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Aplicativo BreakFree calcula o quão viciado você está no seu smartphone
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Ana Ikeda

breakfreeDepois dos bolsos que bloqueiam o sinal do smartphone, surge agora um aplicativo que promete mostrar o seu “nível de vício” no aparelho e ajudar a usá-lo de forma “mais saudável”.

O BreakFree (gratuito para iOS e Android) é capaz de monitorar o tempo que o usuário gasta com o smartphone, exibindo gráficos de uso por dia, semana e mês.

O personagem Sato, um monge (muito zen), aparece para notificar a pessoa sobre os excessos cometidos. Se você estiver há mais de uma hora usando o smartphone ou está fazendo muitas ligações, ele gentilmente sugere que você diminua o ritmo.

sato

O aplicativo traz ainda um centro de gerenciamento que permite desabilitar a internet, rejeitar ligações ou enviar mensagens de texto automáticas (avisando que você está ocupado e não pode atendê-las).

Segundo o desenvolvedor, o Break Free também é útil para pais controlarem quanto tempo os filhos gastam no smartphone.

A versão gratuita do Break Free é limitada (a paga custa US$ 1,99 e traz estatísticas mais detalhadas).


Lá do Mashable.

Imagens: Divulgação.


Estudo “indica” personalidade conforme smartphone que a pessoa usa
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Ana Ikeda

Diga-me a marca do seu smartphone que te direi quem és (ou algo assim): um estudo britânico afirma ser possível apontar traços da personalidade de alguém de acordo com o aparelho usado. Depois de entrevistar 2.000 pessoas, a  operadora britânica Talk Talk Mobile fez descobertas (minimamente) curiosas.

- Tem iPhone? Então você é mais vaidoso que donos de outros smartphones, além de ambicioso, confiante, ousado, esperto e “xavequeiro”. Também costuma gastar mais com roupas e higiene pessoal. Pensa que seu chefe tem uma boa impressão de você. É “viajado”. Trabalha com mídia.

- Já o dono do BlackBerry é, segundo o estudo, o mais rico e também o que mantém relações mais duradouras (algumas vão ler: “bons partidos”). Envia mais SMS e liga mais que outros donos de smartphones. Extrovertido e falante, costuma sair para jantar. Bebe mais café e chá também. Trabalha em finanças, saúde ou imóveis.

- Quem tem Android costuma ser mais criativo e educado que os demais donos de smartphones, diz a pesquisa. É cozinheiro de mão cheia, mas assiste bastante à TV e exagera na bebida. É o mais ativo nas redes sociais. Também é tímido e calmo. Trabalha em áreas ligadas a artes, cultura e esportes.

A pesquisa acertou em cheio no seu caso? Ou você tem uma personalidade mais “Frankenstein” (metade iPhone, metade Android)? Ou você usa Windows Phone? (#fail, já que o grupo foi ignorado pela pesquisa).

Claro que definir alguém por um gadget é (altamente) questionável. Claro que os dados lembram aqueles resultados de testes de revistas teens (não, a Capricho não morreu).

Mas pelo menos você vai poder zoar seu amigo tipo “iPhone” no próximo encontro (Aeeee, xavequeiro). Ou Android (Véi, cê bebe, hein!). E Blackberry (Cara, casa comigo?).

Lá do Daily Mail.

Imagem: Divulgação.


BlackBerry libera site para Android e iPhone que permite experimentar sistema da companhia
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Guilherme Tagiaroli

A canadense BlackBerry está tentando correr atrás do prejuízo no mercado de smartphones. Após liderar por muito tempo o mercado de celulares inteligentes nos Estados Unidos, a companhia agora quer que os usuários de Android e iPhone mudem de opinião utilizando os seus próprios aparelhos (é sério).

Uma nova campanha de marketing da companhia permite que o usuário “rode” uma versão do sistema operacional BlackBerry 10 em smartphones das plataformas concorrentes. Tudo não passa de uma espécie de demonstração interativa que os usuários podem fazer ao acessar o endereço (em dispositivos móveis): blackberry.com/glimpse

Ao acessar a página no navegador, o usuário deve seguir um ponto verde que aparece na tela e ir interagindo conforme ele indicar. Ele mostra alguns recursos interessantes do sistema: como a forma de interação (é tudo feito por gestos), o teclado inteligente (que tenta prever o que a pessoa vai escrever) e o sistema inteligente de fotos (que capta várias imagens e permite que o usuário escolha a melhor cena).

A ofensiva da BlackBerry para tentar convencer o consumidor sobre seu novo sistema operacional faz todo sentido. A companhia terminou 2012 como a 3ª plataforma mais utilizada no mundo, segundo dados da consultoria IDC, com 3,2% de participação de mercado. Os líderes são Android e iPhone, respectivamente. Juntas as plataformas detêm 91% do mercado de smartphones.

