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Categoria : Aconteceu

Internautas editam imagens de celebridades para parecer que elas apoiam protestos no Brasil
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Guilherme Tagiaroli

A internet brasileira veio abaixo com a onda de protestos na última segunda-feira (19). Estima-se que mais de 200 mil pessoas saíram às ruas em diversas cidades para mostrar descontentamento pelas mais diversas razões: do preço da passagem do transporte público aos gastos excessivos com a Copa do Mundo.

Um monte de gente publicou seu descontentamento em redes sociais no Brasil – inclusive os trending topics do Twitter estavam cheios de termos em português – e em várias partes do mundo. No entanto, surpreenderam as notícias de que o protesto feito por brasileiros começou a ganhar o apoio de celebridades internacionais – não que seja impossível, pois já houve situações do tipo, como quando Lady Gaga demonstrou estar rezando pelas vítimas da tragédia de Santa Maria.

Protestos se espalham pelo Brasil

Protestos se espalham pelo Brasil

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Vários perfis do Twitter com boa intenção (ou não) começaram a publicar imagens de celebridades com cartazes em inglês mostrando o apoio delas à causa brasileira. Porém, as fotos não passam de montagens.

O método para fazer as fotos parecerem verdadeiras é simples. Basta achar uma imagem de uma celebridade segurando algum papel com uma mensagem, vestindo uma camiseta ou mesmo segurando um tablet e alterá-la. Alguns, mais malandros, colocam um filtro nas fotos para parecer mais rústico e dar veracidade, mas são falsas.

Seguem alguns exemplos de imagens postadas nas redes sociais:


Na imagem da esquerda, uma foto de Arnold Schwarznegger anunciando seu perfil oficial na rede social Reddit. À esquerda, a montagem feita por ocasião dos protestos no Brasil

Reprodução

Na imagem da esquerda, a cantora Beyoncé posa para uma campanha em favor do Haiti em 2010. À esquerda, a montagem feita por ocasião dos protestos no Brasil

Reprodução

Na imagem, a cantora canadense Avril Lavigne agradece seus fãs com uma mensagem. À esquerda, a montagem feita por ocasião dos protestos no Brasil

Reprodução

Na imagem da esquerda, a cantora Lady Gaga em uma foto de 2010 mostrando seu apoio ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. À esquerda, a montagem feita por ocasião dos protestos no Brasil

Uma dica para quem está fazendo isso é que tem uma foto dando sopa na internet com o Bill Gates segurando um papel com fundo branco (fica até mais fácil apagar o desenho que ele fez no Photoshop).

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Imagens: Reprodução (a maioria das fotos alteradas pelos usuários estavam no Twitter das próprias celebridades)


“Verás Que Um Filho Teu Não Foge À Luta” vira assunto mais comentado no Twitter no mundo
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Ana Ikeda

O topo dos assuntos do momento no Twitter quase sempre é lugar de declarações de amor a astros pop adolescentes. Isso acontece tanto que há muito tempo deixamos de dar importância ao feito. Mas nesta segunda-feira (17), após protestos levarem às ruas do Brasil mais de 220 mil pessoas (segundo estimativas), foi a hashtag #VerásQueUmFilhoTeuNãoFogeALuta [sic] que tomou o primeiro lugar dos temas mais comentados. NO MUNDO.

Essa não foi a única hashtag a mostrar força no Twitter hoje. Outras como #vemprarua, #PorUmBrasilOnde e #mudabrasil também estão na lista de assuntos do momento no microblog.

Bom sinal, Brasil.

 

 

Protestos contra o aumento da tarifa do transporte coletivo

Protestos contra o aumento da tarifa do transporte coletivo

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Lá do Twitter.

Imagem: Reprodução.


WWDC 2013: americanos contam perrengue para comprar ingressos do evento da Apple
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Juliana Carpanez

Os ingressos para o WWDC 2013, evento de desenvolvedores da Apple realizado em San Francisco (Califórnia) esgotaram-se neste ano em 72 segundos, segundo o diretor-executivo Tim Cook. A empresa não divulga o número de vagas, mas sabe-se que cada participante desembolsa US$ 1.600 (cerca de R$ 3.200) no ingresso para o evento de quatro dias.

Da esq. para a dir.: Eric Allam, Adam Fortuna e Jon Friskics tiveram problemas na compra do ingresso

Alguns dos desenvolvedores presentes na palestra de abertura (que teve cobertura ao vivo do UOL Tecnologia) disseram ter enfrentado problemas na hora (ou melhor: no minuto) da aquisição online. Cinco norte-americanos ouvidos pela reportagem acharam que ficariam de fora do evento, mas descobriram que haviam garantido seu lugar.

