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O dia em que achei o (meu) smartphone ideal
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Juliana Carpanez

Como acontece nos assuntos relacionados ao coração (da paixão ao infarto), foi tudo muito de repente. Meu celular parou na assistência técnica, eu despretensiosamente peguei um substituto e, sem que esperasse, me apaixonei por esse plano B. Sabia que era possível gostar de um telefone celular (tenho certo apego pelo meu), mas desconhecia essa sensação de usar um aparelho (per)feito para mim.

Você sabe que encontrou o seu telefone celular ideal quando quer passear de mãos dadas com ele no shopping (elevadores, restaurantes e afins). Também o apresenta para amigos e familiares já apontando suas principais qualidades (equivaleria a dizer que a moça toca piano ou o rapaz faz trabalho voluntário). Gosta do jeito como ele faz as coisas, quer passar com ele todo o tempo livre e também presenteá-lo (geralmente com aplicativos – ainda que pagos). De tão perfeito, ele riria de suas piadas se assim pudesse.

Mesmo ao encontrá-lo, os problemas são inevitáveis – assim é a vida, não custa lembrar. Mas com ele você terá a certeza de que tudo acabará bem: conflitos (como não saber capturar a tela) se resolverão de forma simples, sem estresse ou desapontamento. Ele jamais deixará você desligar a tela insatisfeito, como fizeram todos aqueles outros aparelhos dos quais você já nem se lembra mais.

Que fique muito claro: o meu celular ideal não é necessariamente o mesmo que o seu. Portanto, o aparelho que eu considero funcionar da exata maneira como deveria (e que atende pelo nome de Nexus 4, da LG) pode lhe trazer algumas chateações – algo que o seu telefone ideal já pode ter feito comigo. #pensenisso

Um celular é coroado como “ideal” quando passa basicamente por dois critérios muito, muito pessoais. 1) Ele se encaixa perfeitamente na sua mão (no caso do Nexus 4 ele pode escorregar, mas mantê-lo seguro faz parte do jogo da conquista). 2) Seu sistema operacional, independente de qual for, funciona exatamente da maneira como você espera (nada de ficar adivinhando onde encontrar tal recurso ou como executar aquela função).

Outras características — como câmera e velocidade do processador – se somam às vantagens, reforçando que aquela é a escolha certa para você. Ai, ai.

Ontem a assistência técnica avisou que meu telefone está pronto. Apaixonada por aquele que já foi um plano B, tive a nítida sensação de quem vive um intenso amor de verão: acabou a diversão, é hora de voltar à realidade. :\


‘Filme de terror’ mostra drama de quem acompanha diversão dos amigos via rede social
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Juliana Carpanez

Em vidas passadas, seus amigos podiam muito bem se encontrar e não convidar você – as chances de essa traição ser descoberta só existia se houvesse um linguarudo na turma. Mas então vieram as redes sociais e mudaram tudo.

Hoje são diversos recursos — como tags, marcações, mapas, “curtir” e comentários — que registram com precisão quem estava naquela festa para a qual você não foi convidado. Ou mostram como você fez a escolha errada indo ao encontro A e não ao B (o outro é sempre mais legal, dizem as redes sociais).

O mimimi acima se encaixa em uma categoria de sentimentos classificada em inglês como fomo (fear of missing out, ou medo de ficar de fora). O vídeo abaixo (em inglês), do pessoal do College Humour, adota apropriadamente um clima de terror para mostrar o drama de quem já acompanhou uma festa de amigos via Instagram.

Não ria: o próximo pode ser você!

Lá do College Humour


Photobomb histórico: Fiat 500 segue carro do Street View até sede da Volkswagen
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Ana Ikeda

O que você faria se visse um carro do Google Street View capturando imagens e passando bem na sua frente? Nada, provavelmente. Mas alguém num Fiat 500 na Suécia agiu rápido e protagonizou um photobomb histórico (aquelas fotos em que bicões aparecem e estragam a cena) há um ano. O Fiat 500 estacionou em frente à sede da Volkswagen bem na hora da foto e a imagem ficou “imortalizada” no serviço de imagens do Google.

Um motorista passou a seguir o carro do Street View, enquanto ele passava na rua da sede da Volkswagen na cidade sueca de Södertälje. É possível ver essa “perseguição” acompanhando as imagens capturadas no Street View na rua do prédio da Volkswagen.

O carrinho vermelho aparece várias vezes, desaparece momentos antes da chegada ao prédio e reaparece bem na entrada (dizendo ‘xis’ para o photobomb). Na época em que a foto rodou o mundo, há um ano, o “Daily Mail” atribuiu a autoria do feito a um funcionário da Fiat.

Antes do photobomb, é possível ver o 500 atrás do veículo do Street View:

Depois do photobomb, o 500 aparece de novo atrás do veículo do Street View, depois de deixar a entrada do prédio:

Lá do BuzzFeed.