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Lá do Venture Beat

Imagens: Reprodução


Vai viajar? Página do Google Maps reúne dicas de acordo com a experiência do viajante
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Ana Ikeda

Pode ser que você use muito o Google Maps para ver um trajeto daqui até ali (de uma rua da sua cidade até outra rua na sua cidade). Mas o serviço de mapas tem recursos que ajudam quem vai um pouquinho mais longe que isso – e até separa dicas de acordo com a experiência do viajante (e também pela falta dela).

A página em questão é a Travel Tips, lançada recentemente pelo Google, que traz dicas (por enquanto, só em inglês) para viajantes, agrupando vários serviços do Maps para uso em dispositivos móveis. Dá para navegar na página por níveis de usuários (engraçadinhos!), como guerreiro viajante das estradas, globetrotter internacional, viajante doméstico, aventureiro ao ar livre, curioso local e o viajante virtual. Faltou só o Mochileiro das Galáxias, mas aguardem.

Ícones de semáforos mostram em quais cidades o recurso de ver o trânsito em tempo real está disponível

São pequenas sugestões de como o serviço de mapas pode dar uma mãozinha na sua vida, explicou ao UOL Tecnologia Daniel Sieberg, “evangelista” do Google Maps. “A tecnologia de mapas evoluiu muito e está mais exata e abrangente”, disse Sieberg — ele próprio  um viajante assíduo (algo entre as categorias viajante das estradas e globetrotter internacional, acreditamos).

Quer um exemplo concreto? Digamos que você vai viajar para alguma cidade e não tem noção de como é o trânsito por lá. Então, dê um pulo no Google Maps e veja a condição do tráfego em tempo real. Cidades como São Paulo (e região metropolitana), Santos, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza e Recife têm o trânsito mapeado lá. No total, 187 países têm informações de tráfego disponíveis.

Às vezes a informação que você precisa é visual – aí entra o Street View (não, não serve só para você se divertir caçando flagras como esses aqui), que mostra imagens dos locais em 360º. “Eu e minha mulher, por exemplo, precisamos saber se conseguimos passear com o carrinho de bebê em certos locais”, exemplifica Sieberg. Outro exemplo pessoa (desta que vos escreve): saber se tem um estacionamento nas redondezas da rua de destino. Prático e útil. Já são cerca de 3 mil cidades em 40 países com imagens disponíveis no Street View.

Usuários de Android (e de versões móveis do Maps a partir da 6.0) podem ainda ver mapas do interior de alguns locais, como por exemplos aeroportos (útil para não se perder naqueles que são gigantescos). Mas, por enquanto, o recurso só está disponível para alguns locais nos EUA, Reino Unido e Japão. E se você pretende usar o transporte público no local de destino, pode encontrar cerca de 1 milhão de pontos de paradas de ônibus, metrô, trem e afins.

Um dos recursos mais bacanas, porém, ainda não está disponível no Brasil (#demorô). O acesso a mapas offline é uma mão na roda para ficar independente da conexão de internet (e suas tarifas): você faz a busca por um endereço e baixa a seção do mapa que vai precisar. Bem, se você vai viajar para o exterior, já pode pelo menos usar o recurso para mapas em 150 países (veja lista).

E, claro, não esqueça sua toalha.

Lá do Google Travel Tips.

Imagem: Reprodução.


Pinterest ganha versão para iPad e chega aos dispositivos Android para recuperar “fôlego”
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Ana Ikeda

O Pinterest, grande mural social na internet (particularmente para seres do sexo feminino), está tentando recuperar o fôlego daquela grande febre inicial. Ao menos é o que parece depois das últimas mudanças anunciadas pela rede social recentemente.

Depois de abrir a plataforma para a “galera” (antes só dava para fazer parte da comunidade via convite), o Pinterest tem agora uma versão específica para iPad; além disso o aplicativo chega finalmente a dispositivos Android. Todos podem ser baixados gratuitamente.

Talvez não seja muito evidente para quem ainda não participa da rede, mas o Pinterest deu uma bela esfriada de uns meses para cá, depois do ”boom” inicial (tipo, 10 milhões de usuários ativos por mês).

Algo perceptível pelo número de novos usuários que adicionam você à rede de amigos (cada vez menos e-mails de alerta estão chegando) e pelo número de posts sucessivos na timeline de um mesmo contato (a pessoa entra pouco na rede… e aproveita para sair ‘repinando’ compulsivamente).