Os desenvolvedores Jon Friskics, Adam Fortuna e Eric Allam trabalham juntos e, no minuto em que abriram as inscrições, tentaram fazer a compra sem sucesso — cada um em seu computador, eles tiveram o mesmo problema. “O carrinho atualizava, mostrando que não tínhamos selecionado os ingressos”, relata Allam. Ao tentar novamente fazer a compra, aparecia a mensagem de que as inscrições estavam esgotadas.

John Hare (esq.) e Jay Kerr receberam mensagens de erro e, na sequência, viram no site que as vendas tinham sido encerradas

Cerca de seis horas depois, no entanto, cada um deles recebeu uma ligação da Apple confirmando a compra.

O mesmo aconteceu com os desenvolvedores Jay Kerr e John Hare. Eles receberam mensagens de erro e, na sequência, viram no site que as vendas tinham sido encerradas. Horas depois — ou no dia seguinte, no caso de Hare — foram informados via telefone que estavam inscritos.
Nós aqui do Gigablog não vimos, mas acreditamos que a reação deles à notícia deve definir o que é a alegria de um nerd. LOL.

PS: Caso você se pergunte “mas quem paga essa fortuna para assistir a um evento de tecnologia?”, todos os entrevistados tiveram a participação custeada por suas empresas.

*A reportagem viajou a convite da Apple

Lá do WWDC 2013.

Imagens: Juliana Carpanez/UOL.

Tags : apple wwdc


“Nerds são mais tímidos”, diz modelo em evento para desenvolvedores da Apple
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Juliana Carpanez

Angela Salides (dir.), 29, na porta da fila do evento da WWDC 2013, da Apple, realizado em San Francisco (Califórnia)

Nesta segunda-feira (10), a modelo Angela Salides, 29, trabalhou na porta da fila do evento da WWDC 2013, da Apple, realizado em San Francisco (Califórnia). Entregando cartões de uma empresa de tecnologia – com a promessa do sorteio de um MacBook Pro! (assim, com exclamação) –, ela interagiu com os desenvolvedores que pagaram US$ 1.600 (cerca de R$ 3.422) cada para participar do evento.

Acostumada a lidar com o público, ela oficializa algo que você provavelmente já sabia: “Os nerds são mais  tímidos”. Prova disso é que durante o tempo em que entregou cartões na manhã desta segunda, não ouviu nenhuma gracinha.

E olha que, seguindo o manual do clichê, a bonitona estava devidamente “fantasiada” de nerd, com óculos de hastes grossas.

*A reportagem viajou a convite da Apple

Lá do WWDC 2013.

Foto: Juliana Carpanez/UOL

Tags : apple wwdc


YouTube sai do ar no Tadjiquistão depois de vídeo mostrar presidente do país dançando
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Ana Ikeda

Emomali Rahmon, presidente do Tadjiquistão, aparece em vídeo no YouTube dançando e cantando

Quando aquele seu amigo resolve publicar no YouTube um vídeo de você dançando “como se ninguém estivesse olhando”, sua vontade na hora é que um raio caia no serviço do Google e impeça a sua vergonha pública. Isso, claro, se você não for o presidente do Tadjiquistão. Após um vídeo mostrar Emomali Rahmon dançando e cantando no casamento do filho, o YouTube ficou inacessível (coincidentemente) durante uma semana no país, segundo informações do “Daily Mail”.

O presidente do Tadjiquistão aparece em uma gravação muito (muito mesmo) ruim. Mal dá (mas dá) para reconhecer o vulto rodopiante na pista de dança. Ao fundo, aparecem os noivos, que se casaram em uma cerimônia em 2007 (o vídeo só apareceu no YouTube em 18 de maio deste ano).

Até ser tirado do ar, o vídeo tinha alcançado 300 mil visualizações no YouTube. Além do YouTube ter ficado inacessível, o canal asiático K+, que originalmente publicou o vídeo, também saiu do ar no Tadjiquistão. Ambos os serviços já retornaram a funcionar.

O corte no acesso foi confirmado pelo Ministério das Comunicações do país, que tem cerca de 8 milhões de habitantes, mas órgão governamental não deu explicações sobre o motivo.

Como a internet não perdoa, ainda é possível assistir à performance musical de Rahmon no próprio YouTube.

Mesmo com qualidade ruim, é possível identificar Rahmon (à dir., ele participa de visita oficial à China)

Lá do Daily Mail.

Foto: Reprodução/YouTube e Ng Han Guan/Reuters.


iPhone roubado faz polícia de NY protagonizar prisão cinematográfica
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Ana Ikeda

A descrição feita pelo jornalista Michael Wilson, do “New York Times”, lembra uma cena de seriado americano. Podia até ser “Nova York Contra o Crime” ou “Lei e Ordem” (okay, exagero meu). A questão é que dezenas de iPhones são roubados todos os dias na cidade, mas um aparelho em especial foi devolvido à dona após uma “caçada” policial cinematográfica no metrô da cidade guiada pelo Find My iPhone.

