Dê uma olhada em todas as fotos tuitadas.

Desafio fotográfico: conheça o Instamission

Veja Álbum de fotos


Serviços prometem (mas nem sempre cumprem) dedurar quem bloqueia você na internet
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Guilherme Tagiaroli

Quer as pessoas gostem ou não, a internet é uma bela ferramenta para “puxar a capivara” alheia. Por meio da rede você consegue, por exemplo, ter ideia do local onde uma pessoa mora, se ela passou ou não em um vestibular ou até o modelo de celular que usa. Melhor ainda que “vasculhar” a vida dos outros na rede é saber quem não gosta mais de você nos serviços online. Em outras palavras, saber quem o bloqueou nas redes sociais ou no Messenger.

Com esse intuito, o Gigablog procurou se embrenhar no mundo dos “verificadores” de bloqueio do Twitter, Facebook e Windows Live Messenger espalhados na interrnet.

Mas logo avisamos que os serviços que se propõem a isso não cumprem o que prometem integralmente. Alguns até apresentam funções legais, mas não deixam claro se a pessoa realmente bloqueou o contato ou não. A maioria — creio que até por regra das próprias redes sociais — apenas diz se alguém excluiu você da lista de contatos. Isso também pode significar bloqueio, mas não dá a certeza da rejeição causada por um block. Às vezes, a pessoa apenas saiu da rede social.

Windows Live Messenger

Verificador.net (não funciona)

Ao colocar seu login e senha do MSN nesse site, o usuário é automaticamente desconectado do Windows Live Messenger (caso ele esteja usando o programa) e muda nickname do seu perfil para “verificador.net”. Na sequência, o serviço web mostra a lista de contatos do usuário com um símbolo de bloqueio e na cor vermelha.

Dos meus cinco contatos, pedi para quatro me bloquearem. Porém, apareceu como se eu tivesse sido bloqueado por todos (!).

Enfim, esse serviço já pode ter funcionado algum dia (tem muitas referências de internautas, em 2008, falando que o serviço funcionava), mas atualmente é só um site com boa posição na busca do Google. Por isso, não brigue com o amigo se o Verificador.net dedurá-lo!

 

Blockstatus.com (não funciona)

O usuário deve navegar pelo site, achar a opção Delete Checker e digitar suas preciosas informações de login. Após clicar em submit, o programa mostra que todos meus quatro contatos me deletaram (sendo que eles são meus colegas de trabalho e juraram de pé junto que não). Enfim, também não funcionou.

Windows Live Messenger 2009 (funciona “marromenos”)

No Windows Live Messenger 2009 (versão disponível no Windows XP), acesse o menu Opções > Privacidade. Na caixa Lista de permissões, clique com o botão direito. Se a opção Excluir estiver habilitada, é provável que a pessoa tenha excluído você.

É um método bem fraco, pois não é 100% garantido. Pedi para alguns amigos me excluírem e consegui checar pelo método acima. Porém, outras pessoas (outra vez colegas de trabalho) apareciam como se tivessem me excluído, sendo que consegui conversar com eles normalmente.

- Twitter e Facebook

Ambas são bem claras na área de ajuda ao dizer que não notificam usuários bloqueados. Porém, nelas é possível ao menos ter uma ideia de quem não quer mais ver seus posts.

Twitter (funciona)

Um aplicativo bacana para o Twitter é o Twunfollow. Você digita alguns dados (e-mail e login no Twitter), autoriza o aplicativo e ele vai mandando informações por e-mail, conforme seus amigos declaram que você é mais chato do que sempre pensou (= deixam de segui-lo). Ele simplesmente vai acompanhando quem deixa de seguir o perfil e notifica o usuário.

O Twunfollow manda mensagem no mesmo dia que a pessoa deu unfollow. O legal é que, além de ver quem não aguenta mais você no Twitter, dá para ver o “movimento” de perfis fakes que começam seguir você e param após dois ou três dias.

Facebook (funciona)

Há um script para Firefox, Chrome e Safari que cria um menu chamado “Ex-amigos” no Facebook. Chamado de UnfriendFinder, ele notifica o usuário se um perfil foi excluído ou oculto. Essas notificações podem ser interpretadas como bloqueio, exclusão ou, simplesmente, que a pessoa deixou a rede social, excluindo o próprio perfil.

Apesar de não especificar exatamente se você tomou um block, o UnfriendFinder também vale a pena, pois ele mostra quais amigos saíram da rede social ou aqueles que você solicitou amizade e não responderam (essa última opção é sensacional, pois você consegue ver quem o ignorou). No meu perfil, descobri que pelo menos 20 pessoas não quiseram ser minhas amigas. :(

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Imagens: Reprodução