Por experiência pessoal, outro indício da perda do “encantamento” foi a pouca paciência em usar o aplicativo do Pinterest para iPhone (que era a coisa mais lerda desse mundo cruel até a última atualização liberada… agora, além de mais veloz, ele mostra duas colunas de pins de uma só vez).

iPad e Android

O aplicativo para iPad traz uma experiência muito semelhante à página web do Pinterest e, com uma conexão de internet razoável, carrega rapidamente as (centenas) de fotos de quem você segue. A vantagem sobre a versão web é o menu lateral, que fica recolhido e traz a lista completa dos boards tradicionais da rede social. Dá para fazer a busca separada por pins, boards ou pessoas e, pasmem, até mesmo usar o aplicativo como navegador web.

Uma das coisas mais legais é que cada ação vai virando uma janela diferente, que se sobrepõe a anterior. Assim você não perde uma pesquisa que fez ou um board que tenha aberto. E dá para ir fechando uma a uma também. Tudo rapidinho e leve.

Ainda não testamos o Pinterest para Android, mas se ele seguir minimamente a experiência oferecida no iOS (incrivelmente mais veloz =  menos estraga prazeres), a rede social tem chances de captar mais alguns milhões de usuários.

Experimentou o Pinterest no Android? Conte para nós o que achou :)

Lá do Pinterest Blog.

Foto: Divulgação / Reprodução.


Android com cara de iPhone
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Camila de Lira

Jogo dos 7 erros: onde está o iPhone?

Tá vendo esses dois iPhones aí. Então, um deles é da Samsung.

Para provar que tem um aplicativo para quase tudo nessa vida, um pessoal criou o iPhone 4S Screen. Com esta app, você pode transformar a tela inicial de seu Android em uma idêntica ao de um iPhone 4S.

A ferramenta é  superficial. Tanto que quando você clica na parte contatos, por exemplo, ela te leva para a agenda do Android. De qualquer forma, é uma ótima forma de : 1. ver o display do iPhone em uma tela maior (se você tiver um Galaxy SII, por exemplo) e 2. enganar seus amigos que tem iPhone ao dizer que você tem em mãos um celular-protótipo da Apple .

Se quiser baixar, cá está o link.

PS: Agora, se você quiser continuar a farsa e fazer do seu Android um cosplay de iPhone, indicamos que use aqueles stickers da maçãzinha para colocar na parte de trás do aparelho.

 


“Invasão Android” no Instagram leva alto executivo da Apple a apagar perfil lá. E daí?
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Ana Ikeda

Phil Schiller, da Apple, que cometeu ''Instagramcídio''

Phil Schiller, vice-presidente de marketing da Apple, cometeu “Instagramcídio”, logo após a rede social de fotos abrir sua plataforma para usuários de sistema Android, mostra o blog “9to5Mac”.

Questionado por Clayton Braasch, um seguidor de Schiller no Twitter, sobre ter deletado seu Instagram, o executivo explicou que o aplicativo, antes exclusivo para usuários de gadgets Apple, entrou em decadência ao lançar uma versão para o sistema rival.

“Mimimi” ou argumento válido? Como a explicação ficou vaga, Braasch enviou um e-mail pedindo mais detalhes sobre o motivo a Schiller.

“O Instagram é um ótimo aplicativo e comunidade. Isso não mudou. Mas uma das coisas das quais eu realmente gostava no Instagram era o fato de ser uma pequena comunidade de early adopters [usuário que abraça uma tecnologia antes que o grande público] compartilhando suas fotografias. Agora que cresceu bastante, a razão sinal/ruído mudou. Isso não é necessariamente bom ou ruim, mas não mais é o que originalmente me divertia.”

Concorda com Phil?

Sinceramente, não senti o choque que muitos usuários de iOS disseram ter tido com a chegada dos “Androids”. Se você continua seguindo os mesmo usuários que antes e continua filtrando bem quem adiciona, nada muda na sua página inicial do Instagram. Lá você continua a ver as fotos de sempre. E, além disso, vários amigos seus (pelo menos no meu caso) que usam aparelhos com sistema do Google passam a segui-lo. Isso não é legal, Phil? Ah! Ele não tem amigos Android….

A diferença principal está na lista de fotos mais populares, mas você liga muito para esse recurso? Seguindo o argumento de Schiller, de que estamos falando de uma comunidade pequena, essa aba do Instagram pouco importa se você se preocupa mesmo é com seus seguidores e não com a massa de usuários (que já existia: 30 milhões de usuários antes da chegada dos Androids). Sim, mais gente desconhecida vai passar a seguir você, mas tem sempre aqueles mais fiéis, que sempre dão um “Curtir” na sua foto.

E não seriam esses 5 milhões de usuários de Android que chegaram nos últimos dias à rede também early adopters (mas do rival Google)?

A discussão vai longe… e o “mimimi” também.

Lá do 9to5Mac.