Tudo ocorreu no último dia 15 de abril. Uma mulher falava ao iPhone quando um adolescente passou correndo e roubou o celular de suas mãos. Só no ano passado, lembra Wilson, mais de 16 mil smartphones foram roubados na cidade. Era para ser mais um “caso perdido”.

A mulher, mesmo sem acreditar que teria seu iPhone de volta, avisou um policial sobre o roubo. Ele então contatou outras unidades pelo rádio para dar um alerta sobre o suspeito, que vestia uma blusa de capuz amarela (uma cor discretíssima, não é, gente?).

Um policial que ouviu o chamado usou o próprio celular da Apple para fazer login (com os dados da vítima roubada) no Find My iPhone, aplicativo que mostra a localização do celular. Foi então que a perseguição ao pontinho andando no mapa na tela do smartphone começou – o suspeito não tinha desligado o celular roubado.

Pelo aplicativo, deu para os policiais perceberem que o assaltante estava se deslocando pela cidade usando o metrô. Isso porque na primeira tentativa de encontrar o suspeito, os policiais não viram ninguém vestido de amarelo na estação 111th Street. Ao atualizar os dados do Find My iPhone, viram que o pontinho já tinha ido à parada da 103rd Street. Chegando lá, correndo contra o fluxo de passageiros saindo, de novo não avistaram o suspeito, mas já sabiam em qual trem ele estava.

Foi então que os policiais ligaram para a autoridade de transportes metropolitanos da cidade, que por sua vez ordenou que o condutor do trem parasse na próxima estação e mantivesse as portas fechadas.

Vagão por vagão, eles foram olhando cada um dos passageiros. Até que viram um jovem que se encaixava na descrição feita pela vítima. Ele ainda tentou desconversar, dizendo que vinha do Brooklyn. “Mas o trem nº 7 faz tantas paradas no Brooklyn quanto em Urano”, brinca Wilson.

Foi necessário apenas que os policiais ligassem para o número de celular da vítima. O iPhone começou a tocar, no bolso de trás da calça de Jordan Osborne, 19. O moletom amarelo (discretíssimo, vale repetir) estava guardado na mochila dele.

O suspeito foi detido e indiciado. Está na prisão de Rikers Island (aquela mesma… tão citada nas séries policiais que você vê na TV por assinatura).

Claro, roubo de celular não é exclusividade da vida nova-iorquina. Então, se você teve o celular roubado no Brasil, veja o que pode ser feito. Conheça também a história de um publicitário paulistano que perdeu o iPhone, mas usou o Google Street View para conseguir recuperá-lo.

Lá do New York Times.

Foto: Getty Images.


Compra de sofá no eBay faz britânico de 66 anos encontrar pulseira de sua mãe
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Juliana Carpanez

David Knapp, 66, mostra pulseira de prata com as iniciais do nome de sua mãe

Senta que lá vem história.

O britânico David Knapp, 66, ficou surpreso quando descobriu que seu genro comprou um sofá no site de leilões eBay. A surpresa não surgiu por causa da compra em si, mas sim porque o produto estava na casa onde o próprio Knapp havia morado com seus pais, em Costock, Nottinghamshire. Por esse motivo (e não porque ele queria ajudar a carregar o sofá), o britânico foi com o genro buscar a compra.

Chegando lá, contou ao atual dono da casa que havia morado no local até 1985, quando se mudou com a família (a casa foi construída em 1936 por seu avô). Foi então que o atual proprietário deu a Knapp uma pulseira de prata que tinha as iniciais E.R., do nome de sua mãe. “Deve ser uma pulseira de noivado, porque tem um coração”, afirmou o britânico, que não sabia da existência da joia.

Os donos da casa disseram ter encontrado a peça quando faziam jardinagem em frente à janela de um quarto. Annie Sherman, que achou o item, disse estar muito contente de poder entregar a pulseira a Knapp: “Fiquei com um nó na garganta. Ela [a pulseira] está de volta a seus verdadeiros donos”.

Moral da história: compre um sofá no eBay, ganhe uma joia de família.

Lá do Daily Mail (com foto e tudo)


Grumpy cat: participação de gata ‘mal-humorada’ em evento cultural gera protestos no Twitter
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Juliana Carpanez

Grumpy cat ganhou fama de mal-humorada por causa de seu visual peculiar

Foi polêmica a participação da Grumpy Cat, a gata mais famosa da internet, no evento cultural SXSW, realizado em Austin (Texas). Com fama de mal-humorada – seus donos garantem que ela é uma doçura –, a gatinha foi exposta em um estande, como parte de uma parceria entre o site “Mashable” e a marca de ração Friskies. A ação gerou críticas na internet, pois muitos consideraram uma crueldade com o bicho.