Foto: Reprodução/Google Street View.


Traição digital: pesquisa diz que metade dos parceiros vê escondido programas no Netflix
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Ana Ikeda

A vida digital não para de surpreender até mesmo quem está acostumado com os comportamentos mais bizarros. Uma pesquisa encomendada pelo próprio Netflix, serviço de filmes e séries online, mostra que a metade dos usuários nos Estados Unidos “trai” o parceiro assistindo sozinho a programas que prometeram ver junto com o benzinho. E três entre dez deles veem tudo de novo sem falar nada.

Mas o pior está por vir: 12% das pessoas entrevistadas admitiram que, ao verem novamente os episódios com o parceiro (a), fingem reações emocionais para não serem pegos. O que nos leva, caro leitor do Gigablog, a imaginar a cena. Você, ali do lado do “morzão”, e ele disfarçando estar surpreso com o final da temporada do seriado. Que gracinha… só que não.

Mais dados sobre o comportamento do traidor digital: só 14% se sentem culpados o bastante para confessar o feito. Os episódios são vistos “na moita” na maioria dos casos pelo aparelho de televisão com internet (66%), na cama enquanto o parceiro dorme (21%), enquanto o traidor viaja a trabalho (10%), em outro cômodo da casa (7%) e no banheiro (5%).

A pesquisa foi feita com 2.068 pessoas acima de 18 anos (dos quais 1.358  são casados, moram com os parceiros ou estão em um relacionamento sério) entre 24 e 26 de abril deste ano.

Lá do Huffington Post.

Imagem: Reprodução.


Apenas um em dez americanos usaria o Google Glass, diz pesquisa
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Ana Ikeda

O visual “high tech” do Google Glass parece que ainda não caiu no gosto dos americanos, segundo uma pesquisa da Bite Interactive, desenvolvedora de aplicativos. Apenas 10% dos entrevistados disseram que usariam os óculos futuristas.

Outra interpretação: apenas um em cada dez deles teria coragem de aparecer em público usando o gadget. Feita com 1.000 adultos, a pesquisa revelou que quase metade dos entrevistados não usaria o Google Glass justamente pelo seu visual estranho ou porque o dispositivo parece irritante.

Mesmo em um cenário hipotético – no qual o Google Glass custasse mais barato que os US$ 1.500 atuais (cerca de R$ 3.036) – os entrevistados demonstraram resistência à ideia. Cerca de 38% disseram que ainda assim não usariam o gadget.

“O Google Glass representa uma barreira social profunda para o consumidor médio”, explicou Joseph Farrell ao “Mashable”, vice-presidente executivo da Bite Interactive.

Dos que teriam coragem de usar os óculos futuristas, metade aproveitaria o gadget para tirar fotos, enquanto 40% disseram que fariam ligações com ele.

E você, teria coragem de usar o Glass? Ou acha que é pagar (muito) mico?


Lá do Mashable.

Foto: Reprodução.


Recurso de marcação no Instagram pode fazer fotos ‘falarem’
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Juliana Carpanez

Quando o usuário faz a cachorrinha falar a frase acima,  associa essa foto no Instagram ao perfil @houston_we_have_a_problem

Um novo recurso do Instagram permite que você marque quem aparece nas fotos, como já acontece no Facebook. Com essa mesma ferramenta de marcação — e alguma paciência — também dá para criar balõezinhos de frases como aqueles das histórias em quadrinhos. Vide a cachorrinha Zara aí ao lado, que nos avisa sobre um problema (a cara de preocupação é típica da raça e não se refere à gravidade dos fatos).

A ideia aqui é transformar nomes de usuários em frases, pois essa é a única forma de fazer a foto “falar”. Em vez de mostrar o nome da pessoa que aparece na imagem, a ferramenta exibe o que ela estaria falando — essa frase é o nome de outro usuário, como Im_a_ninja (“sou um ninja”).

Esse uso adaptado veio da agência Loducca, que criou o perfil @tag_talk – a conta só segue quem usa frases no nome de usuário, como “Genius”, “Poxa_vidahein”, “Fail” e “Poker_face”. Com isso, a @tag_talk acaba funcionando como um “banco de dados”, que reúne frases interessantes para adicionar às suas fotos. Esse recurso de marcação só funciona na versão mobile do Instagram.

Essa é a parte legal da história. A chata é que, quando o usuário faz a cachorrinha falar “Houston, we have a problem”, ele associa essa foto ao perfil @houston_we_have_a_problem, criado pelo jovem norte-americano Houston Cunningham, 18, que adora basquete. Ou seja: nada a ver (e o tal Houston não necessariamente gostará de ser marcado nesse conteúdo).

