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Arquivo : vida digital

Site mostra selfies publicados no Instagram em tempo real
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Ana Ikeda

Para quem gosta de ficar analisando os selfies tirados por estranhos (sim, há quem faça isso e o voyeurismo pode render boas risadas), um site torna a tarefa bem mais prática. O Selfeed reúne os autorretratos publicados no Instagram com a hashtag #selfie.

As imagens são mostradas por menos de um segundo. “Nós gostamos desse fluxo constante de selfies e achamos isso incrivelmente hipnótico e fascinante”, disseram à “Time” os artistas Tyler Madsen, Erik Carter e Jillian Mayer, criadores do projeto.

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A beleza do projeto, prosseguem os criadores, é que a maioria dos selfies mostra uma pessoa sozinha. Mas quando vão para o Selfeed, elas viram “um grupo”.


Lá da Time.

Imagem: Reprodução/Selfeed e Reprodução/DailyDot.


Esqueça o selfie: serviço promete ao turista fotos à la ‘Ilha de Caras’
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Ana Ikeda

Você, viajante, costuma tirar fotos de si mesmo durante as férias de duas formas (em geral): faz selfies – autorretratos — ou pede para uma boa alma ajudá-lo com a câmera enquanto você posa de modelo. Isso já serviria, para grande parte da humanidade, como lembrança da viagem. Mas para aqueles que desejam um ensaio à la “Ilha de Caras”, um serviço promete tirar fotos profissionais das suas férias. Pois é.

A Flytographer oferece um “fotógrafo particular” em 80 cidades ao redor do mundo para que o viajante tenha “fotos em estilo editorial e com toda a família junto” das suas férias.

Por uma sessão de meia hora em um único local, a empresa cobra US$ 250 (R$ 565) para um pacote 15 fotos digitais. Já uma sessão de uma hora em até dois locais, com total de 30 fotos, sai por US$ 350 (R$ 792). A sessão “premium” com duas horas de duração em múltiplas localidades sai por US$ 600 (R$ 1.357!!!) para 60 fotos.

O resultado, segundo fotos divulgadas pelo Flytographer, é esse:

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A título de comparação, esse é o tipo de foto que a gente encontra no Getty Images (serviço de imagens):

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Apesar de o Flytographer propor fotos profissionais, que deixam o viajante com jeitão de “celebridade”, o resultado pode acabar um tanto artificial… de tãooooo “profissional”.

Selfies e fotos pedidas a estranhos nem sempre saem legais, mas ficam mais naturais. A ponto de os seus amigos pensarem, ao olharem as imagens, que você estava mesmo de férias.


Lá do Daily Mail.

Fotos: Divulgação (Flytographer) e Getty Images.


Aplicativo Split avisa quando ex está por perto e indica rota de fuga
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Ana Ikeda

Encontrar o ex por acaso em um restaurante ou no meio da rua não é uma ideia agradável para algumas pessoas. Mas até para evitar essa situação delicada já temos um aplicativo. O Split não apenas diz que o ex-parceiro (a) está por perto como também indica uma rota de fuga.

Gratuito para Android e iOS, o Split funciona conectado ao Facebook, Twitter, Instagram e Foursquare. Ele então usa os dados de check-ins feitos pelo ex-parceiro (a) para avisar da sua proximidade geográfica. Além disso, ele também envia alertas quando o ex confirma que vai a um mesmo evento que você. tec2

Outro recurso mostra as zonas de perigo – locais muito frequentados pelo desafeto, ou seja, onde há grande probabilidade de encontrá-lo. Por último, o aplicativo “dedura” se o ex está acompanhado de outra pessoa.

O criador do Slipt, Udi Dagan, explicou ao “Daily Mail” que teve a ideia de criar o aplicativo há cerca de um ano quando ele encontrou sem querer uma ex-namorada em um bar. “Depois de alguns minutos desconfortáveis, eu apressei meus amigos para sairmos dali e ir a outro pub do lado oposto da rua. E lá eu esbarrei –literalmente – em outra ex. Não foi uma noite legal”, conta.

Para quem acha mais “traumático” encontrar com o ex em outro local — as redes sociais — acompanhe abaixo dicas para apagá-lo (a) da vida digital.

Lá do Daily Mail.

Imagem: Divulgação.


Perfil de bisavó no Instagram que luta contra câncer faz sucesso na rede
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Ana Ikeda

Zach Belden, 18, morador de Jeffersonville, em Illinois  (Estados Unidos), decidiu criar uma conta no Instagram logo que soube que sua bisavó, Betty Simpson, 80, havia sido diagnosticada com câncer. O objetivo dele era que Betty pudesse “celebrar a vida” enquanto faz o tratamento contra a doença.

O que ele não esperava era que o perfil “vovó Betty” (http://instagram.com/grandmabetty33) ganhasse tantos seguidores. Em 14 de março, quando o “ABC News” fez uma reportagem sobre o caso, ela tinha cerca de 20 mil seguidores. Até a publicação deste post, três dias depois, eles já eram mais de 145 mil.