Imagem: Reprodução


Aplicativo polêmico oferece questionário para descobrir se seu filho é gay
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Guilherme Tagiaroli

Mais um aplicativo entra para o grupo dos programas controversos para celular. Depois do teste para saber se você é judeu ou não, ou do aplicativo que prometia curar gays, o mais novo aplicativo a causar polêmica é o “Is my son gay?” (O meu filho é gay?).

O programa, que é uma versão de um aplicativo francês de mesmo nome, entrou no domingo (25) na Android Market (loja de aplicativos) e promete , com apenas 20 questões, informar um pai ou uma mãe se seu filho é gay ou não.

Algumas perguntas que ajudam a definir se seu filho é gay ou não: Ele gosta de futebol? Seu filho lê revistas de esporte?  Ele já apresentou alguma namorada a você? Ele gosta de comédias musicais?.

As perguntas não dizem respeito apenas aos filhos, mas também aos pais que responderem. Exemplo: você é divorciado?  Antes de ele nascer, você gostaria que ele fosse menina? Você já se perguntou sobre a orientação sexual do seu filho?

Após essa sabatina de 20 perguntas, o programa exibirá a probabilidade de seu filho ser gay ou não.

O programa, que logicamente é uma brincadeira, tem causado polêmica entre publicações que cobrem assuntos relacionados ao público gay. “O aplicativo é baseado na ciência da preguiça e em estereótipos ofensivos”, analisa a revista “Instinct Magazine”. O site americano Jezebel definiu o programa como “horrível” e com “questões estereotipadas.”

Os desenvolvedores do site, após toda a polêmica, responderam a um pedido do blog “Huffington Post” para que eles comentassem a polêmica. “O aplicativo foi pensado para ser uma forma de brincadeira. Ele não foi feito baseado em pesquisas científicas”, disse um dos desenvolvedores.

O aplicativo está disponível na Android Market por R$ 4,91.

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Lá do Huffington Post

Imagem: Divulgação.


Um controle remoto para comandar seu smartphone Android
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Renato Bueno

Na semana passada falamos do inPulse, um relógio de pulso capaz de se comunicar com o smartphone Blackberry para mostrar chamadas, e-mails e mensagens recebidas. E agora vamos falar do LiveView, um acessório semelhante, mas bem mais poderoso e voltado para sistemas Android.

Desenvolvido pela Sony Ericsson, o LiveView permite a integração com smartphones Android a partir da versão 2.0. Ele tem botões e uma tela sensível ao toque para que você utilize as principais funções sem precisar encostar no telefone: acessar redes sociais, ouvir música, ver calendário, ler notícias e torpedos.

O LiveView tem tela OLED de 1.3 polegada e um grampo para ser preso à roupa ou em acessórios específicos, como um suporte que o transforma em relógio de pulso. Em um vídeo de apresentação, um funcionário da Sony Ericsson demonstra algumas funções do aparelho, que se comunica com os smartphones através de bluetooth.

O LiveView chega às lojas no final de 2010, mas ainda não tem preço divulgado. Se a moda pega, vamos imaginar que os fabricantes passem a disputar o título de “quem fabrica o melhor acessório-relógio para sincronizar com smartphones”, e então as coisas podem ficar divertidas.

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Controle remoto de smartphone: Sony Ericsson LiveView.
Lá do Engadget.
Imagens: Divulgação.


Quer um celular com Android mas não sabe o que fazer? Comece com um teste online
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Renato Bueno

Você define os critérios, e o Droidthing compara os celulares com sistema Android que se encaixam nas exigências.

Pesquisas indicam que o Android pode fechar 2010 como o segundo sistema operacional mais popular em celulares no mundo – atrás do Symbian e à frente de Apple e Microsoft. Apesar disso, ele ainda é um sistema pouco conhecido e explorado no Brasil.

Se você pensa em adotar um smartphone com o sistema do Google, então, precisa pesquisar um pouco, e uma boa fonte de informações é o Droidthing (em inglês). Além de funcionar como um fórum de discussão, ele tem uma ferramenta que compara os modelos Android de acordo com suas necessidades – resolução da tela, tipo de GPS e outros fatores. Os dados, é claro, são baseados no mercado norte-americano, então você deve ignorar questões como “operadora” e ter em mente que nem todos os modelos estarão disponíveis no Brasil.

A filtragem é feita em tempo real, dando uma prévia do que você terá na comparação final. Quando você estiver satisfeito com a pré-pesquisa, clique em “Compare Now” e receba uma tabela como essa acima: aparelhos lado-a-lado e especificações técnicas detalhadas, desde peso até resolução da câmera.

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Comparando Androids: Droidthing.
Lá do Lifehacker.
Imagem: Reprodução.


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