Além disso, há uma quantidade limitada de expressões. O “banco de dados” do @tag_talk segue 96 usuários que servem como frases – apenas uma delas está em português. O vídeo de apresentação lembra que você pode criar novos perfis, com as frases que quiser, mas nesse caso o trabalho fica maior que a diversão.


Um em sete adolescentes brasileiros no Facebook adiciona mãe como amiga, diz pesquisa
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Ana Ikeda

Uma pesquisa feita pelo Facebook com usuários brasileiros revela que um em cada sete adolescentes entre 13 e 18 anos (13,8%) adiciona a mãe como amiga na rede social. É necessária certa dose de coragem, diriam alguns filhos (e de várias faixas etárias), para dar esse mesmo passo.

Afinal, a probabilidade de a sua mãe comentar algo constrangedor na frente dos amigos existe. Como aquele apelido de infância (Tchuquinho, que lindo nessa foto!), uma bronca (Carlos Eduardo Neves e Silva, ainda não arrumou a bagunça no quarto e já está no Feice?) ou mesmo um recado (Papai disse que deixou o dinheiro da mesada na mesa).

De toda a forma, é possível para filhos e mães conviverem em paz. Porque, filhos, as configurações de privacidade do Facebook estão aí pra isso (e pra muito mais também). E o próprio Facebook recomenda, antes de tudo, que as mães ajudem os adolescentes a entender a importância (e impacto) de estar em uma rede social. Abaixo, algumas dicas para elas:

#1

Okay, mãe, você ainda está se enturmando com o tal do Facebook. Isso não impede que você estabeleça uma conversa sobre segurança com seu filho. Alguns pontos importantes a abordar:

- Privacidade (uma foto postada publicamente pode ter proporções muito maiores do que ele imagina; compartilhar senhas com amigos e namorados é uma roubada; informações pessoais devem ser tratadas igual são na vida real, com muito cuidado)

- Ciberbullying (ele pode se dar muito mal ao zoar alguém online só para entrar na onda dos amigos; se está sendo perseguido, há como denunciar o abuso na própria rede)

- Amizades virtuais (melhor aceitar solicitações de quem você conhece na vida real também).  Mais dicas de segurança e de como funciona a rede podem ser vistas no Facebook em Dicas para Pais

#2

Claro que a rede social ajuda você a manter um contato mais próximo do seu filho. Mas se você não diz aquele apelido íntimo da família na frente dos amigos dele na sala de casa, por que fazer isso num post no Facebook? Contenha-se. Sim, contenha-se! Você consegue.

#3

Não tem Facebook e não sabe que raio é isso? Digamos que você pode não querer entrar na rede, mas no mínimo deve se informar como ela funciona, até mesmo com o seu filho. No mundo, 1 bilhão de pessoas estão cadastradas no site. É muita gente e seu filho está lá entre elas. Saiba como ele anda usando as configurações de privacidade para não se expor demais diante de tamanha plateia. Neste link, filhos podem ver mais dicas de segurança.

* A pesquisa foi feita pelo Facebook Brasil por ocasião da comemoração do Dia das Mães (no próximo domingo) com 29.562 pessoas entre os dias 8 e 10 de maio.

Bônus:

É mãe e está curiosa sobre o presente que vai ganha no domingo? Veja abaixo os palpites do Facebook, baseados numa enquete feita com o que filhos brasileiros darão às mães:

- Roupas e acessórios (53%)

- Eletrônicos (18%) (eu o/)

- Cosméticos (17%)

- Doces e Chocolates (4,5%)

- Flores (4,2%)

- Calçados (3,1%)


Lá do Facebook Brasil.

Imagem: Reprodução


Com impressora 3D, Disney transforma visitantes de parque em stormtrooper por US$ 100
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Guilherme Tagiaroli

A Disney anunciou que voltará a ter fins de semana temáticos dedicados a “Star Wars”. E uma das ações para os visitantes do Disney’s Hollywood Studios é a possibilidade de se tornar  um stormtrooper – membro do exército imperial da saga de filmes. Após um longo processo o D-TechMe (como é chamada a atração) consegue produzir uma miniatura do soldado com o rosto do visitante em uma impressora 3D. O valor cobrado pela atração é US$ 100 (aproximadamente R$ 202) mais o custo para entrega.

A miniatura mede 19,05 centímetros (7,5 polegadas) e leva um bom tempo para ficar pronta. Para isso, o rosto do visitante é escaneado por um aparelho 3D por cerca de dez minutos. A imagem capturada é enviada a uma impressora 3D de alta resolução que imprimirá um boneco.

No entanto, quem passar pela experiência vai demorar a colocar as mãos na miniatura. O visitante do parque deverá esperar entre sete e oito semanas para receber a réplica do stortrooper com seu rosto (haja paciência!) – o blog da Disney ainda diz que a entrega pode demorar mais para estrangeiros.