O perfil de Betty é simples… bem parecido com o seu (e o meu) perfil no Instagram: ela aparece com seu cachorro, em fotos com a família (tem até selfies com o bisneto) e no salão de beleza. Em uma foto, ela mostra a língua azul de doce colorido “à la Miley Cyrus”, diz a legenda.

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Ao “ABC News”, Betty contou que esteve muito doente há seis meses e quase não resistiu. Desde então, Zach passou a ficar mais tempo ao seu lado, documentando a vida da bisavó em fotos e vídeos. “Ele me ama muito, então faz isso. Ele não quer me perder e é bom comigo”, disse.

Quando ainda tinha “apenas” 20 mil seguidores, o neto de Betty publicou um vídeo perguntando o que ela achava do feito. “Eu mal posso acreditar. E quero agradecer a todos eles”, disse a bisavó, que logo após aparece dançando “Celebrate Good Times”, da banda Kool And The Gang.

Lá do Mashable.

Foto: Reprodução/Instagram/@grandmabetty33


Estudo: metade dos americanos termina namoro por SMS, e-mail ou rede social
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Ana Ikeda

choraSMS

Paradoxalmente, a mesma pesquisa mostrou que três em cada quatro entrevistados ficariam aborrecidos se alguém terminasse o namoro com eles digitalmente

Você pode achar terrivelmente mal-educado terminar um relacionamento por meios tecnológicos, mas a prática é cada vez mais comum, segundo um estudo feito nos Estados Unidos. Ele afirma que cerca de 56% das pessoas entrevistadas acabou um relacionamento amoroso no último ano via mensagens de texto de celular, e-mail ou por redes sociais.

A pesquisa foi feita com 2.712 pessoas entre 18 e 30 anos pela Vouchercloud.net, empresa de cupons de desconto online. O objetivo da pesquisa era saber qual o papel da tecnologia na vida das pessoas. Pelo jeito, ele tem sido cada vez maior, a ponto de mediar um processo tão delicado entre casais.

A maioria das pessoas entrevistadas (duas em cada três) disse ter terminado o relacionamento. Das que fizeram isso via SMS, mais da metade (55%) disse que o ato tornou o processo de término “menos estranho” (ah, vá!).

Já para as que deram um basta ao namoro via redes sociais, a maioria (61%) alegou ter feito isso porque deletou ou bloqueou o número de celular do parceiro. Teoricamente, não tinham outro meio de contato (muito teoricamente… amigos em comum solucionariam o problema informando o tal número, não?).

No caso de quem terminou via e-mail, o motivo alegado pela maioria dos entrevistados (58%) foi poder explicar em texto “todas as razões” que levaram ao rompimento. Okay, agora fez sentido (só que não… escreve “tudo”, mas não consegue dizer o mesmo cara a cara com ele ou ela).

Paradoxalmente, a mesma pesquisa mostrou que três em cada quatro entrevistados ficariam aborrecidos se alguém terminasse o namoro com eles digitalmente.

Quando perguntados sobre o porquê da chateação, eles disseram que isso seria “muito impessoal”. A máxima do “não faça com os outros aquilo que não gostaria que fizessem com você” passou TO-TAL-MEN-TE em branco.

A Vouchercloud.net não divulgou a margem de erro do estudo.

Lá do Daily Mail.

Imagem: Getty Images.


Pedidos de ajuda a Luciano Huck viram piada em página do Facebook
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Guilherme Tagiaroli

ajudaluciano

O apresentador Luciano Huck é famoso por ajudar pessoas no programa “Caldeirão do Huck” e, em função disso, sua vida nas redes sociais não é das mais fáceis. Além de ouvir elogios (e críticas) o dia todo, Huck recebe centenas de solicitações. E é aí que entra a página “Ajuda Luciano” no Facebook.

A página reúne supostas capturas de tela de pedidos de ajuda e mensagens deixadas na fan page do apresentador. A maioria das solicitações reunidas pela página são referentes a assuntos sem noção ou posts sem nexo.

Na descrição da “Ajuda Luciano”, eles afirmam que tudo é real – como há milhares de comentários em cada post do apresentador, fica inviável conferir a veracidade de todos os pedidos.

Na esperança de terem a atenção do apresentador, alguns desses supostos fãs colocam informações pessoais (telefone, endereço e até número de conta bancária), cobram uma resposta para as cartas enviadas ao programa e pedem um monte de coisas (de reformas a declarações amorosas para evitar a separação de casais). O conteúdo está de acordo com o que a reportagem viu na página de Huck.

Abaixo, alguns dos pedidos/comentários registrados pela “Ajuda Luciano”:

Me ajude, só para ver se vai ficar legal

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Me ajude a engravidar minha esposa
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Me ajude para que minha esposa não me deixe
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Um trabalho para um senhor de 75 anos
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Comercial do McDonald’s?

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Estados Unidos?