Por mais adorável que Tardar Sauce seja (esse é seu verdadeiro nome), é improvável que ela tenha gostado de interagir com diversas pessoas, que queriam fotos com a figura popularizada na internet — muitas até a pegaram no colo. Por isso, diversos blogs protestaram e criou-se a hashtag #freegrumpycat (libertem a grumpy cat) para criticar a ação.

“Se eu fosse uma gata mal-humorada, o último lugar que eu gostaria de estar seria uma festa realizada 24 horas por dia, durante vários dias, onde uma multidão de bêbados espera na fila pela chance de tirar uma foto comigo. Deus sabe que eu já acho difícil estar perto deles como humano, capaz de pensar racionalmente. Quem pode imaginar como é essa situação para um pobre gato?”, escreveu Mike Isaac, do site All Things Digital.

Foi ele quem começou com o movimento Free Grumpy Cat, no sábado (9), pedindo que ninguém tirasse foto com o bicho – logo no início do texto, Isaac diz não ser um ativista das causas animais.

A história repercutiu no Twitter, mas não impediu que a ação de marketing fosse levada adiante – a aparição da gata estava agendada para sexta, sábado e domingo. A “CNN” informa que os participantes do evento em Austin esperavam cerca de 90 minutos na fila para passar 30 segundos ao lado do bichano.


Leia também:
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YouTube dança “Harlem Shake” após usuário fazer “busca secreta” no site
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Guilherme Tagiaroli

O fenômeno “Harlem Shake”, em pouco tempo, já fez gente ser demitida, o produtor Baauer (autor da música) virar celebridade e figurar na lista da revista americana “Billboard” e até apresentações inusitadas, como esta feita pelo exército da Noruega.

O YouTube, maior depositário de vídeos feitos por internautas do “Harlem Shake”, colocou no último final de semana um “easter egg” (termo em inglês usado para designar pequenas dicas, pistas ou brincadeiras escondidas que remetem a alguma charada ou piada) envolvendo o hit da internet.

Após fazer uma busca com o termo “do the harlem shake” (faça o harlem shake) no site, ele começa a sacudir freneticamente os itens da página. A dança dos elementos do site é bem rápida, dura cerca de 30 segundos (tempo da maioria dos vídeos que usam a música do produtor Baauer). Caso o usuário queira parar imediatamente, basta clicar em uma tecla de pausa que fica ao lado esquerdo da barra de buscas.

Infelizmente, não dá para tirar um print dos itens do YouTube se mexendo loucamente ao som de “Harlem Shake”, porém, caso você queira ver funcionando, basta acessar o YouTube e digitar o “termo mágico”.

Em tempo, neste link é possível ver várias paródias feitas por internautas com o vídeo “Harlem Shake”.

Veja abaixo este e outros “easter eggs” colocados em serviços ou programas web:


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Imagem: Reprodução.


Fight! Microsoft ataca “falta de privacidade” no Gmail e lança petição online contra o serviço
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Ana Ikeda

Depois de lançar o Outlook.com, serviço concorrente ao Gmail, a Microsoft resolveu adotar uma postura bastante agressiva para propagandear o produto. Depois de uma pesquisa com alguns usuários de serviços de e-mail, a empresa fez “descobertas assustadoras” sobre o que eles sabiam de privacidade na internet. Resolveu então criar um site com uma petição online para usuários dizerem ao Google “pare de vender meus dados pessoais”. E, claro, sugere que eles usem o Outlook.com, que “respeita” a tal privacidade.

Eis alguns dados da pesquisa, feita pela Microsoft com 1.006 adultos entre 1° e 4 de fevereiro deste ano, publicados pelo site “Marketing Land”:

- Sete em cada dez americanos não sabiam que grandes provedores de e-mail “escaneavam” conteúdo das pessoas dos e-mails para oferecer anúncios direcionados.

- Oito em cada dez americanos consideram a prática uma invasão de privacidade.

- Nove em dez americanos desaprovam a prática.

- Nove em dez americanos disseram que deveria haver uma forma de optar por não ter dados seus escaneados.

- Nove em dez americanos disseram que os provedores de e-mail deveriam ser proibidos de escanear esses dados.

O Google, por enquanto, não comentou a campanha publicitária da Microsoft.

Para os que não querem esperar o Google tomar uma atitude a respeito da petição, seguem algumas dicas abaixo para ajustar as configurações da sua conta e garantir (um pouco) mais de privacidade.


Lá do Marketing Land.

Imagem: Reprodução.