O D-TechMe estará disponível a partir do dia 17 de maio no parque Disney’s Hollywood Studios na Flórida (Estados Unidos).


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Lá do Disney Parks Blog

Imagens: Divulgação


Vídeo (estilo ‘quer que eu desenhe?’) explica como internet pode prejudicar o conhecimento
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Juliana Carpanez

O escritor Nicholas Carr escreve sobre tecnologia, cultura e economia. O site Epipheo faz vídeos incríveis para “compartilhar as epifanias dos líderes de pensamento mundiais” – categoria na qual o autor citado se encaixa, segundo o próprio Epipheo. Feitas as apresentações, vamos ao vídeo abaixo (em inglês), que une o melhor desses dois mundos. Nele, a turma dos vídeos explica – bem no estilo “quer que eu desenhe?” — o livro “Geração Superficial: o Que a Internet Está Fazendo Com os Nossos Cérebros” (Ed. Agir), escrito por Carr.

Na publicação (e no vídeo, por consequência), o autor explica como a forma de consumo de conteúdo online atrapalha a construção do conhecimento. Esse processo não se consolida, segundo o autor, pois vivemos um estado constante de distração e interrupção.

Um exemplo no vídeo mostra como isso funciona. Você está lendo um texto online e recebe uma mensagem de texto no celular. Ela contém uma foto engraçada, que pre-ci-sa ser compartilhada. Você vai então para o Facebook e, quando se dá conta, está assistindo ao vídeo de um panda atacando uma criança. Passa para a Wikipedia, para ler sobre o comportamento dos pandas e tuíta como eles são assustadores. Quem nunca?

O problema se dá porque essa vontade de consumir informação, que é inerente ao homem, encontrou recentemente uma oferta quase ilimitada de conteúdo online. Com isso, pode surgir um comportamento compulsivo – observado hoje nas melhores famílias –, de gente que está sempre ligada na tela do computador ou do celular (como mostra o vídeo abaixo).

Carr afirma que as informações são consumidas, mas não passam por um estágio de “consolidação da memória” – é nele que seus conhecimentos já adquiridos se relacionam, consolidando o conhecimento. Mas no período de “calmaria intelectual”, quando o conteúdo seria promovido a esse estágio de “longo prazo”, você é bombardeado por mais informações (recebe um e-mail, vai curtir o Facebook, escreve uma mensagem de texto). Assim, a tal promoção nunca acontece – da informação e, bem provavelmente, a sua também.

Uma solução para amenizar o problema seria reservar diariamente um tempo para ficar offline, concentrando-se em uma única atividade de cada vez – ler um livro, assistir a um filme, ouvir música ou realizar outra atividade da forma como nossos antepassados faziam. Você pode começar assistindo novamente ao vídeo acima sem usar simultaneamente o Facebook. Será que dá?

Lá do Gizmodo 


Postar foto de comida pode indicar distúrbio alimentar, diz psiquiatra
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Ana Ikeda

Se você acha que postar um monte de fotos de comida no Instagram não é lá tão normal assim, digamos que há motivo para preocupação. Publicar compulsivamente fotos de comida em redes sociais pode indicar que a pessoa sofre de algum distúrbio alimentar. A afirmação é da chefe de psiquiatria do Hospital da Mulher da Universidade de Toronto, Valerie Taylor.

A psiquiatra diz ter pacientes em tratamento de problemas alimentares que tentam lutar contra esse hábito da comida virar o centro das interações sociais na internet – o que comem, quando comem e quando vão comer de novo.

Ao “Huffington Post”, Valerie disse que embora a prática de compartilhar fotos de comida nas redes sociais seja comum, em alguns casos ela pode demonstrar a exclusão de outras coisas importantes da vida.

“A preocupação começa quando tudo o que eles fazem é enviar fotos de comida. Tiramos fotos de coisas que são importantes para nós e, para algumas pessoas, a comida em si se tornou central; o local, a empresa e outros elementos são só pano de fundo”, diz.

Para Valerie, a comida está adquirindo um papel importante demais na vida das pessoas. “Já não se trata mais de simples combustível”, diz. Outro exemplo semelhante ao da publicação de fotos de comida são as tatuagens com o tema. “Como as tatuagens de ‘Eu amo o McDonald’s’ substituindo as de ‘Eu amo minha mãe’.”

Tirar foto de comida também é assunto polêmico quando se trata de etiqueta. Alguns críticos dizem que embora a prática seja prazerosa para quem tira a foto, pode incomodar quem está em volta naquele momento. Há ainda quem aproveite as fotos de comida para criar grupos de apoio à la Vigilantes do Peso virtual.


Lá do Huffington Post.

Imagem: Reprodução.