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Lá do AjudaLuciano
Imagens: Reprodução/Facebook/AjudaLuciano


Vídeo mostra como seria o Instagram nos anos 80
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Guilherme Tagiaroli

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O canal Squirrel Monkey do YouTube imagina como seriam sites ou produtos atuais se tivessem sido inventados há algumas décadas na série “Wonders of World Wide Web” (“Maravilhas da internet”, em tradução livre). Para dar veracidade ao exercício de imaginação, o holandês Jo Luijten, idealizador do canal, cria uma propaganda (com direito até a narração brega) explicando como o gadget/serviço funcionaria sem internet.

bola da vez escolhida por Lujiten foi imaginar o Instagram  como se a rede social tivesse sido inventada na década de 80. O comercial, abaixo, está todo em inglês e conta com os problemas de imagem próprios da época.


 

Como as pessoas mal tinham celular, o usuário do Instagram teria de tirar fotos com uma câmera convencional, preencher um formulário (disponível no posto de gasolina mais próximo de você!) e enviar o filme fotográfico pelo correio. Após algumas semanas (!!!), o usuário receberia as imagens em disquete ou cassete (na década de 80, havia fitas cassetes que podiam guardar arquivos).

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Na década de 80 era comum o uso de fitas cassetes para armazenar arquivos

O Instagram da década de 80 tem filtros (sépia, monochrome, blurry e ocean), que são pré-estabelecidos no formulário, e permite que o dono das imagens escreva alguma mensagem sobre a foto.

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E para compartilhar as imagens? É fácil: basta distribuir disquetes ou cassetes entre amigos. Mais prático impossível!

O próximo vídeo da série “Maravilhas da Internet” será sobre o Google Glass, os óculos inteligentes que podem se conectar ao seu celular. Só pela foto (abaixo) é possível imaginar a facilidade em carregar um trambolho desses.

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Lá do Mashable

Imagens: Reprodução


De dogão a miojo: campuseiros encaram preço alto para não perder palestras
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Ana Ikeda

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A venda paralela de macarrão instantâneo na Campus Party 2014 não é à toa: comer em um  evento com 500 horas de palestras e 8.000 participantes exige muito jogo de cintura. Para evitar filas e não perder as apresentações, lanches rápidos viram solução (não tão saudável, os campuseiros reconhecem).  O problema é que nem sempre o útil, já pouco saboroso, é barato.

Rodrigo Guerra, 20, veterano já na quarta participação na Campus Party, elogiou a mudança dos estandes de comida para dentro da arena de computadores e a maior variedade das barraquinhas. “Isso ajudou, porque antes tinha de passar pela fila do raio-X [o controle de segurança] para chegar à praça de alimentação [na área gratuita externa]. A gente perdia muito tempo”, disse entre uma mordida e outro num cachorro quente que custou R$ 20.

Guerra e o amigo Geraldo Júnior, 20, confessaram que em vez do lanche prefeririam “comida de verdade” (o tradicional arroz e feijão) como servida no catering do evento. Esse pacote de alimentação (três refeições durante os dias de evento no valor de R$ 273) é comprado previamente, mas eles não quiseram fazer isso. “Você acaba ficando preso: os horários [em que são servidas as refeições] são muito fixos e nem sempre dá para conciliar com os das palestras que você quer ver”, explicou Guerra.

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Apesar da praticidade dos estandes de comida, o ‘preço padrão’ de eventos fechados é muito alto

O preço alto, padrão em eventos fechados, é a desvantagem citada por eles (baita desvantagem: eu mesma paguei R$ 27 por um prato pra lá de modesto de macarrão + refri). “Você acaba pagando mais caro para ter flexibilidade nos horários. Ou faz isso ou pede comida fora [pizza é campeã na preferência], que é o que a maioria acaba fazendo.”

Outros campuseiros que encaravam os preços mais altos dos estandes de comida eram os estudantes Pedro Mota, 24, e Rafael Grillo, 22, ambos participando pela segunda vez do evento. “Uma pizza que você pagaria R$ 10 acaba saindo por R$ 15. Se for comer duas, já são R$ 30 em uma refeição”, lamentou Mota. “Você acaba comendo mal para economizar”, avaliou Grillo.

No lado oposto ao das barraquinhas de lanches na arena, uma opção mais em conta é o marmitex “com farofa e salada”, que sai por R$ 15. Infelizmente, não encontramos campuseiros que experimentaram a opção para comentá-la.

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Opção mais barata: marmitex “com farofa e salada” por R$ 15

Por fim, se o que resta mesmo é encarar o macarrão instantâneo (vendido pronto para comer por R$ 5), uma opção para barateá-lo é comprar só o potinho (por R$ 2,40) e usar um dos três micro-ondas (grátis) para preparar a iguaria.

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Outra opção barata: micro-ondas grátis para quem vai encarar um miojão

Passa fome só quem… não curte miojo.

Lá da Campus Party 2014.

Imagens: 1- Junior Lago/UOL; 2 e 3- Ana Ikeda/UOL.